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Brasil contratou mais de 124 mil aprendizes nos três primeiros meses de 2018

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Os estados que mais admitiram foram São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul

Mais de 124 mil jovens entraram no mercado de Trabalho no Brasil este ano por meio da Lei da Aprendizagem Profissional. Um balanço apresentado pelo Ministério do Trabalho aponta a admissão de 124.730 trabalhadores na condição de aprendizes entre janeiro e março de 2018. O estado que mais contratou foi São Paulo, seguido de Santa Catarina, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

De acordo com a legislação brasileira, todas as empresas de médio e grande portes devem manter em seus quadros de funcionários adolescentes e jovens entre 14 e 24 anos, na modalidade Aprendiz, com cotas que variam de 5% a 15% por estabelecimento. No total, o Brasil já contabiliza mais de 3,3 mil aprendizes contratados desde 2005, quando a lei foi regulamentada pelo Decreto 5598.

Segundo o diretor de Políticas de Empregabilidade do Ministério do Trabalho, Higino Brito Vieira, o balanço prévio mantém o ritmo de contratação dos anos anteriores. “O Brasil vem tendo um aumento na Aprendizagem Profissional desde a sua criação, mas os números poderiam ser melhores. Ainda é um desafio convencer os empregadores de que contratar aprendiz pode ser vantajoso para as empresas”, explica Vieira. Ele acrescenta: “É uma oportunidade para empresa formar sua própria mão de obra desde o início. O retorno para o empregador é a qualidade no serviço prestado”.

Setores e ocupações – Entre os setores que mais contrataram aprendizes no primeiro trimestre do ano estão a Indústria da Transformação, com 41.098 admissões, e o comércio, com 27.556. As ocupações nas quais os jovens tiveram mais oportunidades foram as de auxiliar de escritório e assistente administrativo. Mais de 50% de todas as contratações ocorreram nessas áreas. Tiveram destaque também as funções de mecânico de manutenção de máquinas, vendedor do comércio varejista e repositor de mercadoria.

Gênero – Quando divididos por gênero, o sexo masculino prevalece na Aprendizagem Profissional. Desde o início deste ano foram contratados 66.375 pessoas do sexo masculino (53,21%) e 58.355 pessoas do sexo feminino (46,79%). Em apenas três estados da Federação o número de mulheres contratadas superou o de homens: Amapá, Pernambuco e Rio Grande no Norte.

Aprendizagem Profissional – Instituída pela Lei 10.097/2000 e regulamentada cinco anos depois, pelo Decreto 5.598/2005, a Aprendizagem Profissional prevê a contratação de adolescentes e jovens entre 14 e 24 anos (exceto para aprendizes com deficiência, para os quais não há limite máximo de idade), desde que estejam frequentando o ensino regular, caso não tenham concluído o Ensino Médio, e matriculados em algum programa de Aprendizagem Profissional . A remuneração tem como base o salário mínimo, mas é proporcional ao número de horas cumpridas.

 

Mulheres são homenageadas em evento no Ministério do Trabalho

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O Ministério do Trabalho realizou nesta quinta-feira (8) um evento em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Na solenidade, o ministro do Trabalho interino, Helton Yomura, destacou conquistas importantes das mulheres, como o aumento da participação no mercado de trabalho e a redução da diferença salarial nos últimos 10 anos. “Precisamos celebrar as vitórias, mas ainda temos muito para avançar e conquistar”.

A servidora Celina Pereira Martins, que trabalha há 24 anos no protocolo do Gabinete do Ministro, foi escolhida para representar todas as mulheres que colaboram no cumprimento da missão do órgão. Ela recebeu um buquê de flores entregue pelo ministro Helton Yomura em nome de todos os servidores do Ministério do Trabalho.

A representante do Ministério do Trabalho no Conselho Nacional de Direito das Mulheres, Priscila Temperani,  destacou a importância das políticas públicas de direito para as mulheres na busca da igualdade de gênero, da equiparação salarial e do fim da discriminação no ambiente de trabalho. “É necessário o engajamento de todos para alcançar a igualdade de gênero”, enfatizou.

A secretária de Inspeção do Trabalho, Maria Teresa Pacheco Jensen, ressaltou o papel da mulher na sociedade, suas responsabilidades e seus desafios para conciliar o cuidado da família com o trabalho remunerado. “Precisamos valorizar as conquistas das mulheres que vieram antes de nós. Mas é necessário avançar em pontos como a diferença salarial, pois muitas mulheres que possuem a mesma capacidade intelectual dos homens e produzem igual ainda recebem salários menores”, afirmou.

A Secretaria de Governo da Presidência da República esteve representada no evento por Hélio de Souza, coordenador-geral de Direitos do Trabalho do Departamento de Políticas do Trabalho e Autonomia Econômica das Mulheres da Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres.

