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POLÍTICA

Vereador Francisco Chaguinhas (PP) faz denúncia grave sobre placas de táxi

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O vereador de São Luís, Francisco Chaguinhas (PP), subiu na  tribuna do plenário da Câmara Municipal de São Luís na última quarta feira (30) para fazer uma denúncia bombástica que merece atenção da Polícia Federal e Ministério Público do Maranhão sobre possível distribuição de placas de táxi por apoios políticos. Considerado um vereador de combate, Chaguinhas abriu o verbo e deu nome aos envolvidos.

Durante a sessão, o parlamentar ocupou a tribuna por quase dez minutos e deixou muita gente de orelha quente, inclusive os envolvidos na denúncia. Com o vocabulário popular, Chaguinhas falou ao vivo na Rádio Difusora AM 680 KHZ, mas praticamente a imprensa local entrou em jejum de silêncio. O motivo até agora ninguém sabe!

De acordo com o vereador, as mais de 500 placas de táxi aprovadas na câmara municipal de São Luís, estão virando moeda de troca por apoios políticos e ninguém até agora conseguiu descobrir quem são os verdadeiros envolvidos. “Ninguém sabe se é o prefeito Edivaldo Holanda Júnior ou Canindé Barros que está distribuindo as placas, que deveriam ser destinadas às pessoas que precisam trabalhar. Não são todos, mas alguns vereadores estão distribuindo essas placas. Os envolvidos podem ser chamados e responder na justiça por isso. Isso é um crime” – disparou o vereador progressista.

Ainda sobre as placas de táxi, o vereador Francisco Chaguinhas relembrou o caso de um senhor de 74 anos, identificado por Amadeu Pinheiro da Silva, morador da Avenida 03, Quadra 194, Casa 15, Jardim São Cristóvão, que foi humilhado por um auxiliar do secretário Canindé Barros ao tentar conseguir uma placa de táxi para trabalhar, já que sua profissão é taxista e encontra-se sindicalizado.

Após humilhação por parte da Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT), Amadeu entrou em depressão e deixou sua família preocupada com a situação. Com esse episódio, o vereador Chaguinhas convidou os parlamentares a fazerem uma visita à casa se Amadeu Pinheiro e conhecer de perto a situação.

Para finalizar a denúncia, Chaguinhas falou da falta de respeito que o funcionário da SMTT e braço forte de Canindé teve com um senhor de 74 anos, só porque o rapaz é negro. “Essa é uma gestão penerária; que humilha, segrega direito, maltrata pessoas e acima de tudo abandona o cidadão. Para onde foram essas placas? Quem são esses vereadores que estão distribuindo essas placas? Eu não sou. Agora o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e Canindé Barros sabem para onde estão indo essas placas”- afirmou Chaguinhas.

Esta matéria foi excluída por ordem Judicial

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PROCESSO400-07.2016.8.10.0064 (4032016)

Advogado Abdon Marinho descreve o que é a gestão de Flávio Dino

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O Menino Só (Por Abdon Marinho)

“Na sua solidão de governador, se comporta e age como aquele menino que, bem nascido e com o quarto repleto de brinquedos não tem com quem brincar.”

Amigos não se preocupam em nos agradar, dizem as verdades mais cortantes sem qualquer medo; nos xingam; dizem palavrões; nos dão “esporros” homéricos. Amigos festejam conosco, mas, sobretudo, sofrem e sentem as mesmas dores que sentimos. Amigos nos apontam caminhos, nos mostram erros e equívocos.
Faltam amigos ao governador do Maranhão. Já disse isso em muitas ocasiões, até escrevi um texto sobre isso intitulado “Falta um grilo aos Leões”, sobre o fato do governador ter se cercado de fãs, admiradores e também de puxa-sacos.

Todos, por admiração ou conveniência, incapazes de apontar erros, discutir os desacertos com a maturidade e independência que somente os verdadeiros amigos são capazes de fazer.

Dizia isso, a propósito do constrangedor episódio ocorrido em Lago da Pedra, onde o governador, em pessoa, foi descortês (eufemismo para grosseria) com a prefeita do município e também com o seu genro, secretário de Estado do governo.

A falta de aconselhamento tornada pública no episódio, já vinha de antes, desde a formação do governo.
Qualquer um sabia – eu mesmo, cansei de alertar, ainda em 2014 –, que os anos de seguintes seriam de imensa dificuldades para as economias de estados e municípios.

A crise que vivenciamos hoje já era palpável desde o começo de 2014.

