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Rádio Rio Turiaçu AM migra e vai se chamar Santa Helena FM 106,3

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Aconteceu nesta quinta-feira (12) a solenidade de inauguração da nova frequência e instalações da Rádio Santa Helena FM. A partir nesta sexta-feira (13), a emissora passou a operar oficialmente na frequência FM – 106.3 MH.

Tudo Rádio — Mais uma novidade para os ouvintes da região da Baixada Maranhense. A Rádio Rio Turiaçu AM deixou o dial 790 KHZ para dar lugar à Nova Santa Helen FM 106.3 MHZ. Após o ato inaugural nesta quinta-feira (12) a estreia oficial ocorreu nesta sexta-feira (13).

Graças ao esforço e investimento do helenense, Jorge Pavão, a cidade de Santa Helena foi beneficiada com este meio de comunicação que chega para fazer parte da história do município assim como a extinta Rádio Turiaçu, e levar até as residências dos helenenses muita animação, alegria, notícias, informações, músicas, distração e muito mais.

“Eu me vejo como se fosse a mais ou menos trinta anos atrás, quando neste mesmo local, nós inaugurávamos a tão querida e saudosa, Rádio Rio Turiaçu. Não estamos inaugurando, a inauguração foi há 30 anos quando tudo começou, estamos atualizando e modernizando” disse Jorge Pavão.

 

O rádio está em decadência ou se reinventando?

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O som que apaixonou o mundo através das ondas, ainda é um caso a ser estudo, para tentar descobrir o motivo da decadência a partir do ano 2000. Estou falando do Rádio, não aquele aparelhinho que carregamos e colocamos onde estamos, mas sim daquele que foi o grande invento e se tornou o maior meio de comunicação do planeta. Desde que surgiu no Brasil em meados de 1923, o veículo de tornou  o maior companheiro dos brasileiros 24 horas.

Em alguns estados o rádio sofreu queda ao nascer, como foi o caso do Maranhão, quando por intermédio dos empresários (Jota Travassos e Nhozinho Santos) foram criadas as duas primeiras rádios (Rádio Clube e Rádio Sociedade), que por falta de patrocínio acabaram saindo do AR dois anos mais tarde. Fundadas em 1924 respectivamente, as emissoras foram administradas através de colaboradores, que pouco tempo desistiram da ajuda sem remuneração. Um ano após as rádios saírem do AR, nasceu a publicidade no Brasil (1.926), que só foi reconhecida e ganhou força no mercado a partir de 1.930.

Após tudo isso, o Maranhão ficou sem emissora de rádio por aproximadamente 15 anos, e só voltou a festejar em 1941 quando entrou no AR a rádio estatal chamada de Difusora, que mais tarde foi batizada por Assis Chateaubriand, como Rádio Timbira, que por interesse político e ser amigo do interventor federal no Estado, Paulo Martins de Sousa Ramos, acabou arrendando a emissora do governo, simplesmente para se eleger Senador da República pelo Maranhão. Caso que se confirmou sem sequer Assis sentar os pés na terra de Gonçalves Dias.

De lá pra cá surgiram inúmeras emissoras, como a Rádio Ribamar (Capital AM) em 1947, a Rádio Difusora em 1955, a Rádio Gurupi (São Luís AM) em 1962, a Rádio Educadora em 1966 e a Rádio Mirante em 1988. Entre esses intervalos nasceram algumas FMs, assim como no interior do estado surgiram emissoras capitaneadas por políticos.

Nesses mais de 90 anos de rádio no Maranhão, muita coisa já aconteceu. Emissoras que eram grandes diminuíram no tamanho e na potência, reduziram salários e quadros de funcionários, outras que até entraram na onda de rede, como foi o caso das Rádios São Luís – Jovempan (AM e FM), que tem 80% suas grades retransmitida através da rede nacional.

A Difusora AM que já passou por isso durante 11 anos quando retransmitia a programação da Rede Aleluia (Igreja Universal), e hoje é feita pela 105,5 FM. Mesmo assim a Difusora AM vive de arrendamentos, assim como todo o Sistema que foi alugado para o Deputado Federal Weverton Rocha, onde inúmeros profissionais de rádio foram demitidos e substituídos por Blogueiros.

Outra emissora que existe, mas desapareceu da frequência dos rádios maranhenses, foi a Rádio Cidade FM, uma das maiores e mais ouvidas do Estado, acabou arrendada para a Igreja Deus é Amor e toda programação foi modificada, sendo assim, muitos funcionários demitidos, onde poucos escaparam da tragédia.

Há pouco mais de 15 anos surgiu uma emissora na Ilha de São Luís, que trouxe o nome de “Mais FM”, mas ninguém a conhecia. A programação era retransmitir o “Mução” 24h, mas poucas pessoas a ouviam. Ai é que vem a história de quem nasceu grande e ficou pequeno, e outras nascem pequenas e cresceram de imediato. Surge um Radialista, que muitos o chamaram de louco, por sair de uma emissora grande e arrendar uma desconhecida (Mais FM).  Diferente da Mais FM, Léo Felipe era muito conhecido na cidade, e isso poderia ser uma saída para o mercado radiofônico do Maranhão, que começava entrar em decadência. A aposta deu certo, a coragem venceu o medo, e em pouco tempo a Mais FM se tornou a emissora dos corações da Ilha e passou a dominar no seguimento popular, sendo a mais ouvida da capital, posição essa que nunca mais perdeu.

O mercado radiofônico do Maranhão poderia ter como referência a visão de Léo Felipe, como modelo de gestão do Rádio no Estado, que mesmo com a crise econômica instalada no Brasil, o mercado publicitário sobrevive para aqueles que se reinventam todos os dias. Em matéria de radiodifusor, Léo Felipe é mestre, diferente daqueles que se viciam nas fatias de publicidades públicas, e quando cortam, choram as migalhas. Quem sofre são os profissionais do rádio.