Você sabe o que é Compensação Ambiental?

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Compensação ambiental é um mecanismo financeiro que visa contrabalançar os impactos ambientais previstos ou já ocorridos na implantação de empreendimento. É uma espécie de indenização pela degradação, na qual os custos sociais e ambientais identificados no processo de licenciamento são incorporados aos custos globais do empreendedor.
Todo empreendimento tem potenciais impactos negativos sobre a natureza. A criação de usina hidrelétrica em geral causa a inundação da vegetação existente na área destinada à formação do reservatório, um impacto ambiental significativo, em especial quando leva à inundação de extensas áreas. Com isto é prejudicada a parcela do ecossistema onde se insere o empreendimento, que sofre perdas expressivas de espécies vegetais e animais.
Há impactos ao meio ambiente que não são passíveis de mitigação, ou seja, não é possível a reversão do dano. São exemplos disso, a perda da biodiversidade de uma área ou a perda de áreas representativas dos patrimônios cultural, histórico e arqueológico. Nestes casos, o poder público – através do art. 36 da lei do SNUC – determinou que a compensação das perdas se daria por intermédio da destinação de recursos para a manutenção ou criação de unidades de conservação. A compensação faz com que o empreendedor que altere uma parcela do ambiente natural com a implantação do seu projeto, seja obrigado a viabilizar a existência de uma unidade de conservação de proteção integral, espécie de UC cujo o objetivo é manter, para as futuras gerações, uma área de características as mais semelhantes possíveis às da região afetada.
A arrecadação e destinação dos recursos está relacionada à execução do licenciamento ambiental: se o processo é estadual ou municipal, cabe ao órgão ambiental estadual já que responsável pelo licenciamento nestas esferas; se o processo de licenciamento é federal, caberá ao Comitê de Compensação Ambiental Federal (CCAF), órgão colegiado presidido pelo IBAMA, por sua vez o órgão licenciador federal. O Instituto Chico Mendes, órgão responsável pela gestão das unidades de conservação federais, será envolvido sempre que o empreendimento afetar estas unidades.
Ainda na esfera federal está a Câmara Federal de Compensação Ambiental (CFCA), um colegiado composto por membros dos setores público e privado, da academia e da sociedade civil, criado no âmbito do Ministério do Meio Ambiente. Ele supervisiona e orienta o cumprimento da legislação referente à compensação ambiental oriunda do licenciamento ambiental federal, além de estabelecer prioridades e diretrizes e auditar a aplicação dos recursos da compensação ambiental federal.
Os recursos arrecadados na compensação ambiental de um empreendimento devem ser aplicados de acordo com uma ordem de prioridade (art. 33 do decreto 4340/02): 1º a regularização fundiária e demarcação das terras; 2º elaboração, revisão ou implantação de plano de manejo; 3º aquisição de bens e serviços necessários à implantação, gestão, monitoramento e proteção da unidade, compreendendo sua área de amortecimento; 4º o desenvolvimento de estudos necessários à criação de nova unidade de conservação; e 5º o desenvolvimento de pesquisas necessárias para o manejo da unidade de conservação e área de amortecimento.

Prêmio Líderes da Saúde 2016 em Negócios vai para empresa nordestina com atuação em todo o Brasil

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Aposta na gestão por meio de rede própria e investimentos em tecnologia foram alguns dos quesitos destacados na maior operadora de saúde do Norte e Nordeste.

O Hapvida, maior operadora de saúde das regiões Norte e Nordeste, com 3,3 milhões de beneficiários, conquistou o Prêmio Líderes da Saúde. A operadora foi premiada na categoria “Negócios” e a cerimônia de premiação ocorreu na capital paulista, no dia 6 de dezembro, e contou com a presença de Bruno Cals, superintendente Financeiro do Hapvida. Concedida pelo Grupo Mídia, a premiação homenageia os players que mais se destacaram em 2016 no setor. O Hapvida foi reconhecido, entre outros motivos, pela aposta na gestão por meio de rede própria e investimentos em tecnologia.

Neste ano, o Hapvida está investindo R$ 170 milhões em hospitais, ampliações de unidades, tecnologia, novos equipamentos, clínicas e laboratórios. Deste total, R$ 22 milhões são exclusivamente para tecnologia. O recurso é utilizado em ações, projetos e modernizações nesta área da empresa que, atualmente, conta com sistemas que agilizam o atendimento dos pacientes, como a biometria, o prontuário eletrônico, os terminais de autoatendimento e, também, o Núcleo de Controle e Qualidade.