Se eu – que não sou ninguém, não sou inteligente, não sou nada –, me dava conta da crise que se avizinhava, como é que o governador, tido por pessoa brilhante, culta, inteligente, não se deu conta? Excesso de confiança? Talvez. Mas, também, faltou conselho.

O governador assumiu o mandato depois de uma vitória consagradora. Como se diz na gíria política, sem “dever nada a ninguém”, com autoridade suficiente para dar um choque de gestão, reduzir milhares de cargos comissionados e contratos, em resumo: enxugar a máquina e “surfar na onda” da boa gestão.

Até onde sei, não fez nada disso. Pelo contrário, manteve quase todos que já estavam há décadas em suas posições e acrescentou um outro tanto.

Ao fazer isso foi aplaudido por todos. Ao anunciar o secretariado a mesma coisa. Tudo eram elogios, que pessoas competentes, que acerto genial.

Com o tempo, e a necessidade de substituição ocorrendo, os mesmos que elogiaram a escolha do secretariado, passaram a elogiar as trocas. Aqui com meus botões, indagava: acertou antes quando fez de um jeito e também agora quando faz o oposto? Não tem nada errado, nem antes nem agora? Vá entender, né?

Pior mesmo foram a demissões que fizeram agora no início do ano. Quase todas as secretarias tendo que reduzir pessoal e custeio da máquina pública. Pessoas nomeadas e programadas para ficarem quatro ou mais antes, sendo postas para fora com pouco mais de um ano após serem nomeadas. Sim, pelo que soube as demissões e rescisões de contratos recaíram, sobretudo, sobre aquelas pessoas indicadas, nomeadas e contratadas pela indicação dos aliados. Que, pelo que soube, não “curtiram” a novidade.

Assistindo aos fatos de longe fiquei a pensar: será que não tem ninguém para dizer: – olha, governador, teve um cara aí, um tal de Nicolau Maquiavel, que escreveu um livro chamado “O Príncipe”, e lá diz que o governante deve fazer o mal todo de uma vez e depois ir fazendo o bem aos poucos.

Pois é, não apareceu ninguém para alertar o governador (e ele também não deve ter lido o que eu e tantos outros escreveu sobre a crise que viria), para que ele, sem compromisso com tantos encastelados há décadas no poder fizesse uma “limpa” e deixasse a máquina pública enxuta e voltada para as atividades fins do Estado, ao invés de ter que fazer isso agora, tangido pela necessidade.

Mas, vendo o que acontecia, e indagado por um amigo sobre o que achava, respondi: – o governador, deve está no propósito de reescrever a obra de Maquiavel, não deve ter gostado. É o que parece.

Sinto, também, faltar ao governador quem o aconselhe sobre o atual momento político vivido pelo país.

Acho que merece elogios a posição de fidelidade e lealdade que mantém em relação a presidente Dilma Rousseff. Entretanto, ele poderia demonstrar tal fidelidade e lealdade sem sair por aí, ofendendo as pessoas que discordam do seu posicionamento. Devia lembrar que a base política que esteve na sua campanha, emprestando apoio e votos, não pode ser chamada de “golpista”. Não fica bem e ainda parece ingratidão.

Mais, poderia ter admoestado publicamente seus auxiliares que, armados de facas, estiletes e chuços se ocuparam de linchar um boneco inflável.

O silêncio e a forma como se porta demonstra que aprovou a loucura que, por pouco, não descambou para a tragédia.

Acho que lhe faz falta algum amigo para lhe dizer: – governador, não seja tão duro com estes “golpistas”, pois talvez venhamos a precisar deles lá na frente. Lá na frente, já é amanhã, 2018 já bate à porta.

Este ou outro amigo, poderia lembrá-lo que aquilo que ele e os seus aliados da causa petista chamam de “golpe”, é uma legítima manifestação da democracia, reconhecida por quase todos os ministros do Supremo e, aqueles que hoje acusam como golpe, fizeram uso dos mesmos expedientes, em tempos recentes, contra Sarney, Collor e FHC.

Um amigo mais íntimo poderia alertá-lo que diante do quadro político em que os próprios aliados da presidente reconhecem o atual governo como um navio à deriva que começa a afundar, não lhe fica bem o papel de “maestro” da orquestra do Titanic, mesmo porque, e como registro histórico, o tal maestro afundou junto com o famoso navio, em 1912.

