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Archivo de Etiquetas: salários atrasados

Empresários do transporte público de São Luís desafiam a justiça e rodoviários podem entrar em greve na próxima semana

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Aqui no Maranhão parece que aqueles que detém o poder aquisitivo podem fazer e acontecer. Em São Luís os empresários do transporte público desafiam a justiça e fazem o que querem com os funcionários e usuários do transporte. Sem medo da justiça, os donos do transporte público da Região Metropolitana atrasam salários de funcionários, tiram os coletivos novos das ruas e colocam os velhos e nada acontece.

A choradeira de prejuízo já dura mais de 30 anos, mas nenhum empresário quer largar o osso. Mesmo tendo o aumento da passagem, os salários continuam atrasados, sem contar com o décimo terceiro salário que muitos rodoviários sequer receberam. Além disso, o Sindicato dos Rodoviários é não é o mesmo de 2014, quando tudo virava greve e manifestação.

Nesta quinta-feira, dia 01 de fevereiro, o Sindicato dos Rodoviários do Maranhão realizou uma nova Assembleia Geral, que foi conduzida em dois turnos. A categoria retomou as discussões relacionadas aos atrasos de salários, além do não pagamento ou não fornecimento de outros direitos, entre eles, o ticket alimentação, planos de saúde e odontológico.

Após discussões sobre os tópicos, ficou acordado que os rodoviários irão aguardar até o 5º dia útil do mês de fevereiro, que será ‪na próxima quarta-feira‬ (7), como prazo final para que os empresários realizem todos os pagamentos devidos. Caso contrário, no dia seguinte será decretada greve no sistema de transporte público de São Luís, por tempo indeterminado.

A pergunta que se ouve dentro dos coletivos é: onde estão o prefeito Edivaldo Holanda Jr e o secretário municipal de trânsito e transportes, Canindé Barros? São os principais pela licitação que manteve todas empresas em atividade na capital maranhense. Será que dentro da licitação não foi criada nenhuma cláusula que beneficie os trabalhadores e puna os empresários? Ou quem manda mesmo em tudo são os donos das empresas de transportes? Com a palavra Canindé Barros e Edivaldo Holanda Jr. Tá na hora do prefeito ou o secretário se vestir de macho e dar um basta nisso. A população paga e precisa ser respeitada. Onde está o Procon que não se manifesta? Ou usuário de transporte coletivo não é consumidor? A sociedade precisa de uma resposta.

Sem auxílio de Roseana Sarney, Luís Fernando é acusado pelos profissionais da saúde de São José de Ribamar de calote

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Sem o auxílio de Roseana Sarney, o prefeito de São José de Ribamar, Luís Fernando Silva, não é o mesmo do tempo em que trabalhava dia e noite e deixava os ribamarenses orgulhosos. A fama de melhor prefeito do Brasil, fez com que em 2016 ele não tivesse concorrente. Só que a população da cidade balneária não esperava o descaso que está acontecendo, onde quase todos os serviços foram terceirizados.

O ano de 2018 não começou bem para os profissionais da área de saúde do município de São José de Ribamar, localizado na Região Metropolitana de São Luís. No inicio da manhã desta quinta-feira (4), os sindicalistas do Sindsaúde, Sintema, e Força Sindical, promoveram manifestações em frente à única maternidade publica  municipal, que existe na cidade, cobrando pagamentos, que segundo eles, estão atrasados e o prefeito não se manifesta.

Os profissionais contratados pela empresa (Vitale), mais uma terceirizada na gestão de Luís Fernando, entre eles, técnicos e auxiliares de enfermagem, reivindicam pagamentos de rescisões contratuais. Muitos destes profissionais não receberam o 13º salário e nem o salário atual, afetando até mesmo parte dos servidores públicos que deveriam receber os seus vencimentos até o último dia 20 de dezembro de 2017. 

Revoltada com a situação, a técnica em Enfermagem, Lugnani disse que faz mais de quatro meses que ela não ver a cor de seu dinheiro. “É um descaso e muita falta de irresponsabilidade do Prefeito Luís Fernando Silva, em não tomar nenhuma atitude e muito menos prestar qualquer esclarecimento sobre essa grave situação. Trabalhamos com vidas, isso é falta de respeito com os moradores”, Reclamou a enfermeira.

A situação piora ainda mais quando o prefeito da cidade, se nega a prestar esclarecimentos  sobre o dinheiro  que ainda não depositou  na conta dos profissionais que prestaram serviços para a prefeitura, adotando uma medida radical contra os pais de família e a população do município, que deve ficar sem atendimentos por conta da irresponsabilidade e falta de compromissos com o povo.

