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Mais de 150 mil fiéis lotaram a Praça Maria Aragão durante Missa de Encerramento do Festejo da Conceição em São Luís

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O encerramento do Festejo da Conceição, evento religioso promovido há 212 anos em São Luís, aconteceu nesta quinta-feira, dia 8 de dezembro, reunindo mais de 150 mil pessoas na Praça Maria Aragão. Padres das paróquias da arquidiocese participaram da celebração, que foi presidida pelo arcebispo de São Luís, Dom José Belisário.

O tema deste ano foi “Santuário da Conceição, casa comum e nossa responsabilidade” e o lema “Vós sois templo de Deus”, trecho bíblico do primeiro livro de Coríntios, capítulo três, versículo dezesseis. O tema e o lema foram escolhidos como resposta ao contexto de construção do novo Santuário de Nossa Senhora da Conceição.

“Cada vez mais, aumenta o número de fiéis, não somente no período do festejo, mas durante todo o ano. Sentimos a necessidade de criar melhores condições para acolher o devoto e a devota. Acima de tudo, queremos, com essa presença especial de Maria, favorecer a missão evangelizadora da Igreja”, destacou o reitor do Santuário, Pe. Arnaldo Menezes dos Passos, scj.

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Para a Igreja Católica, os santuários são lugares especiais de manifestação da fé. “Os santuários são sempre iniciativa de Deus. A origem histórica dos santuários pode variar, mas é sempre a consciência de uma presença especial de Maria naquele lugar que desperta no povo fiel a devoção. Os santuários sempre ultrapassam os limites geográficos do lugar; alguns são internacionais”, explica o padre.

TRADIÇÃO E DEVOÇÃO

A orientadora educacional aposentada, Maria Helena Serra Coelho, 70 anos, aprendeu com a mãe dela, que era membro da Legião de Maria, a ter devoção pela Mãe de Jesus. Quando se aposentou, uns anos atrás, passou a se dedicar integralmente ao trabalho pastoral no Santuário da Conceição, intensificando a religiosidade que surgiu na infância. Ela é testemunha do período em que o festejo ainda era pequeno, com celebrações e procissões no próprio bairro, Monte Castelo. Depois, a missa do dia 8 de dezembro começou a ser celebrada no Nhozinho Santos, depois mudou para o local onde hoje é a Praça Maria Aragão e, em seguida, para o Aterro do Bacanga. Há 5 anos, o evento voltou à Praça Maria Aragão.

“Antes de me aposentar, eu ajudava o festejo vendendo rifas onde eu trabalhava e participava das novenas em família. Eu já tinha prometido para Nossa senhora que, quando eu me aposentasse, eu vinha para trabalhar. Com o trabalho e o conhecimento, foi crescendo ainda mais a minha espiritualidade. Maria é uma presença marcante na minha vida”, garante a devota.

Os registros históricos dão conta de que as festividades para Nossa Senhora da Conceição, em São Luís, iniciaram em 1804, quando foi erguido um altar na Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, na Rua do Egito, para uma imagem vinda de Portugal. No dia de Nossa Senhora da Conceição (8 de dezembro), que é feriado municipal em São Luís, as atividades começam bem cedo, com uma alvorada às 5h da manhã. Devotos de todos os bairros da Ilha de São Luís soltam fogos em louvor à santa.

Vereador Pavão Filho pode realizar um sonho antigo, assumir a Educação de São Luís

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Sabe aquele menino que troca qualquer prato de comida por uma partida de futebol em pleno meio dia? Pois é, tudo por um sonho de um dia se tornar jogador de futebol e vestir a camisa da Seleção Brasileira. Mas o que tem haver política com futebol? Tudo. A resposta para essas perguntas é simples. Quando a gente quer, não há obstáculo que atrapalhe, principalmente quando a competência anda casada com o preparo.

