POLÍTICA

Licitação do Ferryboat tem marmelada, denuncia prefeito de Pinheiro

Uma denúncia feita pelo prefeito de Pinheiro, Filuca Mendes (PMDB), em um grupo no WhatsApp, pode mudar o esquema de jogada no destino São Luís/Cujupe/São Luís. Participante do grupo Fórum em Defesa da Baixada Maranhense, Filuca abriu o jogo e vomitou tudo que sabia sobre a licitação do Ferryboat, que segundo o prefeito de Pinheiro, não passa de um engodo do governo Flávio Dino e seus aliados.

Segundo o gestor da maior cidade de Baixada, há vícios no processo de licitação para exploração dos serviços do ferryboat na travessia São Luís/Cujupe/São Luís no sentido de favorecer o que ele chamou de “braço capitalista do comunismo”. Com isso, o transporte de Ferryboat pode entrar no mesmo trilho do transporte coletivo de São Luís, onde quem manda são os empresários.

Detalhe: o secretário Chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, integra o mesmo grupo Fórum da Baixada no WhatsApp, mas preferiu não comentar as declarações do prefeito Filuca Mendes. Com isso, o assunto ganhou repercussão e muita água ainda deve rolar debaixo desse mar.

Confira a denúncia do prefeito de Pinheiro (Na ìntegra):

Vou colocar esta denúncia neste canal pois é de interesse da região:

Como eu disse a um ano atrás,

MUDAM OS PALHAÇOS, MAS O CIRCO É O MESMO, tomei conhecimento do andamento da licitação da exploração dos serviços ferry boat na travessia Cujupe – São Luís : concorrem três empresas,

A Internacional marítima . Um consórcio. ServePorto, Endeconcil e a firma do irmão do presidente da assembleia, é uma terceira empresa da Bahia. Aberto o primeiro envelope de preços a classificação foi na sequência acima, portanto vencedora a internacional, faltando serem abertos os envelopes de habilitação, mas corre a boca pequena, que quem levará é o consórcio serve porto. Sabem porquê?

A serve porto, detentora de ferry teve que consorciar com o braço capitalista do comunismo para vencer e aí a certeza da citava acima: mudam os palhaços…. Nenhuma empresa internacional, como diziam. Tudo como dantes, no quartel de Abrantes

 

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