As entidades, funcionários da empresa e servidores do município, acusam Luís Fernando de descaso com a saúde do município, principalmente com o atraso dos salários e o 13º que não receberam. Na passeata, os manifestantes afirmaram que a falta do 13º  também prejudica o comércio local. Ta todo mundo devendo e não tem como pagar.

Segundo os servidores, até o momento o executivo não apresentou dados satisfatórios sobre o orçamento da saúde do município, nem da administração como um todo, e nenhuma auditoria nas contas  da prefeitura foi apresentada. A empresa contratada pelo prefeito Luís Fernando,  também foi acusada pelos funcionários de aplicar um sonoro calote em centenas de trabalhadores, deixando de pagar salários, décimo terceiro e rescisões contratuais.

 

Zé Inácio usa tribuna da Assembleia para denunciar desrespeito com os concursados de Peri-Mirim

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O deputado Zé Inácio (PT) usou a tribuna da assembleia esta quinta-feira (09) para voltar a falar da situação da educação no município de Peri Mirim, onde 285 servidores aprovados no último concurso da prefeitura, realizado em 2015, estão tendo seus direitos negados pelo atual gestor, Geraldo.

O ex-prefeito João Felipe (PT), ainda no ano passado, deu cumprimento ao que diz a Constituição Federal, nomeou e deu posse aos 285 hoje funcionários públicos que foram aprovados no concurso. Estes tiveram seus salários de novembro e dezembro pagos, além do 13º salário.

 

A situação é que o atual prefeito do município, Geraldo Amorim (PMDB), vem ignorando o concurso e se recusa a pagar o salário dos servidores aprovados, o que vem gerando sérios problemas, já que estes iriam atuar na educação infantil e do ensino fundamental do município.

Um dos principais problemas ocasionados por essa situação é a falta de aula para as crianças da cidade, por falta de professores.

 

“A educação de Peri Mirim clama por uma atenção do poder público, não só de nós, parlamentares, desta casa legislativa, mas também do tribunal de contas do estado. Clama por uma atenção do ministério público. E clama também pelo poder judiciário que tome providências para garantir que os servidores, regularmente nomeados e empossados, tenham direito a receber seus salários.”, disse o deputado.

 

Outro agravante da situação é o fato de o prefeito estar contratando pessoas para desempenhar as tarefas dos servidores concursados, já foram 200 contratados, além de estar designando professores do programa federal Projovem Campo – Saberes da Terra, para substituírem os professores aprovados no concurso.

 

Diante desta situação os 285 servidores e a população em apoio, estão ocupando a prefeitura de Peri Mirim, pacificamente, como forma de reivindicação.

 

“As autoridades públicas, sobretudo o ministério público estadual, devem tomar providências para que seja garantida a lei, garantida a constituição para que não seja regra a contratação temporária, e, sim, a nomeação através de concurso público.”, enfatizou Zé Inácio.

 

Falta de pagamento provoca revolta em funcionários da prefeitura de Peri-Mirim

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Funcionários nomeados no último concurso público realizado em Peri-Mirim ocuparam a sede da prefeitura pacificamente na manhã desta segunda feira (6).  De acordo com os ocupantes, dois meses já se passaram e o Prefeito reluta em não pagar os funcionários efetivados pela Justiça; sendo que, segundo os servidores, não existe nada contra o concurso.

De acordo com um líder da manifestação, os professores entraram com mandato de Segurança no Mistério Público, mas estão aguardando um posicionamento urgente do Prefeito, já que a situação do município está entrando em estado de calamidade pública, de acordo com relato de um dos manifestantes.

Segundo fontes do Portal de Notícias, os manifestantes tem apoio de quatro vereadores do município, que são eles: Lecondes Ferreira (SD), Valdevino Barros (PPS), Cleomar Pereira (PP) e Marcos Bordalo (DEM). Além dos parlamentares, de acordo com informações repassadas, os ocupantes da prefeitura têm apoio de comerciantes locais e diversos políticos.

Para uma leitora do Portal, enquanto não for pago os dois meses atrasados, os manifestantes não sairão da sede da prefeitura, que de acordo com a fonte, o Sindicato é aliado da Gestão municipal, e ninguém se manifesta.

O espaço fica aberto para qualquer manifestação da Prefeitura de Peri-Mirim ou do Sindicato dos Servidores, que foram citados neste veículo de comunicação por integrantes da manifestação.