Para 2017, a operadora continuará o trabalho de levar acesso saúde de qualidade aos beneficiários de planos médicos e odontológicos. Para atendê-los sempre de forma mais eficiente, o Hapvida mantém constantes investimentos em estrutura, tecnologia e na contratação de profissionais de ponta. “A eficiência do nosso trabalho é determinante para fidelização dos nossos clientes e resulta em reconhecimentos como o Prêmio Líderes da Saúde. Acreditamos muito na capacidade de crescimento de todas as regiões onde atuamos, na capacidade produtiva, no uso da tecnologia para alcance de bons resultados e no futuro do Brasil”, disse Bruno Cals. O Hapvida tem atuação em todo o território nacional. No Norte e Nordeste, a operadora conta com rede exclusiva de atendimento.

Prêmio – O Prêmio Líderes da Saúde é resultado de uma pesquisa de mercado feita pelo Grupo Mídia com 2.500 gestores hospitalares do Brasil, que votaram nas organizações que mais se destacaram em 2016, em 23 categorias. O período da pesquisa foi de agosto a outubro deste ano. Mais de 400 executivos marcaram presença na cerimônia de premiação.

Sobre e empresa – Com 3,3 milhões de usuários, o Hapvida é a maior operadora do Norte e Nordeste em número de beneficiários. Os números mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e constantes investimentos: são 17 mil colaboradores diretos envolvidos na operação de 21 hospitais, 71 clínicas médicas, 17 prontos atendimentos, 63 unidades de diagnóstico por imagem e 57 postos de coleta laboratoriais distribuídos nos 11 estados onde a operadora atua com rede própria.

 

O rádio está em decadência ou se reinventando?

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O som que apaixonou o mundo através das ondas, ainda é um caso a ser estudo, para tentar descobrir o motivo da decadência a partir do ano 2000. Estou falando do Rádio, não aquele aparelhinho que carregamos e colocamos onde estamos, mas sim daquele que foi o grande invento e se tornou o maior meio de comunicação do planeta. Desde que surgiu no Brasil em meados de 1923, o veículo de tornou  o maior companheiro dos brasileiros 24 horas.

Em alguns estados o rádio sofreu queda ao nascer, como foi o caso do Maranhão, quando por intermédio dos empresários (Jota Travassos e Nhozinho Santos) foram criadas as duas primeiras rádios (Rádio Clube e Rádio Sociedade), que por falta de patrocínio acabaram saindo do AR dois anos mais tarde. Fundadas em 1924 respectivamente, as emissoras foram administradas através de colaboradores, que pouco tempo desistiram da ajuda sem remuneração. Um ano após as rádios saírem do AR, nasceu a publicidade no Brasil (1.926), que só foi reconhecida e ganhou força no mercado a partir de 1.930.

Após tudo isso, o Maranhão ficou sem emissora de rádio por aproximadamente 15 anos, e só voltou a festejar em 1941 quando entrou no AR a rádio estatal chamada de Difusora, que mais tarde foi batizada por Assis Chateaubriand, como Rádio Timbira, que por interesse político e ser amigo do interventor federal no Estado, Paulo Martins de Sousa Ramos, acabou arrendando a emissora do governo, simplesmente para se eleger Senador da República pelo Maranhão. Caso que se confirmou sem sequer Assis sentar os pés na terra de Gonçalves Dias.

De lá pra cá surgiram inúmeras emissoras, como a Rádio Ribamar (Capital AM) em 1947, a Rádio Difusora em 1955, a Rádio Gurupi (São Luís AM) em 1962, a Rádio Educadora em 1966 e a Rádio Mirante em 1988. Entre esses intervalos nasceram algumas FMs, assim como no interior do estado surgiram emissoras capitaneadas por políticos.

Nesses mais de 90 anos de rádio no Maranhão, muita coisa já aconteceu. Emissoras que eram grandes diminuíram no tamanho e na potência, reduziram salários e quadros de funcionários, outras que até entraram na onda de rede, como foi o caso das Rádios São Luís – Jovempan (AM e FM), que tem 80% suas grades retransmitida através da rede nacional.

A Difusora AM que já passou por isso durante 11 anos quando retransmitia a programação da Rede Aleluia (Igreja Universal), e hoje é feita pela 105,5 FM. Mesmo assim a Difusora AM vive de arrendamentos, assim como todo o Sistema que foi alugado para o Deputado Federal Weverton Rocha, onde inúmeros profissionais de rádio foram demitidos e substituídos por Blogueiros.

Outra emissora que existe, mas desapareceu da frequência dos rádios maranhenses, foi a Rádio Cidade FM, uma das maiores e mais ouvidas do Estado, acabou arrendada para a Igreja Deus é Amor e toda programação foi modificada, sendo assim, muitos funcionários demitidos, onde poucos escaparam da tragédia.

