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Seleção de Bequimão joga bem, mas perde jogo e título da Copa Conguarás

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A seleção de Bequimão jogou na tarde deste domingo (15) no Estádio Municipal Osvaldão, na cidade de Bacuri, no litoral maranhense contra a seleção local e perdeu por 2×1. Mesmo jogando bem, o time bequimãoense não conseguiu assegurar a pressão dos donos da casa, que chegaram a fazer 2×0 no placar, mas Bequimão diminuiu no final do jogo, quando não havia mais tempo para empatar a partida.

Com um estádio lotado de torcedores, o time da casa esteve bem melhor no jogo deste a primeira etapa, que fechou empatado em 0x0. No segundo tempo a seleção de Bacuri voltou mais afoita e conseguiu fazer 1×0, o que desequilibrou psicologicamente os jogadores de Bequimão. O técnico Beato Lopes ainda fez algumas mexidas para dar mais gás ao time e conseguiu, mas Bacuri estava melhor no jogo. Final de jogo, Bacuri 2×1 Bequimão, Bacuri é o primeiro campeão da Copa Conguarás de Futebol.

Para a seleção de Bequimão restou apenas o vice-campeonato e a certeza de um trabalho feito com responsabilidade e apoio do prefeito Zé Martins, que tem incentivado bastante e resgata de vez o futebol bequimãoense.

Para o jogador Zequinha, que deixou o gramado bastante emocionado, o trabalho precisa continuar. “Vontade e empenho não faltaram aos jogadores. Nos doamos durante os 90 minutos, mas infelizmente não conseguimos a vitória”- desabafou o jogador que pediu desculpas ao povo bequimãoense e à torcida.

O jogador Real também deixou o gramado bastante emocionado, mas destacou a garra da equipe dentro de campo. “Infelizmente apenas uma seleção tinha que vencer. A gente perdeu o jogo, mas entramos para a história do futebol de Bequimão. Há 20 anos nossa seleção não chegava em uma final de campeonato. Agora é levantar a cabeça e dar continuidade ao trabalho. Temos agora o Campeonato Intermunicipal, e se Deus quiser vamos buscar o título” – disse o atleta que também pediu desculpas aos torcedores bequimãoenses pela derrota.

É bom lembrar que o trabalho está sendo feito pelo técnico Beato Lopes há 4 meses e com atletas genuinamente bequimãoense. Desde que chegou em terras bequimãoenses, Beato foi categórico ao dizer que queria trabalhar apenas com jogadores da terra para resgatar o futebol local e que seu planejamento seria formar uma base para futuramente disputar títulos. O resultado foi imediato e a grande final entre Bequimão X Bacuri mostra que santo de casa faz milagres.

O prefeito Zé Martins deve investir ainda mais no esporte bequimãoense, principalmente com a chegada a final, que colocou Bequimão na vitrine do esporte maranhense. Desde que assumiu, Zé Martins tem investido forte no esporte local e o resultado tem sido satisfatório ao gestor.

PRÊMIO DA COPA

A premiação da I Copa Conguarás aparentemente era bastante atraente, mas neste domingo (15) se transformou em decepção aos participantes e principalmente ao campeão do torneio. No final do Jogo apareceram uns troféus e umas medalhas ralés doadas pela Secretaria de Esporte e Lazer do Estado (Sedel). Segundo a imprensa que fazia a cobertura da partida, os troféus são de péssima qualidade, o que seria uma falta de respeito com os municípios participantes. Além disso a I Copa Conguarás foi mal organizada e por pessoas sem conhecimento da arte.

 

Dr. Washington (PDT) assume Prefeitura de Bacuri

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Bacuri, Bacabal e Dom Pedro são três municípios que a população segue sem saber ao certo quem é ou será o prefeito municipal. Entretanto, na cidade de Bacuri tivemos nesta quinta-feira (09), mais uma novidade sobre a celeuma criada após a eleição de 2016 e a consequente vitória de Dr. Washington.

O candidato mais votado nas urnas, Dr. Washington, foi diplomado e empossado como prefeito municipal de Bacuri. Após sua diplomação pelo juiz da 107ª Zona Eleitoral, ele foi empossado pela Câmara de vereadores.