 

 

“Geraldo Amorim prometeu muito emprego e agora está sendo pressionado para tirar os concursados” – disse um professor de Peri-Mirim.

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De acordo com os funcionários que não receberam seus salários de janeiro, a situação dos servidores nomeados no último concurso realizado em Peri-Mirim, está ficando cada vez mais complicada. Segundo um professor que foi aprovado e nomeado, o atual prefeito Geraldo Amorim está sendo pressionado por cabos eleitorais à cumprir as promessas que fez durante a campanha eleitoral sobre empregos na prefeitura.

Para um servidor que mora em Bequimão, e que foi aprovado no concurso de Peri-Mirim, a nomeação foi uma aclamação do atual prefeito para pressionar o ex-prefeito João Felipe (PT), e agora o mesmo defensor do povo, agora é um perseguidor número 1 dos servidores que não ler a cartilha dele e do presidente do Sindicato dos Servidores.

“Não entendo como Geraldo Amorim foi eleito pela terceira vez. Nunca vi um homem tão arrogante e prepotente quanto esse cidadão. Ele dá coice em todo mundo e, além disso, está tentando convencer os aliados que as 350 vagas ocupadas pelos concursados serão preenchidas com os novos contratados. Um cara que teve suas 8 contas reprovadas pelo TCE, alguém ainda espera alguma coisa desse cidadão?” – disse.

Segundo um servidor que esteve em Peri-Mirim nesta sexta feira (17) acompanhando uma manifestação, Geraldo tentou fugir dos repórteres que estavam na cidade, mas acabou sendo pressionado a falar. De acordo com os servidores que não receberam salários, Geraldo estaria brigando na justiça, para ter de volta às 350 vago de trabalho, que possivelmente agradaria seus aliados.

De acordo com um servidor, Geraldo estaria sendo pressionado por aliados, que mesmo após quase 2 meses de gestão, não aguentam mais esperar. “Agora o discurso dele é só colocar culpa no Banco do Brasil e nos antigos gestores. É bom lembrar que Geraldo esteve no comando da Prefeitura de Peri-Mirim por dois mandatos. Até agora não disse a que veio fazer. Apenas empregou a família e mais nada” – disparou indignado com a situação.

Este veículo terá o mesmo espaço para qualquer esclarecimento por parte da Gestão Municipal de Peri-Mirim…Assim como cedeu aos servidores que não receberam salários, como mostra a nota abaixo…

NOTA DE REPÚDIO 

Nós funcionários públicos da cidade de Peri Mirim MA, aprovados em concurso público realizado em 2015, tornamos público através desta nota, a situação de caos, perseguição política, abuso de autoridade e excesso de negligência por parte do novo prefeito municipal o senhor Geraldo Amorim.

Com nossos salários atrasados desde o dia 30 de janeiro de 2017, nós advindos do último concurso público, estamos passando por situações de ameaças, constrangimentos e desrespeito até mesmo pelo órgão que deveria nos defender diante do poder ditatorial do atual gestor: o sindicato dos funcionários públicos municipais de peri mirim.

Mudanças feitas as escuras e as pressas no regimento interno do sindicato, não contemplam nem incluem novos funcionários. Muito pelo contrário, tentam intimidar e excluem quaisquer perspectiva dos mais recentes funcionários.

No que se refere ao poder legislativo, não se pode contar com ninguém, na verdade estes tentam buscar alguma razão jurídica para ajudar na anulação de um concurso legítimo e isento irregularidades. O prefeito municipal, o senhor Geraldo Amorim, declarou guerra aos novos funcionários. Está próximo de se iniciar o terceiro mês do seu mandato, e a cidade caminha à beira do caos. Onde o hospital não funciona, as ruas e praças estão tomadas pelo lixo, espaços públicos estão largados, uma vez que o atual gestor nada faz e nenhuma atitude pra amenizar a situação ele toma, pois vive somente para tentar derrubar o concurso que preenche inúmeras vagas de contrato que são promessas de campanha do doutor Geraldo Amorim.

Diante de alguns dos inúmeros problemas pelos quais esta cidade vem enfrentando, pedimos a ajuda das autoridades competentes e da mídia, na luta contra essa situação de prepotência e injustiça.

 

Atenciosamente;

Concursados sem salários

Atraso de salários em Peri-Mirim pode levar Professores a ocuparem prefeitura nesta semana

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Uma denúncia recebida na Redação deste Portal na manhã deste sábado (11), fez com que o editor deste Site, entrasse em contato com o Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Peri-Mirim para averiguar a veracidade das informações, mas mesmo sendo atendido, de nada adiantou o contato.

