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Archivo de Etiquetas: Greve

Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado do Maranhão divulga nota sobre a suspensão das aulas durante greve dos caminhoneiros

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O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado do Maranhão (SINEPE/MA) comunica que a decisão sobre a suspensão ou não das atividades letivas, em decorrência da paralisação dos caminhoneiros, é exclusivamente de responsabilidade da diretoria de cada instituição, que deve avaliar suas condições e particularidades. Em vários estabelecimentos as aulas foram suspensas, em outros não.

 

Greve dos Analistas-Tributários paralisa atividades da Receita Federal por mais duas semanas

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Os Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil irão ampliar a greve nas próximas duas semanas. Serão cinco dias de paralisação por duas semanas, do dia 21 a 25 de maio e do dia 28 a 1º de junho. Nesses dez dias, cerca de 7 mil Analistas-Tributários que exercem funções essenciais para o Estado irão paralisar suas atividades para exigir o cumprimento integral do acordo salarial da categoria, que foi assinado com o governo em março de 2016. Com o acirramento, os Analistas-Tributários chegam ao terceiro mês de movimento, atingindo quase 30 dias de paralisações das atividades da Receita Federal, quando diversos serviços são suspensos nas unidades do Órgão em todo o Brasil.

Nessas próximas duas semanas não serão realizados atendimento aos contribuintes; emissão de certidões negativas e de regularidade; restituição e compensação; inscrições e alterações cadastrais; regularização de débitos e pendências; orientação aos contribuintes; parcelamento de débitos; revisões de declarações; análise de processos de cobrança; atendimentos a demandas e respostas a ofícios de outros órgãos, entre outras atividades. Já nas unidades aduaneiras ficam suspensos os serviços da Zona Primária (portos, aeroportos e postos de fronteira), nos serviços das alfândegas e inspetorias, como despachos de exportação, verificação de mercadorias, trânsito aduaneiro, embarque de suprimentos, operações especiais de vigilância e repressão, verificação física de bagagens, entre outros.

O presidente do Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil (Sindireceita), Geraldo Seixas, esclarece que a greve dos Analistas-Tributários tem sido acirrada a cada semana diante da demora do governo em regulamentar por decreto o Bônus de Eficiência e Produtividade da Carreira Tributária e Aduaneira da RFB, aprovado em lei em 2017. Geraldo Seixas reforça ainda que a gratificação está amparada no cumprimento de metas de eficiência institucional da Receita Federal. “Esgotamos todas as vias de diálogo junto ao governo, e a greve é a nossa única alternativa para exigir respeito aos direitos da categoria. O acordo salarial da Carreira Tributária e Aduaneira é discutido exaustivamente há mais de três anos e já foi aprovado em lei, no ano passado. Dependemos apenas da emissão do decreto e a morosidade do governo é injustificável”, explica Seixas.

O Bônus de Eficiência e Produtividade da Carreira Tributária e Aduaneira da Receita Federal foi amplamente debatido no Congresso Nacional e junto aos ministérios da Fazenda e Planejamento. A gratificação foi aprovada na Lei nº 13.464, de 10 de julho de 2017 e, desde então, os Analistas-Tributários aguardam a sua regulamentação.

Segundo o presidente do Sindireceita, a postura do governo federal tem causado prejuízos não somente à Receita Federal, mas aos contribuintes e ao País. “A Receita Federal é um Órgão de extrema importância para o Brasil e, especialmente, para o enfrentamento ao atual cenário de crise econômica que vivemos. Desejamos que o acordo seja cumprido em sua integralidade, para que o Órgão possa retornar à sua normalidade e contribuir ainda mais para a saída desta grave crise. O nosso movimento não prejudicará a atuação em ações fundamentais para o País, como a Operação Lava-Jato. A greve é um direito legítimo dos trabalhadores e seguiremos em nosso movimento até que o governo cumpra com o acordo assinado”, afirma.

Fonte – Geraldo Seixas – presidente Sindireceita – www.sindireceita.org.br

Empresários do transporte público de São Luís desafiam a justiça e rodoviários podem entrar em greve na próxima semana

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Aqui no Maranhão parece que aqueles que detém o poder aquisitivo podem fazer e acontecer. Em São Luís os empresários do transporte público desafiam a justiça e fazem o que querem com os funcionários e usuários do transporte. Sem medo da justiça, os donos do transporte público da Região Metropolitana atrasam salários de funcionários, tiram os coletivos novos das ruas e colocam os velhos e nada acontece.