Há pouco mais de 15 anos surgiu uma emissora na Ilha de São Luís, que trouxe o nome de “Mais FM”, mas ninguém a conhecia. A programação era retransmitir o “Mução” 24h, mas poucas pessoas a ouviam. Ai é que vem a história de quem nasceu grande e ficou pequeno, e outras nascem pequenas e cresceram de imediato. Surge um Radialista, que muitos o chamaram de louco, por sair de uma emissora grande e arrendar uma desconhecida (Mais FM).  Diferente da Mais FM, Léo Felipe era muito conhecido na cidade, e isso poderia ser uma saída para o mercado radiofônico do Maranhão, que começava entrar em decadência. A aposta deu certo, a coragem venceu o medo, e em pouco tempo a Mais FM se tornou a emissora dos corações da Ilha e passou a dominar no seguimento popular, sendo a mais ouvida da capital, posição essa que nunca mais perdeu.

O mercado radiofônico do Maranhão poderia ter como referência a visão de Léo Felipe, como modelo de gestão do Rádio no Estado, que mesmo com a crise econômica instalada no Brasil, o mercado publicitário sobrevive para aqueles que se reinventam todos os dias. Em matéria de radiodifusor, Léo Felipe é mestre, diferente daqueles que se viciam nas fatias de publicidades públicas, e quando cortam, choram as migalhas. Quem sofre são os profissionais do rádio.

Outro exemplo que deve ser mostrado é a rádio 92 FM,  que nasceu para o seguimento gospel, e mesmo jovem, é a melhor emissora do estilo, tanto administrativamente, quanto programático, dando oportunidades para jovens comunicadores. A linha da 92 vai do romântico até o futebol, tendo visto como a maior paixão nacional. O jovem empresário de radiodifusão, Ramon Fernandes, mostra que rádio se faz com paixão, mas também com muito trabalho.

O FUTURO DO RÀDIO NO BRASIL

A onda de demissão é muito grande, vai das pequenas emissoras até os maiores grupos de comunicação do Brasil. O maior exemplo de decadência são as demissões em massa no Sistema Globo de Rádio (SGR) e no Grupo Tupi por todo país. O profissional escolhido para trabalhar no mercado precisa saber bater escanteio, cabecear, marcar o gol, fotografar, comemorar e no intervalo redigir a matéria.

Com a ideia da Migração do AM para o FM, a corrida será para quem chegar primeiro. Os profissionais precisarão está cada vez mais qualificados, o número de vagas é cada vez menor. As emissoras vão ter um período para retransmitir nas duas faixas (AM e FM) até o público se acostumar, com isso um profissional vai está trabalhando para duas emissoras. Se o mercado publicitário já está deficitário agora, imagina quando todas as emissoras estiverem na mesma faixa de FM? A única saída, segundo pesquisadores de rádio, seria para quem já está no FM, modificar sua programação, criar espaço para o jornalismo, incrementando o esportivo na grade, e trabalhar para aumentar a fatia de público e faturamento. Segundo especialistas, quem sair na frente vai ter mais visibilidade, já que as rádios que migrarem vão esperar um bom tempo para cair na graça da sociedade, principalmente apaixonados por AM. O mercado vai passar por mudanças, é bom começar logo… Com as plataformas digitais, o FM ganhará novos caminhos…

Para quem pensou que a TV e a internet fossem acabar com o rádio no Brasil, o “Arrendamento” para igrejas multinacionais, ou políticos sem visão de mercado, pode ser o começo do fim.

Por João Filho (Jornalista, Radialista e Pesquisador).

PDT anuncia apoio a Dilma e indica que pode punir dissidentes

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O líder da bancada do PDT na Câmara, deputado federal Weverton Rocha (PDT-MA), anunciou nesta quarta-feira (13) no salão verde da Câmara que o partido fechou questão e orienta o voto contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. “Não é agora, nesse momento, que nós vamos estar pulando do barco, como se fôssemos ratos”, disse Rocha.

Segundo o parlamentar, nova decisão, que ratificou uma anterior idêntica de janeiro, foi tomada após uma reunião que começou na noite desta terça-feira (12) e acabou à 1h30 da madrugada, na sua residência, com a presença de 19 dos 20 deputados da bancada, do ministro das Comunicações, André Figueiredo (PDT-CE), e do presidente nacional da sigla, o ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi (RJ).

O deputado ausente foi Mario Heringer (PDT-MG), que no final de 2015 deu indicações de que seria favorável ao impeachment de Dilma Rousseff.

Indagado pelos jornalistas se haverá punições a eventuais dissidentes, Rocha afirmou que, em maio, o diretório nacional estará reunido e poderá analisar as consequências.

