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Archivo de Etiquetas: Morte

Vereadora Fátima Araújo Emite Nota de Pesar pela morte de Dr. João Damasceno

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A vereadora de São Luís, Fátima Araújo (PCdoB), emitiu Nota de Pesar pelo falecimento do ex-vereador de São Luís, professor universitário e advogado criminalista, Dr. João Damasceno Corrêa Moreira, de 62 anos, que foi encontrado morto na tarde desta quinta-feira (2) às margens do Rio Anil nas proximidades da Ponte Bandeira Tribuzzi em São Luís. Ele estava desaparecido desde quarta-feira (1). Segundo informações de familiares, ele teria saído de casa para uma caminhada, na Avenida Beira-Mar e, em seguida, resolveu dar um mergulho na foz do Rio Anil.

Nascido em Cajapió (MA), Damasceno – conhecido por Bazar – ficou como suplente de vereador por várias legislaturas. Ele chegou a assumir o mandato na Câmara Municipal de São Luís, em novembro de 2013. Naquele ano permaneceu no parlamento ludovicense por um período de cento e vinte e um (121) dias em substituição ao então presidente da Casa, vereador Antônio Isaias Pereirinha (PSL), que havia tirado licença para tratamento de saúde.

Advogado criminalista e professor do Instituto Florence, doutor Damasceno teve uma longa trajetória política em São Luís. Ele foi secretário na gestão da prefeita Conceição Andrade e chefe da Controladoria Geral do Município na gestão do prefeito João Castelo. Leia a nota abaixo na íntegra.

NOTA DE PESAR

Foi com profunda tristeza que recebi a informação do falecimento do ex-colega de parlamento, João Damasceno Corrêa Moreira,  de 62 anos, encontrado morto na tarde desta quinta-feira (2).

Professor de História e advogado criminalista, Damasceno era conhecido por Bazar, teve uma longa trajetória política em São Luís. Ele foi secretário na gestão da prefeita Conceição Andrade e chefe da Controladoria Geral do Município, na gestão do prefeito João Castelo. No cumprimento de seu trabalho sempre se destacou pela seriedade, brilhantismo e tranquilidade na defesa dos menos favorecidos e de todas as instituições.

Trata-se de um causídico que ganhou respeitabilidade pelo senso de justiça, legalismo, equilíbrio e devoção às leis. O Maranhão, a sociedade ludovicense e o mundo jurídico perdem um de seus maiores expoentes.

Foi um homem forte e corajoso, atuou na militância política com firmeza, mas foi, sobretudo, pai e esposo extremamente dedicada aos seus entes queridos. Ele deixa um legado de independência e combatividade.

Aos familiares e amigos, manifesto minhas condolências. Que Deus lhes conforte em sua graça.

Fátima Araújo
Vereadora de São Luís

Texto: Itamargarethe Corrêa Lima

Vereadora Fátima Araújo emite Nota de Pesar pela morte do ex-governador Epitácio Cafeteira

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A vereadora de São Luís, Fátima Araújo (PCdoB), emitiu nota de pesar pela morte de Epitácio Cafeteira, uma das maiores lideranças políticas do Maranhão. Segundo Fátima Araújo, Cafeteira entrou para a história do Estado como um político querido pelo funcionalismo público, já que valorizava o servidor público.

NOTA DE PESAR

Foi com profunda emoção e tristeza que recebi a notícia do falecimento do ex-prefeito de São Luís, ex-deputado federal, ex-governador e ex-senador da República, Epitácio Cafeteira.

Cafeteira era uma grande liderança popular do nosso Estado, onde ocupou um lugar de destaque na política maranhense e nacional.

Neste momento triste, quero enviar o meu abraço a Isabel Cafeteira, a quem muito admiro por sua dedicação e grande carinho devotados ao esposo, e  como todos os demais membros da família. Neste momento estamos todos tristes por essa grande perda“.

Epitácio Cafeteira

Natural da Paraíba, Epitácio Cafeteira chegou ainda jovem ao Maranhão, onde construiu sua história política e constituiu família. Em sua longa trajetória pública, exerceu os cargos de senador da República (1991/1999 e 2007/2015); governador do Estado (1987/1990); prefeito de São Luís (1965/1969); e deputado federal em quatro ocasiões, sendo três mandatos consecutivos(1975/1987).