A choradeira de prejuízo já dura mais de 30 anos, mas nenhum empresário quer largar o osso. Mesmo tendo o aumento da passagem, os salários continuam atrasados, sem contar com o décimo terceiro salário que muitos rodoviários sequer receberam. Além disso, o Sindicato dos Rodoviários é não é o mesmo de 2014, quando tudo virava greve e manifestação.

Nesta quinta-feira, dia 01 de fevereiro, o Sindicato dos Rodoviários do Maranhão realizou uma nova Assembleia Geral, que foi conduzida em dois turnos. A categoria retomou as discussões relacionadas aos atrasos de salários, além do não pagamento ou não fornecimento de outros direitos, entre eles, o ticket alimentação, planos de saúde e odontológico.

Após discussões sobre os tópicos, ficou acordado que os rodoviários irão aguardar até o 5º dia útil do mês de fevereiro, que será ‪na próxima quarta-feira‬ (7), como prazo final para que os empresários realizem todos os pagamentos devidos. Caso contrário, no dia seguinte será decretada greve no sistema de transporte público de São Luís, por tempo indeterminado.

A pergunta que se ouve dentro dos coletivos é: onde estão o prefeito Edivaldo Holanda Jr e o secretário municipal de trânsito e transportes, Canindé Barros? São os principais pela licitação que manteve todas empresas em atividade na capital maranhense. Será que dentro da licitação não foi criada nenhuma cláusula que beneficie os trabalhadores e puna os empresários? Ou quem manda mesmo em tudo são os donos das empresas de transportes? Com a palavra Canindé Barros e Edivaldo Holanda Jr. Tá na hora do prefeito ou o secretário se vestir de macho e dar um basta nisso. A população paga e precisa ser respeitada. Onde está o Procon que não se manifesta? Ou usuário de transporte coletivo não é consumidor? A sociedade precisa de uma resposta.

Gestores precisam respeitar professores ou a cobra vai fumar no Maranhão

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Os professores da Rede Municipal de ensino de São Luís podem entrar em greve por tempo indeterminado na capital maranhense. A iniciativa de paralisar as atividades nas escolas, é uma forma de chamar a atenção do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), que insiste não respeitar os educadores desde seu primeiro ano de gestão.

Os professores querem um reajuste de 13,68%, o que dificilmente isso irá acontecer. O prefeito Edvaldo Holanda tem hoje um bom interlocutor para dialogar com os educadores, o Secretário Moacir Feitosa, mas não será tarefa fácil. Mas, vai precisar muito mais do que isso para evitar a greve. Moacir necessita de um esforço imenso para apresentar um plano que possa recuperar a educação municipal e pelo menos, devolvê-la ao patamar em que se encontrava em 2008.

Para isso, é fundamental a retomada da valorização dos professores, devolvendo-lhes a autoestima. E isso, passa por uma discussão franca e aberta das reivindicações econômicas da categoria.
A crise política e econômica do país só vem agravando a saúde financeira do município. Isto é fato. Mas a educação, na situação em que se encontra , exige um esforço e uma demonstração de boa vontade. Infelizmente poucos gestores investem em educação no país, o que implica ainda mais na crise de conhecimento.

Esta matéria foi excluída por ordem Judicial

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PROCESSO400-07.2016.8.10.0064 (4032016)

Roberto Rocha prega como melhorar o mercado de trabalho em São Luís, mas não paga os funcionários da Rádio Capital AM

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Com salários atrasados, funcionários da Rádio Capital AM, entraram em greve desde segunda-feira (01) e quem sintoniza a Rádio Capital AM na frequência 1.180kHZ vai escutar somente música na sua programação, quando no período da noite fica fora do AR por falta de sonoplastas. Certamente algo muito estranho para uma emissora de amplitude modulada, que tem como Slogan: “A Informação além da Notícia”.

O motivo da greve são os salários atrasados. Há quase três meses os funcionários lotados na operação de áudio da Rádio Capital AM não sabem a cor da grana e nem explicações são dadas aos funcionários. A emissora que tem 90% de sua programação arrendada; recebe em dia a grana, mas não repassa aos funcionários. Para protestar contra o patrão que hoje está no mandato de Senador e prega geração de emprego em São Luís, os Operadores resolveram paralisar as atividades.

Somente com o pagamento dos salários atrasados, os programas voltarão ao ar normalmente, até lá, a rádio funciona no piloto automático (Computador) e somente músicas vão ser exibidas. Nos meses de setembro a outubro do ano passado, a Rádio pertencente ao Senador Roberto Rocha ficou fora do por 73 dias em virtude da suspensão do fornecimento de energia elétrica, tudo por conta de débitos junto a Cemar que giravam em torno de trinta mil reais.

