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Abertura da I Taça Cidade de Futebol Máster de Alcântara teve chuva de gols

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No último sábado, dia 22 de abril, a bola rolou na I Taça Cidade de Futebol Máster. Duas partidas deram início a competição, que conta com seis times de veteranos. As redes balançaram e nove gols foram assinalados em duas partidas, uma média de 4,5 gols por jogo. O Cosmo bateu o time do Peru por 2×0 e o MEC foi derrotado pelo Viagra por 3×4. As partidas estão acontecendo no Campo Velho, situado no Forte de São Sebastião.

A competição é organizada pela Secretaria de Esporte e Juventude, com o apoio da Prefeitura Municipal de Alcântara, que tem trabalhado diretamente na preparação do estádio, já visando a principal competição futebolística do município, que é o Campeonato da Primeira Divisão, um dos maiores torneios da região.

Incentivador do esporte local, o prefeito Anderson Wilker (PCdoB) vai trabalhar para mudar a realidade do futebol alcantarense, que foi abandonado nas gestões anteriores, assim como o estádio que foi entregue às formigas. Com a recuperação do estádio municipal, Alcântara vai contar com uma praça esportiva de qualidade.

Para o secretário Hermison Martins, o esporte movimenta a cidade histórica. “O Campeonato de Máster é um incentivo aos atletas, onde a comunidade alcantarense se une ao esporte com a intenção de oportunizar aos talentos veteranos de nossos times, lazer, espírito competitivo, amizade, alegria e saúde ao mesmo tempo” – destacou o secretário.

Já o prefeito, destacou a importância de investir no esporte, principalmente em Alcântara, município apaixonado por futebol. “Mesmo antes de entrar na política, sempre incentivei o esporte local. Só que em nossa gestão, vamos apoiar diversas modalidades, dando oportunidades aos nossos atletas, tanto aos veteranos, quanto aos jovens e juvenis. Vamos aliar esporte e educação transformando em qualidade de vida, diversão e lazer” – destacou Anderson Wilker.

 

Crônica de uma queda anunciada: a memória do repórter

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Por Afonso Diniz – Não precisa ser nenhum doutor em futebol para saber que a bomba relógio do rebaixamento do Sampaio explodiria a qualquer momento. Pelo contrário, qualquer neófito nesse mundo da bola já poderia nos adiantar que a pólvora estava sendo queimada lá atrás, em meados de dezembro de 2015.

Lembro nitidamente da correria na redação para falar com os principais atletas da histórica campanha da Série B daquele ano, no intuito de saber como estariam suas respectivas renovações de contrato. De forma intrigante, recebia sempre a mesma resposta: “Eu nem fui procurado”.

Pouco a pouco os jogadores foram tomando novos rumos e já começava a observar o Sampaio quebrar com o próprio punho o frasco da fórmula de seu recente sucesso – a manutenção da base.

O fim da picada foi quando estive na sala de imprensa Herbert Fontenelle Filho para ouvir ao vivo e sem cortes do presidente do Sampaio Corrêa, Sérgio Frota, que todos aqueles atletas não foram procurados porque não serviam para o clube. Estranhamente… Naquela sala todos foram chamados de “jogador vagalume” e “amarelões”, pois não conquistaram o acesso e perderam algumas partidas na reta final. Todos! Lembro-me de tudo muito bem.

Não esqueço também que a justificativa para não renovar com Léo Salino, um leão em 2015, foi sua estatura. Engraçado é que foi procurado este ano no momento do desespero. Não servia pra renovar porque era “muito baixo”. Talvez tenha crescido. Eu tenho que lembrar que em nenhum momento foi citado pedida alta de algum atleta. Eu tenho memória!

Veio o 2016, e uma por uma eu anunciava em meus boletins novas contratações do Sampaio de toda parte do país. Chipre, Bósnia e Herzegovina, Estados Unidos e até do Sudão. Ou vocês já esqueceram de Chôco, Taianan, Jeanderson, Jhullian e o resto do mundo? Eu não esqueço.