Pra quem já foi deputado por vários mandatos, e hoje se mantém entre os vereadores mais votados de São Luís, nada mais justo que brigar por um cargo de gestão dentro de seu próprio partido, onde o prefeito reeleito é aliado direto. Estou falando do professor Pavão Filho, que tem uma história na política maranhense e principalmente no Partido Democrático Trabalhista (PDT). Após muitas especulações, o nome do vereador Pavão já passa a ser um dos nomes mais cotados para assumir o comando da Secretaria Municipal de Educação da capital, na nova gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), a partir de 1º de janeiro de 2017.

Atualmente, o setor vem sendo gerenciado pelo economista e professor Universitário, Moacir Feitosa (PTC), que tem se esforçado bastante para dar andamento às ações educacionais na capital maranhense. Segundo a rádio corredor, após o nome de Pavão ganhar força dentro do PDT, algumas alas da câmara, inclusive vereadores do partido, já se unem a representantes de servidores da SEMED para tentar impedir a entrada do pedetista e brigar pela manutenção de Moacir Feitosa.

Até o momento da construção deste texto, o Editor deste Portal não conseguiu contato com o vereador e nem com sua assessoria de comunicação. Segundo amigos próximos do nobre parlamentar, ele ainda não confirma se já teve alguma conversa nesse sentido com o prefeito Edivaldo Jr. No entanto, Pavão Filho também não nega publicamente que possa assumir o cargo. No momento, o vereador, que é professor tem uma estreita relação de amizade e também política com o prefeito de São Luís. Isso já é meio caminho andado!

Enquanto isso, outros segmentos apostam que o prefeito Edivaldo não deve mexer na pasta da Educação e, portanto, manter na espinhosa função o secretário Moacir Feitosa, que recebeu das mãos de Geraldo Castro Sobrinho (PCdoB), uma secretaria sucateada, mas vem arrumando a casa com muito sacrifício.

 

Vereador Dr. Gutemberg Araújo aplaude Ferreira Gullar e solidariedade Colombiana

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Ao fazer o anúncio da apresentação de três moções de aplausos para a família do poeta e escritor Ferreira Gullar, aos prefeitos de Chapecó (SC) e de Medelín na Colômbia, na tribuna da Câmara Municipal de São Luís, na manhã desta segunda-feira (05), o vereador Gutemberg Araújo (PSDB), destacou a importância do escritor maranhense para a cultura brasileira e a solidariedade do povo colombiano com as vítimas do desastre aéreo ocorrido na semana passada.

Sobre Ferreira Gullar, o parlamentar social democrata falou sobre o seu trabalho como poeta, escritor, ensaísta, teatrólogo, tendo deixado um grande legado artístico. “Podemos afirmar ser um exemplo que todo intelectual precisa ter”- destacou o vereador tucano.

Já acerca do acidente com a equipe da Chapecoense de Santa Catarina (SC), o vereador tucano fez questão de falar sobre a solidariedade dos colombianos, desde o momento do resgate das vítimas, atendimento médico até a manifestação de milhares de torcedores daquele país que lotaram um estádio de futebol para prestar homenagem ao time brasileiro.

Gutemberg Araújo citou, ainda, a maneira como o esporte foi utilizado para unir e congregar as pessoas, (colombianos e brasileiros). “O povo colombiano deu uma lição de solidariedade para Chapecó, para Santa Catarina, para o Brasil e para o mundo” – finalizou o vereador, destacando a grande lição de solidariedade jamais vista durante sua existência.

Texto: Alteré Bernardino

 

Praias de São Luís nunca foram despoluídas, diz Adriano Sarney

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Site da Sema não publica laudos atualizados desde que as praias tornaram-se impróprias para banho; deputado fez requerimento à Mesa solicitando mais transparência do órgão.

O deputado estadual Adriano Sarney declarou na tribuna da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (5), que as praias da Ilha não estão despoluídas, contrariando os laudos de balneabilidade divulgados insistentemente pelo Governo do Estado e pelo próprio governador Flávio Dino (PCdoB) em suas redes sociais. Segundo o parlamentar, a Secretaria de Meio Ambiente vem divulgando ao longo das últimas semanas que as praias apresentam 100% de balneabilidade. Mas o último laudo, divulgado no dia 1º deste mês, revelou o engodo. “Bastou cair uma chuva na Ilha para trazer o esgoto e o lixo da cidade para as praias, revelando sete pontos impróprios para banho. Isso não é uma questão de política. Isso é uma questão de saúde pública. Não podemos brincar com isso”, declarou.