A diplomação de Dr. Washington só foi possível após a juíza plantonista do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Katia Coelho de Sousa Dias, conceder uma liminar suspendendo os efeitos do decreto legislativo que reprovava suas contas de governo de 2010, o que permitiu a Dr. Washington tomar posse como prefeito municipal de Bacuri.

Dr. Washington foi eleito pela terceira vez como prefeito de Bacuri nas eleições de Outubro de 2016, concorrendo com 5 candidatos, obtendo 4.961 votos, contra 2.833 votos do segundo colocado.

A expectativa é que a partir de agora a situação volte a se normalizar em Bacuri e a população, enfim, possa ficar mais tranquila e a cidade deixar a insegurança administrativa em que se encontrava.

Do Jorge Aragão

 

Prefeito de Bacuri Baldoino Nery confia em qual caneta?

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POR GILSON VIEIRA – O Prefeito afastado do Executivo Municipal da cidade de Bacuri, diz que hoje ainda retorna ao cargo de prefeito, José Baldoino Nery, foi afastado nesta sexta (02) por atos de improbidade administrativa. Pelo juiz titular da Comarca de Bacuri, Thadeu de Melo Alves.

O mais estranho que Jose Baldoino Nery e seu grupo político comemorou hoje o dia todo seu retorno ao cargo de prefeito. Ele já entrou com recurso no Tribunal de Justiça do Maranhão para tentar reverter a decisão do juiz Thadeu de Melo Alves. Segundo informação repassada ao Blog do Gilson Vieira, a “provável” decisão favorável deve sair no plantão do desembargador. Guerreiro Junior.

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O afastamento do Prefeito atende ao pedido do Ministério Público Estadual, que constatou que Baldoíno Nery não vem cumprindo com seus deveres inerentes ao cargo, em especial no que se refere ao pagamento dos servidores municipais. O MP alegou que atrasos nos salários dos servidores são constantes e que não há motivação extraordinária que justificasse o não pagamento.

Pelo que o Blog foi informado uma grande festa já está preparada para essa decisão favorável a Baldoíno Nery.

Pela a terceira vez Baldoíno Nery é afastado do cargo de prefeito por atos de improbidade administrativa.

 

BACURI-MA:Famílias protestam em frente ao TJ em São Luís

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Após protestos realizados  na porta do Tribunal de Justiça na manhã desta terça-feira (31), uma comissão formada por pais dos 8 estudantes com idade entre 11 e 18 anos, que morreram em decorrência de acidente ocorrido no dia 29 de abril de 2014, na MA-303, entre as cidades de Bacuri e Apicum-Açu, no litoral norte do Maranhão, foi recebida pelo desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos, relator do processo criminal de Nº0000547-65.8.10.0000, que tem como foco punir os responsáveis na esfera criminal e, em seguida, pela corregedora geral de Justiça, desembargadora Anildes Chaves Cruz.

José Joaquim se solidarizou com o grupo, enfatizando que vai agilizar o julgamento do processo. A desembargadora Anildes Chaves Cruz também garantiu agilidade no julgamento do  rumoroso processo,  em que o Ministério Público pediu a condenação dos responsáveis, incluindo o prefeito daquela cidade, José Balduíno.

 O grupo reclama da estranha morosidade  no andamento do processo. Alguns deles chegaram a insinuar uma suposta “amizade” entre o prefeito Balduíno e o juiz da comarca, Tadeu de Melo Alves, mas se disseram esperançosos quanto à finalização da peça judicial após os encontros com os desembargadores José Joaquim e Anildes Chaves Cruz.

De imediato, a desembargadora Anildes Cruz manteve contato com o juiz, que ainda estava em São Luís, pedindo que o mesmo comparecesse a sede da Corregedoria, o que aconteceu de pronto. No encontro, assim como ocorrerá em outra oportunidade na sede do juízo no fórum de Bacuri, o juiz ouviu os manifestantes e pediu aos mesmos um pouco mais de paciência.

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O magistrado pediu aos pais que fosse levado em consideração a quantidade de réus, no caso 10, ocasionado um processo volumoso, bem como reclamou da desconfiança constantemente externada pelos familiares, os quais em alguns momentos colocam em cheque não só a honestidade do julgador, mas, também, a credibilidade da própria justiça. No entanto, após meia hora de conversa, os representantes do Judiciário se comprometeram a proferir sentença, tendo como foco o primado da lei.

