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Prefeito de Alcântara e Pedro Lucas se reúnem para discutir sobre o cais flutuante

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O prefeito de Alcântara, Anderson Wilker (PCdoB), esteve esta semana em reunião com o presidente de Agência Metropolitana (Agem), Pedro Lucas (PTB), onde foi apresentado e discutido o projeto base para a construção do cais flutuante no porto de Alcântara e também no Espigão Costeiro na Ponta D’Areia, em São Luís. Vale ressaltar, que o recurso é oriundo do governo do estado do Maranhão.

Durante a reunião, o prefeito Anderson, que está empenhado no projeto, falou da importância da obra para a cidade histórica. “Um sonho antigo da população de Alcântara. Com a construção desses dois cais flutuantes iremos dar um passo importante no desenvolvimento turístico de Alcântara. A população e nossos visitantes terão um serviço de qualidade e com mais segurança. Quero aproveitar para agradecer ao governador Flávio Dino pelo empenho em resolver esse problema histórico” – destacou Anderson Wilker.

Já o presidente da Agência Metropolitana, enfatizou o empenho do governo do estado em melhorar o transporte marítimo de Alcântara para São Luís. “É uma obra estruturante, vai melhorar bastante a integração de Alcântara com o continente. Hoje dependemos da maré para sair ou chegar até Alcântara. A partir da obra, vamos ter horários definidos. A construção do cais não vai só beneficiar apenas a população alcantarense, mas também a baixada maranhense” – finalizou Pedro Lucas.

Projeto faz parte do Plano de Ações da Região Metropolitana da Grande São Luís, incluindo Alcântara.

A ideia elaborada pelos técnicos da Agem e da Administração das Hidrovias do Nordeste (Ahinor) foi apresentada anteriormente ao governador Flávio Dino, que aprovou a construção, por entender a necessidade de melhorar a integração entre as cidades  de Alcântara e São Luís, e modernizar o atracadouro de Alcântara, um dos principais acessos à Baixada Maranhense.

Após o aval do governador, a Agência Metropolitana tem articulado com os gestores das duas cidades (São Luís e Alcântara), para viabilizar a realização da obra por meio de parceria. A expectativa é que a licitação seja realizada o mais breve possível, após a aprovação do projeto de execução.

ENTENDA O PROJETO DO CAIS
Serão construídos terminais portuários de pequeno porte, com o objetivo de dar mais estabilidade aos horários de viagens hidroviárias que ocorrem entre São Luís e Alcântara. Quando estiver em funcionamento, esses novos cais flutuantes trarão mais segurança nas operações de embarque e desembarque, nos padrões exigidos pela Marinha do Brasil e possibilitará a travessia a qualquer hora do dia ou da noite – o que pode aumentar o fluxo de turistas na cidade história e movimentar a economia local.

 

 

Essa MOB é um câncer que chegou para atrapalhar nosso trabalho, denuncia um funcionário do Ferryboat.

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Com essa frase acima, um funcionário que já trabalha no Ferryboat há 15 anos, classificou a Agência de Mobilização Urbana (MOB), que nada mais, nada menos, é um cabide de emprego do governo do Estado. Conversando com esse funcionário que conhece muito bem a travessia Cujupe/São Luís/Cujupe, ele foi categórico em afirmar que nunca viu tanta babaquice por parte da MOB, quanto ver nos dias atuais. “Eles inventam coisas e não conhecem a realidade da travessia. É um câncer que foi criado para desempregar muita gente e se não for tomado uma providência por parte do MP (Ministério Público), podemos retroceder, voltar a viajar de barco a vela. Tem dia que eles entram nos Ferryboats e se acham, ficam dando ordem aos nossos funcionários, até ameaçam. Está proibindo os idosos ficarem dentro dos ônibus e obrigam muitos a subirem escadas e ficarem no salão de passageiros. Estão acabando com nossa tranquilidade, estão se sentido autoridades” – disse o marinheiro.

“Na saída do Ferry, Idosos, Crianças, Mulheres gestantes e até cadeirantes, são obrigados a saírem do Ferryboat e pegarem uma Van da EMAP (Empresa Maranhense de Administração Portuária), que finge ajudar no trajeto até o terminal de embarcação. Tem dia que tem MOB, vigilância Sanitária, Receita Estadual e até Aged na fiscalização, simplesmente com o intuito de encher geladeiras e mais nada” – disse.

