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TRÂNSITO

Prefeito Zé Martins assina convênio para calçamento em bloquetes na Cidade Nova e Estiva

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O prefeito de Bequimão, Zé Martins, assinou convênio com a Secretaria de Estado das Cidades e Desenvolvimento Urbano (SECID) para calçamento em bloquetes de ruas dos bairros Cidade Nova e Estiva. Serão quase 3km de vias urbanas recuperadas, com investimentos da ordem de R$ 1.522.500,00.

Moradores que convivem diariamente com poeira, no período seco, ou lama, quando chove, serão beneficiados diretamente com a obra.  Na Cidade Nova, três ruas extensas receberão os bloquetes: a Rua das Flores, que começa em frente à Assembleia de Deus, na Rua Barão do Rio Branco; a Rua Isaque Martins; e a Rua Princesa Isabel.

Na Estiva, os bloquetes serão colocados em duas ruas que dão acesso ao bairro e onde moram centenas de pessoas: a Rua da Marinha, que é continuidade da Rua Vitorino Freire, no Centro, e a Rua 07, principal via do bairro.

“Com esse calçamento, vamos melhorar as condições de tráfego nessas ruas, diminuir a poeira e deixar essas vias mais bonitas. A pavimentação com bloquetes tem a vantagem de absorver menos calor do que o asfalto e é mais ecologicamente correto, porque permite a infiltração de água da chuva, entre outros benefícios”, explicou o prefeito.

O convênio assinado pela secretária das Cidades e Desenvolvimento Urbano, Flávia Alexandrina Coelho Almeida Moreira, e o prefeito Zé Martins prevê o repasse de R$ 1.450.00,00 pelo Governo do Estado e a contrapartida de R$ 72.500,00 da Prefeitura Municipal de Bequimão. A próxima etapa é a licitação da obra.

DO TRIBUNA DE BEQUIMÃO

Motor do Ferryboat cidade de Cururupu para no meio da baía de São Marcos na manhã de hoje

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Quando eu falo que o perigo está no mar, os empresários de Ferryboat esperneiam. Hoje (15) na viagem das 8h, o Ferryboat cidade de Cururupu, que fazia a viagem Ponta da Espera/Cujupe, teve que voltar a São Luís, após está viajando há mais de 30 minutos. De acordo com informações de um passageiro que ligou para o número deste Portal, o Ferryboat teve que voltar porque o motor parou e perdeu a força, o que ocasionaria problemas para atravessar o boqueirão.

Com isso, todos os veículos tiveram que sair do ferryboat e aguardar outra embarcação que só saiu as 9:30h com os passageiros. O Ferryboat cidade de Tutóia está fazendo o trajeto neste momento com destino ao Cujupe.

A cada semana, uma ameaça de tragédia na travessia da baía de São Marcos. Vamos aguarda se a MOB vai se manifestar, assim como as empresas que fazem o transporte aquaviário. A EMAP também deve se manifestar sobre o caso. O certo mesmo, é que o comandante achou por melhor voltar, do que tentar atravessar o mar.

Governo lança edital de licitação para construção da ponte sobre o Rio Pericumã

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O Governo do Estado, por meio da Comissão Central Permanente de Licitação (CCL), enviou para publicação, nesta quarta-feira (13), o edital de licitação para contratação de empresa para construção da ponte rodoviária sobre o Rio Pericumã, no trecho que liga as cidades de Bequimão à Central do Maranhão. De interesse da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra), a licitação será realizada pela Comissão Especial de Licitação (CEL), instituída pela CCL.

Sobre essa mesma obra, o prefeito de Bequimão, Zé Martins (PMDB), em companhia do Superintendente do SEBRAE no Maranhão, João Martins, esteve em reunião na Secretaria de Estado de Infraestrutura – SINFRA, onde na oportunidade entregou toda a documentação referente às licenças de responsabilidade da Prefeitura, nas mãos do secretário adjunto de projetos, Jorge Kusaba, para que o Governador Flavio Dino (PCdoB) pudesse autorizar o início da construção da Ponte sobre o Rio Pericumã, que liga Bequimão e Central do Maranhão, a mais oito municípios do litoral ocidental. (REVEJA AQUI).