Longe de mim fazer algum tipo de avaliação destes profissionais. Nem dava. Chegaram fora de forma, encontraram métodos totalmente diferentes e não tiveram o mínimo tempo de adaptação. Não só eles, mas também os contratados daqui mesmo do futebol brasileiro. Muita gente fora de forma. A culpa poderia ter sido de quem planejou, de quem não renovou, de quem contratou por DVD e etc… Mas quem pagou o pato?

O promissor técnico Marcelo Chamusca. Que pegou a bomba relógio tendo que renovar um time com jogadores que sequer tinham condição de atuar no começo da temporada. Mas Deus realmente escreve certo e como bom trabalhador, Chamusca foi bater na Série B. Ele subiu…

Muitos equívocos já haviam sido cometidos a essa altura, mas o tempo ainda deixava brecha, afinal, a Série B não tinha sequer começado. Só que o maior dos erros ainda estava por vim: a marketada chamada Petkovic.

Ele chegou e o ambiente do Sampaio mudou. Para pior! Era nítido no semblante de cada funcionário. Com ele, eram descarregados caminhões de jogadores, inclusive só para pendurar as chuteiras com foi o caso do craque do passado, Marcos Assunção.

Nessa “era”, eu tive que ouvir da boca do sérvio e do presidente Sérgio Frota, que o jogo contra o Vasco, na estreia da Série B, serviria para a festividade de aposentadoria de Arlindo Maracanã. O maestro não queria e não merecia isso. Eu via nos olhos dele. Estava sendo empurrado a fazer aquilo. Tava sem graça, mas, enfim, aconteceu e ainda tive que vê-lo de camisa 9. Mas foi o Pet quem mandou…

Aliás, ele mandou muita coisa. Até trazer uma barreira nova para cobrar suas faltinhas. Eu particularmente nunca entendi a necessidade dos escanteios serem batidos por ele durante os treinos. Pra quê? Eu não sabia é que era possível um time errar tanto, em pontos técnicos e táticos. Talvez se ele entrasse em campo como nos treinos…

Como se trocasse de carga de fruta, o Sampaio trocou de treinador e de elenco. Veio Wagner Lopes e um caminhão baú de jogadores. Novos métodos, velha falta de planejamento. Não deu tempo. Aliás tempo era o que faltava ao Tricolor. O Sampaio só tinha mesmo era dinheiro para contratar e demitir. Alguém aí tem a fatura?

A bomba relógio já tinha contagem regressiva, a explosão era literalmente questão de tempo. Só que ninguém come um bolo desse tamanho sozinho. Que tal trazer ídolos para partilhar desse momento da história? Rodrigo Ramos, Flávio Araújo, eles até tentaram. Foram homens. Mas o arrependimento do mandatário do Sampaio bateu muito tarde e já era a hora de apagar a luz.

Eu tenho a plena consciência de que o futebol maranhense tem muitos problemas financeiros. Mas, por favor, não me venham dizer que este foi o fator decisivo do rebaixamento do Sampaio. Falar isso é chamar o torcedor de burro. Eu vivi dia após dia. Dinheiro tinha, teve e tem. Afinal, o clube teve que cortar na própria carne para chegar aonde chegou. Não foi no bolso não e todos nós sabemos disso. A reflexão pede verdade.

Como cronista esportivo, ao presidente do Sampaio, o Sr Sérgio Barbosa Frota, eu já fiz e reitero o agradecimento pelos excelentes serviços prestados ao clube e ao futebol maranhense de uma maneira geral. Afinal, a honraria foi dele de comandar a Bolívia Querida aos acessos consecutivos e o reencontro com dias de glórias no cenário nacional. Mas também é preciso ser dito que foi sobre seu comando os rebaixamentos de 2009 e de 2016 e isso eu não posso me poupar em dizer.

Eu tenho memória. São dois acessos e dois rebaixamentos. Espero que da mesma forma que tal presidente apreendeu a lição em 2009, quando depois conseguiu dois acessos sequenciais, possa também repensar suas atitudes e entender que as lições estão a mesa. Basta ter a humildade de refletir e compreendê-las.