“Se você faz parte de uma agremiação, a instância máxima, que é o diretório nacional, se reuniu, e se você não acompanha, óbvio que você está sendo submetido a qualquer tipo de sanção”, disse Rocha.

A oposição conta com um apoio mais amplo do PDT ao afastamento da presidente, considerando no máximo 12 votos a favor de Dilma, na bancada formada por 20 deputados.

O parlamentar, porém, negou haver um “racha” na bancada. “A nossa reunião foi tranquila, com opiniões divergentes, como é característico de toda agremiação partidária. Cada um tem a sua tese, e é óbvio que você ouve a tese de cada um. Mas a ampla maioria acatou a decisão do partido e vamos todos de forma unânime acompanhar o PDT”, disse o líder da bancada.

Segundo Rocha, o deputado Heringer “é um dos críticos” no partido, mas iria ter uma conversa com ele nesta tarde. “Tenho certeza de que vai acompanhar também o partido.”

BLOG DO GILBERTO LIMA

 

Artesanato de Alcântara vai receber Selo Quilombos do Brasil

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O Ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Patrus Ananias, participará no dia 27 de agosto/2015 da Feira de Agricultura Familiar e Agrotecnologia do Maranhão (Agritec). Pela manhã, em São Luís, o ministro lançará o Plano Safra de Agricultura Familiar 2015/2016 e o Selo Quilombos do Brasil, certificado que será concedido ao artesanato produzido pelas comunidades quilombolas de São Raimundo, Santa Maria e Itamatatíua, do município de Alcântara (MA).

A tarde, o ministro se deslocará para o município de São Bento, onde participará da abertura da Agritec, que será realizada nas regiões Tocantina, dos Cocais, da Baixada e Vale do Mearim. São Bento, Açailândia, Caxias e Bacabal serão as primeiras cidades a sediar a Feira. Promovida pelo Governo do Estado, a Agritec visa criar espaços para a troca de experiências e a ampliação de conhecimentos tecnológicos no âmbito da agricultura familiar para benefício do produtor maranhense.

 A certificação Selos Quilombos do Brasil é mais uma importante parceria da Prefeitura de Alcântara com os governos federal e estadual. Receberão o Selo, concedido pelo MDA e pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), o artesanato em cerâmica de Itamatatíua e os produtos em tecelagem com as fibras naturais das palmeiras do Buriti, feitos em Santa Maria, e Guarimã, feitos em São Raimundo, que geram renda a centenas de famílias quilombolas.

“A certificação visa atribuir identidade cultural aos produtos de procedência quilombola e deverá impulsionar a venda do artesanato alcantarense”, disse o prefeito Domingos Araken (PT). O Selo associa as comunidades quilombolas à produção de artesanato e fortalece as políticas de comercialização. É um instrumento para agregar valor à produção, uma vez que expõe a relação positiva dos quilombolas com a natureza, a forma de produção respeitando o meio ambiente, e isso atrai compradores.

Para autorização de uso do Selo, o solicitante deve comprovar que o produto agrega saberes étnico-culturais, além da utilização de matéria-prima local e práticas de produção socioeconômicas ambientalmente sustentáveis. É preciso comprovar que é quilombola, por meio da certificação da Fundação Palmares. (Com informações da Ascom/MDA)

Investimento reduz impactos de crises

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Reduzir falhas para aumentar a produtividade é uma postura que as empresas, principalmente do setor industrial, precisam adotar para conseguir resistir a turbulências econômicas como a atual crise por que passa o Brasil. Segundo Paulo Victor Fleming, Ph.D em Tecnologia Industrial pela Universidade de Bradford (Inglaterra) e mestre em Engenharia Nuclear, trata-se de algo fundamental em qualquer época, independentemente de crises, uma vez que implica em redução de custos.

Algumas empresas não sentem todas as consequências da crise de forma intensa porque tiveram visão de futuro, pensaram na frente e souberam alocar seus recursos financeiros e de pessoal, ao passo que optaram pela análise de falhas e investiram em manutenção. Hoje, essas organizações vivem um momento muito mais estável do que outras e não estão contribuindo para um estado crítico maior de desemprego na sociedade.

“Menos falhas implicam em menos custos e o lucro pode ser empregado em outras áreas, melhorando, dessa maneira, a produtividade. As empresas que agem dessa maneira estão mais propensas a se soerguerem mais rapidamente em momentos de instabilidade econômica, e isto independentemente de ser uma grande organização ou uma microempresa. Essa postura, nós podemos adotar inclusive dentro da nossa própria casa”, afirma Fleming, professor titular da Universidade Salvador (BA) e que, recentemente, esteve em São Luís para ministrar módulo de MBA com a disciplina “Confiabilidade Aplicada à Manutenção” na Escola de Negócios Excellence (ENE).

