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POLÍTICA

Ecopontos: Um mar de lixos

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Rose

A problemática do lixo em São Luís voltou ao debate em uma audiência pública, realizada na última quarta-feira (29) na Câmara Municipal, solicitada pela vereadora Rose Sales (PCdoB), que também é presidente da Comissão de Meio Ambiente e de Regularização Fundiária da Casa.

A temática principal das discussões girou em torno dos Ecopontos, locais que a prefeitura de São Luís tem disponibilizado para receber resíduos de pequenos volumes, mas segundo denúncia da vereadora Rose Sales, tem se configurado em verdadeiros lixões a céu aberto, e consequentemente levado graves problemas a população nos arredores, afetando a saúde pública e a segurança.

“Eu fiz vitorias em dois Ecopontos desses, um na Cidade Operária e outro na avenida dos Africanos, nas proximidades do Bairro de Fátima, e o que eu pude perceber é que lá estão resíduos de todo natureza, muitas vezes até orgânicos, sendo lançados. A população tem reclamado porque é algo que “enfeiúra” a cidade. Além disso afeta o fator saúde pública porque aumenta a proliferação de ratos e baratas e também a questão da segurança, já que nesses locais é comum a presença de usuários de drogas e assim, favorece o aumento do tráfico de entorpecentes nesses locais”, aponta Rose Sales.

Baseada nas visitas realizadas nesses locais, juntamente com entidades representativas, a vereadora Rose também criticou a forma como a prefeitura municipal vem mantendo os Ecopontos fora dos padrões ambientais.

“Eu percebi que existe até uma intencionalidade positiva por parte da Superintendência da limpeza urbana de estabelecer os ecopontos, mas há um distanciamento muito grande porque os Ecopontos ainda não foram assumidos pela gestão municipal com trato de seriedade, rigor e proatividade de fazê-lo acontecer como deve ser dentro dos padrões. Não tem uma previsão dentro da lei ambiental do que deveria ser feito, estão ambientalmente incorretos e falta educação ambiental na cidade e para as comunidades no entorno”, critica a parlamentar.

Durante a Audiência houve denúncias muito graves contra a gestão municipal com relação aos serviços de limpeza pública, onde foi afirmado que a população de São Luís paga altos valores por inúmeros serviços e ações que não acontecem, como: coleta seletiva; construção de galpões e compra de equipamento para reciclagem; construção de Ecopontos; e vários outros agravantes. A empresa SLEA prestou esclarecimentos mais de caráter jurídico, se colocando à disposição para clarificar as questões operacionais, declarando que a Prefeitura como delegatária do contrato fez repactuações dos valores e que a empresa faz a execução dos serviços determinados.

INTEGRARAM A MESA DO DEBATE:

O juiz Douglas de Melo Martins, da Vara de Interesses Difusos e Coletivos; Eurico Fernandes da Silva, chefe da Assessoria técnica do Instituto Municipal da Paisagem Urbana (Impur); Rosirene Martins Lima, Superintendente de Planejamento da Secretaria de Meio Ambiente; Cláudio Pontual Filho, jurídico da São Luís Engenharia Ambiental (SLEA); Claudio Calzavara de Araújo, representante do SINDUSCON-MA; Ronaldo Maia Garcêz, representante da Associação brasileira de Engenharia Sanitária (ABES); Luis Cruvel, presidntre da Associação de Condutores de veículos a tração animal e Maria Célia Lopes Dias, presidente da Associação de catadores de materiais recicláveis. Além de representantes de comunidades afetadas e pessoas interessadas em discutir o assunto.

“O que eu quero, junto com todas as instituições apresentadas, que participaram dessa audiência pública, é que o município revise os equívocos destes espaços que se configuram como verdadeiros lixões instituídos pela Prefeitura em diversos terrenos baldios e não como espaços para captação de resíduos, de forma seletiva, obedecendo a critérios técnicos, dentro de padrões ambientais, paisagísticos e que garantam a saúde pública às comunidades do seu entorno, numa perspectiva sustentável que integre os catadores/recicladores de resíduos, como também, retomar a discussão pública sobre a PPP (Parceria Público-Privada) dos Resíduos Sólidos, que tem como executora a Empresa São Luís Engenharia Ambiental – SLEA, responsável pela limpeza pública da capital”, enfatiza Rose Sales, que garantiu ainda uma apuração às denúncias apresentadas na Audiência.

