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BEQUIMÃO

Prefeitura de Bequimão entrega cestas básicas a mais de 200 famílias carentes do município

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Na semana passada, mais de 200 famílias receberam cestas básicas montadas com produtos cultivados aqui mesmo em Bequimão. A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, dá apoio técnico aos agricultores familiares e, depois, adquire parte da colheita pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Os beneficiários levaram para suas casas produtos como melancia, milho, pimentinha, cheiro verde, couve, alface, pepino, feijão, farinha, peixe, entre outros itens. Os alimentos foram fornecidos pelos agricultores da Vila Betel, Santana, Ariquipá e Beira do Campo, que estão entre os 36 do município que fazem parte do PAA.

A moradora do bairro Cidade Nova, Rosilene Rodrigues, está sendo contemplada desde a primeira entrega e diz que o projeto chegou em uma boa hora. “Os alimentos que nós recebemos aqui nos ajudam a não comprometer a nossa renda, que já é pequena. São produtos naturais e essenciais para a nossa sobrevivência. Nós só temos a agradecer o prefeito Zé Martins por esse projeto. É muito bom e me ajuda bastante todo mês”, declara a lavradora.

Esta é terceira entrega mensal realizada pela administração do prefeito Zé Martins às famílias carentes da cidade. Em agosto, foram distribuídas 160 cestas. Em setembro, 180 famílias foram beneficiadas. “O nosso público alvo é o beneficiário do Bolsa Família. De preferência, aqueles que não têm nenhuma outra fonte de renda além do benefício”, explica a coordenadora do PAA, Clenilde Bitencourt.

A seleção dos beneficiários é feita por meio do Número de Identificação Social (NIS), programa destinado a registrar o cidadão, com ou sem vínculo trabalhista formal, que tenha direito a benefícios sociais como o Bolsa Família, Pronatec, ProJovem Trabalhador, Garantia Safra, entre outros.

“A entrega de cestas com os produtos da agricultura familiar do nosso município segue determinação do prefeito Zé Martins e é uma iniciativa da Prefeitura de Bequimão, em parceria com o MDA [Ministério do Desenvolvimento Agrário], Secretaria Municipal de Agricultura e o CRAS [Centro de Referência de Assistência Social]”, conclui Clenilde Bitencourt.

Prefeitura de Bequimão reúne parceiros para finalizar planejamento da 7ª Semana do Bebê Quilombola

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A Prefeitura de Bequimão, por meio da Secretaria de Cultura e Promoção da Igualdade Racial, em parceria com a Comissão Intersetorial do Selo Unicef, Movimento Quilombola de Bequimão (MoqBeq) e Fundação Josué Montello, realizou reunião com lideranças das comunidades quilombolas, na última quinta (17), para definir a programação da 7° Semana do Bebê Quilombola, que será realizada no período de 25 a 30 de novembro.

Ficou definido que a abertura oficial acontecerá na comunidade quilombola de Juraraitá. No encontro, também foram deliberados os eixos principais a serem trabalhados no evento, visando à melhoria de indicadores sociais no município: Saúde, Educação, Proteção Social e Participação Democrática. O encontro aconteceu na Sala do Selo Unicef, localizada no Centro de Referência Especializada da Assistência Social (CREAS).

Um dos destaques deste ano será o treinamento oferecido pela presidente da Sociedade Maranhense de Puericultura e Pediatria do Maranhão, Marynea Vale, para as parteiras das comunidades tradicionais do município de Bequimão, em especial das comunidades quilombolas. Ela ministrará o curso “Reanimação Neonatal para Parteiras”.

Alinhamento

Na terça-feira (22), o secretário de Cultura e Promoção da Igualdade Racial, Rodrigo Martins, reuniu-se com a consultora de projetos sociais da Fundação Josué Montello, professora Claudete Ribeiro. A pauta principal foi a programação base da 7ª Semana do Bebê Quilombola, elaborada de forma conjunta entre parceiros e representantes das comunidades quilombolas. A médica Marynea Vale, que ofertará o curso às parteiras, participou da reunião.