 

Vereadora Fátima Araújo divulga nota de pesar pela morte do avô de Davi Telles

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A vereadora de São Luís, Fátima Araújo (PCdoB), amiga particular do Secretário de Estado, Davi Telles, divulgou nota de pesar pela morte do avô de Davi, Reginaldo Telles, que morreu na noite deste domingo (06), por falência múltipla dos órgãos. Para a vereadora, nesse momento de dor, que Deus possa confortar o coração de cada integrante da família Telles.

HISTÓRICO DE REGINALDO TELLES

Reginaldo Telles foi jornalista, advogado e um dos mais destacados militantes políticos da esquerda no Maranhão. Em 1945, com 20 anos, já era um dos redatores do Jornal O Combate, função que exerceu até 1950, momento em que funda, junto com Neiva Moreira, o famoso e combativo Jornal do Povo, do qual passou a ser editor-chefe.

A partir de sua atividade jornalística e política, se elegeu vereador de São Luís em 1951 pelo antigo PSP de Neiva Moreira. Alguns anos mais tarde, Reginaldo se casa com Maria Lúcia, com quem teve 13 filhos e continuou a seguir uma longa vida de lutas democráticas e populares. Juntos, fundam a Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Luís.

No final da década de 1970, Reginaldo foi o primeiro Presidente da seção maranhense do Comitê da Anistia, organização responsável por trazer do exílio militantes políticos como Neiva Moreira. É fundador do PDT de Brizola e foi membro da Comissão Provisória que deu origem ao partido.

Poeta apaixonado, deixou para lançar seu primeiro e único livro de poemas, recentemente, aos 87 anos, o qual, para ele, é uma síntese do que pensa da vida e do amor.

Envolveu-se quase a vida toda com a questão da agricultura familiar, tendo fundado a Cooperativa Mista dos Agricultores de São Luís, dentre outras muitas atividades na área.

Foi Secretário Executivo do Fundo de Revenda do Plano de Desenvolvimento Agropecuário do Estado do Maranhão, de 1970 a 1971; Assessor de Comunicação da Prefeitura de São Luís, na gestão municipal de Jackson, de 1990 a 1992 e Diretor do antigo SIOGE na década de 1960.

Reginaldo Telles é avô do secretário de estado de ciência, tecnologia e inovação, Davi Telles.

 

Por Clodoaldo Corrêa

Irmão do prefeito Cláudio Cunha é morto a golpes de faca em Apicum-Açu

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A violência toma conta da baixada maranhense e desta vez a vítima foi um vereador da cidade de Apicum-Açu, no litoral ocidental maranhense, assassinado a golpes de faca. A vítima foi o irmão do prefeito da cidade, Cláudio Cunha, que era vereador. A identidade da vítima é Cláudio Jorge Lima Cunha, de 47 anos, conhecido na cidade por Jorge Cunha.

Segundo testemunhas, o parlamentar foi morto a golpes de faca no povoado Turilana, na zona rural de Apicum-Açu. Segundo populares, o vereador Jorge Cunha foi morto com duas facadas por um pescador conhecido na cidade como Pelebreu, de 25 anos de idade, que foi preso em flagrante pela Polícia Militar.

O vereador foi atingido com uma facada na barriga e outra no coração. Jorge Cunha estava em uma festa e o fato aconteceu no momento em que o vereador se dirigia ao seu veiculo na madrugada desta terça-feira (2).  Segundo populares, o criminoso se aproximou de Jorge e lhe pediu 2 reais. Diante da recusa, os dois começaram a discutir, quando o assassino sacou de uma faca e matou o vereador.

A polícia vai investigar as verdadeiras causas do homicídio que chocou o município de Apicum-Açu. O assassino já está atrás das grades e pode ser transferido para a Regional de Pinheiro por segurança.

Vereadora Fátima Araújo emite nota de pesar pela morte de Humberto Coutinho

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A vereadora de São Luís, Fátima Araújo (PCdoB), emitiu nota de pesar pela morte do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema), Humberto Coutinho, que faleceu nesta segunda-feira (1) na cidade de Caxias, interior do Maranhão, após lutar contra um câncer agressivo há 4 anos.