Ao final da audiência pública foram feitos os seguintes encaminhamentos:

1- Solicitação à Prefeitura Municipal de São Luís do contrato com a SLEA e dos dois termos aditivos que se configuraram em repactuações financeiras e de serviços;

2- Reunião de trabalho dia 20.11.14, às 14h30, no Plenário da Câmara para análise sobre as informações solicitadas ao Executivo Municipal;

3- Traçar estratégias e estabelecer parcerias para revisão da implantação e garantir a estruturação dos ECOPONTOS;

4- Alicerçar o Projeto Piloto de um Ecoponto, com envolvimento de todos os setores pertinentes ( público, privado e da sociedade), a fim de balizar a estruturação dos demais;

5- Apresentação pela SEMMAM do Plano Municipal de Resíduos Sólidos;

6- Apresentação pelo IMPUR do Programa Cidades Jardins;

7- Criar mecanismos de apoio aos recicladores e aos carroceiros, dentre outros.

NOTA DE ASSESSORIA

A hora do Adeus, ou até 2017?

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FATIMA

Os suplentes de vereadores que conseguiram ficar no exercício do mandato durante o período eleitoral começam a deixar a Câmara Municipal de São Luís. Dos sete que estavam no cargo, quatro já saíram, um sai esta semana e outros dois ficam até dezembro.

A vereadora Fátima Araújo (PRP) chegou a chorar por conta da falta de quórum e ter seus projetos não aprovados pela Casa. Nesta segunda-feira (3), com quórum, ela teve seus projetos aprovados em seu último dia no mandato. Nesta terça-feira (4), o titular, Nato (PRP), retorna a casa legislativa.

Ela agradeceu pela oportunidade em sua despedida. “Agradeço a oportunidade e a experiência adquirida. Muitas vezes eu fui prejudicada pela falta de quórum. Porque eu sabia que tinha um tempo determinado aqui e cada sessão era importante. Fico feliz pelo que pude fazer e desejo que os que ficam façam o que eu não tive tempo” – disse Fátima Araújo.

Já deixaram o parlamento os suplentes Alencar Gomes (PDT) e Anderson Martins (PRB). Retornaram Ivaldo Rodrigues (PDT) e Bispo Paulo Luiz (PRB). Os dois titulares eram candidatos e não conseguiram a eleição.

Eidimar Gomes (PSDB) também já deixou o mandato. Porém, ela retornará em definitivo a partir de 2015. O titular Sérgio Frota voltou nesta segunda-feira (3), mas foi eleito deputado estadual e deixará a vaga para a suplente.

Rômulo Franco (PRB) deixa o mandato nesta terça-feira (4). Na quarta-feira (5), Marquinhos (PRB) volta a casa legislativa municipal.

Batista Matos (PPS) e Dr. Damasceno (PSL) permanecem por mais tempo. Batista fica até 10 de dezembro no lugar de Estevão Aragão (SD). Dr. Damasceno fica no mandato até 31 de dezembro caso não haja nenhuma mudança nesse período. O titular, Chico Carvalho (PSL), está em tratamento de saúde.

Eleições 2014 é previsão bíblica

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Por Leonardo Boff

DILMA

Nestas eleições presidenciais, os brasileiros se confrontaram com uma cena bíblica, testemunhada no salmo número um: tinha que escolher entre dois caminhos: um que representa o acerto e a felicidade possível e outro, o desacerto e infelicidade evitável.

Criaram-se todas as condições para uma tempestade perfeita com distorções e difamações, difundidas na grande imprensa e nas redes sociais, especialmente uma revista que ofendeu gravemente a ética jornalística, social e pessoal publicando falsidades para prejudicar a candidata Dilma Rousseff (PT). Atrás dela se albergam as elites mais atrasadas que se empenham antes em defender seus privilégios que universalizar os direitos pessoais e sociais.

