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Cururupu-MA: Cidade da prefeita professora Rosinha é destaque nacional

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O IX Encontro de carro de boi realizado na cidade de Cururupu no litoral ocidental maranhense foi um grande sucesso. Mas foi o carro de boi quem foi destaque em rede nacional. A construção do veículo, o valor, como pilotar e até a serventia. No nordeste o programa jornalístico do Ceará também destacou a cultura profissional baixadeira. no último domingo (26) a cidade de Cururupu realizou o Encontro de carro de boi e a prefeita Rosinha esteve presente. O evento contou com autoridades municipais e estaduais, além da comunidade em geral que valoriza tanto esse festival. CONFIRA ABAIXO A MATÉRIA COMPLETA NO VÍDEO ABAIXO.

O IX Encontro de Carro de boi contou com uma multidão que percorreu as principais ruas e avenidas da cidade. Cada carro com sua indumentária. O tambor de crioula comeu solto durante a caminhada. O carro de boi foi o palco da festa. CONFIRA ABAIXO A MATÉRIA COMPLETA. Imagens: Cururupu Repórter. Reportagem: Heraldo Wéllen

 

Festival de Cultura Quilombola de Bequimão é realizado na Comunidade Rio Grande

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Pelo quarto ano consecutivo, foi realizado o Festival de Cultura Quilombola de Bequimão. O evento promovido pelo Movimento Quilombola de Bequimão (MoqBeq) e Movimento Quilombola do Maranhão (Moquibom), em parceria com o Instituto Quilombola do Maranhão (IQM) e com apoio da Prefeitura Municipal de Bequimão, aconteceu nos dias 21 e 22 de julho, na comunidade Rio Grande.

Na abertura, o prefeito Zé Martins destacou seu respeito pelo trabalho que o Movimento Quilombola tem feito em Bequimão e reforçou seu compromisso com as comunidades. O coordenador do Moqbeq, Fábio Silva, relembrou as lutas e falou do cenário político nacional, ressaltando os conflitos pela posse do território, como ocorre no quilombo Sibéria, em Bequimão.

Fábio entregou ao prefeito uma solicitação do Moqbeq pedindo que 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, fosse transformado em feriado municipal em Bequimão. Zé Martins recebeu o documento, manifestou seu apoio ao pedido e solicitou que o vereador Vadico do Areal, representante dos quilombolas na Câmara Municipal, submetesse o projeto a votação.

Também foram oferecidas três oficinas, pela manhã, sobre a temática Educação, Saúde e Território. Durante a programação rolou tambor de crioula, forró de caixa e, para encerrar, aconteceu uma seresta com a Banda Chamego e muito reggae. Para fechar o evento, foi sorteado a sede do V Festival, que acontecerá em julho de 2018. Foi eleita a Comunidade Quilombola de Sibéria.

FOTOS: MoqBeq

Festival Gastronômico – Delícias do Mar levou grande público em Bequimão

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A cidade de Bequimão, no litoral ocidental maranhense, recebeu no último domingo (9) o II Festival Gastronômico – Delícias do Mar, realizado pelo Sebrae/MA em parceria com a prefeitura municipal. O evento contou a participação de 04 restaurantes, que tiveram a oportunidade de mostrar suas iguarias como principais pratos da gastronomia local. O festival aconteceu na Orla Marítima de Paricatiua, no restaurante Estação Marítima.

Participaram do Festival os restaurantes (Fundo de quintal, Estação Marítima, Canaã e Brisa Mar), que mostraram seus pratos especiais para o público que compareceu em grande número.

Par o agente de Desenvolvimento, Rodrigo Martins, o festival supriu todas as expectativas. “Durante o lançamento do festival gastronômico, os participantes puderam degustar diferentes pratos preparados à base de sururu, camarão, caranguejo e outros frutos do mar, além de sobremesas inspiradas nas frutas locais, como bacuri e ginja. O lançamento foi um grande sucesso e supriu as nossas expectativas, mostrando que há demanda por parte do grande público que veio prestigiar o evento”, avaliou Rodrigo Martins.