O Sampaio é gigante. Passaremos todos e ele intacto permanecerá com sua vasta e gloriosa história, independente de tudo e de todos. Este gigante do esporte vive em constante duelo, como seu próprio hino já nos lembra. Mais jogadores, técnicos, gerentes, diretores, presidentes passarão. Vereadores, deputados, prefeitos e governadores serão eleitos com a força do time do povo. A Bolívia Querida segue seu caminho e espero que com a lição aprendida, pois uma nova bomba relógio pode fazer ainda mais estragos.

 

O jogo político imita o futebol, mas desafia a química…

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Um ano antes de qualquer eleição não tem cidadão sujo, todo mundo é puro e leal. Basta registrar sua candidatura no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) que as mazelas começam aparecer. E isso não é puramente só no Brasil, em qualquer lugar do mundo a tática é usada da mesma forma. No Brasil tem um diferencial, alguns profissionais são usados e tornam-se verdadeiros cão-de-caça de determinados candidatos. É errado? Não.

No Maranhão, a briga é bem mais acirrada. A imprensa se envolve, veículos de comunicação usam seus profissionais como combatentes, e até mesmo Jornalistas, Blogueiros e Radialistas independentes alugam seus espaços para “triturar” alguns candidatos. A regra é clara: “candidatos sujos não podem concorrer a cargo público”, mas o STF (Superior Tribunal Federal) bebeu da mesma cachaça dos gestores corruptos, e passou uma borracha de duas cores para tentar apagar as manchas. A Imprensa não perdoa.

Este ano, os candidatos aos cargos de vereador e prefeito, temeram mais a imprensa, do que a justiça. Parece que os papeis se inverteram: o quarto poder assumiu o lugar da justiça e a justiça se conteve com o quarto poder. Hitler dizia que temia mais a imprensa do que um exército com cem mil homens armados. E isso aconteceu nesta eleição no Maranhão. A prova concreta da força da imprensa no Estado, é que “os últimos foram os primeiros e os primeiros foram os últimos”, como a Bíblia Sagrada relata em (Mateus 20:16, Lucas 17:17,18). Neste caso me refiro à candidata Eliziane Gama (PPS), que liderava as pesquisas e chegou muito atrás no resultado final.

Em São Luís, a eleição teve um caminho bem diferente do que muitos esperavam. As primeiras pesquisas desde 2014 mostravam Eliziane na frente e Edivaldo Holanda Jr, muito distante da vontade de seu Grupo. A primeira tática foi convencer Edivaldo Jr a trocar de partido, e isso aconteceu. O prefeito de São Luís deixou o PTC e se filiou no PDT, partido historicamente conhecido como maior investidor na educação pelo fiel Brizola. Até nesse momento, Eliziane Gama não tinha concorrente, todos achavam que Edivaldo Holanda Jr iria desistir da reeleição por causa da rejeição. Foi um equívoco de quem pensou nessa hipótese. Edivaldo Jr usou uma passagem Bíblica que diz: “quando o justo governa, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme” (Provérbios 29:2). A partir daí, o pedetista começou sua luta em busca de mostrar trabalho, já que dois anos haviam se passado e nada havia sido feito. A tarefa era árdua, mas a luta era grande.

Levando a visão do campo político para o campo futebolístico, seria como se Edivaldo estivesse na zona de rebaixamento na 24ª rodada e tivesse que lutar para entrar no G2 em um campeonato de 48 rodadas (4 anos). E não é que isso aconteceu! Edivaldo saiu justamente dessa zona perigosa, e chegou ao segundo turno como o mais votado com 240 mil votos.