Face à estas adversidades, a Presidenta Dilma ao ter passado pelas torturas nos porões dos órgãos de repressão da ditadura militar, fortaleceu sua identidade, cresceu em determinação e acumulou energias para enfrentar qualquer embate. Mostrou-se como é: uma mulher corajosa e valente. Ela transmite confiança, virtude fundamental para um político. Mostra inteireza e não tolera malfeitos. Isso gera no eleitor ou eleitora o sentimento de “sentir firmeza”. Sua vitória se deve em grande parte à militância que saiu às ruas e organizou grandes manifestações. O povo mostrou que amadureceu na sua consciência política e soube, biblicamente, escolher o caminho que lhe parecia mais acertado votando em Dilma. Ela saiu vitoriosa com mais de 51% dos votos.

Ele já conhecia os dois caminhos. Um, ensaiado por oito anos, fez crescer economicamente o Brasil, mas transferiu a maior parte dos benefícios aos já beneficiados à custa do arrocho salarial, do desemprego e da pobreza da grande maioria. Fazia políticas ricas para os ricos e pobres para os pobres. O Brasil fez-se um sócio menor e subalterno ao grande projeto global, hegemonizado pelos países opulentos e militaristas. Esse não era o projeto de um país soberano, ciente de suas riquezas humanas, culturais, ecológicas e digno de um povo que se orgulha de sua mestiçagem e que se enriquece com todas as diferenças.

O povo percorreu também o outro caminho, o do acerto e da felicidade possível. Neste ele teve centralidade. Um de seus filhos, sobrevivente da grande tribulação, Luiz Inácio Lula da Silva, conseguiu com políticas públicas, voltadas aos humilhados e ofendidos de nossa história, que uma Argentina inteira fosse incluída na sociedade moderna. Dilma Rousseff levou avante, aprofundou e expandiu estas políticas com medidas democratizantes como o Pronatec, o Pro-Uni, as cotas nas universidades para os estudantes vindos da escola pública e não dos colégios particulares; as cotas para aqueles cujos avós vieram dos porões da escravidão assim como todos os programas sociais do Bolsa Família, o Luz para Todos, a Minha Casa, minha Vida, o Mais Médicos entre outros.

A questão de fundo de nosso país está sendo equacionada: garantir a todos, mas principalmente aos pobres, o acesso aos bens da vida, superar a espantosa desigualdade e criar mediante a educação oportunidades aos pequenos para que possam crescer, se desenvolver e se humanizar como cidadãos ativos. Esse projeto despertou o senso de soberania do Brasil, projetou-o no cenário mundial como uma posição independente, cobrando uma nova ordem mundial, na qual a humanidade se descobrisse como humanidade, habitando a mesma Casa Comum.

O desafio para a Presidenta Dilma não é só consolidar o que já deu certo e corrigir defeitos mas inaugurar um novo ciclo de exercício do poder que signifique um salto de qualidade em todas as esferas da vida social. Pouco se conseguirá se não houver uma reforma política que elimine de vez as bases da corrupção e que permita um avanço da democracia representativa com a incorporação da democracia participativa, com conselhos, audiências públicas, com a consulta aos movimentos sociais e outras instituições da sociedade civil.

É urgente uma reforma tributária para que tenha mais equidade e ajude a suplantar a abissal desigualdade social. Fundamentalmente a educação e a saúde estarão no centro das preocupações desse novo ciclo. Um povo ignorante e doente não pode dar nunca um salto rumo a um patamar mais alto de vida. A questão do saneamento básico, da mobilidade urbana (85% de população vive nas cidades) com transporte minimamente digno, a segurança e o combate à criminalidade são imperativos impostos pela sociedade e que a Presidenta se obrigará a atender.

Ela, nos debates, apresentou um leque significativo de transformações a que se propôs. Pela seriedade e sentido de eficácia que sempre mostrou, podemos confiar que acontecerão. Há questões que mal foram acenadas nos debates: a importância da reforma agrária moderna que fixa o camponês no campo com todas as vantagens que a ciência propiciou. Importa ainda demarcar e homologar as terras indígenas, muitas ameaçadas pelo avanço do agro-negócio.

