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TRÂNSITO

Zé Martins e deputado Waldir Maranhão solicitam reinício de asfaltamento na Cidade Nova e Estiva

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*TRIBUNA DE BEQUIMÃO*

O prefeito de Bequimão Zé Martins, acompanhado do deputado federal e vice-presidente da Câmara Federal, Waldir Maranhão, visitou o secretário Estadual de Infraestrutura (SINFRA), Clayton Noleto Silva, para solicitar a conclusão da pavimentação asfáltica na Cidade Nova e na Estiva. A reunião aconteceu na segunda-feira (25), em São Luís.

Noleto autorizou o reinício da obra, que deve acontecer ainda no mês de fevereiro. Do convênio assinado no governo Roseana Sarney, está faltando cerca de 1km de vias para receber o asfalto e serviços de sargetamento e meio fio.

Na Cidade Nova, será pavimentada a Rua João Balbino Rodrigues, que começa na antiga Emater e passa por detrás do estádio Vivaldão. Nessa rua e na Rua Capinzal, serão feitas sarjetas de concreto e meio fio. A Estiva receberá asfalto na Rua 07, no trecho que liga a ponte da entrada do bairro até a outra ponte que fica depois do colégio Domingos Bouéres.

Por meio desse convênio, já foram asfaltadas as ruas do Capinzal, Pedro Paixão e Francisco Rodrigues, na Cidade Nova, bairro que nunca havia recebido pavimentação asfáltica. “Nessa reunião, conseguimos assegurar o reinício e conclusão da obra. Estamos trabalhando para que os benefícios dos convênios já assinados cheguem, integralmente, às pessoas de Bequimão”, garantiu o prefeito.

Essa MOB é um câncer que chegou para atrapalhar nosso trabalho, denuncia um funcionário do Ferryboat.

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Com essa frase acima, um funcionário que já trabalha no Ferryboat há 15 anos, classificou a Agência de Mobilização Urbana (MOB), que nada mais, nada menos, é um cabide de emprego do governo do Estado. Conversando com esse funcionário que conhece muito bem a travessia Cujupe/São Luís/Cujupe, ele foi categórico em afirmar que nunca viu tanta babaquice por parte da MOB, quanto ver nos dias atuais. “Eles inventam coisas e não conhecem a realidade da travessia. É um câncer que foi criado para desempregar muita gente e se não for tomado uma providência por parte do MP (Ministério Público), podemos retroceder, voltar a viajar de barco a vela. Tem dia que eles entram nos Ferryboats e se acham, ficam dando ordem aos nossos funcionários, até ameaçam. Está proibindo os idosos ficarem dentro dos ônibus e obrigam muitos a subirem escadas e ficarem no salão de passageiros. Estão acabando com nossa tranquilidade, estão se sentido autoridades” – disse o marinheiro.

“Na saída do Ferry, Idosos, Crianças, Mulheres gestantes e até cadeirantes, são obrigados a saírem do Ferryboat e pegarem uma Van da EMAP (Empresa Maranhense de Administração Portuária), que finge ajudar no trajeto até o terminal de embarcação. Tem dia que tem MOB, vigilância Sanitária, Receita Estadual e até Aged na fiscalização, simplesmente com o intuito de encher geladeiras e mais nada” – disse.

Questionado sobre as viagens, o passageiro não escondeu o jogo. “É bom para os passageiros, mas as empresas estão trabalhando apenas para pagarem despesas. Já teve mês de funcionários receberem salários na metade do mês. E pode piorar; a Fulana MOB já requereu que pretende tomar conta da venda de passagens, o que pode ocasionar inúmeras fraudes e piorar ainda mais o transporte aquaviário. Nunca trouxeram um projeto para melhorar, só querem pressionar os empresários e mais nada. Quando a bomba é quente, ninguém aparece. Mas quando o assunto é grana, vem em cardume” – desabafou.

Sobre as licitações para o transporte, o funcionário até sorriu. “Quem vai se habilitar entrar em uma barca furada dessa? Flávio Dino que um seguro de 150 milhões de reais, e mais nada. O governador está pensando que comprar Ferryboat é igual alugar Viaturas em Manaus-AM. São caros e a manutenção é mais cara ainda. Se não der os 150 milhões de reais como seguro; não concorre a licitação. Já vi de tudo no Maranhão, mas neste governo, me parece que o Palácio dos Leões virou um criatório de Jegues. A imprensa precisa se infiltrar durante essas viagens, vão flagrar muita coisa dessa MOB” – disparou.