Este mesmo amigo poderia dizer-lhe, ainda, que é forçar um pouco a barra comparar a presidente da República com Jesus Cristo, quando quase noventa por cento da população a vê como Judas, devendo ser objeto de inúmeras malhações no Sábado de Aleluia. Mais, que noventa por cento dos cristãos acharam despropositada a tentativa de analogia.

Um outro amigo poderia chamar-lhe a razão dizendo: – governador, vamos cuidar do nosso governo, só temos mais dois anos e meio e ainda estamos longe de cumprir as metas que nós propomos. Nossos adversários, já começam a apostar que não entregaremos uma única obra estruturante no estado; que as estradas prometidas – como por exemplo a MA 006, que seria a via de interligação do estado de norte a sul como prometida na campanha –, não sairão do papel; que a miséria permanecerá a mesma; que os indicadores sociais, pouco ou quase nada mudarão, no tempo que falta.

Os adversários dizem ainda que “não tem perigo” nosso governo dar certo. Pior, que isso, governador, é a população dizer que somos menos eficientes que o grupo que sucedemos em quase todas as áreas da administração pública. Dizem, por exemplo, que a nossa saúde pública está pior que a de Ricardo Murad a quem acusamos de desviar um bilhão e duzentos milhões de reais; que nossa infraestrutura não resolverá nem os problemas das MA’s que cortam a ilha; que a nossa segurança é igual a de Roseana; que nosso sistema penitenciário está longe de ser a Brastemp prometida; que a agricultura não tem avançado no ritmo esperado e que, se não tomarmos cuidado, podemos perder algumas conquistas, como foi o estado ficar livre da aftosa; e que, nem concluiremos todas as obras contratadas no governo anterior.

Finalmente, algum amigo com mais coragem poderia lhe dizer: – governador, se temos pretensões de sonhar em mudar o Brasil, temos que fazer nosso dever de casa primeiro. Esse dever de casa é mudar o Maranhão e já temos pouco tempo para isso.

Um outro, ainda poderia acrescentar: – governador, ainda que o imponderável aconteça, e esse governo da presidente Dilma Rousseff consiga se arrastar até 2018, pois não teremos governo, o efeito será bem pior para nós, que somos os aliados mais fiéis, que para aqueles a quem, hoje, vemos como “golpistas”. Mais, será um governo de tal forma fragilizado que terá de compor com a escória da escória da política nacional. Não podemos está vinculado sã isso.

Pois é, seria muito bom para o Maranhão e, mesmo, para o Brasil, que o governador Flávio Dino tivesse amigos ao invés de fãs, conselheiros ao invés de aduladores. Não ter amigos ou conselheiros com coragem é muito ruim, sobretudo, para ele próprio. Talvez devesse nomear algumas pessoas distante destes círculos que o cerca, com autonomia para pensar o estado e expressar isso, sem receio, ao governador.

Na sua solidão de governador, se comporta e age como aquele menino que, bem nascido e com o quarto repleto de brinquedos não tem com quem brincar. 

 

Licitação do Ferryboat tem marmelada, denuncia prefeito de Pinheiro

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Uma denúncia feita pelo prefeito de Pinheiro, Filuca Mendes (PMDB), em um grupo no WhatsApp, pode mudar o esquema de jogada no destino São Luís/Cujupe/São Luís. Participante do grupo Fórum em Defesa da Baixada Maranhense, Filuca abriu o jogo e vomitou tudo que sabia sobre a licitação do Ferryboat, que segundo o prefeito de Pinheiro, não passa de um engodo do governo Flávio Dino e seus aliados.

Segundo o gestor da maior cidade de Baixada, há vícios no processo de licitação para exploração dos serviços do ferryboat na travessia São Luís/Cujupe/São Luís no sentido de favorecer o que ele chamou de “braço capitalista do comunismo”. Com isso, o transporte de Ferryboat pode entrar no mesmo trilho do transporte coletivo de São Luís, onde quem manda são os empresários.

Detalhe: o secretário Chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, integra o mesmo grupo Fórum da Baixada no WhatsApp, mas preferiu não comentar as declarações do prefeito Filuca Mendes. Com isso, o assunto ganhou repercussão e muita água ainda deve rolar debaixo desse mar.

