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Pesquisa para o Senado aponta Alexandre Almeida como fator surpresa as eleições 2018

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O deputado estadual e ex-vereador pela cidade de Timon, Alexandre Almeida surpreendeu a todos com a primeira pesquisa divulgada do ano na disputa pelo cargo de duas vagas ao Senado Federal pelo Maranhão, pontuando com 6%.

Alexandre Almeida será o candidato oriundo da Região Leste, uma das mais importantes e estratégicas do estado, com mais de 1,2 milhão de habitantes, cerca de 700 mil eleitores distribuídos em 44 municípios, e que clama por um representante na chapa majoritária das eleições de 2018.

O fato é que Alexandre Almeida encarna esse sentimento, no seio do povo, por mudança e renovação dos quadros políticos maranhenses.

A exemplo, que figurinhas repetidas da política encontrados pela pesquisa, Tanto Lobão quanto Sarney Filho permanecem estáveis, mas deixaram de crescer em relação aos números do ano passado. Zé Reinaldo, que aparecia sempre entre os três primeiros, teve uma reduzida.

Registrada no TSE sob nº 06478/2018, a pesquisa foi feita entre os dias 25 a 30 de maio ouvindo 1.400 pessoas, tendo uma margem de erro de 3,2% para mais ou para menos. Com o intervalo de confiança de 95%, a pesquisa apresentou um número de 18% dos que não votam em nenhum dos candidatos e de 12% dos que não quiseram responder.

Por Isaías Rocha

Titio Fábio agora é 12?

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O assunto mais comentado esta semana nos tabuleiros da política maranhense foi a declaração do ex-vereador Fábio Câmara (MDB) ao pré-candidato ao senado, deputado Weverton Rocha (PDT). A declaração de Titio Fábio chegou como um foguete na cidade de Bacabal e caiu na porta da casa do senador João Alberto, considerado padrinho político de Câmara. Nos corredores e rodas de conversas, um assunto veio à tona novamente. Para muitos que ainda lembram de uma suposta compra de Titio Fábio no segundo turno das eleições de 2016, a declaração pode está embutida na negociação. Só que eu nunca acreditei nessa hipótese.

Desde que assumiu a cadeira de vereador na Câmara Municipal de São Luís, Titio Fábio criou ódio da gestão de Edivaldo Jr e muito mais que fazia parte da dela. Foi o maior crítico que o prefeito Edivaldo Holanda Jr teve em 4 anos de gestão no legislativo ludovicense. Criador do bordão em alusão ao prefeito que ficou batizado de EDH, Fábio chegou a falar em seus pronunciamento que Edivaldo vivia às margens da lei, e o chamou de marginal. Fábio é polêmico por natureza e muita das vezes vencia batalhas sozinho na Câmara.

Só que sua fama como político em 4 anos foi de polêmico, mas pouco foi aproveitada. Em 2014 o então vereador Fábio Câmara inventou que seria candidato a deputado. Peitou seu tutor Ricardo Murad e foi, mas não conseguiu vencer. Em 2016 foi candidato a prefeito de São Luís e protagonizou a campanha mais fria da política maranhense, mostrando que todo aquele discurso no plenário da Câmara não valia mais nada. A derrota foi acachapante, o que culminou com um “desaparecimento” de Titio Fábio no segundo turno.

Depois de uma ano Titio Fábio aparece fazendo declarações comprometedoras e pode virar 12 ainda este ano. Como política é um jogo, Fábio Câmara já deve ter sido apresentado ao presidente do clube dos 12 e aguarda apenas uma ordem para vestir a camisa e ser apresentado aos torcedores como reforço para a temporada 2018. Só ninguém vai entender é como o “inimigo” vai poder comer na mesma mesa daqui para frente. Mas isso se chama política!

Fábio Câmara que não tem nada de besta, já mostrou que é um jovem inteligente, sempre se declarava que havia iniciado no MDB como zelador, mas foi ganhando moral e credibilidade aos poucos até chegar ao cargo de parlamentar. Agora após sua declaração, Weverton que também é passado na casca do alho, já fez o convite de filiação para Tio Fábio e garantiu legenda para ser candidato a deputado estadual. É uma forma de começar bem em outro partido, evitando a vassoura novamente.

OPÇÃO DO TIO FÁBIO

Se declarar para Weverton Rocha pode ter vários motivos: optar por um candidato jovem ao senado, voltar à mídia através de suas declarações polêmicas ou mesmo ser uma opção de PDT para deputado, aproveitar a janela de transferência de sair de seu grupo ou até mesmo fazendo um jogo de valorização de passe. Mesmo Weverton sendo uma aposta do partido e do Palácio dos Leões, Fábio pode está dando mais um chute errado e se afundando ainda mais na política. O certo mesmo é que se for verdade, tanto Rocha, quanto Câmara, estarão mostrando que coragem não ficou para qualquer um. É aguardar para ver os próximos capítulos.