Na época da tragédia, o delegado Regional de Pinheiro  – Luiz Claudio Balby declarou que o proprietário do veículo – Rogério Azevedo Rocha, de 39 anos, estaria alcoolizado, razão pela qual o filho, de apenas 15 anos, conduzia o veículo.

CONDENAÇÃO

No parecer, o MP afirma que “houve fraude no procedimento licitatório(pregão presencial de nº 008/2013) de transporte escolar no município, verificando, sem sobra de dúvida que as partes estão ligadas, tendo agido, deliberadamente, com total aversão ao ordenamento jurídico brasileiro, ferindo princípios basilares da administração pública, como a moralidade, legalidade e impessoalidade, sem deixar de frisar que o gestor público faltou com o dever de bem gerir a coisa pública, efetuando a contratação de serviços por meio de processos licitatórios fraudulentos”.

Ainda no parecer ministerial, R$ 1.092.700,00(um milhão, noventa e dois mil e setecentos reais), valor total da licitação, dita pelo Parquet como fraudulenta, muito embora não tenha prestado qualquer serviço, 10%, ou seja, R$ 109.270,00(cento e nove mil e duzentos e setenta reais) ficou com o responsável da empresa vencedora, no caso Conservis Construção Comércio Ltda – ME. Já os outros 90% eram devolvidos aos gestores, mas precisamente ao prefeito Balduíno da Silva Nery e a irmã dele, na época Secretaria de educação – Célia Vitória Neri, atualmente subsecretária do Cerimonial no Executivo Estadual.

Na parte final do parecer, além da condenação do prefeito José Balduíno, da irmã dele, Célia Nery (secretária de Educação), Gersen James Correia Chagas(presidente da CPL), Wagno Setúbal de Oliveira(pregoeiro), Maria José dos Santos Azevedo (membro da CPL), Flavia Regina Assunção de Azevedo(secretaria da CPL), Raimundo Nonato Amorim Costa(integrante de apoio da CPL), Andrew Fabrício Ferreira Santos(sócio proprietário da Conservis) e Conservis Construção Comércio e Serviços Ltda – ME, com base no art. 12 da lei 8429(enriquecimento ilícito), o MP pugnou pela aplicação de multa, perda do cargo, suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o poder público dos denunciados.

O Parquet Estadual pleiteou, também, o ressarcimento ao erário por parte do prefeito Balduíno, na proporção de 60% do valor do contrato, ou seja, R$ 590.058,00(quinhentos e noventa mil e cinquenta e oito reais), da irmã dele –  Célia Nery em R$393.372,00(trezentos e noventa e três mil e trezentos e setenta e dois reais) e da Conservis em R$109.270,00(cento e nove mil e duzentos e setenta reais).

Já quanto ao décimo denunciado, no caso, Arcyr Fonseca Gomes, o MPE pediu a absolvição por falta de provas.

De acordo com a dona de casa – Silvia Núbia Gatinho Costa, 32 anos, que na tragédia perdeu as duas filhas, Emilly, 16, e Samilly, 14,desde o acidente, o clima na cidade é de guerra. Além da falta de apoio por parte do Executivo municipal, em diversos pontos da cidade, aliados de Balduíno estariam ameaçando familiares.

“Eu mesma já fui ameaçada, via mensagem,  tanto que registrei a ocorrência de nº 2393, não podemos cobrar justiça, mesmo perdendo nossos filhos acredita? Eles dizem que não sabemos com que estamos mexendo. Estou com depressão em razão da dor e revolta que sinto”, disse Núbia.

 

 

 

Justiça ainda não puniu responsáveis pela morte de 8 estudantes em Bacuri

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Quem não conhece os adágios “acredite se quiser ou até parece brincadeira”? Pois é, ambos podem ser usados, tranquilamente, para evidenciar a morosidade da justiça em punir os responsáveis pelo acidente que vitimou oito(08) adolescentes, com idade entre 11 a 18 anos, ocorrido no dia 29 de abril de 2014, na MA-303, entre as cidades de Bacuri e Apicum-Açu, no litoral norte do Maranhão.