Para a vereadora Fátima Araújo, a morte de Humberto Coutinho abre uma grande lacuna na política maranhense pelos inúmeros serviços prestados a sociedade caxiense. De acordo com a Pequena Guerreira, Humberto foi uma expressão de competência e sensibilidade, tanto como político ou até como médico.

Humberto Ivar Araújo Coutinho nasceu em 21 de agosto de 1946, no povoado Pedreiras, município de Matões (MA). Formado em Medicina pela Universidade Federal da Bahia, começou a exercer a profissão em 1971, promovendo avanços na saúde de Caxias. Criou e mantém, até hoje, a Casa de Saúde e Maternidade de Caxias, juntamente com sua esposa, a médica e ex-deputada estadual Cleide Barroso Coutinho.

Além de dedicação à medicina, Humberto construiu brilhante carreira política, iniciada em 1988 como o vereador mais votado de Caxias. Em 1990 elegeu-se deputado estadual, com reeleições sucessivas nas eleições de 1994, 1998 e 2002.

Em 2004, foi eleito prefeito da cidade de Caxias, sendo reeleito em 2008 com a maior votação da história de um prefeito daquela cidade.

Em 2014 retornou ao Parlamento Estadual maranhense, já consolidado e reconhecido como uma das mais influentes lideranças políticas do Maranhão. Em fevereiro de 2015, foi eleito Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão e reeleito, por unanimidade dos seus pares, para o exercício do biênio 2017/2018.

O corpo do deputado Humberto Coutinho será velado, no primeiro momento, em sua residência, por familiares. Em seguida, será levado para o Ginásio da Facema, localizado ao lado do conjunto habitacional Eugênio Coutinho, para que a população de Caxias e de municípios da região possa se despedir do seu grande líder. Ao final, será conduzido em carro do Corpo de Bombeiros, pelas ruas da cidade, até a capela da familia, onde ocorrerá o sepultamento.

 

Sindicato dos Jornalistas lança nota de pesar por falecimento de Othelino Filho

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O presidente do Sindicato dos Jornalistas do Maranhão, Douglas Cunha, lançou nota de pesar pelo falecimento do jornalista Othelino Nova Alves Filho, 67, pai do deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), que faleceu na tarde de quinta-feira, 14, por complicações cardiovasculares, em São Paulo. O corpo será velado no plenário da Assembleia Legislativa. O local do sepultamento ainda não foi informado pelos familiares.
“Com profunda consternação, recebemos a informação do falecimento do jornalista Othelino Nova Alves Filho, profissional e amigo, comprometido com o exercício da profissão que abraçou, executando com seriedade e a coragem extremada que herdou do seu pai homônimo sempre em defesa dos oprimidos, jamais recuando diante de um bom combate. Reconhecemos que o jornalismo maranhense perde muito com a sua ausência. Unimos nossa dor à da família, rogando a Deus que conforte a todos“.
Othelino Filho estava internado no Hospital Albert Einstein, na capital paulista. O jornalista destacou-se no Maranhão como resistência escrita. O jornalista exerceu vários cargos públicos no Maranhão, dentre os quais o de diretor de Comunicação da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, no período de 1993 a 2003.
Biografia
Raimundo Nonato Othelino Filho Parente Alves, conhecido como Othelino Filho, nasceu em 22 de dezembro de 1949 na cidade de Sobral, no Ceará. Filho do jornalista maranhense Othelino Nova Alves e da cearense Zeneida Parente Alves, Othelino Filho, desde pequeno, seguia os passos de luta ensaiados por seu pai. Quando adolescente, iniciou sua experiência com o papel, a caneta e o ideal.

Escreveu seu primeiro artigo, intitulado “Sala de aula”, para um jornal estudantil de sua cidade. O artigo era uma denúncia contra o analfabetismo e a manipulação da informação dentro das escolas e, sobretudo, na sociedade. Para ele, a “sala de aula” mencionada no texto era ainda a fronteira entre a liberdade e a civilização.

