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Vereadora Fátima Araújo reúne com autoridades em São Luís-MA

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Uma semana produtiva, assim pode ser classificada os cinco dias de trabalho da vereadora de São Luís, Fátima Araújo (PCdoB). Mas quem disse que a Pequena Guerreira só trabalha cinco dias por semana? Equivocado quem disse ou pensou dessa forma. A vereadora Fátima Araújo é daquelas que trabalha sete dias por semana, 30 dias por Mês e 365 dias por ano. É uma parlamentar que trabalha diuturnamente pelo bem estar da população de São Luís. São lutas que não cessam, e os resultados sempre são positivos com ações altamente produtivas.

Um dos encontros foi uma audiência com o Major Marcelo José e representantes do Programa Pacto Pela Paz , da Secretaria de Estado de Segurança Pública com várias comunidades de São Luís. A audiência aconteceu no 6º Batalhão da Polícia Militar, no bairro da Cidade Operária. “Nessa reunião tratamos de assuntos importantíssimos para que nossas comunidades sejam cada vez mais pacificadas”, destacou a vereadora.

Outra reunião importante esta semana aconteceu com os representantes da Maternidade Maria do Amparo e o secretário municipal de Saúde, Lula Filho. “Após a reunião saí muito esperançosa com o resultado da conversa. Graças a minha Emenda Parlamentar, [A Casa Amiga da Criança] retornará suas atividades normais em breve e o bairro do João de Deus receberá um Centro de Marcação de Consultas. Duas importantes notícias para alegrar nossa população”, comemorou Fátima Araújo.

E para finalizar os encontros da semana, a Vereadora reuniu com o secretário municipal de Trânsito e Transporte (SMTT), Canindé Barros. “Tratamos da linha de ônibus Aeroporto/São Cristóvão que havia sido retirada. Canindé garantiu que irá fazer um estudo em “regime de urgência” para que a linha volte a funcionar novamente”, enfatizou a Pequena Guerreira.

 

Fotos: Maxsuel Bruno

Fátima Araújo cobra ações do secretário Canindé Barros

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A reclamação é geral por parte da população ludovicense e principalmente dos vereadores de São Luís. Mas nesta terça-feira (10) a vereadora de São Luís, Fátima Araújo (PCdoB), perdeu a paciência com o Secretário Municipal de Trânsito e Transportes de São Luís, Canindé Barros, ao subir a Tribuna da Câmara Municipal e cobrar mais ações do gestor, que segundo a parlamentar, está dando muitas desculpas e fazendo pouco. Fátima Araújo cobrou a volta da linha do ônibus João de Deus/São Francisco.

Em seu pronunciamento, Fátima Araújo fez um questionamento ao secretário Canindé Barros sobre o transporte coletivo do bairro João de Deus. “Sabe quantas pessoas foram assaltadas nesta segunda-feira dentro do bairro Vila Conceição, indo pegar ônibus nas Avenidas Guajajaras e Santos Dumont? Foram 17 vítimas de assaltos. As pessoas estão arriscando suas vidas, doutor Canindé, porque o ônibus quando chega no bairro já está lotado. Quantos anos eu venho cobrando a volta da linha João de Deus/São Francisco? Essa luta começou em 2014. Assim como a volta da linha Vila Conceição/João de Deus”, salientou a vereadora.

Em outra parte, a vereadora não fez arrodeios e questionou firme o secretário Canindé sobre esse problema. “O que você tem contra o povo do João de Deus e Vila Conceição? João de Deus foi uma comunidade que em peso apoiou o prefeito Edivaldo Holanda Júnior. Foi um povo que abraçou Edivaldo Holanda Júnior. Agora lhe pergunto doutor Canindé, até quando as pessoas vão está arriscando suas vidas, já que não temos nossa linha de ônibus no bairro? Colocaram uma linha de ônibus Alvorada, mas só passa de 6/6h, e dentro da comunidade, as pessoas precisam andar 1.500 metros para pegar o coletivo”, disse Fátima Araújo.

E para finalizar, a Parlamentar fez um apelo ao secretário Canindé, que na última vez que deu um parecer sobre o caso, acabou colocando culpa na buraqueira. “Eu mais uma vez doutor Canindé, eu faço um apelo, eu imploro em nome de Jesus, que venha voltar a linha de ônibus João de Deus/São Francisco e Vila Conceição/João de Deus. A linha Vila Conceição você falou que não voltava por causa dos buracos, a SEMOSP fez a operação tapa buracos e até agora não voltou a linha, mesmo após seis meses do tapa buracos”, finalizou a Pequena Guerreira, lembrando que o bairro tem mais de 20 mil habitantes e que sem ônibus atrapalha qualquer planejamento, além da falta de faixas de pedestre no bairro.