“As vezes me dar ódio, mas fazer o que? Nunca levei sequer uma chamada de meu chefe, já trabalho há 15 anos na empresa e sei o quanto o patrão é responsável com suas obrigações. Mas as vezes ninguém aguenta tanta chatice. Eu acho que Flávio Dino pensa que os Ferryboats são de Sarney. Não vejo ninguém da MOB se preocupar com os passageiros dos ônibus coletivos. Será que é porque não tem como faturar? Já pedi várias vezes para ser demitido, não tenho mais saco para tolerar essas chatices. Já chegamos ao ponto de termos fiscal anônimo junto com a gente” – finalizou.

 

 

SMTT está com todas as linhas telefônicas cortadas há três meses por falta de pagamento

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Comunicação com a Secretaria Municipal de Trânsito & Transporte de São Luís (SMTT), só via rádio. Os números que serviriam para contato com a SMTT foi bloqueado pela empresa de telefonia por falta de pagamento. Segundo um agente de trânsito da SMTT, a linha telefônica da sede foi bloqueada há três meses e até hoje a conta não foi paga. Os números dos terminais de Integrações também foram cortados.

O número de contato na sede da SMTT seria 32141128, mas infelizmente foi bloqueado.  De acordo com o agente de trânsito, o problema é grave na sede da SMTT, e outros fornecedores de serviços estão sem receber há mais de seis meses. “Tem dia que faz fila de cobradores na porta da sede da SMTT atrás de grana, mas não vejo nenhum sair feliz; só xingando e irritado. A coisa não tá fácil, nem para o órgão e muito menos para os fornecedores. Ainda não cortaram a energia elétrica e água da sede, não sei nem porque” – destacou o agente.

O Secretário Municipal de Trânsito & Transportes de São Luís, é o engenheiro Canindé Barros, agora aposentado pelo Estado. Sem comunicação, o editor deste Portal não teve como entrar em contato com o secretário, mas abre espaço para qualquer explicação, se houver como explicar.

Números que a SMTT disponibilizou para atendimento, que por falta de pagamento, já está sento utilizado por outra empresa, como é o caso do número 32121145, que já pertence ao Hotel Brisa Mar. Abaixo a lista de números que seriam úteis e estão bloqueados na SMTT.

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Prefeito Zé Martins assina convênio para calçamento em bloquetes na Cidade Nova e Estiva

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O prefeito de Bequimão, Zé Martins, assinou convênio com a Secretaria de Estado das Cidades e Desenvolvimento Urbano (SECID) para calçamento em bloquetes de ruas dos bairros Cidade Nova e Estiva. Serão quase 3km de vias urbanas recuperadas, com investimentos da ordem de R$ 1.522.500,00.

Moradores que convivem diariamente com poeira, no período seco, ou lama, quando chove, serão beneficiados diretamente com a obra.  Na Cidade Nova, três ruas extensas receberão os bloquetes: a Rua das Flores, que começa em frente à Assembleia de Deus, na Rua Barão do Rio Branco; a Rua Isaque Martins; e a Rua Princesa Isabel.

Na Estiva, os bloquetes serão colocados em duas ruas que dão acesso ao bairro e onde moram centenas de pessoas: a Rua da Marinha, que é continuidade da Rua Vitorino Freire, no Centro, e a Rua 07, principal via do bairro.

“Com esse calçamento, vamos melhorar as condições de tráfego nessas ruas, diminuir a poeira e deixar essas vias mais bonitas. A pavimentação com bloquetes tem a vantagem de absorver menos calor do que o asfalto e é mais ecologicamente correto, porque permite a infiltração de água da chuva, entre outros benefícios”, explicou o prefeito.

O convênio assinado pela secretária das Cidades e Desenvolvimento Urbano, Flávia Alexandrina Coelho Almeida Moreira, e o prefeito Zé Martins prevê o repasse de R$ 1.450.00,00 pelo Governo do Estado e a contrapartida de R$ 72.500,00 da Prefeitura Municipal de Bequimão. A próxima etapa é a licitação da obra.

DO TRIBUNA DE BEQUIMÃO

Motor do Ferryboat cidade de Cururupu para no meio da baía de São Marcos na manhã de hoje

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Quando eu falo que o perigo está no mar, os empresários de Ferryboat esperneiam. Hoje (15) na viagem das 8h, o Ferryboat cidade de Cururupu, que fazia a viagem Ponta da Espera/Cujupe, teve que voltar a São Luís, após está viajando há mais de 30 minutos. De acordo com informações de um passageiro que ligou para o número deste Portal, o Ferryboat teve que voltar porque o motor parou e perdeu a força, o que ocasionaria problemas para atravessar o boqueirão.