Confira a denúncia do prefeito de Pinheiro (Na ìntegra):

Vou colocar esta denúncia neste canal pois é de interesse da região:

Como eu disse a um ano atrás,

MUDAM OS PALHAÇOS, MAS O CIRCO É O MESMO, tomei conhecimento do andamento da licitação da exploração dos serviços ferry boat na travessia Cujupe – São Luís : concorrem três empresas,

A Internacional marítima . Um consórcio. ServePorto, Endeconcil e a firma do irmão do presidente da assembleia, é uma terceira empresa da Bahia. Aberto o primeiro envelope de preços a classificação foi na sequência acima, portanto vencedora a internacional, faltando serem abertos os envelopes de habilitação, mas corre a boca pequena, que quem levará é o consórcio serve porto. Sabem porquê?

A serve porto, detentora de ferry teve que consorciar com o braço capitalista do comunismo para vencer e aí a certeza da citava acima: mudam os palhaços…. Nenhuma empresa internacional, como diziam. Tudo como dantes, no quartel de Abrantes

 

Vereador destaca ações conjuntas entre São Luís e São José de Ribamar

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O vereador Rômulo Franco (DEM) destacou, na sessão da terça-feira (15), da tribuna da Câmara Municipal de São Luís, a parceria entre as prefeituras de São Luís e São José de Ribamar que buscam discutir uma agenda positiva visando à realização de ações conjuntas nas áreas de infraestrutura, iluminação pública, transporte escolar, recuperação de vias, coleta de resíduos sólidos e ações no setor da saúde como campanhas de prevenção e mobilização de combate a dengue e outras endemias.

No discurso, o parlamentar elogiou a iniciativa dos prefeitos Edivaldo Júnior e Gil Cutrim (ambos do PDT) na busca de solução às demandas que atingem diretamente a população das áreas limítrofes entre os dois municípios.

“A parceria entre os dois municípios é muito louvável, pois pode ampliar e melhorar a qualidade dos serviços públicos nas áreas limítrofes beneficiando mutuamente as comunidades ludovicenses e ribamarenses”, destacou Franco. O vereador democrata destacou também que os secretários municipais das duas cidades já estão juntos definindo um roteiro de trabalho pautado nas ações estabelecidas pelos dois prefeitos. Segundo ele, as prefeituras irão traçar estratégias para atuar em diversos setores da administração pública.
“Muitas são as ações que serão delineadas no termo de cooperação técnica ou consórcio que dará o pontapé inicial a uma gestão compartilhada entre os dois municípios e definirão as políticas públicas de interesses comuns entre as duas cidades”, frisou.

REGIÃO PERDE RECURSOS
Ao falar sobre a falta de articulação entre os municípios da Grande Ilha para resolver conflitos que são comuns entre eles, o vereador lembrou a lei complementar n° 069/2003, de autoria do seu pai, o ex-deputado Alberto Franco, criando a Região Metropolitana de São Luís. O parlamentar lembrou que a não efetivação da região fez os municípios de São Luís, Paço do Lumiar, São José de Ribamar, Alcântara, Bacabeira, dentre outros, perderem o acesso aos recursos federais da ordem de R$ 120 milhões.

Texto: Isaias Rocha

 

Dutra calado é um poeta!

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O ex-deputado federal Domingos Dutra, que foi rejeitado pelo povo pela segunda vez em sua carreira política, perdeu a chance de ficar calado ao falar mal de um vaqueiro, que no mínimo representa uma classe, o que não é o caso do Fut. Sem ter o que falar, Dutra foi usar sua língua para dizer que “um Vaqueiro não pode ser prefeito”, um abuso contra quem trabalha sem pensar quem será o beneficiado.

As lorotas de Dutra se referiam ao vice-prefeito de Lago da Pedra, Laércio Arruda, pré-candidato a prefeito nas eleições deste ano. Mas quem é Dutra para citar alguém? Tanto ele que pregou igualdade, humildade e tantos adjetivos mentirosos, agora vem falar isso?

O deputado federal André Fufuca (PEN), usou sua rede social e deu-lhe uma cacetada firme na cabeça de Dutra, que até esta data o Fut ainda esta tonto. Como já se sabe que Dutra é um débil mental, e que o que fala em pé não confirma sentado, as palavras dele voam ao vento, assim como seu caráter, que já se foi ao longo de suas mentiras.

DUTRAFUK

A prova da falta de credibilidade de Domingos Dutra, está no resultado das eleições municipais de 2012 em Paço do Lumiar, quando sua esposa Núbia Dutra, foi derrotada nas urnas. Dois anos depois, o povo deu a resposta ao Fut e cancelou suas viagens para Brasília. Sem destino, Dutra ainda foi nomeado por Flávio Dino (PCdoB) para ser recepcionista no Distrito Federal, mas sua experiência foi pífia e acabou pedindo as contas antes de completar a experiência. Agora vem falar de vaqueiro? Ser vaqueiro não é pra qualquer um.