FALHAS – Fleming conduziu turma formada por técnicos, engenheiros, administradores e profissionais de importantes empresas, como Alumar, Vale e Coca-Cola. Ele disse que, na verdade, a maioria das empresas brasileiras diz-se preocupada com a crise, mas não sabe como fazer para vencê-la. “Isto porque não se planejam e não calculam quanto custa as suas falhas. Geralmente, essas empresas se preocupam mais com situações catastróficas, quando isto deveria ser uma atitude de praxe”, considerou.

Paulo Victor tem vasta experiência em treinamentos e assessoramentos para implantação de projetos em Análise da Confiabilidade, Disponibilidade, Manutenção Centrada em Confiabilidade e em emprego de técnicas de Árvore de Falhas em inúmeras empresas das áreas Química, Petroquímica, Distribuição de Energia, Distribuição de Água, Fertilizantes, Mineração, Siderurgia e Plásticos.

 

Pra crise financeira tem solução!

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Em momentos de crise, como o atual, tem se tornado uma prática nas instituições com mais arcabouço o enxugamento de linhas de financiamento, redução de prazos e elevação das taxas de juros. Este ano, por exemplo, enquanto o crédito no mercado tradicional deve crescer ao redor de 11%, segundo previsão do Banco Central, as cooperativas almejam expandir em 20% suas operações.

“A verdade é que,desde 2008, quando explodiu a crise do subprime nos Estados Unidos, as cooperativas vêm mostrando performances melhores que os bancos”, analisa o médico Cícero Evandro Soares, da Unicred/São Luís, cooperativa voltada para profissionais da área da saúde.

As cooperativas estão se aproveitando da crise econômica para emprestar mais e a um custo bem abaixo do dos bancos.No ano passado, segundo dados do Portal Cooperativismo Financeiroo conjunto de 1.139 cooperativas financeiras brasileiras com suas respectivas centrais, confederações e bancos, registrou crescimento de 22% no volume de ativos, atingindo R$ 202 bilhões.Elas ocuparam o sexto lugar em um levantamento em que aparecem Banco do Brasil, Itaú, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander, HSBC, Safra, Citibank e Banrisul.

O Sistema Financeiro Nacional (SFN), com R$ 7,470 trilhões em ativos, cresceu 14% na mesma base de comparação. De dezembro de 2008 a junho de 2014, enquanto o total de ativos dos bancos foi ampliado em 11%, o do Sistema Nacional das Cooperativas de Crédito (SNCC) cresceu 23%. As operações de crédito dos bancos expandiram-se à razão de 11%, enquanto as das cooperativas elevaram suas operações em 22%.

O destaque fica por conta dos depósitos. Nos bancos, eles cresceram 3% de dezembro de 2008 a junho do ano passado e nas cooperativas, 26%. O lucro líquido ou sobras cresceram 13% e 21% nos bancos e nas cooperativas, respectivamente. “Nós temos liquidez e este é o diferencial deste momento”, frisa Cícero Evandro, acrescentando que o volume de ativos da Unicred nacional é de R$ 7,5 bilhões, sendo que deste montante, R$ 4,5 bilhões estão emprestados para seus associados.

Isto ocorre porque, ao contrário dos bancos, a doutrina das cooperativas não visa ao lucro. Não está baseada no capital. Enquanto a média de juros cobrada sobre o crédito pessoal nas cooperativas é de 2,07%, nos bancos é de 6,10%, segundo levantamento do Procon de São Paulo. Sobre o cheque especial, a média de juro dos bancos é de 11% ao mês e nas cooperativas, de 4% a 7%. Para cartão de crédito, enquanto o mercado cobra algo em torno de 14%, as taxas das cooperativas são de 7,5%.

As cooperativas, na verdade, são uma opção de crédito barato aos bancos. A expansão do crédito nas cooperativas acima dos bancos é uma tendência. Há muito espaço para o crescimento porque no Brasil as cooperativas respondem por apenas 2,90% do total de R$ 3,087 trilhões emprestados, enquanto em alguns países da Europa, por exemplo, chega a 50% do sistema financeiro nacional.

 

 

Rádio dá mais Resultados que a TV

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radio antigo e novo frequencia

Reproduzimos abaixo, na íntegra, o texto do companheiro Marcel Leal, da Rádio Morena FM, de Itabuna – BA, sobre o rádio e seus resultados, numa comparação com a TV.  O estudo é completo e está disponível também no site da Rádio Morena FM (vide seção “Links”).  Acreditamos que este texto pode ser um grande aliado na hora de conquistar novos anunciantes para sua emissora. O companheiro Marcel Leal franqueou a reprodução do texto, desde que sem mudanças e citada a fonte. Então… o nosso agradecimento ao Marcel… e bom proveito a todos.  Mostrem aos seus colegas do Departamento Comercial e vamos à luta, conquistar novos anunciantes para o rádio.