Um professor que vai ter o nome preservado por medo de retaliação enviou uma denúncia via Whatzap, explicando que os funcionários de Peri-Mirim estão com salários atrasados e o prefeito Geraldo Amorim (PMDB), ainda trata mal os profissionais da educação que não votaram nele em 2016. Segundo o professor, desde janeiro muitos professores estão sendo perseguidos (Assédio Moral) pelo atual gestor. (Foto Abaixo da denúncia).

Além desse perimirinense, outro leitor do Portal também enviou uma denúncia com o mesmo teor. Para o denunciante, o Sindicato dos Servidores está sendo usado para fazer politicagem e principalmente para tentar atrapalhar a vida dos novos concursados e nomeados em 2016. Segunda feira pode ser o primeiro protesto de 2017.

Em contato com o presidente do Sindicato, Nilson França Oliveira, o mandatário negou o atraso e disse que a lei manda pagar salários com até 5 dias úteis, mas ele esqueceu que já se passaram 8 dias. Na gestão passada, o Sindicato era muito atuante, agora esfriou. De acordo com as palavras do presidente, só a partir de segunda feira (13), é que o Sindicato vai se pronunciar sobre o caso.

É bom lembrar que o povo merece o governo que tem, já que toda população é sabedora que segundo o Tribunal de Contas do Estado (TCE), Geraldo teve suas 8 contas reprovadas nos seus últimos 2 mandatos. Mesmo assim, o “povo” apostou novamente. Tai o resultado.

 

 

Jogadores de time piauiense comem arroz gelado e mortadela antes de jogo

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Líder do returno do campeonato estadual, com 100% de aproveitamento, o Piauí vive uma crise enquanto disputa uma vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. Em excelente momento dentro de campo, o Enxuga Rato passa por um ambiente interno conturbado. O clube rubro-anil está com dois meses de salários atrasados, segundo os jogadores, e não treina desde a última quarta-feira em sinal de protesto. E a insatisfação do elenco não se restringe às folhas em débito. A estrutura, principalmente a comida, é alvo de reclamações. Um dos lanches dados na véspera de uma partida do torneio foi arroz gelado com mortadela, de acordo com o relato dos atletas. Para jogar no último sábado, na vitória em cima do Parnahyba, o time recebeu R$ 100. A diretoria financeira negou com veemência as denúncias do time e afirmou que a quitação dos vencimentos é prioridade.

– Complicado uma situação dessas. A pior coisa é ser pai de família, ouvir seu filho querendo comprar alguma coisa e você, sem nenhum dinheiro, falar a ele que não pode comprar. Me pergunto qual o motivo de aguentarmos essa situação, somos homens e honramos o nosso trabalho, deve ser por isso. Se fechar, seria pior… Resolvemos, então, fazer greve e não treinamos na semana. Aqui tem jogador que não tem comida, não existe suplemento alimentar. Às vezes, não tem dinheiro para comprar sabonete. Falta tudo, isso não é um time profissional – revelou um dos jogadores o Piauí.

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Para não ter que pagar despesas com hospedagens, o clube decidiu fazer viagens nos dias de jogo. Na estreia do returno do Piauiense, contra o Picos, o time saiu de Teresina no começo da tarde, enfrentou pouco mais de 300km de estrada e chegou a menos de uma hora do início da partida no estádio Helvídio Nunes. Jogou, venceu por 2 a 1 e retornou na madrugada de volta.

– Desumano. Estamos viajando no mesmo dia, foi assim a Parnaíba (330km) e Floriano (234Km). No caminho de Picos, fomos com fome, comemos um pão de forma, um sanduíche no meio da estrada. À noite, na véspera de um jogo, foi dado no lanche arroz frio e mortadela. Remédio é o próprio jogador que compra. Não tem campo para fazer coletivo porque o mato toma de conta, não tem ninguém para cortar – narra outro jogador.

De acordo com relatos, os rubro-anis receberam uma vale de R$ 150 no mês de fevereiro e, depois, outro no valor de R$ 300.

– Jogadores não têm carteira assinada. Recebemos no fim de semana R$ 100 para jogar. Chegou a nosso extremo. Já recebemos pouco – alguns com um salário mínimo – e precisamos do que é nosso. Os jogadores têm medo de falar, de serem mandados embora, tem medo da repressão. Fazer futebol assim é brincadeira – comentou um atleta.