Silvia Braga prestigia lançamento da pré-candidatura de Bira do Pindaré

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A pré-candidata a deputada estadual, Silvia Braga (PRTB) marcou presença em evento do Partido Socialista Brasileiro (PSB), na capital maranhense, para o lançamento oficial pré-candidatura de Bira do Pindaré a deputado Federal no Auditório principal do Rio Poty Hotel.
Acompanhada de correligionários, Silvia Braga, que é amiga desde o tempo de escola e de juventude, de Bira, declarou que o socialista é um talento na política que precisa fazer parte da bancada na Câmara de Deputados, em Brasília.
“Acredito que Bira pode fazer a diferença pela sua larga experiência no parlamento. É jovem e um bom nome para representar bem o povo maranhense e brasileiro na Câmara Federal”, pontuou.
O evento, marcado pela presença forte de lideranças populares, sindicais e representantes de movimentos sociais. Em todos os discursos, foi destacado que Bira do Pindaré representa a renovação da Câmara dos deputados em Brasília.

Acabaram as filiações e começaram as negociatas para angariar apoio de partidos

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O mercado do vai e vem de políticos para partidos, a famosa janela partidária, acabou às 23h59min da última sexta-feira (6) em todo Brasil. Faltando 6 meses para as eleições de outubro deste ano, a correria foi grande e o troca-troca também. Partidos que mal apareciam no cenário político do Maranhão, amanheceram neste sábado (7) como gigantes. O Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), formou a maior bancada de vereadores na Câmara Municipal de São Luís.

Mesmo com o fim da janela partidária, as conversas de bastidores com negociações encobertas continuam a todo vapor. São as famosas e conhecidas negociatas para angariar o maior número de legendas. Nada é de graça ou simplesmente apoio por ideologia. Mesmo faltando seis meses para as eleições, o voto de cada eleitor maranhense está sendo negociado com os presidentes de partidos ou lideranças políticas. E ainda dizem que comprar ou vender voto é crime. Crime se for o próprio eleitor que vender.

Os atores na disputa eleitoral já assinaram a ficha de filiação e foram devidamente apresentados nos partidos políticos, ou seja, do ponto de vista partidário a pré-temporada já começou e quem tiver melhor preparado, pode levantar o caneco. Políticos que mudaram de partido simplesmente por encontrar um caminho mais curto de eleger-se a deputado. Outros, por não se identificar com a ideologia da legenda antiga.

Os partidos e os seus políticos se debruçarão na matemática que envolve as figuras que disputarão as eleições proporcionais, seus pesos eleitorais e as vantagens de ter esta ou aquela legenda ao seu lado para somar votos, alcançar o coeficiente eleitoral e, assim, conquistar a sonhada vaga ou na Assembleia Legislativa ou na Câmara dos Deputados.

Já em relação à eleição majoritária, restaram poucas dúvidas. Uma delas – e talvez a mais antiga – é o anúncio do nome do segundo candidato ao Senado do grupo do governador Flávio Dino (PCdoB). Outra dúvida é em relação ao PSDB, Roberto Rocha e Eduardo Braide (PMN). Afinal, quem será o candidato ao governo? Ou sairão os dois?

Do grupo da ex-governadora Roseana Sarney (MDB), as dúvidas são menores. Passa somente pelo nome do candidato a vice-governador na chapa da emedebista. Alguns nomes são ventilados, como do senador João Alberto, do empresário Lobão Filho ou de uma grande liderança da região Tocantina.

Já em relação aos demais candidatos, como Ricardo Murad (PRP) e Maura Jorge (PSL), por exemplo, as composições devem ser logo definidas. Não há tantas dúvidas sobre como os demais candidatos, como Ricardo Murad (PRP) e Maura Jorge (PSL), por exemplo, as composições devem ser logo definidas. Não há tantas dúvidas sobre como será cada chapa. Falta somente costuras para finalizar essas composições.

Com Informações do Estado Maior

Rede Social ou Rede Marginal?

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A política do Maranhão é diferente de qualquer parte do Brasil. Aqui, fala-se o que quer, entra-se na vida pessoal, envolve família, denigre-se imagem de adversários e transforma-se concorrência em guerra. Isso não é de hoje, a história da política maranhense conta como alguém pode anoitecer líder e amanhecer na zona do rebaixamento. Tudo mudou na política, menos o pensamento daqueles que brigam para estarem ou voltarem ao poder.  No início do século, segundo os mais velhos, tudo era feito para massacrar adversários, até partir para o lado pessoal, com agressões e pancadarias.