O deputado ressaltou que a poluição das praias é consequência do saneamento básico deficiente, ou seja, o tratamento dos esgotos da Ilha precário ou parcial. Esta constatação emergiu de uma audiência pública realizada no dia 19 de outubro deste ano, coordenada pelo parlamentar, que preside a Comissão de Assuntos Municipais e de Desenvolvimento Regional da Assembleia.

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“Somente quando houver 100% do esgoto tratado e os rios da Ilha estiverem totalmente limpos poderemos dizer que as praias estarão despoluídas. E estamos longe disso. A Estação de Tratamento de Esgoto do Vinhais, que iniciou suas obras no governo Roseana, opera com 30% da sua capacidade, segundo informou a Caema”, ressaltou o parlamentar.

Adriano informou ainda que vai ingressar com um requerimento à Mesa Diretora da Assembleia solicitando à Secretaria de Meio Ambiente esclarecimentos sobre a divulgação dos laudos de balneabilidade, pois o site da Sema, até ontem (04), apresentava os laudos até o dia 22 de novembro, o que prejudica a informação para o cidadão, que não encontra na página oficial do órgão ambiental o relatório atualizado.

 

Assessoria de Imprensa

 

Edivaldo Jr e Canindé Barros aumentam frota de ônibus novos na capital

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O Secretário de Trânsito e Transportes de São Luís, Canindé Barros e o Prefeito da Capital Maranhense, Edivaldo Holanda jr (PDT), entregaram mais ônibus novos para a população ludovicense nesta sexta feira (02) na Praça Maria Aragão, orla marítima de São Luís.

“Avançamos muito na área do transporte público em São Luís. Hoje temos um sistema verdadeiramente reformulado e que já atende aos anseios da população, em termos de qualidade, quantidade e modernidade. E a população já sente e usufrui das melhorias proporcionadas ao setor”, afirmou o prefeito Edivaldo, nesta sexta-feira (02), na Praça Maria Aragão, ao acompanhar ato de entrega de mais nove ônibus novos que foram inseridos no sistema.

Dos nove ônibus disponibilizados, quatro são do modelo articulado, que tem capacidade para transportar cerca de 200 passageiros por viagem. “Com a entrega de mais esse lote, o sistema de transporte público da capital conta agora com um total de 14 ônibus articulados circulando principalmente nas linhas consideradas de maior demanda. Esse serviço vai desafogar de forma significativa as plataformas de ônibus com grande contingente de usuários”, afirmou o secretário municipal de Trânsito e Transporte (SMTT), Canindé Barros.

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Ainda conforme Canindé Barros, um dos veículos do tipo articulado atenderá ao bairro da Cidade Olímpica e outros três farão a linha BR-135, para atender principalmente os bairros da zona rural. “Com a entrada dos veículos articulados nessa região, vamos melhorar bastante o transporte na zona rural”, frisou o secretário.

Outros cinco ônibus convencionais inseridos ao sistema vão atender as linhas da Vila Janaína, Vila Esperança, Cidade Olímpica/Ipase, Cidade Operária/Africanos e Santa Clara/Pavão Filho.

“Não há como não notar a mudança. Temos um novo sistema de transporte reformulado não apenas com a inserção de ônibus novos, mas também com a realização de uma série intervenções importantes que contribuíram para a melhoria do serviço de modo geral”, acrescentou Edivaldo.

RENOVAÇÃO

Os ônibus novos que estão sendo inseridos no sistema fazem parte da licitação do transporte, realizada este ano pela Prefeitura de São Luís. De 2013 até hoje, foram inseridos 535 veículos novos à frota do transporte público da capital. Destes, 165 foram incorporados após o processo licitatório, o que representa uma renovação de mais de 60%. Todos os novos veículos disponibilizados ápos o certame vêm equipados com ar-condicionado e acessibilidade.