A colisão frontal envolveu um caminhão transportando pedras e uma camionete pau-de-arara que levava cerca de 30 estudantes da sede do município para o povoado Madragoa.

Na época da tragédia, o delegado Regional de Pinheiro  – Luiz Claudio Balby declarou que o proprietário do veículo – Rogério Azevedo Rocha, de 39 anos, estaria alcoolizado, razão pela qual o filho, de apenas 15 anos, conduzia o veículo.

Dois anos após o fatídico, familiares clamam por justiça, mas até o presente, tudo continua como antes no quartel de Abrantes. Visando mudar essa triste realidade, na quarta-feira(18), para cobrar celeridade na Ação por Ato de Improbidade, pela segunda vez, parentes das vítimas estiveram reunidos com o juiz Tadeu de Melo Alves e o promotor Rodrigo Alves Cantanhede.

Para acalmar os ânimos de ambas as partes, após rezar uma oração, sugerida pelo representante ministerial, o magistrado baixou a guarda e explicou o porquê da morosidade no julgamento do feito. Tadeu Alves disse entender à revolta dos familiares, contudo enfatizou que não poderá sentenciar tendo como fundamento tal sentimento, mas, sim, o primado da lei.

O juiz também pediu aos manifestantes que levassem em consideração o número de réus, no caso 10, bem como a ausência de autoridade judicial na cidade, o que acarretou a paralisação do processo por sete(07) meses. Ele ressaltou, ainda, que fora recentemente nomeado, e que movimentou o processo tão logo assumiu o comando da Comarca.

É oportuno ressaltar que, no dia do encontro, digo, 18 do mês passado, estava findando o prazo para a alegação final dos denunciados. Atualmente, o processo está concluso para sentença, podendo a mesma ser prolatada a qualquer momento.

CONDENAÇÃO

No parecer, o MP afirma que “ houve fraude no procedimento licitatório(pregão presencial de nº 008/2013) de transporte escolar no município, verificando, sem sobra de dúvida que as partes estão ligadas, tendo agido, deliberadamente, com total aversão ao ordenamento jurídico brasileiro, ferindo princípios basilares da administração pública, como a moralidade, legalidade e impessoalidade, sem deixar de frisar que o gestor público faltou com o dever de bem gerir a coisa pública, efetuando a contratação de serviços por meio de processos licitatórios fraudulentos”.

Ainda no parecer ministerial, dos R$ 1.092.700,00(um milhão, noventa e dois mil e setecentos reais), valor total da licitação, dita pelo Parquet como fraudulenta, muito embora não tenha prestado qualquer serviço, 10%, ou seja, R$ 109.270,00(cento e nove mil e duzentos e setenta reais) ficou com o responsável da empresa vencedora, no caso Conservis Construção Comércio Ltda – ME. Já os outros 90% eram devolvidos aos gestores, mas precisamente ao prefeito Balduíno da Silva Nery e a irmã dele, na época Secretaria de educação – Célia Vitória Neri, atualmente subsecretária do Cerimonial no Executivo Estadual.

Na parte final do parecer, além da condenação do prefeito José Balduíno, da irmã dele, Célia Nery(secretária de Educação), Gersen James Correia Chagas(presidente da CPL), Wagno Setúbal de Oliveira(pregoeiro), Maria José dos Santos Azevedo( membro da CPL), Flavia Regina Assunção de Azevedo(secretaria da CPL), Raimundo Nonato Amorim Costa(integrante de apoio da CPL), Andrew Fabrício Ferreira Santos(sócio proprietário da Conservis) e Conservis Construção Comércio e Serviços Ltda – ME, com base no art. 12 da lei 8429(enriquecimento ilícito), o MP pugnou pela aplicação de multa, perda do cargo, suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o poder público dos denunciados.

O Parquet Estadual pleiteou, também, o ressarcimento ao erário por parte do prefeito Balduíno, na proporção de 60% do valor do contrato, ou seja, R$ 590.058,00(quinhentos e noventa mil e cinquenta e oito reais), da irmã dele –  Célia Nery em R$393.372,00(trezentos e noventa e três mil e trezentos e setenta e dois reais) e da Conservis em R$109.270,00(cento e nove mil e duzentos e setenta reais).