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O aviso de licitação foi assinado nesta quarta-feira (13), pelo presidente da Comissão Central, Odair Neves. Na ocasião estiveram presentes, o secretário em exercício da Sinfra, Ednaldo Neves; o secretário adjunto de obras rodoviárias da Sinfra, Samuel Gonçalves; o secretário adjunto de obras civis, João José Azevedo; o secretário adjunto de projetos, Jorge Kusaba; além de membros da Comissão Especial de Licitação.

A licitação será realizada na modalidade Concorrência, do tipo menor preço. O valor estimado para a execução dos serviços é de R$ 72.196.844,60. O edital poderá ser consultado na página da Comissão Central: www.ccl.ma.gov.br, ou, ainda, retirado na sede, a partir do dia 18 de janeiro.

O projeto prevê a construção de uma ponte com vigamento em aço e laje em concreto armado sobre a travessia do Rio Pericumã, interligando os municípios de Bequimão e Central do Maranhão. O trecho que compreende a ponte apresenta extensão estimada em 589 m, na rodovia MA-211. “a licitação para construção da ponte visa, como política do governador Flávio Dino, assegurar melhores condições de infraestrutura rodoviáriaà população da região da Baixada maranhense”, destacou o presidente da CCL Odair Neves.

O secretário adjunto Ednaldo Neves destacou a importância desse primeiro passo com o lançamento da licitação para construção da ponte sobre o Rio Pericumã. “Visa gerar emprego, além de favorecer o turismo e a economia, por meio da passagem de eventuais embarcações de pequeno porte, sob a estrutura da ponte”, comentou o secretário em exercício da Sinfra.

A primeira sessão pública da licitação tem data marcada para o dia 22 de fevereiro, no auditório Benedito Mendonça Dutra, na sede da CCL, na Avenida Colares Moreira, no Calhau.

Asfalto do “Mais Asfalto” tem menos de uma polegada de Espessura

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O Programa Mais Asfalto, criado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) e implantado em vários municípios do Maranhão, em especial onde o governador tem interesse político em 2016, como é o caso da capital maranhense, São Luís, administrada pelo jovem prefeito, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), deu sua prova de fragilidade e apenas ouviu a tempestade da primeira chuva de 2016 e rachou igual macaxeira em fornalha.

Para surpresa de muitos, que achavam que seria um bom trabalho, a foto abaixo mostra que o “Mais Asfalto” é apenas um engodo e a espessura do asfalto não chega a uma polegada. Em uma cidade que circulam quase meio milhão de veículos, incluindo ônibus e carretas, a Secretaria de Infraestrutura do Estado, em parceria com a Semosp (Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos), acabou fazendo um serviço porco e depois colocou a culpa na Caema, que também tirou o dela da reta e culpou a empresa ARTEC.

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Sem um trabalho de preparo, o serviço deve ser uma cera de vela ao fogo, assim que chover. A primeira mostra já foi enviada ao público, que ficou de queixo caído. As propagandas enganosas, que mais parecem as mesmas da ex-governadora Roseana Sarney, quando mostravam estradas de outros Estados e pegavam como se fossem no Maranhão, acabam sendo a maior farsa e cai no descrédito da população.

Assim que a chuva cair de verdade, talvez as ruas de São Luís voltem a mostrar os antigos córregos e sem mais tempo para recuperar, seja o canal por onde infelizmente o jovem político Edivaldo Holanda Júnior, que está cercado de algumas pessoas de mau caráter e que só pensam em dinheiro, possa ser jogado dia 2 de outubro. A reforma administrativa possa ser a única solução de recuperação. Achar que o povo é besta, não é o caminho.