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A renovação da frota de ônibus da capital é parte das ações de reestruturação do sistema de transporte público de São Luís, que contempla ainda a criação da Central de Controle Operacional por Videomonitoramento do Trânsito (CCO), possibilitando o acompanhamento direto e em tempo real de todo o sistema de trânsito e transporte da cidade. Entre outras ações realizadas pela Prefeitura de São Luís, no setor estão também a adoção do sistema de fiscalização por biometria facial; bilhetagem eletrônica com recarga embarcada; o bilhete único; o cartão criança e instalação de GPS em 100% da frota.

Além dessas ações, foram executadas ainda intervenções pontuais em trechos dos principais corredores viários da capital, que contribuíram para dar fluidez à circulação dos veículos.

 

AGÊNCIA SÃO LUÍS

Anderson Wilker participa de Encontro de Prefeitos realizado pelo Governador Flávio Dino

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Ente os 191 prefeitos maranhenses que compareceram ao evento “Governando Juntos: Encontro de Prefeitos e Prefeitas com o Governador Flávio Dino”, realizado nesta quinta-feira (1º), no Rio Poty Hotel, o prefeito eleito de Alcântara, Anderson Wilker (PCdoB), esteve presente e acompanhado do deputado estadual, Othelino Neto, onde apoiou a iniciativa da gestão estadual de buscar aprimorar o diálogo para uma gestão integrada com os municípios de modo a assegurar o desenvolvimento dos municípios. O gestor conheceu todo secretariado estadual e as principais ações que vêm sendo realizadas com foco na melhor qualidade de vida nos municípios maranhenses.

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O governador Flávio Dino fez a apresentação dos programas e convidou os gestores a participar e serem parceiros para o êxito das administrações. “Esta é uma ocasião para que possamos fortalecer a integração com todos os municípios e reforçar que vamos apoiar todos os prefeitos e prefeitas e trabalhar juntos pelo bem da população”, afirmou o governador comunista.

Os gestores elogiaram a iniciativa do Governo do Estado ao promover esforços para a integração das gestões e colocar o Estado à disposição de todos os prefeitos na execução de políticas públicas. Para o Prefeito eleito de Alcântara, Anderson Wilker, o encontro possibilita que todos os prefeitos, principalmente os novos, possam acessar os programas de Governo. “Vamos procurar junto ao Governo os programas que podem ajudar a nossa população. É um momento para compreender, saber os canais, e buscar junto ao Governo soluções para tirar Alcântara dessa escuridão”, destacou.

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Anderson destacou ainda, que encontros de gestores são sempre importantes para que as demandas possam ser apresentadas, as medidas concretas sejam tomadas para resolucionar os problemas o mais rápido possível. Ainda segundo Anderson, o governador tem sido sensível aos municípios da Baixada realizando obras e ações importantes. “Estamos participando deste momento para podermos levar ao Governo as questões da nossa população” – relatou.

Para finalizar, Anderson declarou que o encontro foi uma oportunidade aos eleitos e também reeleitos para que tenham ideia de como funciona a parceria Governo e municípios.

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Participaram do encontro representantes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para tratar do Programa de Ações Articuladas; da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), que apresentou o Prêmio Prefeito Amigo da Criança e seus critérios; e ainda debates sobre política ambiental e gestão do setor. Foram montados estandes das secretarias estaduais e instituições como Banco do Nordeste (BNB), Banco da Amazônia (BASA), Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal (CEF) para orientar os gestores.

 

Projeto do vereador Sebastião Albuquerque pede que pacientes que fizeram cirurgia bariátrica tenham descontos em restaurantes de São Luís

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Pessoas que passaram por cirurgia de redução de estômago podem ganhar desconto de 50% ou meia porção dos pratos pedidos em restaurantes e similares de São Luís. O benefício está previsto no projeto de lei 104/2016 que tramita na Câmara Municipal de São Luís, desde o dia 12 de julho, e deve ser apreciada em Plenário nas próximas semanas.