Hoje, com a era das novas tecnologias, alguns grupos, principalmente os que estão no poder da sombra, usam “Exércitos da Maldade” com “Soldados Perigosos” bons de artilharias e bem pagos para “baterem” em adversários como forma de perseguição política. As redes sociais que mais parecem “redes marginais” empregam dezenas de “profissionais” corruptos que se infiltram na imprensa como “pistoleiros” dos teclados, com a missão de destruir reputações, histórias de vida e até famílias, com matérias altamente maldosas e criminosas muita das vezes.

Na pauta dos “Soldados do Mal”, estão adversários e aliados de políticos oposicionistas de seus “patrões”, que são achincalhados com mentiras, que as vezes atingem classes trabalhadoras, povos, sem sequer se importarem com quem realmente precisa ser visto, o povo. Desde as eleições de 2016, surgiram os “combatentes da corrupção”, cometendo o mesmo crime, gente que apareceu na lista de fantasmas da Assembleia Legislativa do Maranhão com salário de mais de R$ 6 mil reais e nunca sequer deu um prego em uma barra de sabão na Alema.

Muitos pousam de honestos, mas foram levados pela polícia federal por suspeita de extorsão, outros ainda usam fraldas com medo das investigações. As redes sociais no Maranhão tem um significado diferente do resto do mundo, não socializam, apenas marginalizam os que pensam diferente, opinam diferente ou trabalham para sobreviver. No Maranhão, basta aparecer sem querer em foto com algum integrante do grupo Sarney (mesmo que como papagaio de pirata) que será destruído pelos soldados da maldade.

Esta semana, bastou a ex-governadora colocar um ônibus na estrada, que ela e seus aliados passaram a ser massacrados na internet por soldados do Quartel Palaciano. Até remanescentes quilombolas foram achincalhados, uma falta de respeito com a aquele povo, que tem uma história de luta e honestidade, que precisa ser visto, principalmente por aqueles que defecam pelos dedos nas redes sociais, como referência histórica. Ultimamente os “soldados da maldade” atiram sem ver quem será atingido, mas é bom lembrar, que tudo que sobe, desce! Se tiver no grupo adversário é corrupto, ajudou afundar o Maranhão, mas basta pular a linha do equador, que se torna uma nova criatura, vai ajudar a reconstruir o Estado.

O bem, nas redes sociais corre a passos de tartarugas, mas o mal corre com a força e a velocidade de um furacão, já que o ódio e a discórdia são patrocinados com dinheiro público para atingir o maior número de pessoas, que na grande maioria tem pouca informação do grande “lixão” que se tornou a política maranhense por parte de alguns políticos.

 

Bolsonaro e os filhos ficaram milionários só na política

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Do ponto de vista político, a “Família Bolsonaro” só não é uma piada pronta porque ainda está em construção — embora a coisa já seja antiga. Ficou feio para a turma. A Folha fez um levantamento objetivo, sem juízo de valor, sobre o patrimônio dos valentes, que têm apenas uma atividade conhecida: a política. Do ponto de vista pessoal, os Bolsonaros não podem reclamar do Brasil… Integram a diminuta categoria dos multimilionários. Seu patrimônio em imóveis, em valores de mercado, chega a R$ 15 milhões. Veículos motorizados, para ser genérico, somam mais R$ 1,7 milhão, totalizando, então, R$ 16,7 milhões.

Tive a pachorra de fazer uma conta, que serve apenas como ilustração: se Jair e seus três filhos políticos — Flávio, Eduardo e Carlos — tivessem guardado CEM POR CENTO DO SALÁRIO LÍQUIDO RECEBIDO COM A ATIVIDADE POLÍTICA, TERIAM CONSEGUIDO JUNTAR POUCO MAIS DE…R$ 15 milhões! Vale dizer: menos do que seu patrimônio — já explico a conta e os critérios. Pergunta-se: quem consegue guardar a totalidade do que ganha?

“Ah, não trapaceie, Reinaldo, eles não têm R$ 15 milhões no banco, mas em patrimônio, sujeito a variações de mercado, como valorização e coisa e tal…” Eu sei. O que quero demonstrar é que os vencimentos do quarteto não justificam seu milagre imobiliário. Outra explicação há de haver.

Em abril do ano passado, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) fizeram um levantamento e concluíram que, no mês anterior, só 15% dos consumidores guardaram parte do salário!!! Nada menos de 46% gastaram tudo o que receberam, e 32% viram sair mais dinheiro do que entrar: ficaram no vermelho.