Para o artista plástico e dono do restaurante Canaã, Fransoufer, o festival é mais que um aprendizado. “A culinária não deixa de ser uma arte. Este festival que era apenas para o âmbito de São Luís, está ganhando novo rumo graças ao Superintendente do Sebrae, João Martins que tem ajudado a baixada. Além de proprietário do restaurante Canaã, que tem como prato especial, o tambaqui na brasa, estou aprendendo outros pratos maranhenses”  – destacou.

A visitante Rosa Maramaldo destacou a beleza e os sabores dos pratos degustados durante o festival. “Todos os pratos estão uma delícia, mas eu adorei o vatapá e dou nota dez” – finalizou.

Para o Gestor de Projetos do Sebrae, o Festival foi além das expectativas da organização. “Supriu as nossas expectativas porque é um evento que veio promover o turismo em nossa região e estimular principalmente a gastronomia local” destacou Davi Felipe.

O Superintendente do Sebrae no Maranhão, João Martins, por ser bequimãoense, fez questão de mostrar o desenvolvendo dos municípios após as parcerias entre Sebrae e Prefeitura. ”Este festival Gastronômico é de fundamental importância para valorizar a gastronomia e a culinária do litoral ocidental e da baixada maranhense, É uma culinária rica em sabores e receitas, mas isso não tem a devida valorização pelo poder público e muita das vezes pela população que às vezes desconhece isso, e o interesse do Sebrae é mostrar ao empreendedores da gastronomia e estamos aqui trazendo informações, conhecimento e capacitação para que eles possam fazer um bom atendimento e a qualificação de mão de obra, onde o cliente fique satisfeito e volte ao estabelecimento”  – enfatizou o Diretor Superintendente do Sebrae/MA.

O prefeito do município de Bequimão, falou da parceria com o Sebrae e destacou a importância do festival em sua cidade. “Eu quero parabenizar a iniciativa do Sebrae, que é um parceiro do município de Bequimão, no sentido de realizar o segundo Festival Gastronômico, com a inclusão de Bequimão. E aqui em Paricatiua vamos apoiar e dar continuidade a esse grande trabalho, potencializando nossas ações tanto no turismo quanto na gastronomia” – finalizou Martins.

PRESTIGIARAM O FESTIVAL GASTRONÔMICO

Secretários municipais, vereadores, lideranças, o vice-prefeito de Bequimão, Sidney Magal, empreendedores da gastronomia local e autoridades, além de empresários de outros ramos, profissionais do Sebrae e comunidade em geral. O ex-prefeito Juca Martins participou do evento. E para finalizar o festival, o público presente dançou ao som da banda Barba Branca e DJ Ademar Danilo, do África Brasil Caribe e apresentação do Tambor de Crioula de Santa Rita.

Restaurantes de Alcântara participam de Festival Gastronômico Sabores do Pescado

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A Prefeitura Municipal de Alcântara avança nas políticas públicas e realizações para o desenvolvimento do turismo com geração de emprego e renda à população. Em mais uma importante ação estratégica para estimular o turismo de eventos, cultural e ecoturismo na sede e povoados, o prefeito Domingos Araken (PT) garantiu a participação de nove restaurantes alcantarenses no Festival Gastronômico Sabores do Pescado, que acontecerá no período de 3 a 18 de outubro/2015.

O lançamento oficial do Festival Gastronômico Sabores do Pescado em Alcântara acontecerá no próximo dia 03 de outubro. A promoção é do Sebrae, em parceria com bares e restaurantes das cidades de São José de Ribamar, Raposa e Alcântara, Abrasel, ABIH-MA, IFMA, Sehama e Prefeitura de Alcântara. O festival disponibilizará os melhores pratos da culinária típica de Alcântara a preços especiais.

Os estabelecimentos alcantarenses participantes são: Restaurante Cantaria, Restaurante da Pousada Jacaré, Restaurante Bella Vistkyma, Restaurante Remanso, Restaurante Dona Maria, Restaurante Brasil, Restaurante da Maria Eugênia, Restaurante da Rosa e o Restaurante da Rosário. “O fortalecimento do turismo em nosso município é mais um avanço da atual gestão para movimentar a economia local e promover geração de emprego e renda para todos”, enfatiza o prefeito Araken.

