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Jornalista bequimãoense estreia nesta segunda-feira (15) na Rádio Capital AM

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O jornalista Jauber Pereira, estreia nesta segunda-feira (15) como repórter da Rádio Capital AM 1.180 KHZ. O profissional da comunicação vai está girando a cidade e informando os ouvintes da emissora, sobre os principais acontecimentos da Ilha. Não importa se a informação é de polícia, política, cidade ou esportiva, o certo mesmo é que a 1.180 AM vai está lado a lado com a informação.

Formado em jornalismo pela Faculdade São Luís, Jauber é especialista em assessoria de comunicação e tem vasta experiência no jornalismo popular. Com passagem pelas rádios Educadora AM (repórter esportivo), Difusora AM (repórter esportivo) e Capital AM (plantão esportivo), Jauber Pereira ainda coleciona experiência pelas emissoras VTV de Santa Rita, afiliada a RecordTV, TV Alternativa, afiliada a TV Gazeta e TV São Luís, afiliada a RedTV, onde trabalhou como repórter e apresentador. Além disso, o jornalista foi repórter colaborador da Central de Notícias e assessor de comunicação do Moto Club. Jauber também trabalha como pesquisador e já prestou serviços para os Institutos IBOPE, VOX, A4 de Fortaleza, ESCUTEC, PREVER, BISNEI, ECONOMÉTRICA, A3 PESQUISAS, EQUATORIAL, OPINARE e DATA FOLHA.

Jauber Pereira é bequimãoense, nascido na comunidade Macajubal, filho de um agricultor e de uma dona de casa, e estudou em escola pública até completar o ensino médio. Sempre foi apaixonado por comunicação e em 2009 realizou o sonho de criança ao concluir o curso superior em comunicação social. Mesmo jovem Jauber já trabalhou em várias outras profissões, tendo como a ética e o caráter seus principais aliados do dia-a-dia.

Casado, o jornalista é pai de uma linda menina, e volta a trabalhar em rádio após alguns anos fora do ar. A volta de Jauber nas ondas do rádio será na manhã desta segunda-feira, ao vivo das Ruas e Avenidas de São Luís, no programa Manhã Capital, apresentado pelo Radialista Oswaldo Maya.

 

Crônica de uma queda anunciada: a memória do repórter

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Por Afonso Diniz – Não precisa ser nenhum doutor em futebol para saber que a bomba relógio do rebaixamento do Sampaio explodiria a qualquer momento. Pelo contrário, qualquer neófito nesse mundo da bola já poderia nos adiantar que a pólvora estava sendo queimada lá atrás, em meados de dezembro de 2015.

Lembro nitidamente da correria na redação para falar com os principais atletas da histórica campanha da Série B daquele ano, no intuito de saber como estariam suas respectivas renovações de contrato. De forma intrigante, recebia sempre a mesma resposta: “Eu nem fui procurado”.

Pouco a pouco os jogadores foram tomando novos rumos e já começava a observar o Sampaio quebrar com o próprio punho o frasco da fórmula de seu recente sucesso – a manutenção da base.

O fim da picada foi quando estive na sala de imprensa Herbert Fontenelle Filho para ouvir ao vivo e sem cortes do presidente do Sampaio Corrêa, Sérgio Frota, que todos aqueles atletas não foram procurados porque não serviam para o clube. Estranhamente… Naquela sala todos foram chamados de “jogador vagalume” e “amarelões”, pois não conquistaram o acesso e perderam algumas partidas na reta final. Todos! Lembro-me de tudo muito bem.

Não esqueço também que a justificativa para não renovar com Léo Salino, um leão em 2015, foi sua estatura. Engraçado é que foi procurado este ano no momento do desespero. Não servia pra renovar porque era “muito baixo”. Talvez tenha crescido. Eu tenho que lembrar que em nenhum momento foi citado pedida alta de algum atleta. Eu tenho memória!

Veio o 2016, e uma por uma eu anunciava em meus boletins novas contratações do Sampaio de toda parte do país. Chipre, Bósnia e Herzegovina, Estados Unidos e até do Sudão. Ou vocês já esqueceram de Chôco, Taianan, Jeanderson, Jhullian e o resto do mundo? Eu não esqueço.