A eleição de São Luís parecia mesmo um campeonato futebolístico de mata-mata. Os favoritos ficaram pelo meio do caminho, e um “Azarão” chamado Eduardo Braide (PMN), chegou à grande final para disputar o troféu – La Ravardiére 2016. Sabe aqueles campeonatos onde times com menor investimentos surpreendem? Pois é, Braide se tornou o Pinheiro Atlético Clube (PAC) de 1996 – vice-campeão maranhense, o JV Lideral em 2009 – campeão maranhense, o Juventude-RS em 1999 – campeão da Copa do Brasil em cima do todo poderoso Botafogo, Santo André-SP – campeão em 2004 em cima do Flamengo, e Paulista de Jundiaí-SP – campeão em 2005 contra o Fluminense pela Copa do Brasil.

Mas a análise é política, o futebol entrou no texto como referência aos acontecimentos nos últimos dois meses. Em São Luís a política superou a química, onde ingredientes heterogêneos se uniram e formaram uma mistura homogênea. No meio da comunicação Weverton Rocha (PDT) se uniu ao empresário Edinho Lobão Filho (PMDB) e arrendou o “Grupo Difusora de Comunicação”, hoje chamado pelos opositores de “Sistema PDT de Comunicação”. E foi justamente na Difusora, que as polêmicas sobre as eleições municipais foram criadas pelos profissionais. Braide chegou a confrontar os jornalistas Jeisael Marxs e Clodoaldo Corrêa e os blogueiros John Cutrim e Leandro Miranda durante sabatina na TV, e isso virou um “Ziriguidum” nas redes sociais. Jeisael foi massacrado pelos internautas, como qualquer outro bom Jornalista poderia ter sido também.

Enquanto isso, Edivaldo Jr corria atrás de votos, para se manter na ponta até às 20h de domingo (30), quando encerra de vez essa disputa. Mas nos bastidores de alguns veículos de comunicação, a fatura de acordos propagandísticos está sendo cobrada através de avisos (Matérias negativas), um desrespeito ao candidato, já que o contrato entre ambos, se é que existe, foi assinado por trás das câmeras. É a política do Maranhão, que desafia a química a todo instante.

Diante de seu eleitorado, ninguém quer ser Sarneysista. No silêncio da noite, todos os candidatos querem o apoio do Mister da política nacional. Mas, o mais engraçado, é que qualquer Sarneysista só não presta quando está do outro lado. Uma confusão na cabeça dos eleitores ludovicenses. Até os ex-secretários de Castelo entraram na salada de “podres e fedendo”, inclusive o próprio Eduardo Braide, que disputa a prefeitura.

Nos programas eleitorais era pra ser exibida a seguinte frase: “Proibido para menores de 18 anos”, um crime contra a honra, já que a baixaria gira a todo instante. Até a lei que protege crianças é desrespeitada. São usadas imagens de menores como forma de publicisar o candidato, uma tática usada por todos.

Um mente, o outro desmente. No final de tudo, um chora e o outro vai enxugar as lágrimas, porque assim funciona na política. E os eleitores vão chorar abraçados e arrependidos. Mesmo assim, a vantagem de Edivaldo Holanda Jr é muito grande em comparação ao seu adversário Eduardo Braide. É como se Edivaldo estivesse goleado Eduardo por 4×0 no primeiro confronto, e agora Braide tivesse que vencer por 5×0 para conquistar a taça. Porém como todo jogo, tudo pode acontecer. Quem vai entrar em campo no dia do jogo, são os torcedores (eleitores), que até agora estão nas arquibancadas…

No próximo artigo, falaremos da missão e do compromisso de políticos para almejar o poder…

 

 

 

 

 

 

Prefeito Zé Martins entrega material esportivo para atletas de Escolinha de Futebol

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O prefeito Zé Martins entregou no último sábado (30), coletes para treinamentos de 80 atletas mirins e juvenis da Escolinha Reconstruindo o Futebol de Bequimão, coordenada pelo professor Júnior Lopes. A entrega aconteceu no Estádio Vivaldão.