Com isso, todos os veículos tiveram que sair do ferryboat e aguardar outra embarcação que só saiu as 9:30h com os passageiros. O Ferryboat cidade de Tutóia está fazendo o trajeto neste momento com destino ao Cujupe.

A cada semana, uma ameaça de tragédia na travessia da baía de São Marcos. Vamos aguarda se a MOB vai se manifestar, assim como as empresas que fazem o transporte aquaviário. A EMAP também deve se manifestar sobre o caso. O certo mesmo, é que o comandante achou por melhor voltar, do que tentar atravessar o mar.

Governo lança edital de licitação para construção da ponte sobre o Rio Pericumã

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O Governo do Estado, por meio da Comissão Central Permanente de Licitação (CCL), enviou para publicação, nesta quarta-feira (13), o edital de licitação para contratação de empresa para construção da ponte rodoviária sobre o Rio Pericumã, no trecho que liga as cidades de Bequimão à Central do Maranhão. De interesse da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra), a licitação será realizada pela Comissão Especial de Licitação (CEL), instituída pela CCL.

Sobre essa mesma obra, o prefeito de Bequimão, Zé Martins (PMDB), em companhia do Superintendente do SEBRAE no Maranhão, João Martins, esteve em reunião na Secretaria de Estado de Infraestrutura – SINFRA, onde na oportunidade entregou toda a documentação referente às licenças de responsabilidade da Prefeitura, nas mãos do secretário adjunto de projetos, Jorge Kusaba, para que o Governador Flavio Dino (PCdoB) pudesse autorizar o início da construção da Ponte sobre o Rio Pericumã, que liga Bequimão e Central do Maranhão, a mais oito municípios do litoral ocidental. (REVEJA AQUI).

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O aviso de licitação foi assinado nesta quarta-feira (13), pelo presidente da Comissão Central, Odair Neves. Na ocasião estiveram presentes, o secretário em exercício da Sinfra, Ednaldo Neves; o secretário adjunto de obras rodoviárias da Sinfra, Samuel Gonçalves; o secretário adjunto de obras civis, João José Azevedo; o secretário adjunto de projetos, Jorge Kusaba; além de membros da Comissão Especial de Licitação.

A licitação será realizada na modalidade Concorrência, do tipo menor preço. O valor estimado para a execução dos serviços é de R$ 72.196.844,60. O edital poderá ser consultado na página da Comissão Central: www.ccl.ma.gov.br, ou, ainda, retirado na sede, a partir do dia 18 de janeiro.

O projeto prevê a construção de uma ponte com vigamento em aço e laje em concreto armado sobre a travessia do Rio Pericumã, interligando os municípios de Bequimão e Central do Maranhão. O trecho que compreende a ponte apresenta extensão estimada em 589 m, na rodovia MA-211. “a licitação para construção da ponte visa, como política do governador Flávio Dino, assegurar melhores condições de infraestrutura rodoviáriaà população da região da Baixada maranhense”, destacou o presidente da CCL Odair Neves.

O secretário adjunto Ednaldo Neves destacou a importância desse primeiro passo com o lançamento da licitação para construção da ponte sobre o Rio Pericumã. “Visa gerar emprego, além de favorecer o turismo e a economia, por meio da passagem de eventuais embarcações de pequeno porte, sob a estrutura da ponte”, comentou o secretário em exercício da Sinfra.

A primeira sessão pública da licitação tem data marcada para o dia 22 de fevereiro, no auditório Benedito Mendonça Dutra, na sede da CCL, na Avenida Colares Moreira, no Calhau.

Asfalto do “Mais Asfalto” tem menos de uma polegada de Espessura

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O Programa Mais Asfalto, criado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) e implantado em vários municípios do Maranhão, em especial onde o governador tem interesse político em 2016, como é o caso da capital maranhense, São Luís, administrada pelo jovem prefeito, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), deu sua prova de fragilidade e apenas ouviu a tempestade da primeira chuva de 2016 e rachou igual macaxeira em fornalha.