15 RAZÕES SEM CONTESTAÇÃO

1 – O rádio está junto ao consumidor na hora da compra
Segundo pesquisa Marplan, o rádio é o veículo que está junto a 93% dos consumidores na hora que antecede a compra. Ou seja, não importa o que ele viu na tevê na noite anterior porque quem decide a compra é o rádio, o comercial que ele ouviu antes de ir para o comércio.

2 – As pessoas passam mais tempo ouvindo o rádio
Para convencer o consumidor seu comercial tem que ser ouvido por ele várias vezes ao dia e o rádio é o veículo que ele mais ouve, em média por 3:45h, mas com diversos casos acima de quatro horas diárias. Some a isto que as pessoas absorvem o que ouvem (palavras) com mais facilidade do que o que vêem (imagens), principalmente se a sua mensagem estiver em forma de jingle.

3 – O rádio é imbatível durante o horário comercial
O rádio tem o triplo da audiência da televisão durante a manhã e mais do dobro durante a tarde. E mais: no horário nobre da tv (19 às 22 horas), o rádio atinge mais pessoas do que a tv durante o dia. Note que o rádio é imbatível justamente no horário em que as empresas e o comércio estão abertos, fazendo dele mídia obrigatória para quem quer efetuar uma venda. A tv só tem boa audiência à noite, quando o comércio está fechado e o cliente, em casa.

4 – O consumidor passa 17% mais tempo com o rádio que a tv (e na hora certa).
Pesquisa do Ibope confirma que as pessoas que fazem compras passam 17% mais tempo ouvindo o rádio que vendo a televisão, o que dá ao seu comercial 17% mais chance de ser absorvido que o comercial da tv. E no rádio o consumidor não precisa estar olhando para o aparelho para ser atingido pela propaganda – ele pode estar na cozinha fazendo uma boquinha como é costume dos televisivos, e mesmo assim sua mensagem vai atingi-lo.

5 – O rádio atinge os consumidores dos principais ramos de atividade com mais eficiência. 
Segundo pesquisa do Ibope, o rádio atinge a quase totalidade dos consumidores dos principais ramos de atividade em 15 dias. Observe na tabela abaixo o alcance do rádio e o perfil de consumidor encontrado pelo Ibope em cada ramo:

93% dos consumidores de refrigerante tipo cola foram atingidos pelo rádio nos últimos 15 dias (as classes ABC são 71%)

91% dos consumidores de outros refrigerantes (as classes ABC são 74% do total, com idade entre 15 e 24 anos)

91% de cerveja (predomínio de homens, entre 25 e 45 anos, sendo as classes ABC 76% do total)

88% de vinho (53% são mulheres e 47% homens, entre 35 e 45 anos, com as classes ABC sendo 65% do total)

97% de móveis (58% mulheres e 42% homens, entre 25 e 39 anos, com as classes ABC sendo 72% do total)

90% viagens nacionais (56% mulheres e 44% homens, entre 20 e 40 anos, sendo as classes ABC 81% do total)

94% lanchonete (54% de homens e 46% mulheres, entre 15 e 39 anos, com as classes ABC sendo 76% do total)

94% restaurante (55% homens e 45% mulheres, entre 25 e 45 anos, sendo as classes ABC 78% do total)

93% auto-peças (75% de homens e 25% mulheres, entre 25 e 39 anos, sendo as classes ABC 86% do total)

99% motoristas que passam mais de 10 horas/dia no volante (78% homens e 22% mulheres, com idade entre 25 e 39 anos, sendo que as classes ABC respondem por 96% do total)

6 – O rádio chega onde a tv não vai. 
O rádio é o único veículo que atinge o consumidor em qualquer lugar: começando o dia com o rádio-relógio, sendo companhia no café da manhã, no ônibus e no carro a caminho do trabalho, no restaurante na hora do almoço, na lanchonete à tarde, nas lojas do comércio, no happy-hour do barzinho, à noite no encontro com os amigos, na madrugada boêmia, na praia e na fazenda, no Cooper e na bicicleta com o walkman (possuído por 51% da população), ao lado enquanto surfa na Internet. Enfim, o rádio é o único veículo que tem um público exclusivo, enorme e pronto para receber sua mensagem.

7 – O rádio está em 99% das casas, contra 75% da tv.
Nem todo mundo assiste tv, mas praticamente todo mundo ouve rádio todos os dias. Além desta vantagem nas casas, o rádio está em 83% dos carros contra 1% da tv, e mais da metade da população acorda com o rádio-relógio.

