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Áudio de “testemunha” com 22 minutos sobre sumiço de policiais pode comprometer muita gente da polícia

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Um áudio de 22 minutos obtido com exclusividade por este Portal de Notícias, em que uma possível “testemunha” do sumiço dos policiais, conta toda história, pode comprometer a estrutura da Segurança Pública do Maranhão.

De acordo com a fonte familiar, uma pessoa está presa e foi encontrada no estado do Pará. Segundo populares, o Boletim de Ocorrência (BO) foi feito por familiares e o pedido de quebra do sigilo telefônico foi feito, mas a justiça nunca deu uma resposta sobre o caso. Até o investigador de polícia, segundo a fonte, teria dito que não sabia de nada.

Segundo a fonte, a última vez que os policiais foram vistos, eles apareceram nas imagens de uma câmera de um posto de gasolina da cidade de Buriticupu. De lá pra cá, ninguém mais deu notícias. Já completaram dois meses que, o Cabo César e o soldado Alberto desapareceram.

De acordo com a fonte deste Portal, agora surge uma “testemunha” que foi presa para servir de bode expiatório, e esconder os verdadeiros culpados do desaparecimento dos policiais. Segundo a fonte, até os próprios colegas que se diziam amigos se escondem. Segundo a fonte, teve um rapaz que procurou a família das vitimas e contou uma história. Segundo informa a fonte, as famílias entregaram o homem para a polícia, e ele acabou ficando preso, mas também não falam o motivo.

De acordo a fonte, a família tem grande desconfiança de que tenha policiais envolvidos nesse sumiço. Segundo escapou da polícia, o tal homem que foi preso havia citado o nome de dois oficiais, e de dois soldados que estariam envolvidos nesse sumiço.

De acordo com a fonte, as esposas dos policiais sumidos foram colocadas pra fora do Quartel, com a desculpa de que haveria uma reunião no momento, sendo que a reunião seria dentro do gabinete, as mulheres foram para o estacionamento, mas eles disseram que nem no estacionamento elas poderiam ficar. As esposas foram colocadas na rua mesmo e fecharam os portões. Segundo a fonte, elas ainda permaneceram no meio da rua com os portões fechados até 19h:30,  da noite, mas foram aconselhadas irem para casa.

De acordo com a fonte, um rapaz chegou até a casa da esposa de César onde as mulheres estavam reunidas, e disse que estava indo embora porque estaria com muito medo de morrer. E que tinha certeza que os policiais estavam mortos. Segundo o rapaz que seria uma possível testemunha do caso, teria ido bem cedo ao quartel para saber se havia dado certo. De acordo com a possível testemunha, estavam no Quartel os dois policiais que tinham ido com os sumidos na missão, e teriam perguntado se teria dado certo o negocio lá. Eles haviam respondido que não sabiam de negocio nenhum e perguntaram se ele estava doido, com medo eles foram embora do Quartel.

Segundo a fonte, a possível testemunha havia ido até a casa de Alberto, e lá ficou sabendo que Alberto não tinha voltado para casa. De acordo com a fonte e segundo a possível testemunha, um terceiro PM ligou para a possível testemunha e disse que queria conversar com ele, e se encontraram na casa de um dos informantes, e lá o PM teria dito para a possível testemunha a seguinte frase: “dois policiais militares desapareceram, e vai vir chumbo-grosso pela frente e você sabe que é peixe pequeno, fique calado, não comente com ninguém sobre missão nenhuma senão vai sobrar pra você”.

De acordo com a fonte, a possível testemunha ficou preocupada e resolveu ir embora, porque segundo ele, estaria correndo risco de vida, e na hora que ele tava pegando a estrada disse que ficou com pena das esposas das vitimas e resolveu contar tudo. Segundo a fonte, diante do que a possível testemunha havia dito, as esposas resolveram voltar para Imperatriz para reunir com a família e resolver o que fazer.

De acordo com a fonte, as famílias das vitimas resolveram buscar a possível testemunha, que estaria no Pará e levaram para uma casa, onde o rapaz contou tudo em detalhes e foi tudo gravado, como mostra este áudio abaixo, obtido com total exclusividade na íntegra.

OUÇA O ÁUDIO NA ÍNTEGRA  PARTE I.

OUÇA O ÁUDIO NA ÍNTEGRA PARTE II

Segundo a fonte, a polícia descobriu que a tal testemunha estaria na casa de uma das esposas das vitimas e foi preso com a promessa de resolver o caso o mais rápido possível. Só que segundo a fonte, a família das vitimas já descobriram que a suposta testemunha não estaria mais presa em Buriticupu, teria sido transferida para São Luís. O medo da família dos policiais desaparecidos, é que a suposta testemunha possa já ter sido morta como queima de arquivo.

Sobre João Filho

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