Poupar não é um hábito nacional — a não ser, claro!, na família Bolsonaro. Estudo do economista José Roberto Afonso, da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Rio), com base em dados coletados pelo Banco Mundial, aponta que, no Brasil, só 4,7% dos 60% mais ricos — camada em que se encontram Jair e seus filhos — guardam dinheiro. E, entre os 40% mais pobres, a participação cai a menos da metade: 2,1%.

Mais dados para provar que estamos diante do Milagre Bolsonaro da Multiplicação de Patrimônio? Pois não! Em 2014, a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida quis saber a percentagem de poupança naquela parcela diminuta da população que consegue guardar algum dinheiro. Atenção! 52% dos gatos pingados que conseguem reter uma graninha guardam até 10% do que recebem; outros 26%, entre 10% e 20%. O topo da poupança é de 40%: apenas 2% (ENTRE OS QUE POUPAM: 0,3%, pois) alcançam tal proeza.

Tão logo a Folha publicou as informações — e não as opiniões — sobre o patrimônio da Família Bolsonaro, sua turma na Internet se saiu com as grosserias de hábito. O jornal passou a ser chamado de “Foice de São Paulo” — porque seria comunista… Deus do Céu! Gritavam seus sectários: “Por que não fazer tal levantamento sobre outros presidenciáveis?” Não vejo por que o jornal não possa fazê-lo. Pergunto: eventual patrimônio inexplicável de adversários do deputado deve ser tomado como justificativa para o injustificável?

A conta
Os números a seguir, reitero, apenas ilustram o que não tem explicação. Quando entrou na política, Bolsonaro era um homem pobre. É deputado federal desde 1989. Só para facilitar o cálculo — e isso também dá a medida do absurdo! —, vou fazer de conta que ele recebeu, mensalmente, ao longo de 28 anos, R$ 25.010,69 (ganho líquido de hoje). Seus 336 salários teriam somado, pois, R$ 8.403.591,84. Eduardo está na Câmara desde 2015. Foram 36 salários, totalizando R$ 900.384,84. Carlos Bolsonaro é vereador na cidade do Rio faz tempo: desde 2000, o que totaliza 204 vencimentos, com valor líquido de R$14.266,40. No total, R$ 2.910.354,60. E ainda há Flávio, o deputado estadual (RJ), no posto desde 2003. Em 14 anos, foram 168 vencimentos líquidos de R$ 18.786,88: ou seja, R$ 3.156.195,84.

Tudo somado, chega-se a R$ 15.370.527,12, um valor inferior ao patrimônio de R$ 16,7 milhões!

Notem que tomo todos os salários a valor presente. Notem que, nessa hipótese, os Bolsonaros não moram, não comem, não vestem, não usam papel higiênico (alimentam-se de luz!). Notem que se trata de uma ordem de grandeza que apenas dá materialidade à espantosa evolução patrimonial do quarteto. Digamos que eles fizessem parte daqueles 2% dos 15% — ou 0,3%!!! — que conseguem guardar 40% do que recebem: estaríamos falando de R$ 6.148.210,84, não de mais de R$ 16 milhões. E se forem como os 52% dos 15% (7,8%) que conseguem poupar apenas 10% do que recebem? Bem, nesse caso, teriam guardado R$ 1.537.052,71. Convenham: o valor está um tantinho abaixo dos R$ 16,7 milhões, não é mesmo?

Violência retórica e falta de explicação
Bolsonaro concedeu uma entrevista à Folha, com a delicadeza habitual. Desqualifica o jornal e os jornalistas (farei um post a respeito).

O político que, segundo seus acólitos, desafia o “statu quo” acha ofensivo que alguém pergunte como conseguiu amealhar patrimônio tão vistoso.

Na condição de homem público, acha que não tem de dar explicações. E prefere o lucrativo — até agora ao menos — caminho da ofensa.

Como eles conseguiram um patrimônio de R$ 16,7 milhões? Não sei! Vai acima uma conta que serve de ilustração do espanto.

Para encerrar este post: ao longo de todos esses anos, quais foram mesmo as respectivas contribuições de Jair, Eduardo, Flávio e Carlos? A Família Bolsonaro se mostrou um prodígio em benefício da… Família Bolsonaro!

Por Reinaldo Azevedo

Outdoor de Jair Bolsonaro em Pinheiro mostra que o povo da Princesa da baixada nasceu para sofrer

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Se não bastasse uma administração trágica feita pelo prefeito Luciano Genésio (PP), em que deixou a população de Pinheiro na pior desde que assumiu a gestão em janeiro deste ano, os pinheirenses receberam esta semana na Avenida que liga o bairro de Pacas, um grande Outdoor tem trás como frase “Pinheiro é Bolsonaro”, uma alusão às eleições para presidente da república em 2018.