Por último e talvez o maior dos desafios nos vem do campo da ecologia. Severas ameaças pairam sobre o futuro da vida e de nossa civilização, seja pela máquina de morte já criada que pode eliminar por várias vezes toda a vida e as consequências desastrosas do aquecimento global. Se chegar o aquecimento abrupto, como inteiras sociedades científicas alertam, a vida que conhecemos talvez não possa subsistir e grande parte da humanidade será letalmente afetada. O Brasil por sua riqueza ecológica é fundamental para o equilíbrio do planeta crucificado. Um novo governo Dilma não poderá obviar esta questão que é de vida ou morte para a nossa espécie humana.

Que o Espírito de sabedoria e de cuidado oriente as decisões difíceis que a Presidenta Dilma Rousseff deverá tomar.

*Leonardo Boff é teólogo e filósofo, e também escritor. É dele o livro “Proteger a Terra e cuidar da vida: Como escapar do fim do mundo” (Record, 2010)

Weverton Rocha fala sobre desafios

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#Matéria de assessoria#


“Meu primeiro desafio é ajudar o governo do estado a conseguir recursos para melhorar a vida dos maranhenses, pois a dívida é histórica”.

WEV

O deputado federal reeleito, Weverton Rocha (PDT), foi entrevistado pelo Programa Palavra Aberta, da TV Câmara, onde fez uma breve análise sobre a expectativa do Congresso Nacional para a próxima legislatura, que contará com 28 partidos, e ressaltou a importância de se discutir no plenário, pautas relevantes para a sociedade, como a Reforma Política, a necessidade do diálogo entre o Governo e o Congresso.

Na ocasião, Weverton ressaltou a eleição, logo em primeiro turno, do professor universitário, ex-juiz, ex-deputado federal e ex-presidente da EMBRATUR, Flávio Dino (PCdoB), como governador do estado, após uma frente ampla composta por nove partidos terem trabalhado em prol de sua eleição e a do senador eleito Roberto Rocha (PSB). Outro ponto tratado durante a entrevista foi à diversidade dos partidos que compõem a bancada maranhense, onde Weverton ponderou que isto evidencia que o eleitor cada vez mais tem escolhido o candidato, e não o partido ou coligação a qual este integra.

Quando questionado sobre os desafios para o próximo mandato, o parlamentar ressaltou o seu objetivo de contribuir com o governo do estado, buscando atrair desenvolvimento para o Maranhão que necessita de empenho de todas as esferas do poder público para sanar a dívida histórica com o estado. “A dívida é histórica. O povo do Maranhão precisa do aporte do Estado e da União”, destacou o parlamentar maranhense.

Weverton destacou, ainda, o seu trabalho em prol dos pequenos produtores e trabalhadores rurais injustiçados com as ampliações de reservas biológicas e indígenas, os quais ele pretende continuar defendendo, e a luta pela educação e pelo trabalhador, que são bandeiras de defesa do seu partido, o PDT, ressaltando a necessidade da implantação da escola em tempo integral, visando combater problemas como falta de segurança, tráfico de drogas e marginalização da juventude. “Não adianta o Estado construir mais cadeias, aumentar o número de policiais nas ruas, se não oferecer educação de qualidade em tempo integral, com alimentação, acesso a esporte e cultura”, finalizou Weverton.

 

Aécio leva taca nas urnas do maranhão

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PT

Se no primeiro turno a surra foi grande, no segundo turno a taca foi ainda maior. A disputa entre Dilma & Aécio pela presidência da república mostrou o quanto o nordeste é forte e o Maranhão representa para o Brasil. Com 78,76% dos votos válidos, Dilma faturou 2.475.762 votos, contra 667.517 de Aécio Neves no Maranhão. Em 217 municípios maranhenses, Aécio venceu só em São Pedro dos Crentes, com uma diferença de apenas 5 votos.

A oportunidade de fazer um mandato diferente e bem melhor que o primeiro, levou Dilma à vitória ontem (26) no segundo turno com mais de 3 milhões de votos à frente de Aécio Neves. Em uma disputa acirrada, talvez a mais disputada dos últimos 20 anos, Dilma só viu a vitória após os acréscimos. Mesmo assim, o Brasil fez a festa e principalmente as regiões norte e nordeste.

Mas não foi só nas regiões taxadas como pobres, que Dilma foi bem votada. No sudeste Dilma bateu Aécio no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, terra do tucano. No norte, apenas no Acre o tucano venceu a petista. Já no Centro-Oeste Aécio fez a festa. Agora fica a grande pergunta: Porque Aécio perdeu até em seu estado? Cadê os 92% de aprovação do governo Aécio? Se um filho não serve bem sua terra, vai servir a nação?