Aluno bequimãoense está classificado para as semifinais da Olimpíada de Língua Portuguesa

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Gabriel Rodrigues, aluno do 7° ano da Unidade Integrada Sumaúma, está entre os 125 semifinalistas selecionados na categoria memórias, da Olimpíada de Língua Portuguesa (OLP). O texto do estudante da Rede Municipal de Ensino de Bequimão foi analisado e aprovado pelas Comissões Julgadoras Escolares Municipal e Estadual. Agora, Gabriel, de 12 anos, e a sua professora, Jaciara Sodré, vão representar o Maranhão na Oficina Semifinal, que será realizada nos dias 28, 29 e 30 de outubro, em São Paulo.

A OLP recebeu mais de 170 mil inscrições em todo o país e teve como tema “O lugar onde vivo”. Os textos nas categorias poema, memórias, documentário, crônica e artigo de opinião foram enviados por meio do site do programa “Escrevendo o Futuro”.

Dos 217 municípios maranhenses, somente 11 municípios tiveram alunos classificados para a fase semifinal: São Luís (1), Bacabal (2), Alto Alegre do Pindaré (3), São Bernardo (1), Lago Verde (2), Carolina (1), Bequimão (1), São João dos Patos (1) , Presidente Sarney (1), São Luís (1), Pinheiro (1) e Rosário (1). A nível nacional, o município de Bequimão ocupa o 125º lugar.

Participaram desta edição mais de 42 mil escolas, com alunos do 5º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio, de 4.900 municípios do Brasil. A Olimpíada de Língua Portuguesa é promovida pelo Itaú Social e pelo Ministério da Educação, com o objetivo de incentivar as práticas de leitura e aprimoramento da escrita nas escolas públicas brasileiras.

Por Blogue Tribuna de Bequimão

Em parceria com a Prefeitura de Bequimão, Sebrae realiza palestra sobre Vendas

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Com o objetivo de melhorar o desempenho de profissionais que trabalham ou pretendem trabalhar com venda, o Sebrae-MA (Unidade Regional de Pinheiro) realizou, nesta quinta-feira (17), uma palestra sobre “Vendas: estratégias vencedoras para Bequimão”. A ação foi promovida com apoio da Prefeitura de Bequimão, por meio da Sala do Empreendedor.

A palestra foi ministrada pela consultora e instrutora do Sebrae/MA, Wanda Pereira, com a participação de 50 empreendedores e potências empreendedores. O evento aconteceu no auditório da escola Batutinhas, localizada na Rua Presidente Vargas, em frente à Praça Santo Antônio.

Participaram da palestra pequenos empresários, microempreendedores individuais (MEI), gerentes comerciais, autônomos e potenciais empreendedores, além do coordenador da Sala do Empreendedor e secretário de Cultura e Promoção da Igualdade Racial, Rodrigo Martins, o secretário Ademar Costa (Indústria e Comércio), e o agente de desenvolvimento, Valdecy Amorim.

Fotos: Reprodução

Prefeitura de Bequimão e MoqBeq continuam trabalhos para certificação das comunidades de Boa Vista, Iriritíua e Santa Tereza

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No domingo (13), as comunidades de Boa Vista, Iriritíua e Santa Tereza, em Bequimão, elaboraram documentação de autodeclaração como grupos remanescentes de quilombolas. Essa definição é requisito legal para o requerimento da certificação de comunidades quilombolas pela Fundação Palmares. Esse trabalho está sendo orientado pela Prefeitura de Bequimão, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Promoção da Igualdade Racial, e pelo Movimento Quilombola de Bequimão (MoqBeq).

Nas reuniões, foram elaboradas as atas de autodefinição. Pela proximidade, as comunidades de Boa Vista e Iriritiua entraram em acordo e solicitaram coletivamente a certificação.

Participaram das reuniões o secretário municipal de Cultura e Promoção da Igualdade Racial, Rodrigo Martins; a sociologia Andréia Rabelo, que fez um diagnóstico das comunidades e explicou como seria feito o processo de requerimento no cadastro geral, bem como a expedição do verificado de autorreconhecimento como remanescentes de quilombo. Ela representou o chefe regional da Fundação Cultural Palmares no Maranhão, Alan Ramalho.