 

Vereador visita comunidade Buriti, no bairro São Francisco

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Em cumprimento do seu mandato, o vereador Armando Costa (PSDC), o Vereador Comunitário, visitou a comunidade Buriti, localizada na região do São Francisco, para saber dos moradores as dificuldades enfrentadas no local.

Os moradores solicitaram a limpeza dos terrenos baldios do bairro e coleta de lixo regular, principalmente para combater a proliferação do mosquito aedes aegypti. Segundo os residentes, várias pessoas já foram de diagnosticada com Dengue e Zica na comunidade. Também foi solicitado asfaltamento das vias, melhoria na infraestrutura, além da criação de uma academia ao ar livre e área de lazer para as crianças.

Para o vereador Aramando Costa, visitar as comunidades é essencial para a continuidade do mandato de um parlamentar, porque dessa forma é mais fácil saber a real necessidade dos moradores de São Luís. “Vou lutar na Câmara Municipal, junto ao Governo do Estado e Prefeitura para que as demandas da comunidade Buriti sejam executadas”, destacou Armando Costa.

TEXTO: Tarcísio Brandão

ADEUS: Vereador Sinhôr anuncia que deixa definitivamente a política em Bequimão

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Em contato com o Portal de Notícias www.joaofilho.com, nesta manhã de Domingo (6), o vereador de Bequimão Nestor de Jesus Nogueira Júnior – Sinhôr (PSB) de 46 anos, eleito em 2012 com 795 votos, surpreende a população de Bequimão e principalmente seus aliados ao anunciar seu afastamento definitivamente da política do município.

De acordo com depoimento do vereador ao Portal, hoje (6) aconteceu uma reunião na sede da Câmara Municipal de Bequimão entre o parlamentar e o diretório municipal do Partido Socialista Brasileiro (PSB), onde estiveram presentes Gregório Belo (Pongó), Carlos Jorge, Joaquim Moraes, Dico da Farmácia, entre outros integrantes do Partido, em que anunciado pelo vereador Sinhôr que abandonaria a partir de hoje a política de Bequimão em definitivo.

Na reunião ficou acordado que Sinhôr cumprirá seu mandato de vereador até 31 de dezembro deste ano quando finaliza sua legislatura e sua trajetória na política do município. Vereador de vários mandatos, Sinhôr não quis esclarecer os motivos que o fizeram tomar essa decisão; só disse que teve influência pessoal e familiar. “São vários motivos que me fizeram tomar essa decisão, não cabe falar agora, mas fiz o certo. A decisão já está tomada e o povo precisa saber que não farei mais política em Bequimão a partir de hoje” – disse o parlamentar, que se mostrou chateado durante conversa com o editor do Portal.

ELEIÇÕES 2016

Com essa decisão tomada pelo vereador Sinhôr de abandonar a política de Bequimão em definitivo, a primeira vaga de vereador para 2017 surge antes mesmo da eleição de 2016. Desde 2015, já se falava nos bastidores da política de Bequimão, que essa vaga fosse mesmo aparecer em 2016, mas, com outra conotação, haja vista que o vereador havia sido cotado para ser o vice na chapa encabeçada pelo tucano Cesar Cantanhede na eleição deste ano. Com os anúncios de tantas pré-candidaturas a prefeito pelo mesmo grupo, isso pode ter deixado Sinhôr desmotivado e levado a tomar essa decisão na manhã deste domingo (6). O certo mesmo é que o vereador confirmou ao Editor deste Portal, que a decisão está tomada e não tem mais volta. É bom lembrar, que na política ninguém sabe quem nasce primeiro, o ovo ou a galinha.