Patrocinado pela União da Direita Maranhense (UDM), tem o apoio da União da Direita Pinheirense (UDP), fazendo propaganda explícita ao deputado federal carioca, que já está na política há 30 anos mamando nas tetas do estado.  A apologia ao Bolsonaro mostra que o maranhense não sabe votar e principalmente os pinheirenses, que deram um tiro no pé em 2016 com a promessa de mudança.

O SALVADOR DA PÁTRIA

Jair Messias Bolsonaro, é paulista, nascido em Campinas, tem 62 anos e está há 30 anos na política. Começou como vereador carioca e atualmente está no seu 7º mandato de deputado federal pelo Rio de Janeiro. Nunca fez nada pelo estado do Rio de Janeiro, que está afundado pela corrupção. Bolsonaro faz parte da Comissão de Combate ao Crime Organizado, mas nunca se manifestou contra a violência do Rio de Janeiro que domina os 92 municípios cariocas. Foi membro da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias, mas não respeita justamente quem ele foi escolhido para defender.

Só na família de Bolsonaro tem quatro políticos, três filhos e ele. Isso mostra que política dá lucro e é mais rentável que qualquer outra profissão. Carlos Bolsonaro (filho) é vereador carioca, Flávio Bolsonaro (filho) é deputado estadual fluminense, Edurado Bolsonaro (filho) é deputado federal por São Paulo e Jair Bolsonaro (pai) é deputado federal pelo Rio de Janeiro. É mole ou quer mais, maranhenses?

O bom moço que nunca levantou uma palha sequer pelos cariocas agora aparece como salvador da pátria e muitos brasileiros, inclusive maranhenses, fazem apologia nas redes sociais sem sequer conhecer a história de um político que está milionário só de mamar nas tetas públicas, inclusive colocando seus filhos. A família Bolsonaro ganha até da família Sarney em números de integrantes dentro da política com mandato.

Se Bolsonaro fosse o salvador da pátria, já não teria sido no mínimo prefeito do Rio de Janeiro ou até governador carioca para resolver o problema da corrupção, violência, falta de saúde pública e péssima educação. Mas nunca quis enfrentar seus aliados e agora visa o Palácio do Planalto sem nunca ter gerido uma “Banca de Bala” na Central do Brasil. O olhar de Bolsonaro não é o povo e sim a facilidade de enriquecimento ilícito.

O deputado se diz honesto. Horas bola, honestidade não é gol de placa, é virtude e todo homem precisa ter. Mas o Brasil precisa de mais que honestidade, necessita de conhecimento de gestão, de um político que olhe para todas as divisões de classes, criada pelos próprios deputados. O Brasil precisa primeiro de eleitores conscientes, que entenda que política não está baseada apenas em Eleições, Candidato, Campanha, Voto e Eleitor. O processo é bem mais longo e precisa prever o futuro. O voto dura pouco menos de 2 minutos, mas o mandato dura 4 anos. É bom lembrar que você coloca no poder, mas não tem poder para tirar.

 

 

Inveja ou tentativa de perseguição?

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Esta semana me deparei com um texto insignificante na internet, que de acordo com o que rege o jornalismo, classifiquei de lixo. O tema era sobre política, mas estava escrito em parábolas, isso apenas para atingir uma pessoa que segundo o pouco que sei dela, só faz o bem às pessoas. A pessoa citada no texto foi a Radialista, Jornalista, Apresentadora de TV e diretora da Rádio Difusora 680 AM, Paulinha Lobão, que ao contrário dos críticos, sempre trabalhou o social na capital maranhense.

Não estou defendendo a Radialista e muito menos sacrificando os críticos. Pelo contrário, sei que jornalismo é coisa séria, mas está sendo usado por alguns profissionais da imprensa como uma arma para destruir reputações de pessoas do bem. Não sou amigo de Paulinha Lobão, apenas a conheço como profissional da comunicação e a respeito, assim como faço com todos os profissionais do seguimento. Como pesquisador em comunicação, vejo que o jornalismo foi invadido pelos alienígenas, como a própria Difusora AM previu em um programa de humor em outubro de 1971.

Criticar é opção de todos os jornalistas, assim como elogiar. Mas tenham santa paciência, não se faz crítica sem argumentação, e principalmente quando o fato é criado na “caruda”. O nosso jornalismo é forte, continua forte, mas alguns profissionais para agradarem “Gregos e Troianos” acabam atirando para todo lado e atingindo pessoas do bem e colocando o jornalismo em descrédito.