O público interessado em conhecer as delícias da culinária alcantarense identificará os nove restaurantes participantes por meio de banners e anúncios publicitários de identificação com a logomarca do Festival. São pratos especialmente elaborados para fisgar o paladar de clientes exigentes e de bom gosto. “O público conhecerá a culinária típica de Alcântara, feita a partir de proteínas dos pescados e frutos do mar. Vale e pena conferir”, disse o secretário de turismo, Nailton Lobato.

Além da solenidade de abertura no dia 3 de outubro, acontecerá em Alcântara, no dia 06 um Famtour com as agências de São Luís que conhecerão os restaurantes da cidade e o sabor delicioso dos pratos. A Secretaria Municipal de Turismo ainda oferecerá um roteiro ecológico pela paradisíaca Ilha do Livramento e uma visita ao espetáculo mágico da natureza de Alcântara, com a Revoada dos Guaras.

TEXTO DE ASSESSORIA

 

Música Barroca: “Um espetáculo em Alcântara”

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ALCÂNTARA/MA – Uma cidade pacata com aproximadamente vinte mil habitantes, onde reina o silêncio e tem um povo receptivo, o Festival de Música Barroca é a grande atração das férias. Já em sua 4ª edição, o evento leva pessoas de todas as idades e classes. Com o apoio da lei federal de incentivo a cultura, Nº 8.313/1991, o Festival de Música Barroca vem ganhando seu espaço na cidade histórica de Alcântara. A ideia é trabalhar o social através da educação e mostrar o valor da música erudita.

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Segundo Bernard Vassas, empresário em Alcântara e idealizador do festival, o projeto vem crescendo a cada edição. “Nosso objetivo é levar música de qualidade e com conteúdo histórico aos habitantes carentes do Estado. Este festival é dedicado as “Missões Jesuítas”, em especial a música tocada na época. Os Jesuítas trabalharam a música na catequese e na liturgia, em todos os lugares por onde passaram em especial aqui no Maranhão”, explicou o Francês.

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Com o objetivo de levar música erudita às pessoas de cidades históricas do Maranhão, o festival desembarcou pela primeira vez na cidade de Alcântara em 2012. Este ano, após edições em Bacabeira e Rosário, na região do munin, o projeto reuniu cerca de 200 pessoas na igreja de Nossa Senhora do Carmo, no Centro histórico da cidade. O festival oferece a todos os públicos, e de forma itinerante e gratuita, concertos de grupos musicais de qualidade e reconhecidos internacionalmente. O tema deste ano, “A música nos tempos das missões Jesuítas”, mostra a força das missões Jesuítas em terra latino-americano. Além disso, a música erudita é usada como instrumento de propagação da fé, social e educativa.

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Com apenas dois anos de idade, a pequena Iasmin Lobato, acompanhou as apresentações dos grupos de música erudita, de Cuba & Paraguai, realizado, nesse sábado (18), na Igreja do Carmo da cidade histórica de Alcântara, localizada na região metropolitana de São Luís, do outro lado da baía de São Marcos. O pai de Iasmin, o guia turístico, Nailton Lobato, de 38 anos, falou que a menina gosta muito de música, e quando ouve algum instrumento, sempre observa com um olhar fixo. “Iasmin já está acostumada ouvir música. Ela fica concentrada. Quando estou em casa, pego meu violão e começo a tocar e ela sempre está do meu lado, ouvindo. Quando toco reggae, ela dança”, comentou o pai da garota.

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Acostumado com a cultura maranhense, o professor Domingos Vieira, de 35 anos, ficou encantado com o festival de Música Barroca e não perdeu a oportunidade de levar a família inteira para um momento, que segundo ele, é único na cidade de Alcântara. “O que mais me encanta é a história por trás da música e o que ela pode nos ensinar. Participei da maioria dos festivais e em todas eu trago minha família”, destacou o professor.

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O grupo ARS LONGA, de Cuba, composto por 9 integrantes fez a abertura das apresentações, e emocionou o público presente, inclusive a aposentada Dolores Ribeiro, de 69 anos, que não conseguiu conter as lágrimas. “Quando a música é boa, a gente sempre se emociona. Parece que entramos em contato com ela. É uma verdadeira sintonia. Muito bom”, destacou a moradora, que já acompanha o evento desde a primeira edição.