Detran aperta os novatos que querem se habilitar a partir deste ano

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A partir deste ano (2016) será obrigatório o uso do simulador de direção veicular nas autoescolas para quem vai tirar carteira de motorista e dirigir carros de passeio, na Categoria B. Segundo a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), publicada em julho do ano passado, deu prazo até o dia 31 de dezembro de 2015 para que a exigência fosse cumprida. Os motoristas que vão adicionar à habilitação a Categoria B também devem ter aulas no simulador. O candidato que for tirar a primeira habilitação terá que fazer, no mínimo, 25 horas de aula prática. Do total, 20 horas em veículo de aprendizagem, sendo quatro horas no período noturno. As demais cinco horas serão feitas no simulador de direção, sendo uma hora com conteúdo noturno.

Quem já tem carteira de motorista e vai adicionar a Categoria B faz 20 horas de aula, sendo cinco horas no simulador. No simulador, os alunos têm reproduzidas situações como ultrapassagem, mudança de faixa, direção com chuva e manobra em marcha à ré. De acordo com o Contran, numa segunda etapa será obrigatório o uso do simulador para quem dirigir veículos comerciais, caminhão, ônibus e motos. A obrigatoriedade de aulas no simulador de direção veicular foi prevista, inicialmente, pelo Contran, e depois suspensa. Em fevereiro de 2014, donos de autoescolas protestaram nas proximidades do Congresso Nacional contra o uso de simuladores. Eles alegavam que o equipamento custava caro, entre R$ 30 mil e R$ 40 mil, e não traria grandes benefícios aos alunos. Por meio da Resolução 543, de 15 de julho de 2015, a obrigatoriedade foi retomada. À época, o Contran informou que o pedido para a volta da obrigatoriedade partiu dos Detrans de todo o país.A partir deste ano é obrigatório o uso do simulador de direção veicular nas autoescolas para quem vai tirar carteira de motorista e dirigir carros de passeio, na Categoria B.

Segundo a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), publicada em julho do ano passado, deu prazo até o dia 31 de dezembro de 2015 para que a exigência fosse cumprida. Os motoristas que vão adicionar à habilitação a Categoria B também devem ter aulas no simulador. O candidato que for tirar a primeira habilitação terá que fazer, no mínimo, 25 horas de aula prática. Do total, 20 horas em veículo de aprendizagem, sendo quatro horas no período noturno. As demais cinco horas serão feitas no simulador de direção, sendo uma hora com conteúdo noturno. Quem já tem carteira de motorista e vai adicionar a Categoria B faz 20 horas de aula, sendo cinco horas no simulador. No simulador, os alunos têm reproduzidas situações como ultrapassagem, mudança de faixa, direção com chuva e manobra em marcha à ré. De acordo com o Contran, numa segunda etapa será obrigatório o uso do simulador para quem dirigir veículos comerciais, caminhão, ônibus e motos.

A obrigatoriedade de aulas no simulador de direção veicular foi prevista, inicialmente, pelo Contran, e depois suspensa. Em fevereiro de 2014, donos de autoescolas protestaram nas proximidades do Congresso Nacional contra o uso de simuladores. Eles alegavam que o equipamento custava caro, entre R$ 30 mil e R$ 40 mil, e não traria grandes benefícios aos alunos. Por meio da Resolução 543, de 15 de julho de 2015, a obrigatoriedade foi retomada. À época, o Contran informou que o pedido para a volta da obrigatoriedade partiu dos Detrans de todo o país.

ACESSE:www.noca.com.br

Ferryboats colidem no Porto de Cujupe e por pouco não acontece uma tragédia

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Na tarde deste domingo (3), por pouco não acontece uma tragédia no Porto de Cujupe após colisão leve entre dois Ferryboat.  O ferryboat cidade de Tutóia que estava carregado de passageiros e veículos e seguiria com destino à capital maranhense, acabou se atrasando e ficou encalhado na rampa de Cujupe. No desespero para que não acontecesse o mesmo que ocorreu com o Ferryboat Baía de São José, na última segunda feira (28), quando a embarcação ficou encalhada às 10:30h da manhã  e só saiu às 20:00h (Reveja AQUI). Os funcionários da Serve Porto pediram ajuda para os tripulantes do Ferryboat cidade de Alcântara, que na tentativa de colaborar, quase cometiam uma tragédia. A sorte foi que o impacto não foi tão forte e todo mundo foi solidário ao ocorrido. Falhas acontecem e com maré ninguém brinca.