O vereador Sebastião Albuquerque (PRP), que é o autor proposta disse nesta terça-feira (22), em entrevista ao Programa Câmara em Destaque, na Rádio Difusora AM (680 kHz), que vai pedir dispensa dos interstícios regimentais para que a matéria seja apreciada e votada em plenário.

— Entendo que é algo excepcional a discussão dessa temática de estabelecer uma lei a nível municipal, para que todas as pessoas que foram submetidas a esse tipo de cirurgia, e que de fato vão comer menos paguem pelo preço justo, peço inclusive pela urgência a dispensa dos interstícios regimentais para apreciarmos esta matéria — afirmou.

De acordo com o texto, a nova lei, se aprovada e sancionada, obriga os estabelecimentos que servem a “la carte”, rodízios e porções, a oferecer desconto sobre o valor cobrado para as pessoas que realizaram cirurgia bariátrica ou qualquer outra gastroplastia. No entanto, para ter direito ao beneficio, o consumidor deve apresentar carteira, laudo ou declaração do médico responsável, devidamente escrito no CRM (Conselho Regional de Medicina).

— O gastroplástico não consegue ingerir a mesma quantidade de alimento que ingeria antes da cirurgia. Nossa proposta é exatamente resguardar os direitos de um consumidor diferenciado: o gastroplastizado — disse Albuquerque na justificativa do projeto de lei.

REDUÇÃO DE ESTÔMAGO      
O Maranhão possui 450 pacientes portadores de obesidade mórbida que aguardam pela cirurgia de redução bariátrica, conhecida popularmente como cirurgia de redução do estômago, que tem como o objetivo reduzir o peso de pessoas com o Índice de Massa Corporal (IMC) muito elevado. Segundo dados do Ministério da Saúde, São Luís é a capital brasileira que apresenta o menor índice de pessoas com excesso de peso. A taxa indica que 46% da população têm excesso de peso e 18%, de obesidade.

Segundo um levantamento de dados realizado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), entre 2003 e 2010 o número de cirurgias de redução de estômago aumentou 375%, passando de 16 mil operações para 60 mil, em todo o país.

Em São Luís, o Hospital Universitário da UFMA realizou no mês de janeiro deste ano mais de 14 procedimentos deste tipo. Sendo que 300 ainda estavam em fase de preparação, que incluíam exames e entrevistas.

O vereador Gutemberg Araújo (PSDB) que é médico cirurgião explica que essa é uma doença que atinge a todas as classes sociais. Segundo ele, são oito cirurgias por mês e 96 por ano, de acordo com a recomendação do Ministério da Saúde.

— Esta é uma doença que atinge a todas as classes sociais. Em todo o mundo são mais de 1 bilhão e 300 mil pessoas que sofrem as consequência da obesidade. Não há uma fila de espera. O HU realiza em média duas cirurgias por semana. São oito cirurgias por mês e 96 por ano, de acordo com a recomendação do Ministério da Saúde. Todas são financiadas pelo SUS — informou o especialista na técnica, apontando que um dos maiores causadores da obesidade é a transição alimentar, como os alimentos tipo fast‐food.

 

Feirantes esperam grande público na festa de São José das Laranjeiras

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“Estamos prontos e de braços abertos para receber os moradores de nossa cidade, turistas; enfim toda a sociedade, um grande público para a festa de São José das Laranjeiras, que estaremos realizando neste domingo, (13), aqui na feira da Praia Grande”. A declaração é do presidente da ASFEDTOPAG (Associação dos Feirantes do Comércio da Praia Grande), Ubiraci Sampaio, o Bira.

O tradicional festejo de São José das Laranjeiras, o santo padroeiro dos feirantes, já é parte integrante do calendário cultural de São Luís, reúne milhares de pessoas, que participam tanto da cerimônia religiosa quanto da parte de lazer durante o dia da festa. Segundo a expectativa de Bira “é que possamos aglutinar mais pessoas, pois a cada ano presenciamos o crescimento de frequentadores que participam do festejo do nosso santo padroeiro”.