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Para quem achou que só o público se emocionou, está literalmente enganado. O jovem cubano Rodrigo Lopes Paz, de 20 anos, músico do grupo ARS LONGA também vibrou com a oportunidade de participar do evento e prometeu voltar em outras edições. “É uma boa ideia promover a cultura em lugares distantes e que respiram música. Gostei muito da cidade, da natureza e principalmente da arquitetura e pretendo voltar”, disse o cubano, que recebeu o apelido de Leonel Messi após ganhar a graça das crianças de Alcântara.

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Pra fechar o sábado musical na Igreja do Carmo, o grupo Paraguaio “Paraguay Barroco” que conta com 8 integrantes, deu um verdadeiro espetáculo e mostrou como a música é importante para a vida das pessoas. As apresentações foram até às 21hs e logo em seguida todos os grupos viajaram rumo a capital maranhense.

O evento, que começou no último dia 16, segue até o dia 22 deste mês, encerrando suas atividades com chave de ouro na Ilha do Amor. O festival já percorreu as cidades de Bacabeira, Rosário e Alcântara. Com oficinas e apresentações pedagógicas, o projeto tem o apoio do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

VEJA A PROGRAMAÇÃO NA CAPITAL MARANHENSE:

Segunda-feira (20 de julho)

14h Seminário – Integração Social e Música Erudita: Experiências pedagógicas e modelos na América Latina (Venezuela, Paraguai, Cuba e Brasil)

Com conferências do Maestro Luis Szarán (criador do programa „Sonidos de la Tierra“, Paraguai), Adela Barreto (integrante do Sistema de Orquestras da Venezuela) e Teresa Paz (diretora do grupo Ars Longa, Cuba)

CONVENTO DAS MERCÊS

17h Cerimonial de abertura em São Luís – Concertos de ARS LONGA (Cuba) e Paraguay Barroco (Paraguai)

CONVENTO DAS MERCÊS

19h Concerto – Conjunto de música antiga da UFF (Rio de Janeiro)

IGREJA DA SÉ

20h Concerto – Ars Longa (Cuba)

IGREJA DA SÉ

Terça-feira (21 de julho)

Noite de encerramento

Teatro Arthur Azevedo

20h Concerto – Zarabanda (Venezuela)

TEATRO ARTHUR AZEVEDO

21h Concerto – Paraguay Barroco (Paraguai)

TEATRO ARTHUR AZEVEDO

Quarta-feira (22 de julho)

Ações sociais

9h Concerto – Paraguay Barroco

COMPLEXO PENITENCIÁRIO DE PEDRINHAS

14h Concerto e ação pedagógica para crianças e mulheres da casa de apoio da Fundação Antonio Jorge Dino – Ars Longa

HOSPITAL ALDENORA BELLO

A música no tempo das Missões Jesuítas no Brasil

A importância dos jesuítas na história do Brasil é imensa e pode ser avaliada por meio do destaque que ainda hoje têm figuras do porte de Anchieta, Nóbrega e Vieira, três dos muitos discípulos de Inácio de Loyola que tiveram um papel fundamental na formação da identidade brasileira. Os primeiros jesuítas chegaram aqui apenas nove anos após a fundação da Companhia de Jesus em 1540 e durante mais de dois séculos (de 1549 a 1759), participaram ativamente do nosso processo colonizador.

A atuação deles foi de grande interesse para a Coroa Portuguesa, pois muitas vezes ocupavam áreas disputadas com a Espanha. Duzentos e dez anos depois da sua chegada, a Companhia havia se estabelecido por toda a costa do Brasil, de Belém, no Estado do Pará, até Laguna, em Santa Catarina, espalhando-se desde as aldeias do interior da Amazônia à porção meridional do país (Sete Missões).

Com a missão de catequizar e educar, os missionários logo perceberam na musica um meio eficaz de sedução e convencimento dos indígenas. Estes eram fascinados pelos cantos e as musicas trazidas da Europa. Apesar das poucas pesquisas existentes sobre o assunto, sabemos que esta atuação musical dos jesuítas influenciou sobremaneira tanto na formação da cultura brasileira como na criação específica de identidades culturais regionais.