F2 F3

O Ferryboat cidade de Alcântara que aguardava para desembarcar; tentou rebocar o cidade de Tutóia, mas acabou sendo puxado e colidiu, por está muito pesado, ocasionando medo aos passageiros que aguardavam na parte interna uma solução por parte dos tripulantes.  Após várias tentativas, o Ferryboat cidade de Tutóia acabou desencalhando e seguindo seu destino para São Luís, normalmente. (Veja o Vídeo abaixo a tentativa dos tripulantes de desencalhar o Ferryboat cidade de Tutóia).

Já o Ferryboat cidade de Alcântara, que chegou no horário certo, acabou se atrasando, o que gerou reclamações dos passageiros que desembarcavam em Cujupe e principalmente dos que estavam na fila de espera e aguardavam por mais de 4 horas sem passagem.

Vários fatores estão deixando a população que viaja via Ferryboat, de orelha quente. Em pouco menos de uma semana, dois Ferrys ficaram encalhados no Porto de Cujupe. Um passou mais de 8 horas aguardando a maré, e somente o de hoje conseguiu se recuperar do erro. Falta saber, se é um descuido do comandante, ou é problema na rampa. O certo é que muitos problemas estão acontecendo e ninguém deu uma explicação. Seria a pressão infernal da MOB?

Ferryboat Baía de São José fica encalhado na rampa de Cujupe

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Mais uma vez os passageiros que fazem a travessia Cujupe/São Luís, via Ferryboat, ficaram a ver navios, ou melhor, ver urubus no morro do Cujupe nesta segunda feira (28) pela manhã. A viagem que deveria sair às 10:30h da manhã do terminal de Cujupe pelo Ferryboat Baía de São José, atrasou por mais de uma hora e todos os passageiros ficaram esperando na parte interna do Ferry.

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O motivo do atraso, mais uma vez está sendo negado por tripulantes da embarcação. De acordo com passageiros que passaram horas aguardando a saída do Ferry; a causa do atraso foi simplesmente um encalhamento na rampa, porque o motor não teve forças para sair de imediato e a maré estava vazando. Em depoimento, os passageiros contaram que os tripulantes do Ferry tentaram solucionar o problema com uma corda de nylon, mas a tentativa foi em vão, já que a corda estava apodrecida também. As operações improvisadas pelos marinheiros e operadores só deixaram os passageiros mais decepcionados com o transporte mais caro do Estado.

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O que deixou os passageiros preocupados foi a falta de respeito, onde não havia nenhum brigadista para qualquer ocasião de perigo ou socorro emergencial. Até outro Ferryboat tentou desencalhar o Baía de São José, mas sem êxito, já que os cabos estavam podres e arrebentaram em todas as tentativas.

O certo, mesmo, é que o Ferryboat Baía de São José está lento. O mesmo percurso que os outros Ferry’s fazem em 70 minutos, esse Baía de São José faz em 120 minutos, ou seja, duas horas. Mas isso não é visto pela MOB (Agência de Mobilização Urbana) que não fiscaliza nada e posa de dondoca dos terminais. Se a MOB funcionar como a internet de Cujupe funciona, os passageiros da baixada estarão ferrados. Muita propaganda e pouca ação!