Já foi realizada um encontro na comunidade de Pontal, mas falta a reunião final, para elaboração da ata de autodeclaração. Estão programadas reuniões nos povoados Águas Belas, Frexal, Monte Alegre e Monte Palma, que também buscam a certificação. Até agora, 11 comunidades de Bequimão já foram certificadas: Ariquipá, Conceição, Marajá, Pericumã, Ramal do Quindiua, Santa Rita, Sassuí, Sibéria, Juraraitá, Rio Grande e Mafra.

Prefeito Zé Martins esclarece informações sobre Semana do Bebê Quilombola

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O prefeito Zé Martins divulgou nota, nesta quarta-feira (16), esclarecendo informações que circularam em vídeo sobre a Semana do Bebê Quilombola. Confira a íntegra da nota!

NOTA

A bem da verdade e em respeito aos parceiros do projeto Semana do Bebê Quilombola, esclarecemos:

1. Em 2013, a Secretaria Estadual da Igualdade Racial (SEIR) convidou a Prefeitura Municipal de Bequimão para um trabalho que envolvesse a primeiríssima infância (crianças de zero a três anos). Foi, então, elaborado e começou a ser executado o projeto Semana do Bebê Quilombola, em parceria com a Fundação Josué Montello e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef);

2. Ainda em 2013, o prefeito Zé Martins sancionou a Lei nº 08/2013 (e não decreto), instituindo a Semana do Bebê Quilombola. Essa ação é pioneira no Brasil, uma vez que Bequimão foi o primeiro município do país a fazer o projeto voltado a crianças quilombolas;

3. O projeto mobiliza esforços de todas as secretarias municipais e dos órgãos parceiros. No segundo semestre de 2019, esse projeto ganhou novo impulso, com um trabalho mais bem articulado, na busca de resultados e mudanças nos indicadores sociais. Atualmente, Bequimão figura entre os oito municípios brasileiros que já concluíram mais desafios do Selo Unicef;

4. Por fim, a Prefeitura de Bequimão convida a população bequimãoense para a VII Semana do Bebê Quilombola, que será realizada de 25 a 30 de novembro de 2019.

Zé Martins
Prefeito de Bequimão

Foto/Doc: Arquivo / Prefeitura de Bequimão

Gestão Zé Martins amplia em 62,5% a cobertura do “Criança Feliz”

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Nesse sábado (12), Bequimão comemorou o Dia das Crianças com importantes avanços na política de assistência social aos pequenos do município. A gestão do prefeito Zé Martins aderiu ao “Criança Feliz”, em 2017, com a finalidade de promover o desenvolvimento integral da primeira infância. O programa considera, ainda, a família e o contexto de vida das crianças na faixa etária de 0 a 6 anos.

De segunda a sexta, a equipe do “Criança Feliz” realiza visitas domiciliares na sede e zona rural de Bequimão. O grupo é formado por oito visitadoras, uma supervisora e uma coordenadora. A iniciativa faz parte das diretrizes do Marco Legal da Primeira Infância e já alcançou 42 comunidades no município. Foram 150 atendimentos contínuos realizados entre setembro de 2017 e agosto de 2019. A partir deste mês, o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) pretende atingir a marca de 240 atendimentos, ampliando em 62,5% a meta de cobertura do programa.

A supervisora do “Criança Feliz” em Bequimão, Valdilene Gusmão, explica que a identificação das famílias se dá por meio de pesquisa no prontuário eletrônico do Sistema Unificado de Assistência Social (SUAS). Através dele, a equipe tem acesso a lista de beneficiários dos programas assistenciais do Governo Federal, como por exemplo o Bolsa Família.

“Acessando a Rede SUAS, nós identificamos as crianças e passamos a fazer o acompanhamento delas no dia a dia, dando orientações indispensáveis para o fortalecimento dos vínculos familiares e estimulando o desenvolvimento infantil. A adesão ao programa é voluntária e não garante a concessão de benefícios financeiros”, esclarece Valdilene Gusmão.

Além de gestantes, crianças de três anos e suas famílias beneficiárias do Bolsa Família, o “Criança Feliz” também tem como público alvo crianças de até seis anos e suas famílias beneficiárias do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e crianças de seis anos afastadas do convívio familiar em razão da aplicação de medida protetiva prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Em Bequimão, a supervisora Valdilene Gusmão afirma não há nenhuma criança que se enquadre no último requisito do programa.