Outro exemplo que deve ser mostrado é a rádio 92 FM,  que nasceu para o seguimento gospel, e mesmo jovem, é a melhor emissora do estilo, tanto administrativamente, quanto programático, dando oportunidades para jovens comunicadores. A linha da 92 vai do romântico até o futebol, tendo visto como a maior paixão nacional. O jovem empresário de radiodifusão, Ramon Fernandes, mostra que rádio se faz com paixão, mas também com muito trabalho.

O FUTURO DO RÀDIO NO BRASIL

A onda de demissão é muito grande, vai das pequenas emissoras até os maiores grupos de comunicação do Brasil. O maior exemplo de decadência são as demissões em massa no Sistema Globo de Rádio (SGR) e no Grupo Tupi por todo país. O profissional escolhido para trabalhar no mercado precisa saber bater escanteio, cabecear, marcar o gol, fotografar, comemorar e no intervalo redigir a matéria.

Com a ideia da Migração do AM para o FM, a corrida será para quem chegar primeiro. Os profissionais precisarão está cada vez mais qualificados, o número de vagas é cada vez menor. As emissoras vão ter um período para retransmitir nas duas faixas (AM e FM) até o público se acostumar, com isso um profissional vai está trabalhando para duas emissoras. Se o mercado publicitário já está deficitário agora, imagina quando todas as emissoras estiverem na mesma faixa de FM? A única saída, segundo pesquisadores de rádio, seria para quem já está no FM, modificar sua programação, criar espaço para o jornalismo, incrementando o esportivo na grade, e trabalhar para aumentar a fatia de público e faturamento. Segundo especialistas, quem sair na frente vai ter mais visibilidade, já que as rádios que migrarem vão esperar um bom tempo para cair na graça da sociedade, principalmente apaixonados por AM. O mercado vai passar por mudanças, é bom começar logo… Com as plataformas digitais, o FM ganhará novos caminhos…

Para quem pensou que a TV e a internet fossem acabar com o rádio no Brasil, o “Arrendamento” para igrejas multinacionais, ou políticos sem visão de mercado, pode ser o começo do fim.

Por João Filho (Jornalista, Radialista e Pesquisador).

Faculdade Estácio aceita oferta da Kroton, e fusão deve criar gigante Universidade

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POR G1 – A Kroton melhorou sua oferta, e o Conselho de Administração da Estácio aceitou os novos termos para ser comprada pela rival direta, em uma operação avaliada em cerca de R$ 5,5 bilhões. O negócio criará uma gigante faculdade no setor universitário brasileiro, unindo a líder e a vice-líder do segmento.

“O Conselho de Administração da Estácio, em reunião realizada ontem [quinta-feira], manifestou que está de acordo com os termos econômicos da nova proposta da Kroton, desde que os demais termos da operação sejam estabelecidos de forma satisfatória”, afirmou a Estácio em comunicado ao mercado nesta sexta-feira (1º).

A Kroton, maior empresa de educação superior privada do país, encerrou março com 1,01 milhão de alunos, enquanto a Estácio, segunda maior do setor, tinha base total de 588 mil estudantes. A Kroton tem operações de ensino presencial mais concentradas, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país, enquanto a Estácio possui campi em todos os Estados do Nordeste e em alguns da região Norte.

Entre as instituições que integram a rede Kroton estão Universidade Norte do Paraná (Unopar), Faculdades Pitágoras, Unic (Universidade de Cuiabá), Unime (Universidade Metropolitana de Educação e Cultura) e a rede Anhanguera.

A PROPOSTA
A nova oferta da Kroton envolve relação de troca de 1,281 ação de sua emissão por cada papel da Estácio e também distribuição de dividendos (parcelas de lucro) aos acionistas da Estácio de R$ 170 milhões, o que representa cerca de R$ 0,55 por papel da companhia. A ação da Kroton encerrou na véspera cotada a R$ 13,60. Nesta sexta, por volta das 11h30, os papéis subiam cerca de 5%.

A proposta anterior da Kroton contemplava relação de troca de 1,25 ação de sua emissão para cada ação da Estácio, sem pagamento de dividendo.

A Estácio informou ainda que seu Conselho vai se reunir em 8 de julho para avaliar todas as condições da proposta da Kroton, antes de convocar assembleia de acionistas da companhia.

A conclusão da fusão entre Kroton e Estácio depende tanto da aprovação dos acionistas de ambas as empresas como também do aval das autoridades regulatórias.

DISPUTA COM SER EDUCACIONAL
A nova oferta da Kroton veio pouco depois da rival de menor porte Ser Educacional ter elevado sua proposta na quarta-feira (27) para pagamento de R$ 1 bilhão em dividendos extraordinários aos acionistas da Estácio, ante oferta anterior de distribuição de R$ 590 milhões, e ter dado como prazo para ela o dia de 8 de julho.

Os planos da Kroton ocorrem em meio à redução das verbas federais para o financiamento do ensino superior privado por meio do Fies e à recessão no Brasil, que trouxeram dificuldades ao setor de ensino superior privado na captação e na retenção de alunos.

FUSÃO É QUESTIONADA
fusão entre Kroton e Estácio foi questionada por entidades do setor de educação, que veem risco de que o negócio possa criar um grupo com amplo poder de mercado e que concentra parcela significativa de fundos de incentivo à educação.

A Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OABRJ) entrou com uma medida no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) contra o interesse da Kroton em adquirir a Estácio, em meados de junho. A Ordem alega que a operação trará concentração econômica ilegal ao mercado, de mais de 30%, diante de um limite estabelecido pelo Cade de 20%.

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