 

Eliziane Gama e suas jogadas ensaiadas para tentar convencer Flávio Dino

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A deputada federal e presidente estadual do Partido Popular Socialista no Maranhão, Eliziane Gama, esteve na cidade de Timon, na noite desta quinta-feira (18), participando de um Congresso Municipal do partido na Câmara Municipal, onde foram discutidas as estratégias da sigla para as eleições deste ano. Durante o evento a parlamentar mais uma vez tentou colocar em prática suas jogadas ensaiadas, mas está difícil convencer o governador Flávio Dino, já que desde 2012 a “Irmanzinha” soltou veneno contra o comunista.

Segundo ela, mesmo não tendo seu nome como o escolhido ao senado por Flávio Dino, o PPS irá apoiar o comunista à reeleição. Só que esse jogo pode não terminar empatado. Com os olhos vidrados nos votos dos evangélicos, Eliziane tenta vender essa fatia ao governador, mas sua credibilidade está muito abaixo do que ela imagina. Sem muitas alianças pelo Maranhão, Flávio Dino seria seu maior cabo eleitoral.

Pré-candidata ao senado, a deputada concedeu uma entrevista na manhã desta sexta-feira (19) ao Site www.eliaslacerda.com (ASSISTA AQUI), em que na oportunidade anunciou que apoiará a reeleição de Flávio Dino, mesmo que não seja escolhida como a segunda candidata ao senado a ser apoiada por ele nas eleições deste ano. No vídeo a deputada mostra que está aliada ao governo comunista. Será?

Zé Reinaldo diz que Flávio Dino muda de opinião

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Em entrevista ao Blogue do John Cutrim, o ex-governador e atual deputado federal Zé Reinaldo, que é pré-candidato ao senado, não poupou palavras ao falar que o governador Flávio Dino muda de opinião quando é questionado sobre o apoio ao ex-governador. Acostumado ficar em cima do muro, Dino pode se complicar e atrapalhar seus candidatos ao senado. Até agora apenas Weverton Rocha garantiu apoio do comunista para concorrer ao senado. Os demais e principalmente Zé Reinaldo, o inventor de Flávio Dino na política, permanece na fila de espera.

A ENTREVISTA COMPLETA AO BLOGUEIRO JOHN CUTRIM DO JORNAL PEQUENO

O governador Flávio Dino negou que durante reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), foi dada a garantia de apoio ao deputado federal José Reinaldo como o segundo nome da sua chapa ao Senado. A revelação foi dada em entrevista à editoria de política do Jornal Pequeno (Lourival Bogéa, Oswaldo Viviani, Manoel Santos Neto, Itevaldo Júnior, John Cutrim). “Não foi bem assim. Essa reunião realmente houve aqui no Maranhão. Eu e o Rodrigo somos amigos há muitos anos, fomos deputados juntos, e me foi feita a seguinte pergunta: ‘O fato de o ex-governador Zé Reinaldo se filiar no DEM é um critério que o exclua da chapa do Senado?’ Eu respondi: ‘De modo algum’. E devolvi ao Maia outra pergunta: ‘E o DEM ficará conosco?’ Ele respondeu: ‘Sim, ficará’, disse Dino.

Em conversa com o blog do John Cutrim neste domingo (31), Zé Reinaldo comentou o desmentido do governador Flávio Dino. “Não devo ter entendido o que ouvi. Mas o governador tem todo o direito de mudar de opinião quando quiser”, afirmou.

Questionado por este blog o que realmente Flávio teria dito na reunião com Maia e ele no Palácio dos Leões, José Reinaldo respondeu:

“O Weverton é o candidato do meu campo político – embora eu diga para ele que não é tão de esquerda assim – e tem defendido causas do agrado da esquerda e assim foi uma escolha natural nesse campo. Zé Reinaldo é um nome que se impõe naturalmente e representa o campo de Centro dos partidos desse campo que me apoiam. Assim fica tudo equilibrado”, foram as palavras do governador ao presidente da Câmara Rodrigo Maia, segundo Zé Reinaldo.

“Acho que não entendi direito o que o governador quis dizer”, encerrou Reinaldo.