Para surpresa de muitos, que achavam que seria um bom trabalho, a foto abaixo mostra que o “Mais Asfalto” é apenas um engodo e a espessura do asfalto não chega a uma polegada. Em uma cidade que circulam quase meio milhão de veículos, incluindo ônibus e carretas, a Secretaria de Infraestrutura do Estado, em parceria com a Semosp (Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos), acabou fazendo um serviço porco e depois colocou a culpa na Caema, que também tirou o dela da reta e culpou a empresa ARTEC.

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Sem um trabalho de preparo, o serviço deve ser uma cera de vela ao fogo, assim que chover. A primeira mostra já foi enviada ao público, que ficou de queixo caído. As propagandas enganosas, que mais parecem as mesmas da ex-governadora Roseana Sarney, quando mostravam estradas de outros Estados e pegavam como se fossem no Maranhão, acabam sendo a maior farsa e cai no descrédito da população.

Assim que a chuva cair de verdade, talvez as ruas de São Luís voltem a mostrar os antigos córregos e sem mais tempo para recuperar, seja o canal por onde infelizmente o jovem político Edivaldo Holanda Júnior, que está cercado de algumas pessoas de mau caráter e que só pensam em dinheiro, possa ser jogado dia 2 de outubro. A reforma administrativa possa ser a única solução de recuperação. Achar que o povo é besta, não é o caminho.

Detran aperta os novatos que querem se habilitar a partir deste ano

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A partir deste ano (2016) será obrigatório o uso do simulador de direção veicular nas autoescolas para quem vai tirar carteira de motorista e dirigir carros de passeio, na Categoria B. Segundo a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), publicada em julho do ano passado, deu prazo até o dia 31 de dezembro de 2015 para que a exigência fosse cumprida. Os motoristas que vão adicionar à habilitação a Categoria B também devem ter aulas no simulador. O candidato que for tirar a primeira habilitação terá que fazer, no mínimo, 25 horas de aula prática. Do total, 20 horas em veículo de aprendizagem, sendo quatro horas no período noturno. As demais cinco horas serão feitas no simulador de direção, sendo uma hora com conteúdo noturno.

Quem já tem carteira de motorista e vai adicionar a Categoria B faz 20 horas de aula, sendo cinco horas no simulador. No simulador, os alunos têm reproduzidas situações como ultrapassagem, mudança de faixa, direção com chuva e manobra em marcha à ré. De acordo com o Contran, numa segunda etapa será obrigatório o uso do simulador para quem dirigir veículos comerciais, caminhão, ônibus e motos. A obrigatoriedade de aulas no simulador de direção veicular foi prevista, inicialmente, pelo Contran, e depois suspensa. Em fevereiro de 2014, donos de autoescolas protestaram nas proximidades do Congresso Nacional contra o uso de simuladores. Eles alegavam que o equipamento custava caro, entre R$ 30 mil e R$ 40 mil, e não traria grandes benefícios aos alunos. Por meio da Resolução 543, de 15 de julho de 2015, a obrigatoriedade foi retomada. À época, o Contran informou que o pedido para a volta da obrigatoriedade partiu dos Detrans de todo o país.A partir deste ano é obrigatório o uso do simulador de direção veicular nas autoescolas para quem vai tirar carteira de motorista e dirigir carros de passeio, na Categoria B.

Segundo a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), publicada em julho do ano passado, deu prazo até o dia 31 de dezembro de 2015 para que a exigência fosse cumprida. Os motoristas que vão adicionar à habilitação a Categoria B também devem ter aulas no simulador. O candidato que for tirar a primeira habilitação terá que fazer, no mínimo, 25 horas de aula prática. Do total, 20 horas em veículo de aprendizagem, sendo quatro horas no período noturno. As demais cinco horas serão feitas no simulador de direção, sendo uma hora com conteúdo noturno. Quem já tem carteira de motorista e vai adicionar a Categoria B faz 20 horas de aula, sendo cinco horas no simulador. No simulador, os alunos têm reproduzidas situações como ultrapassagem, mudança de faixa, direção com chuva e manobra em marcha à ré. De acordo com o Contran, numa segunda etapa será obrigatório o uso do simulador para quem dirigir veículos comerciais, caminhão, ônibus e motos.

A obrigatoriedade de aulas no simulador de direção veicular foi prevista, inicialmente, pelo Contran, e depois suspensa. Em fevereiro de 2014, donos de autoescolas protestaram nas proximidades do Congresso Nacional contra o uso de simuladores. Eles alegavam que o equipamento custava caro, entre R$ 30 mil e R$ 40 mil, e não traria grandes benefícios aos alunos. Por meio da Resolução 543, de 15 de julho de 2015, a obrigatoriedade foi retomada. À época, o Contran informou que o pedido para a volta da obrigatoriedade partiu dos Detrans de todo o país.