Sem solução para o problema, que já se tornou crônico, está na hora da Delegacia Regional do Trabalho (DRT) intervir fortemente para resguardar os direitos destes funcionários que trabalham e precisam receber para honrar seus compromissos e colocar o pão de cada dia na mesa de suas famílias.

A falta de uma gestão qualificada voltada para a Rádio Capital AM, faz com que os donos das emissoras coloquem pessoas da família sem nenhum conhecimento de causa em cargos de direção e muitos não tem a mínima aptidão nem conhecimento do mundo do veículo chamado Rádio e o resultado está aí: desastroso.

Uma boa saída poderia ser a venda da emissora para grupos que queiram colocar em novos, seguros e bons caminhos a Rádio Capital AM de São Luís. O difícil entender é como um cidadão como o Senador Roberto Rocha, que não cumpre com suas obrigações trabalhistas, pode pregar geração de emprego, criação de zona franca em São Luís, se ele é um zero à esquerda? Um verdadeiro falso profeta!

TEXTO: Samir Ewerton (Com Edição)

Hospital Regional da Baixada ou Cemitério Público?

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A partir do próximo dia 21 de janeiro, estarão suspensos todos os atendimentos ambulatoriais e cirúrgicos no Hospital Regional da Baixada Dr. Jackson Lago, inaugurado pelo governador Flávio Dino (PCdoB). A suspensão se deve à decisão do corpo clínico do hospital de cruzar os braços como forma de pressão junto ao Instituto Acqua pelo atraso no pagamento dos serviços prestados pelos médicos, obrigações estas previstas em contrato que não estão sendo observadas pelo Instituto e muito menos cumpridas.

A decisão foi comunicada oficialmente ao Instituto Acqua, responsável pelo pagamento dos médicos, através do documento abaixo. Os prestadores de serviço alegam quebra de contrato como justificativa para a medida, optando por cruzar os braços até que o impasse seja resolvido, certamente após meses de enrolação e conversa fiada. No documento, os médicos condicionam o retorno ao serviço à regularização das pendências financeiras – ou seja, ao pagamento dos atrasados.

E listam os serviços suspensos: cirurgias eletivas e consultas ambulatoriais, dando a garantia de manutenção dos serviços de urgência e emergência e o atendimento a pacientes internados. Na prática, a decisão dos médicos confirma o que já é de conhecimento público: o péssimo atendimento oferecido no hospital, resultado da falta de compromisso com a saúde do povo da Baixada, antes de tudo, mas também da mais completa falta de planejamento, de estrutura, de equipamentos e de uma gestão eficiente.

Por essas e por outras é que a própria mulher, a filha e o cunhado do diretor do hospital, Dr Leonardo Sá, foram flagrados por um leitor do Piaba Frita ontem na sala de espera da UDI a espera de atendimento médico. Reveja a matéria AQUI. Essa decisão dos médicos, aliás, é quase um tapa com luvas de pelica na cara de quem ontem torceu o nariz para a informação divulgada pelo blog dando conta da presença dos familiares do forasteiro Leonardo Sá em busca de atendimento na UDI. Nas redes sociais, após a divulgação da matéria, aliados do médico se engalfinhavam na tentativa de desqualificar o fato.

E agora? Os bajuladores vão dizer que é mentira? Ainda tem muita sujeira escondida debaixo do tapete do hospital que foi inaugurado sem a conclusão da obra. Assunto esse que já foi abordado pelo Blog do Vandoval Rodrigues. Abaixo o comunicado dos médicos. A baixada pede socorro!

BLOG DO VANDOVAL

HOSP1

Esta matéria foi excluída por ordem Judicial

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PROCESSO400-07.2016.8.10.0064 (4032016)

Greve de novo bancários?

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rejeitafenaban190914

No calendário das greves, agora será a vez dos bancários. Ainda neste mês, o Sindicato da categoria deve se reunir com os representantes dos bancos, para então decidir por paralisação dos funcionários. Sem acordo de coletivo, os bancários podem parar na terça feira (30/09) e sem data para retorno das atividades.

A PROPOSTA

Depois de exatos 30 dias de “enrolação”, a Fenaban, ofereceu nesta sexta-feira (19/09), reajuste salarial rebaixado de 7%, enquanto os bancários maranhenses reivindicam 35%. Para as demais verbas (PLR e auxílios), o índice de reajuste é o mesmo.

O piso salarial também está longe de atender a reivindicação. Os bancos oferecem somente 7,5%. A categoria quer R$ 2.979,25, valor do mínimo definido pelo Dieese. Em suma, a proposta apresentada não passa nem perto do que consta na pauta do SEEB-MA e do que os bancos podem pagar.