A grande questão que tomou conta do Brasil logo após a vitória de Dilma foi o ódio e a xenofobia. Sulistas escrachando como os nordestinos e até os tucanos do norte e nordeste falando e escrevendo horrores nas redes sociais. Isso é a prova da violência no país. O que mostra são os interesses individuais e não coletivos.

Durante a campanha vi pessoas com alta capacidade de conhecimento, falando coisas inexistentes e esquecendo a história do Brasil. Muitos mostraram que não conhecem seus Estados e muito menos seu país. Pessoas falando de economia, inflação, emprego, educação, saúde, transporte e até aumento na conta de luz da Cemar. Foram os verdadeiros papagaios ensaiados.

Até em nossa brilhante imprensa, vi colegas profissionais falando coisas absurdas. Esses perderam as aulas de Jornalismo social. O Brasil não pode voltar a miséria, o povo pobre também sente fome e sede. O pobre merece respeito. Estaremos de olho nos próximos 50 meses.

O partido democrático trabalhista (PDT) foi o que mais vestiu a camisa petista no segundo turno. Representado por Weverton Rocha, Julião Amim & Ivaldo Rodrigues, o PDT promoveu uma campanha 24h e não saiu das ruas nenhum segundo. Os pedetistas mobilizaram o Maranhão inteiro, principalmente São Luís.

 

Resultado das eleições 2014 mostra quem tem força em Bequimão

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ANÁLISE APROFUNDADA DAS ELEIÇÕES 2014/2016

BEQUIMÃO 2014-2016

Em uma análise mais aprofundada e sem paixões partidárias, foi constatada de forma clara, que após os resultados das eleições pra governador, senador, deputado estadual e federal, os grupos políticos de Bequimão, comandados por Dr. Leonardo Cantanhede e Juca Martins, proclamaram suas forças sem muito esforço.

Após o derramamento de dinheiro pela maioria dos cabos eleitorais tanto dos que apoiaram Zé Inácio, quanto Othelino Neto, o que se viu em Bequimão foi uma verdadeira compra de votos descaradamente por parte desses candidatos, porém em ambos os casos tiveram uma votação muito aquém do que se pensava.

No famoso senadinho, todos falam em uma boca só, que o ex-prefeito, Diniz, estava furioso por ter gasto em torno de 350 mil reais pra dar uma boa votação ao seu candidato e por estar em último lugar, conforme pesquisas eleitorais, avisado pelo próprio deputado Othelino, via telefone, se virou nos trinta pra reverter à situação, senão morreria politicamente em Bequimão. A façanha não deu certo, mas isso não significa que Diniz não é uma força.

O CORRE-CORRE VISANDO 2016:

 Após o alerta do experiente deputado, o que se viu foi um entra e sai frenético na casa do Ex-prefeito, e pra quem tinha menos de 10 votos ele andou distribuindo 2 mil reais e assim por diante.

FAZENDO OS CÁLCULOS: tirando os 300 votos dado pela limitada liderança do Vereador Elanderson de Jacioca, onde ainda consegue ter votos em um reduto muito pequeno, a votação dada a Othelino pelo ex-prefeito Diniz foi de pouco mais de 1200 votos, juntando-se com a votação dada pelo vereador Sassá, o que posso classificar como muito pouco pra tamanho investimento. O certo é que Diniz continua com a canoa alagada, podendo naufragar a qualquer momento, dependendo da sua postura a partir de agora.

O NOVO COM O VÍRUS DE MONTEIRO:

Já Zé Inácio, que em comício realizado dia 04/10 na Praça 2 de novembro, no centro de Bequimão, em período vedado pela lei eleitoral, anunciou em praça  Pública que se elegeria e que sairia de Bequimão com 5 mil votos; profecia esta concretizada em partes, pois se elegeu mas, só teve pouco mais de 3 mil votos, ou seja, apenas 400 votos a mais que na eleição de 2010, quando obteve (2.700 votos), onde nem se comprara o valor gasto naquela eleição. Já nesta, a farra foi de algo em torno de 800 mil reais somente em Bequimão. No Estado todo, a farra gira em torno de 15 milhões de reais. Isso significa que cada voto de Zé Inácio em Bequimão teve valor mínimo de R$ 243 reais.