Deputado Zé Inácio e Márcio Jardim comandam baderna para furar o “Pixuleco” de Lula em São Luís

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Se fosse para defender os direitos dos trabalhadores, não aparecia um petista sequer na Praça Maria Aragão neste sábado (5). Como era para agredir pessoas que não aceitam o PT no comando do Brasil, apareceu o deputado estadual Zé Inácio, que juntamente com o Secretário de Estado de Esporte e Lazer, Márcio Jardim e o Secretário Municipal de Cultura de São Luís, Marlon Botão e o desalinhado Raimundo Monteiro, que é mais sujo que pau de galinheiro com a justiça, para furar e rasgar o boneco que aparece vestido de presidiário em alusão ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A confusão foi tão grande, que tanto o deputado, quanto os secretários foram parar na delegacia. Uma faca foi encontrada no local da baderna e a polícia vai investigar para saber quem levou a arma branca e qual seria a intenção dessa faca no meio de uma manifestação. Durante a confusão, os governistas ainda soltam a seguinte frase: “Cadê a porra do governo?” VEJA O VÍDEO AQUI. Por se acharem autoridades, o deputado e Márcio Jardim tentaram intimidar a polícia militar do Maranhão.

BADER1 BADER2

O secretário de Estado Márcio Jardim, que não representa nada neste estado, chegou a afrontar policiais, se achando por ser secretário do governo Flávio Dino (PCdoB). Ao invés de cuidar de sua pasta, que está jogada para as traças, vai arrumar confusão com manifestantes e agredir pessoas com palavras.

Márcio Jardim se envolveu em confusão e partiu pra cima dos policiais no local ao tentar impedir que fosse inflado o boneco, juntamente com o deputado estadual Zé Inácio, que incentivava a baderna e foi flagrado tentando se esconder das câmeras.

PIXULECO PIXULECO1

O deputado Zé Inácio, e toda sua tropa foi parar na delegacia do Parque do Bom Menino, no centro da capital maranhense. Um policial que tentou conter os ânimos teve o dedo cortado pelos manifestantes que estavam armados com facas,  pedras e madeiras. CLICK PARA VER O VÍDEO DA BADERNA.

O boneco foi inflado por manifestantes anti-PT, e seria usado para chamar mais pessoas para um protesto no dia 13 de março na Avenida Litorânea. Mas eles eram poucos e foram confrontados pelos petistas, muitos dos quais com camisas da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

O caso foi registrado neste sábado, um dia depois de o maior líder do partido haver sido conduzido coercitivamente pela Polícia Federal pra prestar depoimento em mais uma fase da Operação Lava Jato.

SINDSEP/MA tem novo presidente até 2019

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O Sindsep/MA através da Comissão Coordenadora Eleitoral encerrou no início da tarde de sábado, 05, a apuração dos votos para as eleições da nova Direção e Conselho Fiscal do Sindsep/MA para o triênio 2016/2019.

Após contagem de 3.286 votos dos servidores que foram às urnas, a Chapa 10 encabeçada por Raimundo Pereira de Souza (Funasa), foi a grande vitoriosa com 2.825 (85,97% dos votos) contra 353 votos (10,74%) da Chapa 11.

O resultado nas urnas é fruto de um grande trabalho realizado pela Comissão Coordenadora Eleitoral, que trabalhou incansavelmente nesses últimos meses para que as Eleições do Sindsep/MA transcorressem com transparência e sem maiores percalços.

“Trabalhamos com amor e responsabilidade nesses últimos meses para fazermos um processo transparente, que tivesse condizente com a grandiosidade do Sindsep/MA. Aproveito para agradecer todos que nos ajudaram a realizar mais esta etapa dentro do processo eleitoral da nossa entidade. A nossa tarefa ainda continua, e a satisfação pela lisura do processo dá-nos a sensação de termos realizado um grande trabalho”, declarou Eunice Lopes, presidenta da Comissão Coordenadora Eleitoral.

Para Raimundo Pereira de Souza, presidente eleito para a gestão 2016/2019, o resultado foi fruto de um trabalho construído ao longo dos anos. Segundo ele, a vitória de hoje não pode ser vista apenas por esse processo eleitoral, mas sim, através da perspectiva que foi criada e trabalhada dentro do Sindsep/MA ao longo dos anos, que acabou colocando a entidade como um dos sindicatos mais atuantes e importantes do sindicalismo nacional.

“Trabalhamos duro para alcançarmos esta vitória, e somos sabedores de que a confiabilidade do nosso filiado não nasceu apenas neste processo eleitoral. Esse resultado nas urnas é fruto do que construímos ao longo dos anos, edificando e transformando o Sindsep/MA em uma entidade combativa, que assumiu, através das suas atividades, o status de um dos maiores sindicatos classistas do Brasil. Não ganhamos as eleições, obtivemos mais uma vez à confiança dos servidores que acreditam em nosso trabalho, e em nossas mãos confiam a condição de lutadores pelos direitos de toda uma categoria” – afirmou.

 

SITE SINDSEP/MA

 

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