 

Weverton Rocha tenta “cavar” votos com trator no interior do Estado

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As pesquisas não são favoráveis para o deputado federal Weverton Rocha (PDT), que se lançou pré-candidato ao senado para as eleições de 2018. O nome do pedetista não tem boa aceitação em meio aos eleitores maranhenses, após várias polêmicas envolvendo seu nome, o que levou a ser réu pelo Superior Tribunal Federal (STF). Com a popularidade rasteira, Weverton criou uma tática bastante comum no meio político, fazer negociata com prefeitos do interior oferecendo algum bem material e em troca o precioso apoio do gestor.

Em Satubinha, cidade distante de São Luís, cerca de 300 KM, com aproximadamente 12 mil habitantes, o deputado federal Weverton Rocha esteve lá no último sábado (30) de outubro onde “Visitou” a prefeita Dulce Maciel Pinto da Cunha (PV), até então aliada do grupo Sarney e quem derrotou o candidato do PCdoB em 2016, para firmar aliança visando as eleições de 2018. Como forma de “cortesia” o deputado ofertou um Trator para Dulcinha até o final do ano, afirmando que seria parte de um emenda individual sua. OUÇA O ÁUDIO ABAIXO.

O que deixou muita gente de orelha em pé é que o deputado pedetista é oposição ao governo Michel Temer e anda oferecendo emenda parlamentar em troca de alianças visando uma cadeira ao senado. Ora meu nobre Gatuno, em qual lugar do Brasil, um parlamentar oposição ferrenho ao governo recebe emenda parlamentar? Só que os tratores são adquiridas através de recursos obtidos pelo Governo do Maranhão em operação de crédito com a Caixa Econômica Federal, dando continuidade à política de desenvolvimento das cadeias produtivas no estado, além de ampliar o escoamento da produção maranhense (Programa Mais Produção). A única coisa que deve está acontecendo é que o nobre pedetista esteja usando a sombra do governador para fazer alianças e tentar cavar uns votos no interior do estado.

 

Weverton Rocha tem menos de um ano para pescar os mais de 1 milhão de votos que precisa

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Após o resultado das pesquisas do Instituto Escutec, que não deixou Weverton Rocha bem na fita, começou a pesca por votos em cada cantinho do Maranhão. A onda das pesquisas encomendadas por blogueiros e pagas pelos pré-candidatos começou bem antes do que todo mundo imaginava.  O deputado federal Weverton Rocha (PDT) é pré-candidato ao senado e aprece o menos rejeitado em pesquisa realizada na cidade de Timon com 460 entrevistados no período de 4 a 7 de outubro em 41 bairros da zona urbana.

No questionário rejeição o deputado federal licenciado e ministro Sarney Filho (PV) lidera com 31,52%. Edison Lobão (PMDB) é o segundo mais rejeitado com 18,7% e Zé Reinaldo é o terceiro com 12,61%, segundo a pesquisa. Só lembrando, que no Maranhão a população já não acredita em pesquisa de opinião pública e muito menos de mercado. O seguimento perdeu total credibilidade.

Não sabem ou não opinaram segundo a pesquisa, 10,48%, Eliziane Gama teve 8,91, Waldir Maranhão ficou com 8,70% e Weverton Rocha obteve apenas 6,96%. Segundo o levantamento, Weverton é o menos rejeitado. É de se entender que o deputado Weverton é jovem na política, porém as últimas notícias publicadas na mídia nacional sobre o parlamentar pedetista podem prejudicar seu projeto, que está bem articulado, mesmo a mídia esteja jogando Weverton contra a população. O que falta em Weverton sobra em Sarney Filho e Lobão: base eleitoral.

Nas intenções de votos, Lobão lidera a corrida com 27,17%, seguido por José Reinaldo com 24,78%. Não sabem ou não opinaram tiveram 17,17% da pesquisa. Sarney Filho chega em terceiro lugar com 12,61%, Waldir Maranhão atinge 6,52%, Weverton Rocha tem 5,43% e Eliziane Gama 5,22%. Como jovem na política, Weverton deverá seguir na contra-mão dos dinossauros, buscar a juventude maranhense, que mesmo sendo bastante informada, tem uma visão parecida com a do deputado do PDT.

A pesquisa foi encomendada pelo blog do Elias Lacerda.

 

Prefeito Zé Martins participa do lançamento da pré-candidatura de Sarney Filho ao Senado

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Na última sexta-feira (2), o prefeito de Bequimão, Zé Martins (PMDB), acompanhado de secretários municipais, participou do lançamento da pré-candidatura do ministro de Meio Ambiente, Sarney Filho, ao Senado Federal.

O encontro contou com prefeitos, ex-prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, deputados estaduais, federais, além do senador João Alberto e da ex-governadora Roseana Sarney, mostrando a força política de Sarney Filho no estado. Os correligionários declararam total apoio à pré-candidatura de Sarney Filho para senador.