Isso ocorreu devido muitas lideranças terem recebido o dinheiro do candidato, e não ter dividido a grana com os eleitores, como foi o caso no povoado Quindiua, onde para duas lideranças locais foram pago algo em torno de 13.000 reais, e teve sua votação diminuída em quase 100 votos em relação a 2010.

 ANÁLISE PARCIAL: Zé Inácio ganhou, mas não levou o troféu, pois se elegeu mais não teve seu governador eleito, o que dificultará sobremaneira sua vida política na assembleia.

MAQUINA NA MÃO:

O prefeito Zé Martins, mesmo sem a presença do Pai, Juca Martins, não fez campanha, apenas algumas reuniões, tendo perdido parcialmente o controle do grupo por falta de lideranças comprometidas, Zé viu seu grupo muito dividido, inclusive tendo sido alertado por seu pai, que deveria ter pulso forte com os traidores, como foi o caso de algumas lideranças do grupo. Mesmo assim, Zé Martins deu uma boa votação ao candidato Adriano Sarney. O secretário Bastico, que após um acordo com seu grupo, só fez campanha para o candidato a deputado federal, Pedro Fernandes, onde a votação foi abaixo do esperado, conseguindo pouco mais de 600 votos, e que a matemática seria pelo menos 1.000 mil votos nas urnas bequimoenses, tentando mostrar força para seu líder Juca Martins.

NA CORDA BAMBA:

Já o vereador Cheira Sunga que acendeu a mesma vela pra Deus e o pro Diabo; pela frente do prefeito Zé Martins ele dizia que apoiava Adriano Sarney e por traz pedia voto pra Zé Inácio, inclusive o que parece é ter votado juntamente com sua família para o petista, agora vive entre a cruz e a espada, podendo ficar fora das eleições 2016.

VISÃO FUTURA:

Já Cesar Cantanhede, fez uma opção consciente e firme, quando foi procurado por Ivaldo Rodrigues, e depois de uma conversar com todos os partidos do grupo, após a maioria das lideranças do seu grupo não querer apoiar Zé Inácio, decidiu por apoiar Ivaldo, mesmo sem muita estrutura financeira, manteve sua palavra até o final, dando uma votação excelente, quase 1.200 votos, consideravelmente uma votação de liderança e amizade, juntamente com o vereador Sinhô e Dr. Leonardo Cantanhede.

ANÁLISE PARCIAL: Mostrar que é possível fazer uma campanha limpa e sem derramamento de dinheiro e ainda conseguir uma boa votação, foi o principal objetivo do grupo, onde  mostrou força pra fazer valer o acordo feito com todo seu grupo político em 2012 e com as pessoas simpáticas a seu grupo, que seria candidato natural de consenso em 2016.

CONCLUSÃO FINAL DA ANÁLISE:

1º – Só não enxerga a verdade quem não quer. O Grupo de Zé Martins mostrou que está vivo mesmo tendo diminuído bastante a votação de seu candidato a estadual, votação esta até menor que na eleição de 2010. Mesmo que pequena, mas com a máquina municipal na mão, Zé Martins é um candidato forte à reeleição, mas pode sem dúvidas ser barrado pela oposição, bastando o grupo comandado por Dr. Leonardo ser inteligente.

2º – O Grupo de Oposição à Zé Martins, formado por Cesar Cantanhede, Dr. Leonardo, Antonio Diniz, Zé Inácio, Vereador Sinhô, Vereadora Raquel, Vereador Sassá, Vereador Elanderson, somando as suas votações em todas as esferas superam em muito a votação de Zé Martins e de seu Grupo. Mas não podemos esquecer que as eleições para prefeito, são totalmente diferentes.

3º – Vejam bem, a oposição do Maranhão, somente chegou ao poder e derrubou a Oligarquia Sarney, depois que todos seus integrantes e pretensos candidatos terem recuado e que fizessem valer os acordos feitos durantes a costura das coligações pra Governo e Senador, barrando nomes de Peso como foi o caso do Ex- Prefeito de São Luís, João Castelo, deputada estadual, Eliziane Gama e outros mais.