Juca Martins: O gigante da política bequimãoense

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POR CÉSAR PAIXÃO –  Não acho razoável que se entenda que o legado de uma vida – todo o esforço humano para se deixar algo para outras gerações – seja o produto de uma luta em vão, sem méritos e sem memória, como acham alguns pessimistas. Se assim fosse, não lembrávamos de Einstein, Garcia Márquez, Miró, Gaudí e Drumond, apenas para citar alguns mestres das ciências e das artes. Mas as artes têm as suas funções: entreter, comover, emocionar. A ciência também: está em sintonia com o progresso. Não é como a política, muita vez confundida com “politicalha” (ou política canalha) nas palavras de um outro mestre, Rui Barbosa, que segundo ele, essa é a política que agride, repulsa e exclui.
Há quem faça da política uma arma mortífera. Há quem faça da política uma arte. Há aqueles que agregam a força de uma população em função de uma causa. Essa semana Bequimão foi impactada com a morte de um gigante da política local, que surgiu para ela aos 20 anos de idade e sucumbiu aos 79, em decorrência de uma enfermidade. Mas que agregou em torno de si multidões, de gerações diferentes, por seu caráter amigável, parceiro, e sempre disposto a resolver questões de variadas procedências em favor de seus munícipes.

Dr. Juca era assim, um engenheiro da política, um poeta do diálogo. Tratava seu povo com carinho, e, às vezes, de forma impetuosa, quando necessário. Mas nunca com desrespeito. Como na política “não se pode agradar a todos”, à base desse chavão, compreenda-se a razão por que muitos o odiassem, mas em número bem maior os que o amavam.
Dr. Juca deixa, portanto, um legado ao povo de Bequimão, não só como homem de caráter ilibado, mas com seu jeito próprio de fazer política: posicionamento único, incansável, que parecia estar sempre preocupado em fazer algo em prol de sua cidade. Homem que nunca se curvou diante das adversidades; que teve fôlego para aos 60 anos sentar-se em uma carteira de universidade. Que desafiou a morte, quando teve seu ultimato anunciado. Que dizia “não ser o grito um inimigo capaz de render-lhe, mas que antes ouvia de onde vinha o grito”. Que acumulou algumas derrotas políticas, mas que como a “Fênix” da mitologia ressurgia das cinzas para vencer mais um pleito dos seus adversários. Um forte que só sucumbiu diante da morte! Que tu, mestre da política e da bravura, descanse em paz e tenha seu exemplo como legado, perpetuado por outras gerações desta Terra que foste tu o pioneiro.

Partido dos Trabalhadores de Bequimão divulga nota de pesar pelo falecimento de Juca Martins

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NOTA DE PESAR

O Partido dos Trabalhadores de Bequimão (PT) lamenta profundamente o falecimento do Ex-Prefeito de Bequimão, João Batista Cantanhede Martins, Juca Martins, ocorrido nessa sexta-feira (18).

Aos 79 anos de idade e quatro mandatos de prefeito, ele deixa um grande legado como a maior liderança política do município e região da baixada contribuindo significativamente para o desenvolvimento da nossa cidade.

Solidarizamos com todos seus familiares e amigos neste momento de dor e pesar e em especial aos seus filhos Zé Martins, Prefeito de Bequimão e João Martins, Superintendente do Sebrae-MA.

Juca Martins sempre será lembrado por nós como um grande homem e político.

Magal
Vice-prefeito de Bequimão

Josmael Castro
Presidente do PT-Bequimão

Prefeito de Alcântara divulga nota de pesar pelo falecimento de Juca Martins

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O prefeito de Alcântara, Anderson Wilker (PCdoB) divulgou nota de pesar pelo falecimento de Juca Martins, ex-prefeito de Bequimão, nesta sexta-feira (18), em São Luís. Na nota, o prefeito lembra que Juca era um dos mais antigos e importantes políticos do município de Bequimão.

 

O corpo de Juca está sendo velado na Pax-União, localizada na Rua Osvaldo Cruz, no bairro Diamante em São Luís e será transladado para Bequimão, sua cidade natal, na madrugada deste sábado (19). Juca Martins tinha 79 anos anos e deixa esposa, dona Maria Lênora, quatro filhos: João Martins (superintendente do Sebrae/MA), Antônio José Martins (atual prefeito de Bequimão), Liana Martins e Cirlanda Martins, além de sete netos.