Na avaliação do deputado estadual Adriano Sarney (PV), o encontro mostra a confiança que o Maranhão tem no trabalho desenvolvido pelo ministro. “Nunca tinha visto algo parecido. A capacidade de aglutinar tantas lideranças políticas das mais diversas regiões do nosso estado e de partidos das mais variadas posições políticas, só com amizade, amor, gratidão, dedicação e estima aos serviços prestados ao longo de sua trajetória política de mais de 40 anos sem nenhuma mácula”, destacou o deputado.

Durante o evento, Sarney Filho garantiu estar qualificado para o novo desafio e, afirmou ainda, conhecer os “caminhos de Brasília” para ajudar ainda mais o Maranhão.

Sarney Filho tem em sua trajetória um mandato de deputado estadual, nove mandatos de deputado federal e, pelo seu engajamento na área ambiental, foi nomeado ministro do Meio Ambiente pela segunda vez.

 

É réu! Plano de Weverton Rocha ao Senado começa a desmoronar

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POR ED WILSON – A candidatura do deputado federal Weverton Rocha (PDT) ao Senado pode ficar sepultada nos escombros do ginásio Costa Rodrigues. Réu no Supremo Tribunal Federal (STF), o parlamentar, à época secretário de Esporte e da Juventude do governo Jackson Lago, é acusado de violar a lei de licitações e peculato (desvio de dinheiro público feito por agente público). Ele teria contratado e celebrado um termo aditivo para reforma e ampliação do Costa Rodrigues.

Na condição de réu, Weverton Rocha sofre uma baixa nas articulações para viabilizar sua candidatura majoritária na chapa da reeleição de Flávio Dino (PCdoB) em 2018.

O pedetista disputaria a vaga com os deputados federais Waldir Maranhão (PP) e José Reinaldo Tavares (PSB). De certa forma, o prejuízo da candidatura do pedetista ajuda o governador a equacionar a chapa.

Sem Weverton no páreo, Dino fica mais tranquilo para administrar a composição partidária, sabendo que terá o PDT por atração gravitacional do Palácio dos Leões.

Ademais, alguém precisa dar um freio na fome de poder do deputado pedetista, citado em todas as rodas de conversa como o novo rico do Maranhão, a ponto de comprar a maior parte do Sistema Difusora de Comunicação, propriedade da família do senador Edison Lobão (PMDB).

A derrota de Rosangela Curado, candidata de Weverton Rocha à Prefeitura de Imperatriz, foi pedagógica.

Agora é o momento de tirá-lo da pista do Senado.

Se ele crescer, daqui a pouco vai desejar o Governo do Maranhão. Aí tudo pode ser demolido, até mesmo o Palácio dos Leões.

 

Weverton Rocha já começa articular rumo ao Senado em 2018

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O deputado federal, Weverton Rocha (PDT), que segundo ele nunca teve padrinho político, já começa preparar seu terreno visando uma vaga para o Senado em 2018. Com uma visão política invejável, não foi atoa que o saudoso Jackson Lago entregou PDT nas mãos do atual deputado federal, que com pouco tempo como parlamentar, já entra para a história do estado, como um dos políticos mais articulado. Isso mostra na vitória do prefeito de São Luís.

O Blog do Marrapa escreveu em uma publicação deste domingo (8), citando a seguinte frase: Se planejamento e articulação são os principais pilares para vencer uma eleição, o deputado federal Weverton Rocha (PDT) já pode ser considerado o grande favorito para ocupar uma cadeira no Senado pelo Maranhão em 2019. É claro que planejamento é essencial em tudo. Nada que venha galgar o sucesso possa ter êxito sem um bom planejamento. Mas na política, além de planejamento, existe outro fator que nem todo político consegue estudar, o cenário momentâneo. Como um bom articulador, Weverton já deve ter estudado muito bem o cenário político para o Senado e viu que entre as duas vagas que vão surgir em 2018, uma será facilmente preenchida por ele.

O novo líder pedetista tem feito tudo como se o Mestre Jackson Lago, estivesse em casa esperando o resultado de todo encontro entre Weverton e as lideranças políticas no interior do estado. Não é atoa que o deputado tem conseguido o apoio de diversos prefeitos e ex-prefeitos do Maranhão. O que mostra, um fortalecimento nos cenários Estadual e Nacional.