Mais assistência

A redução da taxa de mortalidade entre crianças dos mais variados perfis étnicos é mais um desafio que vem sendo superado a cada dia em Bequimão. A queda do índice aponta forte influência da Semana do Bebê Quilombola como instrumento transformador dessa realidade no município. Pioneira no Brasil, a mobilização social foi instituída pelo prefeito Zé Martins por meio da Lei n° 09 de 2013 e, desde então, tem contribuído com a proteção e o desenvolvimento de crianças de até seis anos nas comunidades remanescentes de quilombos.

O Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde do Brasil (DATASUS) indica que Bequimão reduziu em 35% o número de óbitos infantis por causas diversas, entre 2012 e 2017, ano da última atualização do índice. Na administração que antecedeu a gestão do prefeito Zé Martins, entre 2009 e 2012, 20 crianças não tiveram mais que um ano de vida. Já no primeiro mandato do prefeito Zé Martins, esse número caiu quase pela metade. Entre 2013 e 2017, foram registrados 13 óbitos infantis, sete a menos que o período anterior.

Fotos: Rodrigo Martins

Em conferência, Bequimão define prioridades para as políticas de Assistência Social

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A Prefeitura Municipal de Bequimão, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, realizou, nessa terça-feira (8), a X Conferência Municipal de Assistência Social de Bequimão, com o tema “Assistência Social: direito do povo, com financiamento público e participação social”. No encontro, os conferencistas avaliaram o cenário da assistência social no município, elaboraram propostas e elegeram delegados que representarão a população bequimãoense na etapa estadual da conferência.

Uma das principais funções de uma conferência é a elaboração coletiva de propostas. Por isso, depois das discussões, os participantes reunidos em três grupos deliberaram sobre as demandas prioritárias a serem incorporadas ao Plano Municipal de Assistência Social. Sugeriram a cobertura e divulgação das ações da Política Municipal de Assistência Social; a preservação dos serviços e benefícios assegurados pela Política de Assistência Social; a melhoria das condições de trabalho, para que as equipes alcancem metas pré-estipuladas pela cobertura assistencial; o fortalecimento da articulação intersetorial; a realização de capacitação permanente por parte do Estado; e a construção de um Centro de Referência de Assistência Social Quilombola (CRAS- Quilombola).

O credenciamento para o evento começou às 7h30, no Salão Paroquial, no Centro de Bequimão. Enquanto aguardavam na fila, os conferencistas puderam apreciar as belas pinturas produzidas pelos alunos do Serviço de Convivência do CRAS, que hoje atua na sede e em mais quatro povoados do município (Paricatíua, Ramal do Quindíua, Areal e Ariquipá). O adolescente Davi França, de 12 anos, é um desses novos artistas. Há dois, ele recebe assistência direta do órgão. “No serviço de convivência do CRAS, trabalhamos com crianças e adolescentes, oferecendo oficinas de arte e reciclagem. Identificamos esses jovens que estão em situação de vulnerabilidade social e buscamos inseri-los em uma nova perspectiva de vida”, contou a orientadora social do CRAS, Rosana Paixão.

A assistente social Cleoneude Amorim, do Centro de Referência Especializada de Assistência Social (CREAS), fez a leitura do Regimento Interno, que foi discutido e aprovado. Essa etapa é importante, para que as regras da conferência também sejam fruto de uma decisão coletiva.

Políticas já implantadas

Em sua fala, o secretário de Assistência Social, Josmael Castro, citou avanços da Política Municipal de Assistência Social de Bequimão. “O CRAS tem uma equipe, um prédio próprio, uma estrutura própria e recursos oriundos de parcerias diretas com o Governo Federal, o que fortalece o nosso trabalho na sede e nas comunidades do nosso município. Além do serviço de convivência, temos o programa ‘Criança Feliz’, que dá assistência às mães e às crianças do município, desde o período de gestação até o fim do período que chamamos de primeira infância (0 a 6 anos)”, destacou o secretário.

Por meio do programa “Criança Feliz”, oito visitadores prestam assistência a 250 crianças, grande parte natural de comunidades quilombolas do município. Eles visitam as famílias e detectam se as crianças estão em situação de vulnerabilidade. Se for confirmada essa condição, a administração municipal passa a prestar toda a assistência necessária.