Quem é jornalista de verdade, por paixão ou formação sabe que um texto para ser jornalístico precisa preencher os conceitos da profissão e as regras da função. As perguntas típicas de um texto jornalístico são (quem, o quê, onde, como, quando e por quê). Só que no texto em que tentaram denegrir a imagem da Paulinha Lobão, nenhuma pergunta dessas foi respondida. E quando parte de alguém que sentou a bunda na cadeira da Faculdade ou Universidade é mais sofrido ver. Quando parte de um leigo, o perdão é mais fácil (ele não não sabe o que diz).

Dizem os mais velhos que o mundo dá voltas. Na comunicação o globo não pára de girar, principalmente para os comunicadores ou comunicólogos.

 

Carta à filha que eu quero ter (Por Joaquim Neto)…

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POR JOAQUIM NETO – Filha, talvez quando você ler estas palavras, eu já não esteja neste mundo. Ou quem sabe eu já esteja velho a ponto de não poder correr com você pelos campos, pelos bosques, nadar nos rios, pegar em seus braços e rodar, jogar bola ou mesmo ajudá-la a fazer o dever de casa.

Em primeiro lugar, queria explicar o porquê de escolher que você nascesse mulher. Sempre sonhei com uma filha, porque as meninas são muito mais interessantes, carinhosas, sensíveis, belas, inocentes e encantadoras, a verdadeira criação divina.

Venho escrevendo uma série de cartas para você. Preste atenção, você ainda não nasceu, mas quando você nascer, eu já terei reunidas várias cartinhas endereçadas a você, contando a aventura da humanidade, minha experiência de mundo, minha história, minhas angústias, meus sonhos, minhas utopias e minhas dores e revoltas diante das injustiças, de modo a prepará-la para enfrentar a vida fora da barriga de sua mãe, que eu ainda não a conheço, ou se conheço, ainda não a conquistei.

Hoje eu queria conversar sobre um amigo que tem me ajudado a enfrentar um terrível sofrimento que me atingiu de uns tempos pra cá.

O ano de 2016 foi demasiadamente estranho para nossa querida pátria e, em particular para mim. Foi um ano em que o Brasil descobriu a guerra fria, coisa de russos e estadunidenses do século passado. Aflorou-se um ódio que eu nunca testemunhara. Logo em um momento em que o Brasil não devia mais aos agiotas internacionais, que finalmente iríamos nos livrar do perverso modelo colonial e dependente das potências estrangeiras – especialmente dos Estados Unidos – e seguirmos a uma verdadeira soberania, com possibilidade de desenvolvimento e distribuição de renda.

Houve uma campanha impiedosa e virulenta dos meios de comunicação de massa, insuflando setores conservadores e egoístas a saírem às ruas. Tudo isso monitorado por parte dos altos escalões da república, pelo imperialismo americano e ainda por antipatriotas, que, de olhos arregalados nas nossas reservas de petróleo, se comportaram de maneira acintosamente parcial, como se a corrupção tivesse sido inventada por um partido. Os outros, entreguistas e defensores dos interesses da plutocracia, podiam arrebentar os cofres públicos ilesos. Assim, sem votos, uma matilha tomou de assalto o governo e imediatamente começou uma política de cortes de direitos dos mais pobres, entrega do patrimônio público para os abutres estrangeiros e proteção dos corruptos sócios do golpe.

Confesso que já havia lido algo sobre a banalização do mal e o fascismo, mas nunca imaginei que iria ver isso de perto. Observando atordoado e impotente, queria lutar, mas estava fora de meu alcance. Fui às ruas, esbravejei, não adiantou. Só quero que você não sinta vergonha de seu pai, pois ele não se resignou diante do arbítrio e da injustiça. Espero que você se orgulhe de mim por ter resistido para que sua geração recebesse um Brasil mais humano, justo e tolerante.

Quando vi que não tinha jeito, nada eu podia fazer, resolvi sair do Brasil para melhorar meu estado espírito tão decepcionado, tão arrasado, tão taciturno. Mas tive que voltar imediatamente. Outra dor me atingira em cheio. Recebi a amarga notícia de que sua avó havia falecido. Chorei e lamentei em seu leito de morte que ela não pode conhecer você, me senti culpado por não ter antecipado seu nascimento. Desde então, venho colecionando dores, moro sozinho e a maioria de meus amigos já morreram há muito tempo, mas são sábios e me ajudam a superar o sofrimento e desejar a vida. Heráclito, o pai da dialética, Epicuro, Epicteto, um escravo filósofo, Montaigne, Maquiavel, Dante, Shakespeare, Rousseau, Espinosa, Marx, Tolstoi, Gandhi, Sartre e muitos outros. Todas as noites eu converso com eles e peço conselhos.

