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Crise na comunicação do Maranhão

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MAIS FM

A crise na comunicação do Maranhão fez várias vítimas nesta semana. A situação é tão complicada, que em menos de dois anos, uma emissora já demitiu mais da metade de seus funcionários. Estou falando, da rádio que segundo seus diretores, é primeiro lugar em todo lugar. Sem discordar da “Tese”, a rádio está no topo de demissões e acumula o primeiro lugar como a rádio que mais demite no Maranhão.

De acordo com o Sindicato dos Radialistas do Maranhão, a Rádio Mais FM, localizada no bairro da Vila Kiola, no município de São José de Ribamar, demitiu mais profissionais, que todas as concorrentes juntas. Nos últimos dois anos, a “Mais” que é administrada pelos sócios radialistas Léo Felipe e Nódson Júnior, diminuiu seu quadro de funcionários, tirou programas do “AR”, e ainda implantou uma categoria no mercado chamada serviço prestado.

Comunicadores como Jeisael Marx (Que saiu da referida emissora de rádio em dezembro de 2011 em razão de convite para apresentar o programa “Qual é a Bronca” na TV Cidade/Record, canal 6 onde apresenta até hoje), Washington Campos (Rádio Santa Rita FM), Nelson Neto (Redetv), Diana Mendes (94FM), Kéke Borges, João Filho (1290AM), Ray Rabelo (Terra Fm) e Luís Almeida (TV Difusora), foram os primeiros a deixarem a Mais FM. Depois a conta aumentou e profissionais como: Gil Porto (Imparcial), Galvão Santana (Rádio Capital), Laércio Costa (Mirante Am), Edivan Fonseca (1290AM), Igor Leonardo (Portal 180 graus), Sólon Vieira (92FM) e Noel Soares (92FM) também tiveram que deixar a rádio da “Alegria”, não por incompetência profissional, mas talvez por falta de gestão da emissora.

Sem contar que no corpo administrativo, também teve uma limpeza total. Nesta semana, outros comunicadores perderam o emprego, como: Osvaldo Maia (TV Band canal 12), Flávio Chocolate (Assessor Parlamentar/Empresário/Garoto propaganda de uma grande empresa do MA), Glauber Carvalho, Mia Cara de Gato, Josy Silva e Valber Nascimento. Desligados do quadro de funcionários, os profissionais passarão a prestar serviços à rádio de acordo com a necessidade da emissora, o que é uma falta de respeito com os grandes radialistas, já que locutor no Maranhão passou a fazer bico (Free Lance) para sobreviver .

E a conta pode aumentar ainda “Mais”. Segundo informações, outros profissionais estão na berlinda e podem perder o emprego na Mais Fm. A crise financeira tomou conta da emissora, que a única solução foi demitir para reduzir despesas.

Em 2012, a rádio que já havia criado uma filial em Imperatriz, também demitiu todo mundo e se contentou apenas com uma emissora, que está a caminho de fechar as portas. “Vamos torcer e orar para que isso não aconteça”. O certo mesmo, é que o mercado de São Luís está cheio de comunicadores desempregados.

O que está acontecendo? É falta de gestão, ou desvio de grana?

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Em relação à um post com o título “Crise na comunicação do Maranhão”, neste blog acima citado, no qual consta meu nome (Jeisael Marx) relacionado como “vítima” de um suposto festival de demissões ocorridas na Rádio Mais FM, gostaria de esclarecer:

1 – Minha saída da referida emissora de rádio se deu em dezembro de 2011 em razão de convite para apresentar o programa “Qual é a Bronca” na TV Cidade/Record.

2 – Fui demitido da Mais FM, portanto, a pedido, após cerca de 3 meses de negociação com a TV. Durante esse período, mantive contato direto com o diretor da Rádio, Léo Felipe, de maneira transparente, para que a transição fosse tranquila.

3 – No intervalo de tempo que estou fora do Rádio, apenas na Televisão, recebi alguns convites para retomar o microfone em algumas emissoras, inclusive na própria Mais FM, mas outros compromissos não me permitem por enquanto. Porém, digo, sem dúvida, que daria prioridade à esta citada se permanecesse aberto o convite.

4 – Faço questão de ressaltar minha relação de respeito mútuo e amizade com a Direção da Rádio Mais FM, veículo que ajudei a implantar em 2003, que me projetou no mercado radiofônico local e no qual trabalhei por mais de 7 anos.

5 – Não cabe a mim qualquer juízo de valor no tocante à demissão de outros colegas após minha saída, pois desconheço as circunstâncias envolvidas, e ainda que as conhecesse. O que posso assegurar, por conhecer o trabalho de muitos dos citados, é que são profissionais de extrema competência e qualquer empresa estaria bem servida com algum (ou alguns) em seu quadro.

Um cordial abraço.

Jeisael Marx

Sobre João Filho

7 comentarios

  1. Leandro Buzar

    Papo estranho esse João

    Tu táis querendo alguma coisa garoto hehehehe

  2. Leandro Buzar

    Papo estranho esse João

    Tu táis querendo teu emprego de volta é? Apelou ein hehehehe

    • Não meu querido, estou bem empregado e até melhor que antes. Agora ganho pelo meu trabalho. Se estivesse que voltar para alguma empresa, seria para o Hispital Centro médico, onde trabalhei muito tempo e até hoje sou respeitado pelos donos. Mesmo assim, não volto. Só mais um detalhe, sou Blogueiro porque sou Jornalista e não sou jornalista porque sou Blogueiro. Quem me conhece sabe, sou um homem de coragem e não tenho medo de nada…

      Um abraço e obrigado por ler o meu site, afinal, você está entre os mais de um milhão de leitores.

  3. Dr. Nivaldo Alercson

    Sr. João, isso é algo muito grave o que senhor está fazendo. Principalmente porque não me parece haver exatamente um erro da parte de uma empresa quando esta resolve demitir funcionários, e sim uma opção administrativa.
    E o senhor se coloca também como vítima, chega a ser cômico.
    Irei fazer uma apresentação quarta-feira próxima sobre o papel da imprensa livre, seus erros e acertos. Gostaria de saber se o senhor autorizaria o uso de seu blog no meu painel.

  4. GeraldoCastro

    Ei João
    Já te falei que não é bem assim.
    É preciso conhecer as entranhas do empresariado

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