Os feirantes estão programando para essa grande festa no próximo dia 13 de novembro para São José das Laranjeiras, o seu santo protetor uma vasta programação, a ser realizada nas dependências da feira da Praia Grande – em pleno coração do Centro Histórico de São Luís.

A grande homenagem para São José das Laranjeiras terá início as 6h, com concentração e alvorada com salva de fogos, seguida de uma café da manhã, às 6h30, e uma romaria par São José de Ribamar, às 7h, e missa em louvor ao santo protetor dos feirantes.

Após o retorno de São José de Ribamar, com chegada na Feira da Praia Grande, prevista para as 10h; será realizada uma procissão ao redor do local, para os participantes desfrutarem de um almoço às 12 horas, com início de uma tradicional seresta às 14 h, se estendendo até as 19h.

 

Direito é para quem tem, não para quem grita mais alto.

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Por Dr. Abdon Marinho – Corria o ano de 1995 quando nós, estudantes de direito da Universidade Federal do Maranhão – UFMA, fomos chamados para uma assembleia no auditório central. Na pauta, deliberar sobre a paralisação da Universidade em apoio à greve de então, acho que era dos petroleiros. Cheguei cedo, sentei-me na frente e me inscrevi para falar no evento. Movimento, claramente, orquestrado, se sucediam os oradores num discurso monolítico de que devíamos paralisar a universidade. Só me deixaram falar depois de muita luta, após pedir retiradas vezes a palavra dizendo que estava inscrito.

Na minha vez de falar argumentei que o movimento teria como único efeito prejudicar os estudantes, sem efeito prático algum diante de um governo recém-eleito, por larga maioria de votos e apoio popular.

A maioria da assembleia acabou por apoiar minha argumentação e, em consequência, naquele ano o curso de direito não entrou em greve o que nos permitiu concluir o curso no ano seguinte. Isso não teria acontecido se eu – ou outra pessoa – não estivesse presente ou não me manifestasse na dita reunião.

Lembrei-me deste episódio diante do atual momento de ocupações de prédios públicos em protestos contra a chamada PEC do teto de gastos e contra a reforma do ensino médio.

Os dois motivos são na verdade pretextos para uma pauta política do grupo que foi alijado do poder no processo de impeachment. A ideia é provocar o máximo de desgaste político ao governo do sucessor e assim, tentarem voltar com uma candidatura competitiva em 2018. Os estudantes são usados nesta pauta, como, aliás, sempre foram.

Argumentam que a PEC do teto vai tirar recursos da saúde e da educação. Ninguém diz quanto será retirado, como será.

Na verdade a proposta fala na manutenção dos investimentos do ano anterior mais a correção da inflação e isso somente a partir de 2018, no caso da educação. No caso da saúde, além de só começar a aplicação da PEC no mesmo ano, os valores destinados à saúde passarão de 13% (treze por cento) para 15% (quinze por cento) do Produto Interno Bruto – PIB, o que representa uma melhora nos valores que são investidos em quase 10 bilhões. Claro que, num país como o nosso, todo recurso é pouco. Mas pior mesmo é o país “quebrar” e não ter como fazer investimento algum.

O país fechará as contas este ano com um déficit de cerca de R$ 170 bilhões e não se está falando em corte de gastos, está se limitando através de um teto aquilo que qualquer um é capaz de entender: o governo não produz riquezas, o dinheiro que gasta com tudo é fruto dos impostos que pagamos. Logo, ou se adéqua os gastos ao que se arrecada ou ter-se-á que aumentar a arrecadação, com mais impostos para a sociedade.

Como ninguém apresenta uma alternativa – mesmo porque ela não existe –, noutras palavras, estão se movimentando pelo aumento dos impostos.

A ideia de que a PEC do teto representa a “extermínio do futuro do país” é absolutamente falsa. Os gastos sem controle, sim, representam o fim da expectativa econômica do país, pois logo o descontrole, como já vinha ocorrendo, passará a alimentar a inflação e, por consequência, levar à ruína toda a economia do país.