 

Bilhete Único de Zé Inácio vai beneficiar passageiros de Alcântara no meio do mar

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Querendo fazer mídia com o governador Flávio Dino (PCdoB), o deputado Zé Inácio (PT), mais uma vez mostrou que pouco conhece os problemas do Maranhão. Impulsionado com o lançamento do Bilhete Único em São Luís, Inácio cuidou logo de criar um Bilhete Metropolitano que vai beneficiar até passageiros que viajam nos barcos e catamarãs sucateados de Alcântara para São Luís. A ideia do nobre deputado é para que o passageiro troque de embarcação no meio da baía de São Marcos, quando estiver em perigo de naufrágio.

“A ideia é muito simples; basta o passageiro esteja em viagem de Alcântara para São Luís, ou vice-versa, e achar que está demorando muito, pede para fazer baldeação, pegando outra embarcação no mesmo sentido ou contrário, de acordo com a quantidade de água que esteja invadindo o barco ou Catamarã. Ou seja, se o barco ou a Catamarã estiver para afundar, com o Bilhete Único Metropolitano, o passageiro vai poder trocar de embarcação sem pagar mais nada”.

Com essa ideia fenomenal, a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, composta por mais outros sem noção, aprovou por unanimidade o projeto de Lei N° 057/2015 de autoria do Deputado Zé Inácio (PT) que trata implantar o Bilhete Único Metropolitano como componente do sistema tarifário operacional do transporte público de passageiros na Região Metropolitana de São Luís, nos Município de São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Raposa e Alcântara.

O deputado Zé Inácio (PT) destaca que o Bilhete Único Metropolitano tem por finalidade permitir ao usuário a utilização de todos os modos de transporte público de passageiros necessários para o seu deslocamento até o destino final mediante o pagamento de uma única tarifa. “O sistema de Bilhete Único Metropolitano promoverá a integração de todos os meios de transporte coletivo de pessoas, especialmente, ônibus intermunicipais, ônibus municipais, bem como outras modalidades a serem implantadas”. Como a passagem para Alcântara Custa R$15 reais de Catamarã e R$ 12 reais de barco, será possível fazer a integração no meio da baía de São Marcos.

Outra linha que o Bilhete Único Metropolitano vai ser muito benéfico a população, será na Estrada de Ribamar. Quando o passageiro estiver atrasado, basta descer perto do Rio Paciência e pegar outro coletivo. A diferença vai ser enorme até no retorno da forquilha, tanto vindo de São José de Ribamar, quanto de Paço do Lumiar.

Vereadora propõe dobrar tempo e recarregar Bilhete Único pela internet

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A Câmara Municipal de São Luís deve encaminhar para a apreciação da Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), requerimento nº 739/2015 de autoria da vereadora Rose Sales (PV), propondo várias alterações no Bilhete Único, que começou a funcionar no dia 14 de dezembro, na capital maranhense. Na proposta aprovada em plenário, na sessão da última terça-feira (15), a parlamentar verde pede a ampliação do tempo, a implantação do Bilhete Único Metropolitano, benefícios desempregados.

Rose Sales conta que fez um estudo sobre os sistemas de Bilhete Único em outras capitais do Brasil e chegou à conclusão de que o sistema implantado em São Luís não garante reais benefícios aos usuários. A partir disso, ela elaborou o requerimento, que foi aprovado na Câmara. O documento solicita a realização de um estudo de viabilidade técnica, econômica e social para as alterações no sistema.

Uma das alterações propostas é a ampliação do tempo disponível para trocar de ônibus. Hoje, o usuário pode fazer isso durante até 90 minutos, desde que não mude o sentido do ônibus. Para Rose Sales, o tempo disponível deve ser alterado para 2 horas e 30 minutos, ou seja, 150 minutos. Além disso, ela defende a redefinição do itinerário para dois sentidos, visto que hoje o usuário não pode mudar o sentido no outro coletivo para ter direito ao benefício do Bilhete Único.

— O tempo de uma hora e meia e a escolha de apenas um sentido para a população se deslocar em quantos ônibus precisar para resolver seus afazeres não garante benefício. Temos um trânsito altamente engarrafado, que não dá as condições de rapidez no deslocamento, — destacou a líder do PV na Casa.