Já quanto ao décimo denunciado, no caso, Arcyr Fonseca Gomes, o MPE pediu a absolvição por falta de provas.

ANGÚSTIA DOS FAMILIARES

De acordo com a dona de casa – Silvia Núbia Gatinho Costa, 32 anos, que na tragédia perdeu as duas filhas, Emilly, 16, e Samilly, 14, desde o acidente, o clima na cidade é de guerra. Além da falta de apoio por parte do Executivo municipal, em diversos pontos da cidade, aliados de Balduíno estariam ameaçando familiares.

“Eu mesma já fui ameaçada, via mensagem,  tanto que registrei a ocorrência de nº 2393, não podemos cobrar justiça, mesmo perdendo nossos filhos acredita? Eles dizem que não sabemos com que estamos mexendo. Estou com depressão em razão da dor e revolta que sinto”, disse Núbia.

Pedindo para não ser identificado, outro pai, que também perdeu um filho, foi mais longe. Chorando bastante, o mesmo garante que medidas extremas serão tomadas caso a justiça não faça justiça. “Nós não estamos brincando. Iremos acampar em frente ao fórum local e, em seguida, no TJ, em São Luís. Não aguentamos mais essa angústia. Somos pobres, mas nossos filhos não eram cachorros. E se for como eles(situação) alardeiam aos quatro cantos, terá um derramamento de sangue em Bacuri em dimensões inimagináveis. Iremos atear fogo no fórum e prefeitura, pode esperar”, disse. Só nos resta aguardar.

Revoltada, outra mãe, que temendo represália, também pediu para não ser indetificada, denúncia que no município os comentários dão conta que o prefeito não estaria nem um pouco preocupado com o desfecho da ação. “Você acredita que ele(prefeito) ainda tem coragem de arrotar aos quatro cantos que isso não vai dar em nada? Segundo comentários na cidade, ele estaria sendo apoiado por membros do Tribunal de Justiça, e mesmo que a sentença do juiz de base seja desfavorável, na segunda instância a decisão será desconstituída. Porém, se essa informação for verdadeira, novamente Bacuri será destaque na mídia nacional, tenha certeza”, declarou

Nas últimas 48h, infrutiferamente, o prefeito Balduíno foi procurado para se pronunciar acerca da veracidade das ameaças, o que não foi possível, mas desde já a palavra fica franqueada.

 

 

 

 

Prefeito de Bacuri esconde ônibus escolar para contratar “Pau-de-arara”

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Ônibus escondido em meio outros veículos

Ônibus escondido em meio outros veículos, veja na Seta…

A ganância de muitos gestores públicos que se apoderam do dinheiro do povo e esquecem aplicá-los onde realmente é necessário, é vista com muita frequência em esquemas fraudulentos. Os gestores enriquecem e deixam a população à mercê da própria sorte.

A tragédia ocorrida no município de Bacuri, na tarde de terça (29), que resultou na morte de oito pessoas, é um reflexo do total descaso da atual gestão do município de Bacuri para com os estudantes daquela localidade. Uma fatalidade que poderia ter sido evitada se ao invés de “Paus de arara”, os adolescentes estivessem em um ônibus escolar, como manda a lei.

De acordo com o Portal da Transparência, o município de Bacuri, através do prefeito municipal recebeu no ano de 2010 o valor de R$ 317.790,00 (Trezentos e dezessete mil e setecentos e noventa reais) para a aquisição de dois veículos automotores zero km com especificações para o transporte escolar. Confira os documentos:

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Agora fica a pergunta: onde foram parar os veículos? Os repasses foram feitos na gestão do ex-prefeito Washington Luís Oliveira, que chegou a ser acusado de aplicar de forma irregular, cerca de R$ 26 milhões do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb).

Com medo de represálias, o atual prefeito do município, José Balduíno da Silva Nery (PP), e a irmã dele, que é secretária de Educação, Vitória Nery, sumiram da cidade.

Populares do município de Bacuri revoltados com a morte dos estudantes, denunciaram que enquanto os adolescentes eram transportados em um veículo inadequado, um micro-ônibus escolar estava abandonado em frente ao Mercado Municipal, ao lado de outros veículos usados.

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