Longe de mim fazer algum tipo de avaliação destes profissionais. Nem dava. Chegaram fora de forma, encontraram métodos totalmente diferentes e não tiveram o mínimo tempo de adaptação. Não só eles, mas também os contratados daqui mesmo do futebol brasileiro. Muita gente fora de forma. A culpa poderia ter sido de quem planejou, de quem não renovou, de quem contratou por DVD e etc… Mas quem pagou o pato?

O promissor técnico Marcelo Chamusca. Que pegou a bomba relógio tendo que renovar um time com jogadores que sequer tinham condição de atuar no começo da temporada. Mas Deus realmente escreve certo e como bom trabalhador, Chamusca foi bater na Série B. Ele subiu…

Muitos equívocos já haviam sido cometidos a essa altura, mas o tempo ainda deixava brecha, afinal, a Série B não tinha sequer começado. Só que o maior dos erros ainda estava por vim: a marketada chamada Petkovic.

Ele chegou e o ambiente do Sampaio mudou. Para pior! Era nítido no semblante de cada funcionário. Com ele, eram descarregados caminhões de jogadores, inclusive só para pendurar as chuteiras com foi o caso do craque do passado, Marcos Assunção.

Nessa “era”, eu tive que ouvir da boca do sérvio e do presidente Sérgio Frota, que o jogo contra o Vasco, na estreia da Série B, serviria para a festividade de aposentadoria de Arlindo Maracanã. O maestro não queria e não merecia isso. Eu via nos olhos dele. Estava sendo empurrado a fazer aquilo. Tava sem graça, mas, enfim, aconteceu e ainda tive que vê-lo de camisa 9. Mas foi o Pet quem mandou…

Aliás, ele mandou muita coisa. Até trazer uma barreira nova para cobrar suas faltinhas. Eu particularmente nunca entendi a necessidade dos escanteios serem batidos por ele durante os treinos. Pra quê? Eu não sabia é que era possível um time errar tanto, em pontos técnicos e táticos. Talvez se ele entrasse em campo como nos treinos…

Como se trocasse de carga de fruta, o Sampaio trocou de treinador e de elenco. Veio Wagner Lopes e um caminhão baú de jogadores. Novos métodos, velha falta de planejamento. Não deu tempo. Aliás tempo era o que faltava ao Tricolor. O Sampaio só tinha mesmo era dinheiro para contratar e demitir. Alguém aí tem a fatura?

A bomba relógio já tinha contagem regressiva, a explosão era literalmente questão de tempo. Só que ninguém come um bolo desse tamanho sozinho. Que tal trazer ídolos para partilhar desse momento da história? Rodrigo Ramos, Flávio Araújo, eles até tentaram. Foram homens. Mas o arrependimento do mandatário do Sampaio bateu muito tarde e já era a hora de apagar a luz.

Eu tenho a plena consciência de que o futebol maranhense tem muitos problemas financeiros. Mas, por favor, não me venham dizer que este foi o fator decisivo do rebaixamento do Sampaio. Falar isso é chamar o torcedor de burro. Eu vivi dia após dia. Dinheiro tinha, teve e tem. Afinal, o clube teve que cortar na própria carne para chegar aonde chegou. Não foi no bolso não e todos nós sabemos disso. A reflexão pede verdade.

Como cronista esportivo, ao presidente do Sampaio, o Sr Sérgio Barbosa Frota, eu já fiz e reitero o agradecimento pelos excelentes serviços prestados ao clube e ao futebol maranhense de uma maneira geral. Afinal, a honraria foi dele de comandar a Bolívia Querida aos acessos consecutivos e o reencontro com dias de glórias no cenário nacional. Mas também é preciso ser dito que foi sobre seu comando os rebaixamentos de 2009 e de 2016 e isso eu não posso me poupar em dizer.

Eu tenho memória. São dois acessos e dois rebaixamentos. Espero que da mesma forma que tal presidente apreendeu a lição em 2009, quando depois conseguiu dois acessos sequenciais, possa também repensar suas atitudes e entender que as lições estão a mesa. Basta ter a humildade de refletir e compreendê-las.