Outra alteração proposta pela vereadora é a implantação do Bilhete Único Metropolitano. Hoje, o sistema funciona apenas para linhas urbanas de São Luís integradas, o que deixa boa parte dos usuá rios de fora.

— Nós estamos dentro de uma ilha, na qual as pessoas têm deslocamento permanente entre os municípios. É importante ter esse benefício para todos, sem exceção, — disse a vereadora.

RECARREGA PELA INTERNET

Além dessas propostas, o requerimento prevê também a criação e implantação de Bilhete Único para os usuários do transporte público que estão desempregados durante o prazo de 90 dias; adoção de mecanismos que permitam saber o saldo do Bilhete Único pela internet e a criação de mecanismos que garantam o sigilo das informações pessoais dos usuários. Além da Prefeitura, o requerimento também será encaminhado ao Governo do Estado, através da Agência Estadual de Transporte e Mobilidade Urbana (MOB).

Texto: Isaias Rocha

 

Alcântara: O perigo está no mar!

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Após o naufrágio do catamarã “Carcará”, uma das embarcações que fazem a travessia São Luís/Alcântara/São Luís, o deputado Zé Inácio (PT) fez uma zuada na Assembleia e depois que o vento acalmou-se, ninguém mais tratou no assunto. A tragédia está anunciada e se ninguém tomar as medidas cabíveis sobre o transporte marítimo entre as duas cidades, vidas serão perdidas na travessia.

Para os que esquecem ou não se importam com os usuários, como é o caso da Agência de Mobilidade Urbana (MOB), que nem se manifestou sobre o caso. A menina dos olhos da MOB são os Ferryboats; sabe lá por que. Superlotado com mais de 50 pessoas, o catamarã naufragou dia 20 de novembro, há exatos vinte dias, nas proximidades do espigão da Ponta D’Areia, zona sul da capital maranhense. Ninguém ficou ferido porque o salvamento chegou rápido e a embarcação estava próximo à costa.

A falta de segurança do catamarã já havia sido denunciada no Blog do Ed Wilson, em maio/2015. Vários acidentes aconteceram na travessia de Alcântara para São Luís e simplesmente nenhuma autoridade se manifesta sobre o caso.

BARCO COM RACHADURAS

Além de catamarãs, os moradores de Alcântara e turistas que também utilizam o barco “Imperador” para o deslocamento à cidade, escaparam de uma tragédia por um tríz.

Na manhã de segunda feira, 30 de novembro, o “Imperador”, rebatizado “Divino”, sofreu avarias no casco e começou a “fazer água” (invadido por água), assustando os tripulantes e passageiros que passaram por momentos de terror durante a travessia.

De acordo com um passageiro que também estava na embarcação, o barco saiu de Alcântara e teve de retornar assim que o problema foi detectado, quando estava à altura da ilha do Livramento, já entrando em alto mar. A tragédia só não foi consumada, porque um tripulante conseguiu ver a tempo.

Uma usuária das embarcações e moradora de Alcântara denunciou a este Portal de Notícias, que uma “tragédia está anunciada” em relação ao transporte de passageiros da cidade histórica até a capital. “O que preocupa é que ninguém toma providência. Esse barco já vem apresentando problemas há tempos e nenhuma autoridade se manifesta”, descreveu a passageira.

Segundo um pescador, que não quis se identificar, “o motivo da entrada da água se deu por conta das estopas que são colocadas no casco (material para fechar os espaços entre as tábuas). Um pedaço de estopa estava soltando, o que propiciou a entrada da água em uma quantidade acima da capacidade de bombeamento”, detalhou o pescador, que conhece muito bem do assunto.

Resta agora, a Capitania dos Portos e a Agência de Mobilidade Urbana (MOB) investigar o caso e ficar atentos a essa situação, que pode se transformar em mais uma dor de cabeça para as autoridades responsáveis.

ED WILSON

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