4º – Se todos do grupo de Dr. Leonardo, pensarem bem e ouvirem a voz do povo, que querem ver o acordo e ter como Candidato a Prefeito em 2016, Cesar Cantanhede, certamente irão lutar por uma vitória em Bequimão como foi em 2008. Caso contrário é remar contra a maré, pois com vários candidatos é dar um tiro no escuro e decretar o “salve-se quem puder”, pois cada um detém sua liderança conforme sua forma de fazer política. Se for pra dividir eleitores, Zé Martins terá a maior fatia.

5º – De nada vai adiantar criar novos grupos e sair se lançando candidato com meia dúzia de votos, haja vista que os eleitores de Zé Martins não se dividem, são fiéis. Daí Vale o lembrar: UNAM-SE E GANHEM A ELEIÇÃO OU PREPAREM-SE PRA CAMINHOS SINUOSOS. O alerta está feito!

Berzoini faz caminhada em SLZ

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“1, 2, 3, é Dilma outra vez!” Com este grito de guerra, que logo em seguida foi entoado por centenas de pessoas, o ministro Ricardo Berzoini e uma multidão que o acompanhou percorreram diversas ruas de bairros da região do Turu, em uma caminhada realizada no fim da tarde de ontem (16) em prol da reeleição da presidenta Dilma Rousseff.

A caminhada, que teve início à tarde e entrou pela noite, percorreu ruas do Turu e de bairros da região, atraindo a atenção de centenas de pessoas que acompanhavam a comitiva formada por lideranças de diversos partidos políticos que apoiam a reeleição de Dilma, como o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, o deputado federal Weverton Rocha, o presidente do Partido Democrático Trabalhista no Maranhão (PDT/MA), Julião Amim, o deputado federal Waldir Maranhão, os deputados estaduais Zé Carlos, Zé Inácio, os vereadores Ivaldo Rodrigues e Pavão Filho, Márcio Jardim, Yglesio Moyses, entre inúmeras lideranças e militantes de partidos aliados.

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Weverton Rocha aproveitou a oportunidade e falou, mais uma vez, sobre o momento político vivenciado no estado, que, após a união de vários partidos da oposição, conseguiu eleger Flávio Dino como próximo governador, e, pela primeira vez na história, elegeu um senador da oposição, que foi Roberto Rocha. “A união que foi feita no primeiro turno para eleger Flávio, permanece agora neste segundo turno intensificando suas forças em prol da reeleição de nossa presidenta, pois entendemos que devemos sempre estar ao lado do povo, e o governo de Dilma é o que está do lado do povo brasileiro”, declarou o deputado, ressaltando, ainda, a importância da presença do ministro na comunidade: “senhor ministro, apesar do nosso estado ter dois maranhenses como ministros, esta é a primeira vez que esta comunidade recebe a visita de um ministro”, disse.

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O prefeito Edivaldo destacou a importância da reeleição da presidenta Dilma, uma vez que ela se tornou uma grande parceira de São Luís destinando recursos e projetos para melhorar a cidade e a vida da população, e com sua reeleição os avanços continuarão. “Viemos às ruas para clamar ao povo e levar o número da presidenta a cada cidadão, para que ela se reeleja e continue a contribuir com nossa cidade”, falou.

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O ministro Berzoini destacou o papel do prefeito de São Luís de estar nas ruas, demonstrando ser um bom militante dos movimentos populares, e agradeceu as inúmeras lideranças políticas que trabalham no estado em prol da reeleição de Dilma, citando Weverton que o procurou e falou da necessidade de sua vinda à capital maranhense para intensificar a campanha da presidenta. “O Brasil se coloca neste momento diante de uma escolha fundamental para sua história. Nós que já vencemos a ditadura militar, temos a oportunidade de decidir, neste momento, se queremos continuar avançando, como um país das políticas sociais e que olha para o seu povo, ou se queremos retroceder, para um governo que significa o arrocho salarial, privatizações e que trabalha em prol de banqueiros. Este é o momento de não só fazermos campanha, mas fazermos o convencimento daqueles que estão indecisos e que não votaram no primeiro turno. A presidenta fez questão que eu viesse aqui agradecer a significativa votação que o povo do Maranhão a deu no primeiro turno”, concluiu.

