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Fiscais da Blitz Urbana assaltam trabalhador na Praça da Camboa

Fiscais da Blitz Urbana em duas caminhonetes roubaram mercadorias de um rapaz que tentava vender na calçada da Praça da Camboa, em frente ao Restaurante Popular da Liberdade por volta das 11h da manhã desta terça-feira (1º).
De acordo com depoimentos de moradores da área e pessoas que trabalham em frente ao ocorrido, os fiscais chegaram e nem sequer procuraram saber quem era o dono das redes que estavam estendidas para venda na calçada da praça.
Com arrogância, os fiscais da Blitz Urbana levaram toda mercadoria, sem conferir e saíram na maior cara de pau, como se não tivesse dono. Um morador que estava em frente à praça fez um vídeo e narrou todo crime diante de um homem que simplesmente queria trabalhar para tentar levar o pão de cada dia à mesa de sua família.
OPINIÃO DO PORTAL
Mesmo não sendo um local exato para venda de mercadorias, os fiscais da Blitz Urbana teriam por obrigação conversar com o pobre rapaz e explicar os motivos da apreensão dos produtos, além de conferir os produtos na frente do dono e das testemunhas. Agora chegar e levar tudo sem sequer conhecer o dono da mercadoria, em minha opinião é roubo (Assalto). O que todos ficaram se perguntando foi: Quantas peças tinham no momento do assalto? Quem tem a verdade, os fiscais ou o dono dos produtos? Por que os fiscais saíram com destino à ponte Bandeira Tribuzzi? Nessas condições, é preciso a SMTT investigar e punir a atitude desses servidores que tinham até faca na mão.

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3 Comentários

  1. Sr João Filho;
    Apesar de nunca ter ouvido falar no senhor , muito menos que havia um blog sobre seu comando.
    Mas considerando que chegou a meu conhecimento seu testemunho nos chamando de ladrões, oque por si só já configura crime , resolvi antes de qualquer ação formal, lhe permitir direito de retratação pelas informações que abaixo elenco:
    1. A Blitz Urbana como braço executor da política de disciplinamento em áreas públicas, só faz o que está descrito em Lei, ou seja, podemos, sim apreender material, produtos, etc… basta consultar a Lei.
    2. São luis, só na área do Centro, possui cerca de 2.500 comerciantes informais, os quais são cadastrados junto a esse órgão, estes sim, são pais de família como o senhor fala, mas que estão devidamente autorizados à explorarem o serviço em local determinado.
    3. Quanto ao fato em si, para sua informação, já que noticiou e opinou sem ouvir o outro lado. O cidadão “pai de família”, já é velho conhecido, vem de outro Estado todo ano neste período, possui veículo do ano, e já foi notificado cinco vezes, em outros logradouros de São Luis.
    4. Portanto, blogueiro, não se engane , ou se seu objetivo for idôneo, recomendo antes de nos chamar de “ladrões” , ao menos nos ouvir , como se ensina na academia que forma jornalistas.
    Aguardo sua retratação ou nos facultar espaço pra esclarecimentos.

  2. Meu pai trabalha na blitz urbana. Eu sei e te afirmo que la é cheio de fiscal ladrão sim. Deixe de querer mostrar serviço. A cidade precisa de reparos mais do que vocês estarem tirando mercadorias alheias. Se ele tem carro do ano, deve ser porque ele recebeu propina como a maioria de vocês recebem. Ou não, vendeu rede ate conseguir se manter. Papai cansou de dizer que ele ia pra alguma ação na cidade e la ligavam pra abortar a ação. Esse povo de “peixada”. E meu pai não é fiscal, ele é engenheiro, só pra esclarecer. E muito honesto inclusive!! Não suporta essa bandidagem. Vive se reclamando.

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