A escolinha é um projeto da Prefeitura Municipal de Bequimão iniciado em 2013. Além de aprenderem táticas, posicionamentos, leitura de jogo e comportamento futebolístico, as crianças e jovens participam de palestras que têm o propósito de formação cidadã. Uma das exigências para permanência no projeto é tirar notas boas na escola. O boletim de cada aluno é acompanhado, constantemente, pela coordenação da Escolinha de Futebol.

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As aulas ou treinamentos acontecem todos os sábados, no Estádio Vivaldão, no período matutino. Neste ano, o aluno que obtiver melhor nota ganhará ingresso para assistir jogos do Sampaio no Castelão, em São Luís, pelo Brasileiro Série B.

“A prática do futebol será sempre aliada a momentos educativos, com palestras sobre sexo, drogas, violência, entre outros assuntos. A cada três meses, a coordenação do projeto passa pelas escolas, levantando o desempenho dos estudantes que estão no projeto. Fazemos isso com ajuda dos pais e dos professores, que são grandes parceiros”, destacou o coordenador, Júnior Lopes.

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Para o prefeito Zé Martins, o incetivo ao esporte garante que crianças e jovens do município tenham mais acesso a lazer e a um crescimento saudável. “Sabemos que o esporte e a cultura têm sido grandes aliados no combate ao uso de drogas e à violência, problemas que têm atingido muito nosso país. Estamos criando esses espaços para que a juventude de Bequimão tenha espaços de socialização e cidadania. Quem sabe, junto a isso, a gente ainda consiga encontrar talentos que nos deem alegrias no futebol”, frisou Zé Martins.

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Também participou da entrega dos coletes o secretário municipal de Esporte e Juventude, Kell Pereira. Pais, mães e alunos da Escolinha de Futebol se confraternizaram, ao final, em um lanche oferecido pela Prefeitura de Bequimão.

Macajubal conquista o Campeonato Feminino de Bequimão 2015

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O Estádio Municipal Vivaldo Lemos Paixão (Vivaldão) recebeu um grande público e com uma torcida pra lá de animada na grande final do segundo campeonato feminino de futebol em Bequimão, realizada neste domingo (27) de dezembro. A competição contou com a participação de oito agremiações. Na decisão do terceiro lugar entre Paricatíua e Ramal de Quindiua, que acabou com a vitória das meninas da terra da carnaúba, Paricatiua venceu por 1×0 e ficou o terceiro lugar. Já na decisão do título, o Sampaio de Macajubal enfrentou a equipe do Sol Nascente e venceu de virada por 2×1 e conquistou a taça de campeão 2015.

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Em um jogo bastante equilibrado, com destaque para as jogadoras Évilla e Luana (Macajubal), Catiane e Erivane (Sol Nascente), o tricolor de Macajubal levou a melhor. Mas a garra das campeãs foi decisiva quando o assunto é finalíssima. A cada lance, as torcidas reagiam com gritos e euforia, como há muito tempo não se via nas partidas de futebol no Vivaldão. A equipe de Sol Nascente saiu na frente com um belo gol da jogadora Catiane, mas no segundo tempo o time de Macajubal virou e levantou a taça.

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O campeonato foi organizado pela Prefeitura Municipal de Bequimão, por intermédio da Secretaria de Esportes. O prefeito Zé Martins (PMDB) entregou a premiação, acompanhado do secretário Kell Pereira e do professor Junior Lopes (treinador da escolinha de futebol).

O prefeito Zé Martins assistiu a decisão e descreveu a felicidade de promover o segundo campeonato feminino consecutivo em sua gestão. “É um resgate do esporte em nosso município. Estamos no segundo campeonato e com isso estamos dando a maior premiação já vista no futebol bequimãoense. Minha felicidade é ver as pessoas felizes. Se o povo está feliz, é porque estamos no caminho certo. Ainda não está do jeito que queremos, mas estamos trabalhando para melhorar cada vez mais”, disse.

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Já o secretário Kell Pereira, que acompanhou cada partida deste campeonato, falou do empenho para realizar uma competição de sucesso. “É o segundo ano consecutivo e isso se deve ao prefeito Zé Martins, que se preocupa com o esporte de nosso município. Se tem alguém responsável por tudo isso, esse alguém é o prefeito. Sou apenas uma personagem no projeto. O verdadeiro autor de tudo é ele, que incansavelmente luta pelo povo de Bequimão”, destacou.