A presença dos jesuítas também foi vital no Maranhão. Na “Crônica da Missão do Maranhão”, escrita em 1698, o Padre João Felipe Bettendorf descreve suas experiências pessoais nas missões locais e refere-se à praticas musicais em vários trechos dessa crônica, onde faz claras referências a índios músicos (geralmente chamados de “charameleiros” ou “mestres de capela”). Vale ressaltar que um dos principais relatos de autoria jesuítica, foi mais tarde escrito pelo Padre Jose de Morais, em 1759, com o titulo “A historia da Companhia de Jesus na extinta Província do Maranhão e Pará”.

TEXTO: Assessoria

 

IV Festival de Música Barroca de Alcântara

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BARROCA

A produção do IV Festival de Música Barroca de Alcântara, com oferecimento do Ministério da Cultura e BNDES, convida para Coletiva de Imprensa a ser realizada no dia 17 de julho, às 9h, no Convento das Mercês (Praia Grande), quando músicos integrantes da programação e os diretores do festival, Bernard Vassas e Antoine Marmelo, darão mais detalhes do evento.

Convidados também os jornalistas para a cobertura das atividades em Alcântara no dia 18 de julho. A produção disponibilizará embarcação que sairá às 9h30, do Cais da Praia Grande, e retornará às 16h, do mesmo dia, com chegada perto do Forte Santo Antônio da Barra, onde funcionava o Grupamento Marítimo do Corpo de Bombeiros.

Os interessados em nos acompanhar na viagem favor retornar este email ou ligar para o número 98745-5946 (Evandro Júnior). Há vagas para um (rádios e sites), dois (jornais) e três profissionais (televisões).

Convidamos também para a cobertura jornalística especial do concerto que acontecerá no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, no dia 22 de julho, às 9h. Precisamos do retorno dos interessados com o nome dos profissionais para efeito de acesso ao presídio.

 

Grato pela atenção!

Evandro Júnior

(98) 98745-5946 / 99230-5853

Festival de música barroca em terceira edição

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Um verdadeiro espetáculo

Um verdadeiro espetáculo

Em sua terceira edição, o Festival de Música Barroca de Alcântara acontecerá de 5 a 10 de junho no município histórico de Alcântara e nas cidades de São Luís, Rosário e Bacabeira, com apresentações de sete grupos no total. A produtora Equinox do Brasil, realizadora do evento, convidou os grupos Discurso HarmônioMarabrasAs Flautas de São PauloTrio Vargas, Kanji e De Camargo,Orquestra Maré do AmanhãGrupo Anima e Capella Paulistana. O tema deste ano é Música Holandesa nos Trópicos.  A entrada para os concertos e demais atividades será franca.

Além dos concertos, que acontecerão à noite em sua maioria, haverá ações didáticas, cortejos e conferências, bem como a entrega do prêmio Equinox Jovem Talento Maranhense. Em São Luís, haverá programação no Convento das Mercês (que estará comemorando seus 360 anos de fundação), na Igreja do Desterro e no Teatro Arthur Azevedo (Rua do Sol).

 O festival terá início em Bacabeira, com a apresentação dos grupos Marabras e Discurso Harmônico (Igreja Imaculada Conceição), além de ação didática e cortejo. No dia seguinte, será a vez de Rosário, que receberá As Flautas de São Paulo e Discurso Harmônico(Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário), além de ação didática.

Nos dias 7 e 8, a cidade de Alcântara reviverá o encanto da época barroca, com as apresentações dos grupos Discurso Harmônico,Trio Vargas, Kanji e De CamargoOrquestra de Cordas Maré do AmanhãAnima e Capella Paulistana (Igreja do Carmo), além de ação didática.

Nos dias 9 e 10 será a vez de São Luís. Dia 9, as apresentações acontecerão no Convento das Mercês (Orquestra de Cordas Maré do Amanhã e Capella Paulistana) e na Igreja do Desterro (As Flautas de São Paulo e Trio Vargas, Kanji e De Camargo). No dia 10, o encerramento da programação será no Teatro Arthur Azevedo, com As Flautas de São Paulo e o Grupo Anima, além da entrega do prêmio Equinox do Brasil Jovem Talento Maranhense.