As ações do CREAS também têm ajudado no combate à violência contra as mulheres, no desarmamento infantil, no combate às drogas e à violência sexual. Como estratégia, está sendo estimulado o protagonismo juvenil em causas sociais. Esse trabalho ganhou mais força com a criação do Núcleo de Cidadania de Adolescentes (JUVA), que tem atuado na busca ativa por jovens que estão fora da escola e no cumprimento dos desafios para a conquista do Selo Unicef.

Debates

Para que os participantes conhecessem mais sobre os assuntos ligados às políticas sociais, a coordenadora do Programa Criança Feliz e assistente social, Rosimeire Dorneles, falou sobre o tema central da conferência: “Assistência Social: Direito do Povo, com financiamento público e participação Social”.

Depois, no formato de painel, foi discutida a aplicabilidade da Política Municipal de Assistência Social, com base em três eixos: a assistente Social Marinez Paixão, a gestora do Cadastro Único e do Programa Bolsa Família, Yara Costa, e a supervisora do Programa Criança Feliz, Valdilene Gusmão, falaram sobre a “Assistência social é um direito do cidadão e dever do Estado”. Já a assistente social Cleoneude Amorim abordou o tema “Política pública tem que ter financiamento público”. A secretária executiva do Conselho Municipal de Assistência Social, Gleciane Ribeiro, tratou da temática “A participação popular garante a democracia e o controle da sociedade”.

A programação foi encerrada com a eleição dos delegados que representarão Bequimão na XIII Conferência Estadual de Assistência Social. Foram eleitas a moradora da comunidade Pericumã, Benedita Rodrigues (Sociedade Civil), e a assistente social do CRAS, Sandra Portela (Poder Público).

Participaram da conferência o vice-prefeito da cidade, Sidney Nogueira (Magal), representando o Prefeito Zé Martins; a vereadora Preta de Barbosa, representando a Câmara Municipal de Bequimão; os secretários de Assistência Social, Josmael Castro, e de Administração, José Orlando Ferreira; o presidente do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), Francivaldo Macedo; representantes do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (Maria dos Remédios), do Hospital Lídia Martins (Jane Matos) e das secretarias de Meio Ambiente (Edmilson Pinheiro), Educação (Almerinda Emília) e Agricultura (Cleonilde Bitencourt), além de assistentes sociais, orientadores sociais, psicólogos, nutricionistas, sociedade civil e beneficiários da Política Municipal de Assistência Social.

Foto: Divulgação/Prefeitura de Bequimão

“Meu Quilombo” leva assistência social e saúde para o Marajá

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Na sexta (4), moradores da comunidade quilombola Marajá, em Bequimão, receberam atendimento médico, nutricional e psicossocial. A ação é parte do projeto “Meu Quilombo”, realizado pela Prefeitura de Bequimão, por meio Centro de Referência Especializada de Assistência Social (CREAS), com o apoio das secretarias de Assistência Social e de Cultura e Promoção da Igualdade Racial. Pesquisadores da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) – Campus Pinheiro também fizeram atividades na comunidade, coletando amostras para exames que vão indicar as condições de saúde de idosos quilombolas.

Segundo o psicólogo do CREAS, Wanderson Farias, com a ampliação das politicas públicas de saúde e assistência social em Bequimão, o projeto “Meu Quilombo” quer garantir a valorização da ancestralidade e fortalecer os vínculos familiares dentro das onze comunidades remanescentes de quilombos do município.

Ao todo, 180 pessoas já foram alcançadas pela mobilização do CREAS, nos últimos meses. Esse trabalho tem como foco a melhoria da qualidade de vida, a valorização da identidade e no fortalecimento dos vínculos familiares. A equipe promove rodas de conversas para discutir o uso de drogas e casos de violência. “O projeto faz parte de uma estratégia do CREAS, subsidiada pelas demandas das próprias comunidades. Representantes perceberam que as famílias estavam se desestruturando e começaram a buscar profissionais para trabalhar a questão do fortalecimento familiar”, explicou Wanderson Farias.

Nas rodas de conversa, também foram abordadas as mudanças na família, a primeira infância, a construção da subjetividade, a formação da personalidade das crianças, além das responsabilidades paternas, a partir da abordagem do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e dos Códigos Penal e Civil.