Em sua página na rede social Facebook, Anderson se mostrou triste pela morte de Juca Martins. “É com bastante pesar que recebo a triste notícia do falecimento do ex-prefeito do município vizinho Bequimão, Juca Martins. Nesse momento de dor, deixo minhas condolências e solidariedade aos familiares e amigos pela perda”.

Bequimão perde maior líder político de sua história

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Bequimão está de luto. Faleceu, na manhã desta sexta-feira (18), o ex-prefeito João Batista Cantanhede Martins (Juca Martins), o maior líder político da história do município. Ele tinha 79 anos e dedicou-se por mais de meio século à vida pública bequimãoense. O velório está acontecendo na Pax União, no Centro de São Luís. No sábado (19), seu corpo será transladado para Bequimão, onde receberá as homenagens do povo de sua terra.

Juca Martins nasceu em 11 de junho de 1938, filho de Lídia Cantanhede Martins e Atanásio Lourenço Martins. Na juventude, trilhou o caminho que muitos jovens do interior do Maranhão percorrem, indo estudar na capital do Estado. Em São Luís, cursou o ginásio e o científico (atuais ensino fundamental e médio, respectivamente). Mas, precisou voltar a Bequimão depois que seu pai morreu, para ficar perto da família e ajudar no seu sustento.

De volta à sua cidade, fez amizade com Torquato Pereira, comerciante e exportador de babaçu, que lhe ofereceu o primeiro emprego. Aos 18 anos, Juca começou a trabalhar como caxeiro e, mais tarde, tornou-se sócio na firma Torquato PP de Abreu & Cia. Foi o comerciante da família dos Pereira quem incentivou o jovem a entrar na política. “Entrei na política porque naquela época haviam as pressões políticas através dos fiscais de estado. Inclusive, haviam os pinheirenses que eram pessoas indicadas do governo para massacrar a oposição que tivesse comércio. Aqui nós eramos contra, do PP, filiado à família Damasceno, que tinha como prefeito Joarez Damasceno”, contou recentemente Juca Martins, em entrevista exclusiva ao repórter Paulinho Castro.

Torquato Pereira sugeriu que seu sócio se candidatasse a vice-prefeito. Naquela época, os registros de candidatura de prefeito e vice eram feitos separados. O curioso é que Juca Martins obteve 16 votos a mais do que Joarez Damasceno, eleito prefeito. Aos 28 anos, em 1966, ele deu um passo maior na política e se tornou, até então, o prefeito mais jovem do país, pelo PSP. Depois desse primeiro mandato, o político bequimãoense sofreu perseguição da administração estadual, de nomes como o general Arthur Carvalho e Francisco Figueiredo, que pressionaram para que ele não saísse candidato.

Ainda assim, Juca coordenou as campanhas e ajudou a eleger os ex-prefeitos Dedé Almeida, Antônio Martins e Leles Pinheiro. Ele voltou à chefia do executivo nos anos de 1983-1988, 2003-2004, 2005-2008. No meio de toda essa trajetória, trabalhou com Clodomir Millet e Neiva Moreira, que o aproximaram do ex-presidente José Sarney, a quem se aliou até o fim. “Foi com profundo pesar que recebi a notícia da morte do meu amigo João Batista Cantanhede Martins, o Juca Martins, ex-prefeito de Bequimão. Ele foi um político muito importante para a história e o desenvolvimento do município”, declarou o deputado Adriano Sarney.

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, também manifestou seu pesar. “Quero me solidarizar com o prefeito de Bequimão, Zé Martins, e toda a sua família pelo falecimento de seu pai, Juca Martins, nosso amigo, companheiro na luta política e ex-prefeito. Um homem que sempre trabalhou com garra pelo município e que agora deixa um belo legado a Zé Martins, sua esposa Maria Lênora e demais filhos. A vocês, todo o meu carinho e de minha família, nesse momento difícil. Muita força e fé!”, disse, em nota.

Juca Martins deixa mulher, dona Maria Lénora, quatro filhos João Martins (superintendente do Sebrae/MA), Antônio José Martins (atual prefeito de Bequimão), Liana Martins e Cirlanda Martins, além de sete netos.

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