O Sampaio é gigante. Passaremos todos e ele intacto permanecerá com sua vasta e gloriosa história, independente de tudo e de todos. Este gigante do esporte vive em constante duelo, como seu próprio hino já nos lembra. Mais jogadores, técnicos, gerentes, diretores, presidentes passarão. Vereadores, deputados, prefeitos e governadores serão eleitos com a força do time do povo. A Bolívia Querida segue seu caminho e espero que com a lição aprendida, pois uma nova bomba relógio pode fazer ainda mais estragos.

 

No Dia da Liberdade de Imprensa, repórter da Mirante é expulso de Terminal na Cohab

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*Por João Ricardo*

Nesta terça-feira (03/05) “comemora-se” o Dia Mundial da Liberdade Imprensa. Em São Luís, aconteceu uma “homenagem” em um espaço público, administrado pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), órgão vinculado à Prefeitura de São Luís.

O repórter da rádio Mirante AM, Danilo Quixaba, resolveu fazer uma enquete ao vivo para saber a opinião dos ludovicenses em relação ao bloqueio do WhatsApp por decisão da Justiça de Sergipe. Então, escolheu o Terminal de Integração da Cohab. Poderia escolher qualquer lugar, inclusive um terminal de integração justamente para aproveitar o grande fluxo de pessoas logo cedo.

E quando fazia a pergunta sobre o bloqueio do aplicativo, dois servidores do local, com aquela educação peculiar, resolveram expulsar o repórter. O detalhe é que ele pagou a passagem para ter acesso ao terminal e apenas entrevistava pessoas normalmente, sem causar nenhum tipo de tumulto (única explicação que deveria ter para uma atitude dessas).

Logo abaixo, o texto que o repórter divulgou em sua conta no Facebook relata com mais detalhes o episódio, justamente no Dia Mundial da Liberdade Imprensa. Mais uma ação da Prefeitura de São Luís que merece os “parabéns”.

ABAIXO, O TEXTO DE DANILO QUIXABA:

Hoje, fui cumprir minha rotina normal. Acordei 5h e fui rodar esta cidade atrás de situações e confusões. Tive uma ideia antes de chegar à unidade móvel. “Que tal fazer um fala povo com o pessoal sobre esse bloqueio do Whatsapp?”. Pagando minha passagem, entrei no Terminal de Integração da Cohab para cumprir minha rotineira atividade de cara de pau com esta pauta absolutamente neutra, que não traria pra mim problema algum. Me enganei. No ar, ao vivo, começo a indagar passageiros que mexiam avidamente em seus celulares, apenas pelo hábito. Na terceira entrevista rápida feita, dois brutamontes tentam me parar. Sem jeito, pergunto ao vivo ainda se havia acontecido algo. Da maneira mais indelicada possível ao vivo me dizem que não poderia de jeito nenhum gravar matérias por lá. E que, mesmo pagando minha passagem, um Terminal de Integração não seria um ambiente público e de livre circulação. Vale a pena repetir: tudo isso, ao vivo. Fui expulso de um lugar do qual paguei para entrar. Que, até onde sei, pertence ao poder PÚBLICO municipal. Depois, ainda fui seguido por um fiscal após ter saído pela catraca dos fundos. Mesmo fazendo uma matéria que não tinha teor de denúncia – por mais que o sistema de transportes mereça isto diariamente. Fora a grosseria, me surpreende o anacronismo absurdo da gestão pública com relação aos direitos mínimos da autonomia do cidadão, que vem, principalmente, de ordens burocráticas aleatórias e inexplicáveis das maiores instâncias. Enfim, prometi a mim que não levaria isto adiante para evitar qualquer tipo de exposição desnecessária, afinal, a vida de um repórter se faz de rejeições, de todos os gêneros. Porém, não poderia deixar de fazer este registro. Logo hoje, dia 3 de maio. Um solene DIA DA MUNDIAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA. Grato pelo presente.

 SIGAJOÃORICARDO.COM

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