Em relação à PLR (Participação nos Lucros e Resultados), a regra segue os mesmos moldes do acordo coletivo de 2013. Quer dizer, 90% do salário reajustado em setembro de 2014, acrescido do valor fixo de R$ 1.812,58, limitado a R$ 9.723,61.

A parcela adicional é de 2,2% do lucro líquido apurado no exercício de 2014, dividido pelo número total de empregados elegíveis de acordo com as regras da convenção, em partes iguais, até o limite individual de R$ 3.625,16. Tem mais, o benefício não pode ser superior a 15% do lucro líquido. A antecipação segue o mesmo modelo de 2013.

Cláusulas sociais de suma importância, como o fim das demissões, contratação de mais bancários para desafogar as agências, fim das metas e do assédio moral, segurança e igualdade de oportunidades foram deixados de lado novamente.

REIVINDICAÇÕES

Vale ressaltar que além do reajuste decente de 35%, os bancários querem avanços nas demais pautas, como: PLR de 25% do lucro líquido distribuídos de forma linear, reposição das perdas salariais, isonomia, contratação de mais bancários, saúde, segurança, respeito à Lei das Filas, dentre outras reivindicações.

NOVA ASSEMBLEIA

Os bancários maranhenses se reúnem novamente na quinta-feira (25/09) às 18h30, na sede do Sindicato, para definir os últimos detalhes da greve que atingirá bancos públicos e privados. Bancários compareçam à assembleia! 

Agentes Penitenciários cruzam os braços por 24hs

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O Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Penitenciário do Maranhão marcou para hoje (17) em frente a Presídio de Pedrinhas, uma mobilização de paralisação por 24 horas para chamar a atenção das autoridades e informar a sociedade da precarização e a falta de moralidade na administração do Sistema Penitenciário do Estado do Maranhão. Lembrando, que a segurança do Estado está falida desde da gestão de Aluísio Mendes.

Depois de várias barbáries com assassinatos e decapitações, fugas constantes e a continuidade de mortes dentro dos cárceres estaduais, o tráfico de armas, munições, drogas e celulares e a impunidade prosperando com muita intensidade diante da total omissão dos gestores da Secretaria de Justiça e Administração Penitenciária do Maranhão, não havia outra opção diante desses descasos.

Para piorar a moral do Estado, na última segunda feira (15) a Polícia Civil efetuou a prisão do diretor da Casa de Detenção, identificado como Claudio Barcelos. A identificação de negociatas para a fuga de presos do Complexo de Pedrinhas foi apenas mais um dos inúmeros desvios de condutas dentro das unidades prisionais do Maranhão, todos com total conhecimento da direção da Sejap, afirma César Bombeiro, vice-presidente do Sindspem.

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    A categoria mostra que este é o período ruim que o Sistema Penitenciário do Estado registra desde a criação, com tendências de novos fatos graves virem a ocorrer dentro do Complexo de Pedrinhas.  Dentre as reivindicações que se fazem necessárias e que deveriam fazer parte do planejamento da pasta, estão: Treinamento específico para escolta, condução, imobilização e padronização dos procedimentos de escolta e treinamento contra escolta para os integrantes do NEC – Núcleo de Escolta e Custódia; Armamento letal (pistolas e armas longas) e não letal (pistola tazer); Coletes balísticos para todos os servidores (agentes e inspetores penitenciários) que trabalham diretamente na escolta e custódia de apenados e fora das unidades prisionais; Acessórios afins (algemas, tontas, espargidores de pimenta e lacrimogêneo, granadas de pimenta, lacrimogêneo, luz e fumaça) para as equipes do NEC e GEOP;  Viaturas em perfeito estado de conservação com itens de segurança funcionando; Reforçar a segurança interna e externa das Unidades Prisionais com o reforço da Policia Militar para garantir a segurança dos presos, visitantes, monitores e servidores penitenciários; Sistema de Rádio – comunicação entre as unidades prisionais e viaturas e Sistema de telefonia fixa em todas as unidades, visto que editada portaria proibindo o uso de aparelho celular por parte dos servidores.

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 Antonio Portela, presidente do Sindspem destaca que o Sistema Penitenciário vem sendo sucateado de tal forma, que acreditamos na existência de uma prática para destruí-lo totalmente, dai os fatos que estamos vivenciando no dia a dia e as instituições dos poderes constituídos fazem que não vêm e a sociedade civil organizada peca pelo silêncio obsequioso, afirmou o dirigente sindical.

Do Blog do Aldir Dantas

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