Um racha entre diretores é o motivo contado pelos jogadores para a situação ter chegado a esse ponto. O clube não tinha dinheiro para participar do Campeonato Piuiense, mas recebeu apoio de um grupo investidor para pôr o time no estadual. A queda de braço entre esses lados acentua ainda mais a crise, e os atletas se queixam que não sabem a quem recorrer.

– Há uma briga política. Chega ao ponto de um diretor dizer que só paga quando o presidente deixar o cargo. Ligamos para o diretor financeiro cobrando os salários, e o diretor disse que temos que ligar era para o presidente. Não queremos mais conversa, só queremos o nosso dinheiro. Só ficam nos enrolando, prometendo, estão acabando com os atletas… – revelou um atleta do clube após a vitória por 2 a 1 sobre o Parnahyba.

A vitória na rodada passada emocionou o time rubro-anil. O goleiro Lucas Paulista foi às lágrimas na entrevista coletiva ao relembrar a semana delicada vivida no centro de treinamentos.

Procurado pela reportagem, o diretor financeiro do Enxuga Rato, Pedro Evano, negou as condições precárias de alimentação dos 16 jogadores alojados no CT da Usina Santana, zona Sudeste de Teresina.

– Não procede. Alimentação tem toda semana. São R$ 1500 de alimentação para compra todo domingo. São 16 jogadores alojados e todos eles têm alimentação normal. Com relação à alimentação, não vamos deixar eles passarem necessidade. Mas as condições de trabalho estão normais. O problema mesmo é só o salário, que é um mês e meio atrasados. Março venceu agora. A gente pagou janeiro e metade de fevereiro. Então, temos uma folha e meia em aberto – detalhou.

Ainda de acordo com o dirigente, o pagamento dos vencimentos está condicionado a um repasse prometido pelo Governo do Estado aos clubes.

– Não tem nenhuma previsão. Enquanto não sair esse repasse do governo… Governo prometeu a todos os clubes, mas ainda não saiu. O processo está na procuradoria do estado, aguardando parecer. Os salários são prioridade.

DO GE/PI

 

Roberto Rocha prega como melhorar o mercado de trabalho em São Luís, mas não paga os funcionários da Rádio Capital AM

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Com salários atrasados, funcionários da Rádio Capital AM, entraram em greve desde segunda-feira (01) e quem sintoniza a Rádio Capital AM na frequência 1.180kHZ vai escutar somente música na sua programação, quando no período da noite fica fora do AR por falta de sonoplastas. Certamente algo muito estranho para uma emissora de amplitude modulada, que tem como Slogan: “A Informação além da Notícia”.

O motivo da greve são os salários atrasados. Há quase três meses os funcionários lotados na operação de áudio da Rádio Capital AM não sabem a cor da grana e nem explicações são dadas aos funcionários. A emissora que tem 90% de sua programação arrendada; recebe em dia a grana, mas não repassa aos funcionários. Para protestar contra o patrão que hoje está no mandato de Senador e prega geração de emprego em São Luís, os Operadores resolveram paralisar as atividades.

Somente com o pagamento dos salários atrasados, os programas voltarão ao ar normalmente, até lá, a rádio funciona no piloto automático (Computador) e somente músicas vão ser exibidas. Nos meses de setembro a outubro do ano passado, a Rádio pertencente ao Senador Roberto Rocha ficou fora do por 73 dias em virtude da suspensão do fornecimento de energia elétrica, tudo por conta de débitos junto a Cemar que giravam em torno de trinta mil reais.

Sem solução para o problema, que já se tornou crônico, está na hora da Delegacia Regional do Trabalho (DRT) intervir fortemente para resguardar os direitos destes funcionários que trabalham e precisam receber para honrar seus compromissos e colocar o pão de cada dia na mesa de suas famílias.

A falta de uma gestão qualificada voltada para a Rádio Capital AM, faz com que os donos das emissoras coloquem pessoas da família sem nenhum conhecimento de causa em cargos de direção e muitos não tem a mínima aptidão nem conhecimento do mundo do veículo chamado Rádio e o resultado está aí: desastroso.

Uma boa saída poderia ser a venda da emissora para grupos que queiram colocar em novos, seguros e bons caminhos a Rádio Capital AM de São Luís. O difícil entender é como um cidadão como o Senador Roberto Rocha, que não cumpre com suas obrigações trabalhistas, pode pregar geração de emprego, criação de zona franca em São Luís, se ele é um zero à esquerda? Um verdadeiro falso profeta!

