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Inveja ou tentativa de perseguição?

Esta semana me deparei com um texto insignificante na internet, que de acordo com o que rege o jornalismo, classifiquei de lixo. O tema era sobre política, mas estava escrito em parábolas, isso apenas para atingir uma pessoa que segundo o pouco que sei dela, só faz o bem às pessoas. A pessoa citada no texto foi a Radialista, Jornalista, Apresentadora de TV e diretora da Rádio Difusora 680 AM, Paulinha Lobão, que ao contrário dos críticos, sempre trabalhou o social na capital maranhense.

Não estou defendendo a Radialista e muito menos sacrificando os críticos. Pelo contrário, sei que jornalismo é coisa séria, mas está sendo usado por alguns profissionais da imprensa como uma arma para destruir reputações de pessoas do bem. Não sou amigo de Paulinha Lobão, apenas a conheço como profissional da comunicação e a respeito, assim como faço com todos os profissionais do seguimento. Como pesquisador em comunicação, vejo que o jornalismo foi invadido pelos alienígenas, como a própria Difusora AM previu em um programa de humor em outubro de 1971.

Criticar é opção de todos os jornalistas, assim como elogiar. Mas tenham santa paciência, não se faz crítica sem argumentação, e principalmente quando o fato é criado na “caruda”. O nosso jornalismo é forte, continua forte, mas alguns profissionais para agradarem “Gregos e Troianos” acabam atirando para todo lado e atingindo pessoas do bem e colocando o jornalismo em descrédito.

Quem é jornalista de verdade, por paixão ou formação sabe que um texto para ser jornalístico precisa preencher os conceitos da profissão e as regras da função. As perguntas típicas de um texto jornalístico são (quem, o quê, onde, como, quando e por quê). Só que no texto em que tentaram denegrir a imagem da Paulinha Lobão, nenhuma pergunta dessas foi respondida. E quando parte de alguém que sentou a bunda na cadeira da Faculdade ou Universidade é mais sofrido ver. Quando parte de um leigo, o perdão é mais fácil (ele não não sabe o que diz).

Dizem os mais velhos que o mundo dá voltas. Na comunicação o globo não pára de girar, principalmente para os comunicadores ou comunicólogos.

 

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