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Hipertenso, Paulo Marinho pode ser mais um em “bater as botas” no presídio do Maranhão

Qual o perigo que o ex-deputado federal Paulo Marinho, preso na última sexta-feira (20) na cidade de Caxias, no sertão maranhense, oferece a sociedade caxiense para ser transferido para o Complexo Penitenciário de Pedrinhas? Se o acusado não oferece perigo à sociedade e sua prisão não há rixa ou adversários que possam colocar a vida de Marinho em risco, por que transferi-lo para um presídio comandado por facções criminosas do estado?

Por ser taxado de Sarneysista, Paulo Marinho deve ser mais um daqueles que vai comer o pão que o capeta amassou no presídio, assim como outros políticos que já foram presos e caíram na arapuca do satanás, por pertencer ao grupo Sarney. Após Paulo Marinho ser preso, o prefeito de Caxias, que tem como vice, o filho de Paulo Marinho, deu um passo para trás e pulou o muro dos Leões em busca do governador. O que mostra, que Gentil sabe de algum segredo.

Se na cidade de Caxias tem local que abrigam outros presos, ninguém entendeu sua transferência, inclusive os advogados. Na princesa do sertão a Secretaria de Segurança do Estado disponibiliza de uma Unidade Prisional de Ressocialização, que foi construída para abrigar presos da cidade e região. O caso chamou atenção da imprensa e pode ser mais um caso de perseguição, como aconteceu com o ex-prefeito de Santa Inês, Ribamar Alves.

A dívida de pensão alimentícia de Paulo Marinho já ultrapassa o valor de R$ 1,2 milhão, segundo a justiça. Por causa da inadimplência, Marinho já havia sido preso outras duas vezes em 2015 e 2016, quando segundo a polícia, ele tentou fugir do cerco policial no seu escritório, mas acabou atolando o carro em uma estrada vicinal do município. Mesmo assim, sua transferência para Pedrinhas.

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