POLÍTICA

PERI-MIRIM: Eleições 2016

Há pouco menos de 50 dias para as eleições municipais, em que o eleitorado de Peri-Mirim vai poder escolher um prefeito e nove vereadores, o município ainda permanece em clima “frio”, uma tradição da pacata Paris-Mirim, como foi batizada pelos filhos ilustres. Em 2012, neste mesmo período o clima já era de temperatura máxima, já que o período de campanha era muito maior. Este ano, as regras são outras, mas pelo que se percebe no município, a vontade do povo é a mesma.

Em 2012 foram colocados à disposição da população dois candidatos (João Felipe do PT X Geraldo Amorim, na época no PR). O povo não teve dúvida, escolheu o candidato do PT, e disse não ao pretendente do PR. Este ano, a história é outra, o município vai contar com três candidatos (Geraldo Amorim, que agora está no PMDB, Heliezer Soares, que agora virou comunista e está no PCdoB, e João Felipe, que mostra fidelidade ao partido e continua no PT).

Mesmo com três opções, a população de Peri-Mirim não encontrou nada novo. Heliezer Soares (PCdoB), que era vice do petista, mostrou logo nos primeiros meses da Gestão de João Felipe (PT), que seu prato predileto é o poder nas mãos, e rompeu com o atual prefeito e se lançou logo candidato a prefeito de Peri-Mirim, um direito seu, mas política não se constrói assim. Filho de um ex-prefeito do município, nem a própria família está o apoiando nestas eleições. O Irmão Yuri é candidato a vereador no grupo de João Felipe. Isso já mostra que Heliezer começou errado seu projeto.

Já Geraldo Amorim (PMDB), quase afunda a Avenida Carlos Cunha, no Calhau, em São Luís, só de tentar reverter sua situação junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), já que suas contas são duvidosas, e corria o risco de ter o nome na lista dos fichas sujas. Mesmo sendo salvo pelo gongo no Supremo Tribunal Federal (STF), a população de Peri-Mirim pode dar um tiro no pé, já que o rombo foi grande durante suas gestões frente a prefeitura do município. E caso a população vote em Geraldo novamente, o que seria um rombo, pode virar uma cratera nos cofres do município. Quem não fez o correto em 8 anos, vai fazer a partir de 2017? É bom repensar… Para a população de Peri-Mirim, Geraldo continua ficha suja, já que tudo isso pode parar na justiça e ter uma reviravolta total. Votar em Geraldo Amorim é como fazer uma bermuda nova de uma calça velha, já que não terá apoio do governador Flávio Dino (PCdoB).

A grande opção novamente será o nome de João Felipe (PT), que mesmo sem apoio da Câmara Municipal, o atual gestor consegue projetos através dos governos do Estado e Federal, e de deputados estaduais e federais, como foi o caso do Odontomóvel, que o município recebeu e já conta com dois em atividades, além de tantos outros projetos que estarão em execução em breve. O prefeito João Felipe tem enfrentado muitas dificuldades, como tantos outros prefeitos do restante do Maranhão, mas não tem medido esforços e conhece os caminhos para continuar um trabalho que já avançou muito desde 2013, se comparado a um município que recebeu totalmente sucateado. Segundo o provérbio popular, todo grande homem precisa está ao lado de uma grande mulher, e João Felipe fez uma grande escolha ao levar Gisele Pinheiro Martins (PEN) para compor sua chapa como vice-prefeita do município. A população aprovou a ideia, e esse foi o grande assunto em toda região, já que Gisele, além de educadora, faz parte de uma família tradicional na política de Peri-Mirim. A sorte está lançada, mas os eleitores de Peri-Mirim precisam analisar cada ponto e o melhor para o povo. O certo mesmo, é que em time que está ganhando, não se mexe!

 

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