Influências – O festival homenageará as influências musicais e artísticas holandesas que marcam, até hoje, de maneira despercebida, a cultura maranhense e nordestina. Em 25 de novembro de 1641, as tropas holandesas enviadas por Mauricio de Nassau desembarcaram em São Luís, na praia do Desterro, perto da igreja de mesmo nome e do Convento das Mercês. Cerca de dois mil soldados em 15 naus, comandados por experientes heróis de guerra holandeses, que já haviam participado de outras batalhas na Bahia, Pernambuco e Paraíba, passaram em frente ao Forte São Luís, debaixo de violento fogo de canhões, adentrando a foz do Rio Bacanga. Desembarcaram rapidamente e tomaram a capital, saqueando-a. O famoso governador Bento Maciel Parente, conhecido por ser “perseguidor de índios”, não pôde oferecer resistência e entregou a cidadela aos navegadores flamengos.

Os holandeses tinham como objetivo a expansão da indústria açucareira com novas áreas de produção de cana-de-açúcar. Depois, expandiram-se para o interior da capitania. Em 1642, os colonos, insatisfeitos com a presença holandesa, começaram movimentos para a expulsão dos holandeses do Maranhão.

As guerrilhas só acabaram em 1644, após três anos intensos, despovoando e destruindo quase toda a vila de São Luis, quando os holandeses, já sem reforços da Holanda, se retiraram do Maranhão. Era o fim da colônia holandesa no Estado. 370 anos mais tarde, a música do “invasor herético”, da “Nova Holanda” sul americana, junto à música do Brasil Colônia, iria servir de tema principal à terceira edição do Festival de Música Barroca de Alcântara.

Sobre os participantes:

Grupo Anima

Nasceu no Brasil há 25 anos como resultado de reflexões sobre a interpretação musical e a memória musical brasileira. A estrutura inicial do grupo teve como base o movimento de música antiga, cujos princípios interpretativos norteiam até hoje o grupo e foram ampliados e transformados por meio das múltiplas formações pelas quais passou. Seus espetáculos resultam de trabalho de pesquisa de interpretação baseado na música de comunidades não letradas, afastadas de centros urbanos no Brasil e na música da Idade Média e do renascimento europeus. O constante diálogo entre a etnomusicologia, a musicologia histórica, a hermenêutica e o teatro contemporâneos, leva ao palco um roteiro musical onde se faz presente o tempo não linear, encarando o momento da apresentação e o palco como um espaço-tempo ritualizado, próprio para a realização musical em um sentido pleno. Sobre o palco a Idade Média e a Renascença europeias encontram-se na música da tradição oral brasileira não urbana, ambas atualizadas nos arranjos musicais construídos pelos intérpretes e também propostos por integrantes do Grupo e convidados.

Capella Paulistana   

Nasceu a partir da iniciativa da soprano Marília Vargas de fundar um grupo essencialmente vocal, especializado na pesquisa e interpretação da música antiga, especialmente a colonial latino-americana e brasileira.            Sempre contando com profissionais com carreira no Brasil e exterior, sua formação pode variar em função das necessidades impostas pelo repertório, incluindo eventualmente convidados escolhidos especialmente em função da demanda musical de cada programa. Assim, adaptando uma fórmula de sucesso em vários ensembles europeus, o grupo afirma-se como um dos mais significativos grupos vocais em atividade no país.

As Flautas de São Paulo

Dirigido por Cesar Villavicencio e Ricardo Kanji, é o mais novo conjunto de flautas doces do Brasil. É o único grupo do país que possui um consort completo de flautas Praetorius. Reúne músicos de quatro gerações que se dedicam à flauta doce e à pesquisa e interpretação da música antiga. Kanji, músico de grande atividade artística internacional, foi pioneiro nos anos 1960 com seu grupoMusikantiga. Villavicencio, seu pupilo, tem levado a flauta aos novos campos de experimentação com a eletrônica. O conjunto já se apresentou no Festival de Música Antigua de Lima (Peru), no XXIV Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora (MG), no XXIII Congresso da Anppom em Natal (RN), na I Mostra de Música Antiga de Alegre (ES), na Semana de Música Antiga da UFMG em Belo Horizonte (MG), na I Mostra Internacional de Flauta Doce, Aulos, em Florianópolis (SC). Além de seu envolvimento com a interpretação do repertório antigo, este conjunto está elaborando estratégias para formar um grupo de pesquisa no Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista.