TEXTO: Samir Ewerton (Com Edição)

Hospital Regional da Baixada ou Cemitério Público?

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A partir do próximo dia 21 de janeiro, estarão suspensos todos os atendimentos ambulatoriais e cirúrgicos no Hospital Regional da Baixada Dr. Jackson Lago, inaugurado pelo governador Flávio Dino (PCdoB). A suspensão se deve à decisão do corpo clínico do hospital de cruzar os braços como forma de pressão junto ao Instituto Acqua pelo atraso no pagamento dos serviços prestados pelos médicos, obrigações estas previstas em contrato que não estão sendo observadas pelo Instituto e muito menos cumpridas.

A decisão foi comunicada oficialmente ao Instituto Acqua, responsável pelo pagamento dos médicos, através do documento abaixo. Os prestadores de serviço alegam quebra de contrato como justificativa para a medida, optando por cruzar os braços até que o impasse seja resolvido, certamente após meses de enrolação e conversa fiada. No documento, os médicos condicionam o retorno ao serviço à regularização das pendências financeiras – ou seja, ao pagamento dos atrasados.

E listam os serviços suspensos: cirurgias eletivas e consultas ambulatoriais, dando a garantia de manutenção dos serviços de urgência e emergência e o atendimento a pacientes internados. Na prática, a decisão dos médicos confirma o que já é de conhecimento público: o péssimo atendimento oferecido no hospital, resultado da falta de compromisso com a saúde do povo da Baixada, antes de tudo, mas também da mais completa falta de planejamento, de estrutura, de equipamentos e de uma gestão eficiente.

Por essas e por outras é que a própria mulher, a filha e o cunhado do diretor do hospital, Dr Leonardo Sá, foram flagrados por um leitor do Piaba Frita ontem na sala de espera da UDI a espera de atendimento médico. Reveja a matéria AQUI. Essa decisão dos médicos, aliás, é quase um tapa com luvas de pelica na cara de quem ontem torceu o nariz para a informação divulgada pelo blog dando conta da presença dos familiares do forasteiro Leonardo Sá em busca de atendimento na UDI. Nas redes sociais, após a divulgação da matéria, aliados do médico se engalfinhavam na tentativa de desqualificar o fato.

E agora? Os bajuladores vão dizer que é mentira? Ainda tem muita sujeira escondida debaixo do tapete do hospital que foi inaugurado sem a conclusão da obra. Assunto esse que já foi abordado pelo Blog do Vandoval Rodrigues. Abaixo o comunicado dos médicos. A baixada pede socorro!

BLOG DO VANDOVAL

HOSP1

Flávio Dino paga salários atrasados de servidores da saúde

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DINHEIRO

Os salários dos servidores técnicos da saúde atrasados pelo governo passado foram quitados na noite desta quinta-feira (22) pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) junto às OSCIPs, responsáveis pela prestação de serviços nas unidades de saúde da rede estadual.

O pagamento é referente ao período trabalhado entre 16 de novembro de 2014 e 15 de dezembro de 2014, que não foram honrados pela gestão anterior e coube ao governador Flávio Dino garantir os repasses. Na noite de ontem foram repassados às OSCIPs (Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público) Bem Viver, IDAC e ICN valores que beneficiarão cerca de 11 mil servidores da saúde.

Uma força tarefa feita pelas secretarias da Saúde, do Planejamento e da Transparência, conseguiu identificar e separar o valor real referente aos vencimentos dos servidores da Saúde e os excessos, que, em tentativa frustrada, a gestão anterior tentou incorporar.

“Toda a nossa equipe é orientada a cumprir a lei com seriedade e sobriedade. Apenas isso”, afirma o governador ao explicar que seria uma irresponsabilidade efetuar os pagamentos sem uma prévia verificação do que está sendo pago.

Para o secretário da Saúde, Marcos Pacheco, este é apenas o começo de uma gestão limpa, que não permitirá privilégios e que, de fato, terá seu foco principal na atenção básica: “Toda criança assistida, toda gestante acolhida e todo idoso bem cuidado. Essa é nossa missão. Vamos ‘fazer acontecer’ e mostrar que é dessa forma que mudaremos os indicadores negativos do Maranhão”, assegurou Pacheco.

Herança

Um dos problemas herdados da gestão anterior foi o atraso no pagamento das OSCIPs. Com isso, cerca de 11 mil funcionários da saúde deixaram de receber seus vencimentos em dias.

 

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