 

A onda Dilma 13 cresce no Maranhão

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Se no primeiro turno a taca foi grande, agora no segundo turno a goleada começa a se desenhar. Após dois debates entre Dilma x Aécio, ficou ainda mais claro, que o PSDB não tem competência para administrar um país da grandeza do Brasil. Em oito anos de administração do Brasil, o PSDB levou o país a dobrar a dívida externa, que antes era de 38% do PIB e passou para 78%.

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Contra números não há argumentos. Lula recebeu um Brasil sucateado, pobre miserável, analfabeto e sem credibilidade. Hoje o país tem dinheiro, credibilidade, programas sociais e cresce na educação superior. Antes, pobre na universidade só como zelador; jamais como estudante.

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Com os programas Fies, Pronatec, Prouni e tantos outros, o brasileiro sente prazer de estudar e reconhece todo esforço. Estudantes com transporte escolar de qualidade, Hospitais com médicos 24 horas e o crescimento de empregos no Brasil, o povo mudou de vida e se igualou as outras classes sociais.

QUEM CONHECE NÃO VOTA

Compare as eleições com um campeonato de futebol bem disputado. Já imaginou se o seu time perde em casa, como seria o resultado lá fora? Pois é, assim foi com o tucano Aécio Neves, que continua batendo no peito e divulgando uma falsa aprovação de 92% em Minas Gerais e as urnas não disseram isso. No primeiro turno Aécio perdeu pra Dilma até em seu curral eleitoral. Quem vota em Aécio em Minas Gerais? A imprensa local não vota, os professores não votam, os policiais não votam, os médicos não votam, os enfermeiros não votam e as outras classes profissionais não suportam Aécio. Sobrou apenas a bandidagem mineira.

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Sabe por que esses profissionais não votam em Aécio? Porque o tucano é rancoroso, amordaça a imprensa, transfere os policias pra bem longe e se denunciar o tucano, são ameaçados de morte. (Veja o vídeo aqui).  Quem não respeita leis, não merece respeito. Aécio esculachou os PMs do Rio de Janeiro quando foi pego em uma blitz da lei seca no bairro do Leblon, zona sul da cidade maravilhosa. Bêbado, Aécio se recusou a fazer o teste do bafômetro e teve a CNH apreendida, já que o documento estava vencido. (Veja o Vídeo).

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Envolvido em nepotismo, crime por empregar familiares em seu governo, Aécio não passa de uma onça em pele de cordeiro. Além disso, desviou dinheiro da saúde, educação, segurança e nunca foi se quer julgado, imagina condenado.

Aécio Neves é o novo Collor de Melo. É bom ficar ligado!

 

 

Ele está de volta à câmara!

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Quem estava com saudades pôde aproveitar ontem (13) e cumprimentar um dos vereadores mais atuantes de São Luís. Estou falando de Ivaldo Rodrigues (PDT), que cumpriu licença de 4 meses para sua campanha de deputado estadual e agora está de volta à casa legislativa da capital. Em seu primeiro dia após licença, Ivaldo ocupou o plenário, e agradeceu os milhares de votos, o apoio da equipe de campanha e aos amigos parlamentares.

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Consciente da verdadeira política do Brasil, Ivaldo classificou esta eleição para deputado, como a briga do “Milhão x Tostão” ou “Davi x Golias”. “É uma disputa desleal, mas garanto que fiz uma campanha pé no chão e meus votos foram livres e conscientes. Uma coisa é certa, hoje faço parte da história do novo Maranhão. Contribui para que isso viesse acontecer e agora é realidade”.

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Em sua fala, Ivaldo Rodrigues fez um alerta: quero reafirmar meu compromisso com esta casa e dizer que minha luta pelo povo Ludovicense será dobrada a partir de hoje. Para finalizar o discurso que foi muito aplaudido pelos companheiros, Ivaldo se mostrou amigo dos livros e mostrou mais uma de suas frases intelectuais.

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“Time que não joga não tem torcida. Eu joguei e fiz parte do jogo. Estou na história da nova política do Maranhão”.

 

Esta matéria foi excluída por ordem Judicial

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PROCESSO400-07.2016.8.10.0064 (4032016)

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