Hoje, como eu disse, vou lhe apresentar um desses amigos, o nome dele é Epicuro. Ele nasceu em Samos no ano de 341 a.C. e viveu numa época também de crises de valores e de desencantamento com a política. A Grécia foi invadida por Alexandre, pondo fim à grande civilização, causando um vazio espiritual que ele pretende preencher com uma nova maneira de encarar o mundo.

Diante do cenário devastador, Epicuro recolhe-se, cria uma escola chamada O Jardim e propõe uma nova virtude, um conforto para tempos difíceis, que é o aperfeiçoamento do homem como indivíduo, fora do governo. Já que não existe mais a sua pátria, resta administrar a pátria interior, buscar a felicidade por si mesmo.

A felicidade não depende dos governantes, não depende do dono do planeta, não depende do dono do Brasil, só depende de você. A felicidade está dentro de nós e independe de como as coisas estejam fora de nós (isso me faz lembrar a passagem da Bíblia, Lucas 17, o Reino de Deus está dentro do coração do homem). Muitos pessoas procuram adequar o que está fora de nós e o que está dentro de nós, mas a lição é: se não tem jeito com o que está fora de nós, então deve ter jeito com o que está dentro de nós.

Assim, Epicuro define que a felicidade é ausência de dor e de perturbação, ataraxia (depois você pesquisa o que significa, aqui não vou usar termos técnicos ou científicos). Em outras palavras, felicidade é paz do espírito e para alcançar essa felicidade e essa paz o homem só precisa de si mesmo, não lhe servindo a política, a cidade, as instituições, a nobreza, as riquezas. Para ele, todos os homens são iguais, porque todos aspiram à paz do espírito, todos têm esse direito e todos podem alcançá-la, se quiserem. O Jardim abriu suas portas a todos, a ricos e pobres, a livres e escravos, a homens e mulheres, sendo sua resposta aos males do mundo e com isso Epicuro tornou-se o médico das almas.

Muitos não leram ou interpretaram mal o pensamento desse grande filósofo, acusando-o de alienado da luta política, mas é preciso compreender o momento em que ele viveu, o seu país fora destruído por forças estrangeiras, nada mais restava senão cuidar de si mesmo, buscar a felicidade dentro de si próprio, longe do poder. Nesse sentido, ele é muito atual. A crítica é tão injusta que pode ser facilmente afastada, só lembrando que o pensamento de Epicuro seduziu nada mais nada menos do que Karl Marx, um dos filósofos mais preocupados com a política, e que o tomou como base para a elaboração do seu materialismo histórico.

Essa forma de pensar não é o que hoje nós chamamos de autoajuda. É algo muito mais profundo, sério e reflexivo. Ele diz que não é difícil ser feliz. A felicidade é a justa e plena satisfação dos prazeres. Mas não é qualquer prazer que deve ser satisfeito. Ele dividiu os prazeres em: a) naturais e necessários; b) naturais e não necessários; e c) não naturais e não necessários. A sabedoria está justamente em satisfazer aqueles prazeres que são naturais e necessários, como por exemplo, comer e beber. Porém, uma comida requintada e cara é natural mas não é necessária. O luxo e a riqueza são prazeres nem naturais nem necessários. Um pouco de pão para matar a fome, um pouco de água para matar a sede, um pouco de palha para dormir e a amizade são fundamentais para a vida feliz. Isso me faz lembrar dos tempos em que saí da casa de meus pais para estudar. Havia dias que eu não tinha nem o pão, a água sequer era filtrada e muitas vezes dormia no chão. Nas madrugadas, depois de muito estudo de física, química e biologia, uma farinha seca com água da torneira me saciava. E a lição de Epicuro já me ajudava a não desistir dos estudos e ser feliz com o que eu tinha disponível. Dava aulas de matemática em troca de um prato de comida e era feliz, mesmo sabendo que a culpa vinha de forças opressoras que remontam às origens da formação de nosso país.