“Nossas ações estão sendo ampliadas e fortalecidas nas comunidades remanescentes de quilombos de Bequimão. Só no quilombo Marajá, já é a terceira vez. Também já estivemos no Rio Grande, Ariquipá, Santa Rita, Ramal do Quindiua e Juraraitá. Então, todos os anos fazemos esse acompanhamento de perto, junto às famílias, para tratar da criação, sustento, proteção, saúde e educação de crianças e adolescentes. Direitos que estão garantidos lá no ECA”, assegurou o psicólogo.

Com essa atividade, o município de Bequimão também cumpre um dos desafios do Selo Unicef, que é a promoção da campanha “Infância sem Racismo”, numa parceria com o Núcleo de Cidadania de Adolescentes (JUVA). A Secretaria Municipal de Cultura e Promoção da Igualdade Racial levantou demandas para a 7ª Semana do Bebê Quilombola, que acontecerá em novembro.

Coleta de amostras

A equipe de pesquisadores da UFMA – Campus Pinheiro deu continuidade à coleta de amostras, que vão servir para o levantamento das condições de saúde dos idosos das comunidades quilombolas de Bequimão. Desta vez, foram realizados 42 atendimentos, com pacientes dos povoados Sibéria (01), Marajá (16), Pericumã (11) e Ariquipá (24). Somando os idosos atendidos pelos médicos da UFMA e os atendimentos realizados pelo médico do Programa Estratégia Saúde da Família, foram 52 pessoas atendidas.

Segundo o secretário de Cultura e Promoção da Igualdade Racial, Rodrigo Martins, ainda falta coletar amostras de idosos das comunidades quilombolas de Conceição, Mafra, Ramal do Quindíua, Rio Grande, Sassuí e Juraraitá. “Após as coletas dos idosos dessas comunidades, serão agendadas as devolutivas dos exames realizados pela equipe médica do projeto”, disse o secretário.

As atividades em Marajá foram encerradas com uma aula de zumba, com integrantes do projeto Agita Bequimão, idealizado pela Secretaria Municipal de Saúde.

Eleição para Conselho Tutelar movimentou Bequimão, neste domingo (06)

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A movimentação em frente às escolas Manuel Beckman e Aniceto Cantanhede começou desde cedo, no domingo (06). Os bequimãoenses foram às urnas para a escolha de cinco novos conselheiros tutelares, que atuarão no quadriênio 2020-2023. A votação foi encerrada às 17h e a apuração se estendeu até o início da madrugada.

Jailson Silva foi o mais votado, recebendo 276 votos. Também foram eleitas: Desivanilde Alves Ferreira, com 261 votos; Deuzinete Rodrigues Pacheco, com 204 votos; Silvilene Pereira Garcia, com 200; e Claudilene Pereira, com 185.

Ao todo, 2.345 eleitores compareceram às urnas. De acordo com a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Luana Talene, esse número é quase o dobro de eleitores mobilizados na eleição anterior para o Conselho Tutelar.

O prefeito Zé Martins, o vice-prefeito Sidney Nogueira (Magal) e o presidente do Fórum em Defesa da Baixada Maranhense, João Martins, votaram no final da tarde.

O processo eleitoral

Na primeira fase do processo eleitoral, que aconteceu no mês de agosto, foi realizada uma prova de conhecimentos específicos. Desses testes, foram selecionados os 17 candidatos que concorreram às cinco vagas para o Conselho Tutelar.

Poderia votar qualquer eleitor do município de Bequimão. Foram disponibilizadas dez sessões, distribuídas nas escolas Aniceto Cantanhede e Manuel Beckman, no Centro.

Os novos conselheiros eleitos serão empossados pelo prefeito Zé Martins e cumprirão mandato de quatro anos, podendo concorrer à reeleição no pleito seguinte. No exercício de suas atividades, devem contribuir para o enfrentamento às violações dos direitos de crianças e adolescentes, atuando, por exemplo, no combate a situações de negligência, exploração sexual e violência física e psicológica.

Os conselheiros também exercem papel estratégico na proteção jurídica e social dos direitos de crianças e adolescentes.

Fotos: Divulgação/Prefeitura de Bequimão

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