Discurso Harmônico

 O grupo é uma proposta de músicos comprometidos com a interpretação historicamente informada da música barroca, utilizando réplicas dos instrumentos originais do período.  Este movimento de música historicamente informada tem influenciado as principais salas de concertos do mundo, e no Brasil, esse movimento tem encontrado uma demanda cada vez maior. Com o intuito de renovar o interesse da plateia pelos grandes clássicos dos séculos XVII e XVIII, não apenas no que tange à Europa, mas abordando também o rico repertório colonial e barroco latino-americano, o grupo busca sempre uma interpretação atual e interessante, condizente com o espírito contemporâneo ao repertório proposto.  A formação do Discurso Harmônico inclui artistas com sólida técnica instrumental e reputação consolidada. Seu núcleo carioca é formado por Laura Rónai, responsável pela cadeira de Flauta Transversal da UniRio, Elione Medeiros, responsável pela cadeira de fagote da mesma instituição, e Roger Lagr e Eduardo Antonello (da UFRJ), dois jovens expoentes da nova geração que se dedica à pesquisa e interpretação histórica.

Orquestra Maré do Amanhã (projeto Estrada Cultural)

Criado por Carlos Eduardo Prazeres em agosto de 2010, o projeto Estrada Cultural ensina música clássica a crianças e adolescentes de comunidades em risco social. Seu primeiro núcleo foi criado no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, onde o projeto foi iniciado com 40 crianças, com aulas de teoria musical, violino, violoncelo e flauta. Atualmente, o projeto atende a 200 crianças, com aulas nos turnos da manhã e tarde, atingindo 16 comunidades do Complexo da Maré, além de Xerém e Caju.

Com apenas três meses de trabalho, as crianças apresentaram um resultado fantástico, realizando seis apresentações no final do ano de 2010.  Nascia assim a Orquestra Maré do Amanhã, o braço profissionalizante do projeto, cujo diferencial é não ser apenas um projeto social, mas oferecer uma oportunidade real de mudança de vida para seus alunos, preparando cada um deles para o mercado de trabalho, enquanto evita que sejam arregimentados pelo tráfico de drogas. O projeto Estrada Cultural/Orquestra Maré do Amanhã engloba geração de renda e oportunidade de trabalho, educação para qualificação profissional e garantia dos direitos da criança e do adolescente.

Marabrass

Fundado em junho de 2003, o nome do grupo é uma junção do termo Mara, prefixo do nome do Estado do Maranhão, e Brass, palavra inglesa que significa metais. Com um repertório variado, o grupo interpreta obras que compreende desde a música renascentista até a contemporânea, incluindo compositores brasileiros, sendo alguns maranhenses. Tem como objetivo principal divulgar a música instrumental para metais às mais diversas plateias. Atualmente, o grupo participa como base do projeto Orquestrando a Vida, do SESC, atendendo alunos das diversas bandas de músicos da região metropolitana de São Luís, além de realizar apresentações em concertos didáticos fomentando a formação de plateias da capital e interior do Estado.

Trio Vargas, Kanji e de Camargo

O trio é composto pela soprano Marília Vargas, formada no canto barroco na Schola Cantarum Brasiliensis, na Suíça, já tendo se apresentado várias vezes em São Luis; pelo flautista e cravista Ricardo Kanji, que foi professor no Conservatório Real de Haia (Holanda) de 1973 a 1995, e também diretor da Orquestra Concerto Amsterdam, de 1991 a 1996; e por Guilherme de Camargo, nas cordas dedilhadas. Juntos, eles apresentam um programa inédito dedicado à música holandesa nos trópicos.

Serviço:

O quê

II Festival de Música Barroca de Alcântara

Quando

De 5 a 10 de junho

Onde

Alcântara, Bacabeira, Rosário e São Luís

Entrada franca

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