ACESSE:www.noca.com.br

Ferryboats colidem no Porto de Cujupe e por pouco não acontece uma tragédia

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Na tarde deste domingo (3), por pouco não acontece uma tragédia no Porto de Cujupe após colisão leve entre dois Ferryboat.  O ferryboat cidade de Tutóia que estava carregado de passageiros e veículos e seguiria com destino à capital maranhense, acabou se atrasando e ficou encalhado na rampa de Cujupe. No desespero para que não acontecesse o mesmo que ocorreu com o Ferryboat Baía de São José, na última segunda feira (28), quando a embarcação ficou encalhada às 10:30h da manhã  e só saiu às 20:00h (Reveja AQUI). Os funcionários da Serve Porto pediram ajuda para os tripulantes do Ferryboat cidade de Alcântara, que na tentativa de colaborar, quase cometiam uma tragédia. A sorte foi que o impacto não foi tão forte e todo mundo foi solidário ao ocorrido. Falhas acontecem e com maré ninguém brinca.

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O Ferryboat cidade de Alcântara que aguardava para desembarcar; tentou rebocar o cidade de Tutóia, mas acabou sendo puxado e colidiu, por está muito pesado, ocasionando medo aos passageiros que aguardavam na parte interna uma solução por parte dos tripulantes.  Após várias tentativas, o Ferryboat cidade de Tutóia acabou desencalhando e seguindo seu destino para São Luís, normalmente. (Veja o Vídeo abaixo a tentativa dos tripulantes de desencalhar o Ferryboat cidade de Tutóia).

Já o Ferryboat cidade de Alcântara, que chegou no horário certo, acabou se atrasando, o que gerou reclamações dos passageiros que desembarcavam em Cujupe e principalmente dos que estavam na fila de espera e aguardavam por mais de 4 horas sem passagem.

Vários fatores estão deixando a população que viaja via Ferryboat, de orelha quente. Em pouco menos de uma semana, dois Ferrys ficaram encalhados no Porto de Cujupe. Um passou mais de 8 horas aguardando a maré, e somente o de hoje conseguiu se recuperar do erro. Falta saber, se é um descuido do comandante, ou é problema na rampa. O certo é que muitos problemas estão acontecendo e ninguém deu uma explicação. Seria a pressão infernal da MOB?

Ferryboat Baía de São José fica encalhado na rampa de Cujupe

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Mais uma vez os passageiros que fazem a travessia Cujupe/São Luís, via Ferryboat, ficaram a ver navios, ou melhor, ver urubus no morro do Cujupe nesta segunda feira (28) pela manhã. A viagem que deveria sair às 10:30h da manhã do terminal de Cujupe pelo Ferryboat Baía de São José, atrasou por mais de uma hora e todos os passageiros ficaram esperando na parte interna do Ferry.

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O motivo do atraso, mais uma vez está sendo negado por tripulantes da embarcação. De acordo com passageiros que passaram horas aguardando a saída do Ferry; a causa do atraso foi simplesmente um encalhamento na rampa, porque o motor não teve forças para sair de imediato e a maré estava vazando. Em depoimento, os passageiros contaram que os tripulantes do Ferry tentaram solucionar o problema com uma corda de nylon, mas a tentativa foi em vão, já que a corda estava apodrecida também. As operações improvisadas pelos marinheiros e operadores só deixaram os passageiros mais decepcionados com o transporte mais caro do Estado.

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O que deixou os passageiros preocupados foi a falta de respeito, onde não havia nenhum brigadista para qualquer ocasião de perigo ou socorro emergencial. Até outro Ferryboat tentou desencalhar o Baía de São José, mas sem êxito, já que os cabos estavam podres e arrebentaram em todas as tentativas.

O certo, mesmo, é que o Ferryboat Baía de São José está lento. O mesmo percurso que os outros Ferry’s fazem em 70 minutos, esse Baía de São José faz em 120 minutos, ou seja, duas horas. Mas isso não é visto pela MOB (Agência de Mobilização Urbana) que não fiscaliza nada e posa de dondoca dos terminais. Se a MOB funcionar como a internet de Cujupe funciona, os passageiros da baixada estarão ferrados. Muita propaganda e pouca ação!

 

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