Embora a juventude iludida não saiba, os mais velhos experimentaram o que é a vida com hiperinflação, escassez de produtos, desemprego  e economia em frangalhos.

O que está em curso é o velho embate político que sempre prejudicou o país. Não se trata de uma luta por mais recursos para a educação, saúde ou investimentos sociais. Isso resta claro quando lembramos que, em 2015, a presidente Dilma Rousseff, na tentativa de conter a crise econômica fez cortes expressivos nos orçamentos de diversos ministérios. Só na educação foram R$ 10 bilhões, na saúde, assistência social outros tantos.

Os que hoje protestam enfiaram a língua no saco e nada disseram. E estavam diante de cortes reais no orçamento anual.

Os que falam em outras alternativas ao limite de gastos não implementaram nenhuma nos treze anos em que estiveram à frente da nação.

A PEC fala em controle de gastos no prazo de vinte anos. Mas o que impede de ser revista caso a economia se recupere antes, o pais entre nos eixos? Nada. Embora, devamos ter em mente que governo nenhum deve gastar além dos recursos que arrecada.

A outra motivação para as ocupações/invasões é a chamada proposta de reforma do ensino médio. Ora, a reforma do ensino médio é uma pauta que existe desde sempre. No Congresso Nacional já existe uma proposta que se arrasta há um bom tempo.

Não lembro de tê-los visto fazendo uma ocupação para que a reforma ande rápido. Não lembro de tê-los visto mandando um subsídio, uma proposta.

A proposta de reforma do ensino médio, apesar de encaminhada como Medida Provisória, pode e deve ser melhorada. O que impede os que se dizem “preocupados” proporem suas ideias? Nada. Será que são contra a reforma do ensino médio? Estão todos satisfeitos com a qualidade do ensino ofertado? Se estão são mais irracionais do que se imagina.

Os valentes que ocupam escolas entendem que melhorarão a qualidade do ensino impedindo jovens que querem estudar. Trata-se de uma punição dupla. Os alunos das escolas públicas já estudam em condições desfavoráveis em relação aos estudantes das escolas privadas e, como agravante, passam parte do ano sem poder estudar por conta de uma minoria que entende de ocupar suas escolas. Será que esperam melhorar a qualidade do ensino impedindo os estudantes de estudarem?

Na verdade, nome de um falso democratismo se aceita a imposição da vontade da minoria em detrimento dos anseios da maioria dos estudantes. O pior que é que as entidades que deveriam defender os interesses da maioria se omitem.

Chegamos ao absurdo de suspenderem o ENEM de centenas de alunos que fariam o exame em determinada escola porque DEZ invasores se dizem “donos” da mesma. Pois é, DEZ supostos estudantes prejudicam centenas de jovens que passaram o ano se preparando para o exame que é porta de entrada de diversas universidades.

Para os descolados estes dez invasores têm mais direito à escola que centenas de outros jovens. Será que isso faz algum sentido?

Outro dia chamou-me a atenção uma tentativa de ocupação do Liceu Maranhense. Estudei no Liceu nos anos 80 e fui um dos fundadores do seu grêmio estudantil.

As primeiras notícias sobre o episódio davam conta de repressão policial ao movimento dos estudantes que queriam ocupar a quase bicentenária escola. Depois li a nota do presidente do grêmio estudantil onde diz que aquele grêmio, após consulta aos estudantes da escola, decidiu por se posicionar contra as ocupações, entendendo que tal método de luta não representa uma alternativa sensata e fere o direito daqueles pretendem cumprir o calendário escolar. Depois a direção da escola esclareceu que mais que uma “ocupação” tratou-se de uma invasão do prédio público por elementos estranhos à escola e, por esta razão chamou a polícia.

A situação parece absurda. Temos estudantes de outros estabelecimentos – pelas informações seriam da universidade estadual – tentando arregimentar militância para ocupação de uma escola em que os estudantes, através de sua representação, entendeu ser indevida, e que a direção da escola adotou a medida adequada à luz do direito para repeli-la.