Prefeitos como Juran, de Presidente Dutra; Erick, de Barra do Corda e Erlânio, de Igarapé Grande estiveram reunidos com Weverton esta semana, já traçando metas e planejamento visando 2018. Entre outros temas tratados, a candidatura ao Senado. No fim de dezembro do ano passado, o pedetista reuniu 25 lideranças políticas do Maranhão entre deputados, vereadores e prefeitos como Luciano Leitoa de Timon; Gil Cutrim, ex-prefeito de São José de Ribamar e Talita Laci, da Raposa, na cidade de Santa Inês. Não podemos deixar de lembrar que a reeleição do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, teve ajuda direta do deputado Weverton Rocha, principalmente nas articulações com os vereadores da capital.

Na Câmara Federal, mais uma vez Weverton foi escalado líder do PDT, e ganhou o respeito de toda classe política pela coragem em defender a punição de juízes e membros do Ministério Público que cometerem crimes de abuso de autoridade. Apesar de críticas por parte da imprensa local e nacional.

Weverton já é nome certo para ser um dos candidatos ao Senado na chapa do governador Flávio Dino (PCdoB), e como são dois candidatos, o que geralmente transforma o voto casado, tem muito político sem cacife brigando por essa vaga a fim de garantir um mandato sem muito esforço. Como Weverton sabe que o ombro de Flávio Dino não é o mesmo de 2014, o bom mesmo foi começar a preparar terreno antecipado. Se nunca dependeu de padrinho político, não seria agora que vai esperar do céu um milagre!

Do Blog do Marrapa (com edição)

Entenda como o impeachment caminhará no Senado

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Veja – Com a aprovação da admissibilidade do processo de impeachment na Câmara dos Deputados, o procedimento que pode resultar no afastamento da presidente Dilma Rousseff deve chegar ao Senado Federal nesta segunda-feira, dia 18. A partir daí, a cúpula da Casa dará seguimento ao caso, com a formação de uma comissão especial de senadores para a elaboração de um parecer prévio sobre o impedimento. É na fase de tramitação no Senado que a presidente Dilma pode ser afastada de suas funções por até 180 dias e condenada no mérito por crime de responsabilidade.

Pelos cálculos da Secretaria Geral da Mesa do Senado, a partir do dia 19 de abril, depois da ordem do dia no Plenário, é eleita a comissão especial formada por 21 titulares e 21 suplentes. O colegiado tem 48 horas para se reunir e começar os trabalhos, mas como no dia 21 de abril é feriado de Tiradentes, o grupo deve se reunir ainda na quarta-feira, dia 20. A comissão tem prazo de até dez dias úteis para elaborar e votar um parecer sobre o prosseguimento ou não do processo de impeachment contra a presidente Dilma. Embora o prazo estabelecido seja de dez dias, no caso do ex-presidente Fernando Collor, por exemplo, o parecer foi elaborado e votado em apenas duas horas.

Caso o prazo de dez dias seja utilizado em sua integralidade, no dia 5 de maio completa-se o período para a votação do parecer na comissão especial. No mesmo dia, está prevista a leitura do parecer da comissão em plenário e aberto o prazo de outras 48 horas para a votação dos senadores. Por ora, não há previsão, como ocorreu na Câmara dos Deputados, de convocação de reunião para o fim de semana e, por isso, as 48 horas seriam estendidas até a terça-feira, 10 de maio.

Entre os dias 10 e 11 de maio, o plenário deve votar o parecer a comissão especial do impeachment no Senado. Se o texto for aprovado em plenário – é necessária metade mais um dos presentes -, é reconhecida a admissibilidade do processo de impeachment e a presidente Dilma Rousseff é afastada por até 180 dias. Ao final dos 180 dias, se o caso não estiver concluído, a presidente Dilma reassume o cargo. Aliado do Palácio do Planalto e um dos principais caciques pemedebistas que ainda mantém apoio ao Palácio do Planalto, o presidente do Senado Renan Calheiros não vota nesta fase do processo.

Caso o afastamento da presidente seja confirmado pelo plenário, passa-se a uma nova etapa do processo de impeachment, com nova convocação da comissão especial para a fase de instrução de provas a fim de embasar o mérito do pedido de deposição de Dilma Rousseff. Este parecer, que precisa ser aprovado dentro do colegiado e no plenário da Casa, é conhecido como juízo de pronúncia e é a partir dele que se marca a data do julgamento do impeachment.

Agendada a data do julgamento do impeachment, para a consolidação do processo de deposição são necessários dois terços dos votos do plenário do Senado, ou seja, 54 apoios. Neste caso, o senador Renan Calheiros participa da votação. A sessão plenária é presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski. Em 1992, quando o impeachment de Fernando Collor foi votado, o então presidente foi afastado em 2 de outubro e julgado em 29 de dezembro.

 

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