Questionado sobre as viagens, o passageiro não escondeu o jogo. “É bom para os passageiros, mas as empresas estão trabalhando apenas para pagarem despesas. Já teve mês de funcionários receberem salários na metade do mês. E pode piorar; a Fulana MOB já requereu que pretende tomar conta da venda de passagens, o que pode ocasionar inúmeras fraudes e piorar ainda mais o transporte aquaviário. Nunca trouxeram um projeto para melhorar, só querem pressionar os empresários e mais nada. Quando a bomba é quente, ninguém aparece. Mas quando o assunto é grana, vem em cardume” – desabafou.

Sobre as licitações para o transporte, o funcionário até sorriu. “Quem vai se habilitar entrar em uma barca furada dessa? Flávio Dino que um seguro de 150 milhões de reais, e mais nada. O governador está pensando que comprar Ferryboat é igual alugar Viaturas em Manaus-AM. São caros e a manutenção é mais cara ainda. Se não der os 150 milhões de reais como seguro; não concorre a licitação. Já vi de tudo no Maranhão, mas neste governo, me parece que o Palácio dos Leões virou um criatório de Jegues. A imprensa precisa se infiltrar durante essas viagens, vão flagrar muita coisa dessa MOB” – disparou.

“As vezes me dar ódio, mas fazer o que? Nunca levei sequer uma chamada de meu chefe, já trabalho há 15 anos na empresa e sei o quanto o patrão é responsável com suas obrigações. Mas as vezes ninguém aguenta tanta chatice. Eu acho que Flávio Dino pensa que os Ferryboats são de Sarney. Não vejo ninguém da MOB se preocupar com os passageiros dos ônibus coletivos. Será que é porque não tem como faturar? Já pedi várias vezes para ser demitido, não tenho mais saco para tolerar essas chatices. Já chegamos ao ponto de termos fiscal anônimo junto com a gente” – finalizou.

 

 

Acesso gratuito de ambulâncias na travessia de ferry-boat?

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VAI TER CULHÃO PRA ISSO DEPUTADO?

GGG1

O deputado Glalbert Cutrim (PRB) apresentou, nesta quinta-feira (19), durante sessão na Assembleia Legislativa, requerimento cobrando das autoridades competentes o cumprimento da Lei Estadual nº 9.926/13, que garante acesso gratuito de ambulâncias que estejam transportando pacientes na travessia do ferry-boat – destino Cujupe-São Luís e vice-versa. Glalbert afirmou que, recentemente, esteve reunido com prefeitos da região da Baixada e os mesmos disseram que, apesar da gratuidade estar garantida em lei, as empresas concessionárias do serviço continuam cobrando das ambulâncias valores referentes à passagem para travessia. O nobre deputado, precisa apenas saber, que são tantas falcatruas envolvendo essas empresas, que dar um livro.

“É inadmissível o que está acontecendo em relação a travessia de ambulâncias que, diariamente, transportam pacientes desta região de nosso estado para a capital São Luís. A lei que determina a gratuidade existe há dois anos e não está sendo cumprida. É necessário que a Emap e o próprio Ministério Público Estadual fiscalizem com rigor essas empresas no sentido de obriga-las a cumprir o dispositivo legal”, afirmou o parlamentar ressaltando que a cobrança irregular acaba onerando os cofres dos municípios e os próprios prefeitos.

“Neste caso, diante dessa cobrança indevida, são os prefeitos que pagam as passagens com o objetivo de garantir que os pacientes não sejam prejudicados”, completou. O deputado também deveria se preocupar com a segurança dos usuários, que compram passagem do mesmo jeito que se compra balinhas no Cantinho Doce, sem nenhum documento. Qualquer um atravessa via Ferry-Boat, apenas os carros são revistados. Eu falei carros. Os ônibus, vans e micro-ônibus que fazem a travessia não são revistados e acabam transportando objetos ilícitos. Outra coisa é com relação aos passageiros, as empresas vendem passagem sem documentação e não tem um controle de quantidade de passageiros que transportam. Se houver uma tragédia, ninguém vai saber quantas pessoas estavam na viagem.

PÁTIO NORTE

Ainda durante o seu pronunciamento na tribuna da Assembleia, Glalbert Cutrim, destacou a inauguração, na última terça-feira (18), do Pátio Norte Shopping, empreendimento localizado no município de São José de Ribamar e que está gerando milhares de novas vagas de emprego na Grande Ilha. Cutrim e o deputado Edilázio Júnior (PV) participaram do evento representando a AL.

“Este empreendimento corresponde a um investimento da ordem de mais de R$ 120 milhões que, além de gerar emprego e renda, oferta aos moradores da Ilha um mix de oportunidade de negócios, entretenimento e inclusão social. O grupo Canopus está de parabéns, assim como a administração do prefeito Gil Cutrim, que soube trabalhar para que o novo Shopping fosse construído no território ribamarense” – finalizou.

 

 

 

 

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