Então, Epicuro propõe que para ser feliz, devemos levar uma vida nem mergulhada na miséria nem cheia de luxos, mas dentro da justa medida, do equilíbrio sem carências nem excessos, porque, como ele diz, para quem não basta o pouco, nada basta. Não bastam os bens materiais, é preciso alimentar a alma. Se queres enriquecer, não aumente as riquezas, diminua os desejos. Esqueça as frases “eu vou ser feliz quando eu ganhar na loteria”, “eu vou ser feliz quando eu comprar o carro do ano”, “eu vou ser feliz no dia em que eu me aposentar”. Epicuro condenaria tudo isso, porque a felicidade é a satisfação do prazer, que, buscado corretamente, está à disposição de todos.

Em relação à dor, Epicuro nos ensina uma técnica para torná-la suportável, e com bastante experiência própria, tendo em vista que ele sentia fortes dores devido a um cálculo renal. Ele ensina que nós temos um equipamento de imagens na mente. Se, no momento da dor, lançarmos mão desse equipamento das boas imagens, das boas lembranças, se pensarmos em algum acontecimento ou pessoa que nos fez feliz, a dor pode ser suportada. E se a dor não puder ser suportada nem com essa artimanha, aí não é mais dor, é a morte.

E quanto à morte, Epicuro diz que ela nada é para nós. A morte é um mal só para quem nutre falsas opiniões sobre ela. Nós somos um composto de alma e de corpo, a morte não é mais que a dissolução desses compostos. E, nessa dissolução, os átomos dissipam-se por toda parte, a consciência e a sensibilidade cessam totalmente, e assim, sobram apenas restos que se dissolvem, ou seja, nada, porque a absoluta perfeição do prazer não necessita do eterno. O mais terrível dos males, portanto, a morte, não é nada para nós, uma vez que, quando somos, a morte não é, e quando ela chega nós não somos mais. O encontro é impossível. É tanto que Epicuro morreu numa banheira com água quente, degustando uma taça de vinho e brindando a vida. Até pra morrer a gente precisa ser feliz.

Depois dessa conversa com Epicuro, melhorei bastante e aprendi a encarar os sofrimentos, as dores, as perdas e o desencanto com o mundo da política. Sugiro que você se aprofunde no pensamento desse gigante da sabedoria universal porque tudo que eu falei aqui foi apenas um resumo. Leia a Carta a Meneceu, um dos poucos livros dele que se salvaram. E lembre-se, o verdadeiro bem é a vida, e para manter a vida basta pouco, e esse pouco está à disposição de todos. Tudo o mais é vaidade. Preocupe-se mais com o ser e menos com o ter. Em tempos de irracionalidade, egoísmo e intolerância, a felicidade não está nas coisas exteriores, mas na condução saudável e ética da nossa própria vida.

Com amor,

Papai.

Ano de 2017, janeiro, 21.

Texto publicado na íntegra…

 

Wellington do Curso inaugura “Gabinete Móvel”

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O deputado estadual Wellington do Curso (PP) teve uma ideia que dará voz à população carente da capital e de demais municípios do Maranhão. Wellington inaugurou ontem, dia 24, o “Gabinete Móvel” para ouvir as principais reivindicações de pessoas em diversos bairros da periferia.

Ouvir a população é o que nos motiva a cobrar e a fiscalizar. Por isso, com o Gabinete Móvel queremos percorrer bairros e, assim, os municípios de nosso Maranhão. O que queremos é ouvir os anseios daqueles que não conseguem ir até à Assembleia Legislativa. Além de ouvir, pretendemos encaminhar as reivindicações da população e, assim, cobrar e fiscalizar o cumprimento de direitos”, disse o deputado.

Pré-candidato à Prefeitura de São Luís, o parlamentar disse que ir ao encontro do povo não significa somente pedir votos, mas conhecer e conviver com a realidade diária da população, além de buscar soluções para os problemas da coletividade.

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Para mim, a população deve ter pleno acesso aos políticos que escolheram. Sempre pensei assim. Antes mesmo de ser deputado estadual. Como parlamentar, tenho hoje a certeza do quão importante é participação da população em nossas ações. Foi assim que surgiu a ideia do Gabinete Móvel: para ouvir também aqueles que hoje estão distantes do Parlamento, dando vida e voz ao nosso mandato popular”, afirmou Wellington.

COMO FUNCIONA?

O Gabinete Móvel consiste em uma van em que o deputado Wellington e sua equipe percorrerão bairros da capital e de demais municípios do Maranhão. Nessa van, há uma espécie de “sala de atendimento” que será direcionada à população, a fim de receber denúncias, solicitações e, posteriormente, transformá-las em proposições na Assembleia Legislativa.

Para solicitar a visita do Gabinete Móvel, que possui uma agenda que será previamente divulgada, qualquer cidadão pode entrar em contato com a Equipe de Wellington do Curso através do número (98) 99911 0011 e justificar a solicitação.

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