8 – O rádio atinge o consumidor que tem antena parabólica. 
Quem tem antena parabólica assiste seu canal preferido direto da rede sem ver os comerciais da emissora local. Só entre Itabuna e Ilhéus (BA) existem mais de 45.000 antenas parabólicas, o que significa um público potencial de 220.000 pessoas que não vêem os comerciais locais (quantidade igual à da população de uma das cidades!). Some a isto a concorrência das vídeo-locadoras e o “efeito zapping” (detectado através de estudos, ele provou que a maioria das pessoas muda de canal durante os comerciais por causa da facilidade do controle remoto). Anunciar na tv local tem muito menos resultados porque quase metade dos consumidores não vê o comercial local. Em compensação você pode atingi-los através do rádio FM, ouvido por 99% dos donos de parabólica. Você ainda ganha o bônus de atingir o consumidor de vídeo no carro, na ida e na volta da locadora.

9 – O horário nobre do rádio dura 13 horas, o da tv só três. 
O rádio é imbatível das 6 horas da manhã até às 19 horas, mantendo um “horário nobre” de 13 horas contra o pequeno horário nobre da tv, situado entre 19 horas e 22 horas. É quatro vezes mais eficiência a favor do rádio, uma das razões do grande crescimento do veículo nos últimos anos. E com um custo 15 vezes menor.

10 – Só o rádio acompanha o consumidor no verão. 
No verão as pessoas tendem a sair mais de casa durante a noite, o que esvazia o horário nobre da tv e aumenta bastante a audiência do rádio neste horário. Só ele pode ir com o consumidor para os bares, as praças, a beira da praia e os calçadões. É um veículo especializado em acompanhar o consumidor onde ele for, marcando presença nos melhores momentos da vida do seu cliente.

11 – O rádio é o veículo de maior credibilidade. 
Todos os anos são realizadas pesquisas para aferir a credibilidade dos vários setores da sociedade junto ao público, e todos os anos o rádio brilha. Ele é o segundo em credibilidade, logo atrás da Igreja Católica, 7 posições acima dos jornais e 17 posições acima da televisão. Ou seja: as pessoas acreditam muito mais no que é veiculado no rádio do que nos telejornais e isto se reflete também na credibilidade de sua propaganda, aceita com mais facilidade.

12 – Uma produção de alto nível no rádio custa 95% menos. 
Você pode usar dez helicópteros, vinte carros de Fórmula Um, uma fábrica inteira e milhares de pessoas em um comercial de rádio gastando quase nada e em prazo recorde. Isto porque o rádio usa a imaginação do consumidor ao invés de usar o seu bolso. Tente fazer a mesma cena na televisão e ela se transforma em uma superprodução de alguns milhares de dólares e meses de filmagem (se o tempo permitir). Além disso, quando você mostra uma “bela mulher” na tv, ela pode ou não agradar o consumidor. Mas se você diz a ele, no rádio, que ali está uma “bela mulher”, ele imagina a mulher de seus sonhos.

13 – Seu comercial de rádio pode mudar em menos de uma hora. Na tv… 
Um bom comercial de rádio pode ser produzido e estar no ar em menos de uma hora, enquanto o de tv requer mais de um dia e a boa vontade da emissora. Não é à toa que vemos tantos comerciais “de natal” sendo veiculados na tv após 25 de dezembro, coisa que não acontece no rádio porque nele o comercial já mudou na madrugada do dia 26. No rádio sua loja pode fazer uma promoção diferente por dia ou até por hora. Na tv, isto é impossível.

14 – Anunciar no rádio custa 15 vezes menos. 
Parece incrível que um veículo tão superior ainda por cima seja mais barato, mas é verdade. O rádio não só é mais barato que a tv – ele custa quinze vezes menos que a televisão. Com o dinheiro que você gasta anunciando uma semana na tv seu comercial pode passar quinze semanas no rádio atingindo muito mais pessoas com mais eficiência, e isto durante o horário comercial. E ainda chega aos milhares de consumidores que estão em lugares que a tv não alcança.

15 – O rádio é o único que dá certeza da veiculação. 
Desde abril de 2000 o rádio é o único veículo que pode dar certeza absoluta de que seus comerciais foram mesmo veiculados, através do Radio Control. É um sistema de auditagem de comerciais que monitora as emissoras 24 horas por dia, enviando uma mensagem via internet cada vez que o comercial é veiculado inteiramente. O cliente pode conferir o que foi veiculado na própria internet usando uma senha e um browser normal, isto de qualquer lugar do mundo e a qualquer hora.

Como você pode ver, o rádio é um veículo muito superior à tv e custa bem menos. Agora basta escolher uma rádio que tenha o público ideal para o seu produto.

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