Ambos, direção e grêmio agiram corretamente. O primeiro em consultar os alunos e o segundo por fazer aquilo que podia para impedir a invasão da escola. A polícia agiu como deveria e como se esperava. Se há uma tentativa de invasão de uma propriedade, ou você faz uso da força para impedi-la ou chama a polícia em seu socorro.

Entendi como fora de ordem foi o comportamento da Secretaria de Educação, da Secretaria de Segurança e do próprio governo do estado que, em suas manifestações, agiram como se estivessem reprovando a ação da policia chamada para conter, de pronto, uma invasão de um prédio público por pessoas estranhas à comunidade escolar. Só faltaram pedir desculpas por agir de forma correta.

Queriam que a direção escola deixassem a invasão ocorrer? Que não chamasse a policia? Que entregassem a escola aos “ocupantes/militantes” e perdessem o ano letivo? Que seus alunos não formassem?

A ideia transmitida – ainda que involuntariamente –, nas várias notas, é que as autoridades do alto escalão apoiam as invasões – a nota da SEDUC fala em pauta nacional – em detrimento da comunidade de estudantes e de professores que querem concluir o ano letivo em paz e sem maiores prejuízos.

Como já explicitado acima, as pautas têm viés político – como todo embate –, onde uma minoria, ao que parece, mostra-se mais merecedora de direitos que o conjunto da sociedade.

Será que alguém, em sã consciência, acha justo que milhões de estudantes sejam privados de estudar porque uma minoria decidiu, como estratégia de luta política, ocupar as escolas? Ou que milhares de estudantes não façam o ENEM porque as escolas estão ocupadas, as vezes por uma centena ou menos de estudantes? Os estudantes filiados as entidades têm mais direito às escolas que aqueles que apenas querem estudar?

Acredito que poucos estudantes lembram a última vez que tiveram um ano letivo regular. Todo ano, por essa ou aquela razão, as aulas são paralisadas e os estudantes são mandados para casa. Não é sem razão que o país “apanha” em todos rankings educacionais.

Acho que já passa da hora de alguém dar um basta nisso.

Abdon Marinho é advogado.

 

Vereador Chaguinhas fala com propriedade sobre a Metropolização da Ilha do Amor

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“A metropolização dará grandes resultados. Teremos ótimos caminhos com mais desenvolvimento, trabalho, progresso, qualidade de vida, saúde e bem-estar para a nossa população”, afirma Chaguinhas.

O Vereador Francisco Chaguinhas (PP) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de São Luis, na manhã desta terça-feira (8), para parabenizar o chefe do executivo estadual, em manter diálogo com os quatro prefeitos da região metropolitana, em busca da discussão da metropolização. Segundo Chaguinhas, essa é uma iniciativa louvável, sendo um passo de modernidade que o Estado poderá fazer no governo mesmo em meio à crise.

“A metropolização tem que ser discutida. O Governador tem a sopa, o mel e o prato em um momento só. Estamos em crise. E quando se tem crise, vai se buscar os locais onde devem ter as facilidades. Principalmente em locais que não foram trabalhados. O Governador Flavio Dino  está de parabéns em discutir com os quatro prefeitos eleitos da região metropolitana, para um debate amplo, onde tem a metropolização como o assunto principal”, disse.

Dando continuidade, Chaguinhas faz lembrar que nos governos anteriores o tema não foi discutido amplamente. E agora, a atual gestão tem a oportunidade de conduzir o debate da melhor forma possível; as comunidades serão beneficiadas por esses resultados.

“O tanto que a cidade se privou de serviços modernos, porque os gestores anteriores se conformaram somente com o que tinha, com a crise, teremos um momento de modernidade a ser compartilhada com a comunidade. A metropolização dará grandes resultados. Teremos ótimos caminhos, com mais desenvolvimento, trabalho, progresso, qualidade de vida, saúde e bem-estar para a nossa população”, finaliza.

Por Davi Max

 

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