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Após a entrega da premiação, as jogadoras tanto de Macajubal, quanto de Sol Nascente, caíram na folia e começaram a fazer a festa ainda no gramado do Vivaldão. Nem o prefeito Zé Martins escapou da maizena jogada pelas atletas. O certo mesmo, é que tudo foi festa no estádio.

FICHA TÉCNICA DO JOGO

MACAJUBAL – Tatiana, Derlange, Ana Cristina, Joselina, Luana, Eliana (Rosidalva), Érika, Maíza e Joseilda; Évilla e Irlane. Tec: Ronaldo.

SOL NASCENTE – Gleucilene, Maria Raimundo, Luziene, Marileide e Beatriz (Talícia), Lurdilene, Milene, Josenilma e Erivane; Catiane e Jacilene. Tec: Robson.

GOLS DA PARTIDA:

Catiane (Sol Nascente 1×0)

Évilla 1×1 e Ana Cristina 2×1 (Macajubal)

 VEJAM TODAS AS FOTOS CLICANDO AQUI

 

Prefeitura de Bequimão prepara a cidade para o desfile de 7 de setembro

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A prefeitura municipal de Bequimão, através das Secretarias de Cultura & Igualdade Racial e Educação, prepararam a programação para o desfile desta segunda feira, dia 7 de setembro.

Segundo o secretário municipal de educação, Aristides França, a programação vai contar com 19 escolas para o desfile deste ano. Além das escolas da sede, o desfile também vai contar com as escolas da zona rural.

A festa da independência na cidade de Bequimão, vai se estender durante o dia todo. Após o hasteamento da Bandeira e a execução do hino nacional, programado para as 7:30h, o prefeito Zé Martins (PMDB), vai entregar os Certificados aos Árbitros Quilombolas (as 8:30h). As 9:00h acontecerá o pronunciamento do Prefeito Zé Martins. Após o pronunciamento do Prefeito, o desfile das escolas municipais começará (9:20h).

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Ainda no dia 7 de setembro à tarde, a cidade vai receber a partida de futebol entre Bequimão x Os Gigantes do Norte (Time de anões da Tuna Luso de Belém-PA), às 16:00h no estádio Vivaldão. A expectativa é que a cidade de Bequimão receba um grande público e fique movimentada durante o dia inteiro.

Além de toda festa na sede do município, a zona rural também será bastante movimentada no dia 7, principalmente no período da noite. Destaque para o povoado Paricatiua, que faz aniversário e comemora com muita festa há mais de um século. Outros povoados também estarão em festa, como Ponta do Soares, na divisa de Bequimão com Alcântara.

 

Returno da Copa da Baixada de Futebol Máster terá início hoje

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O returno da Copa da Baixada de Futebol Máster, competição que movimenta o interior Maranhense, terá início neste sábado (18) ás 16h com o jogo entre São João Batista e Bequimão e Governador Nunes Freire enfrentando Turiaçu. No domingo (19) ás 9h, Santa Helena enfrenta São Vicente e a Seleção de Pinheiro enfrenta no estádio Costa Rodrigues, a Seleção de São Bento.

A liderança da Copa da Baixada fica por conta da Seleção de Pinheiro com 17 pontos, na segunda colocação a Seleção de Bequimão com 13 pontos, em terceiro lugar Santa Helena com 11 pontos, em quarto lugar São Vicente Ferrer com 10 pontos, em quinto lugar São João Batista com 10 pontos, em sexto lugar São Bento com oito pontos, em sétimo lugar Turiaçu com seis pontos e na última colocação a Seleção de Governador Nunes Freire que ainda não pontuou.

O campeonato está sendo disputado em 03(três) fases: Primeira Fase: Classificatória, Segunda Fase (Semifinal) e terceira Fase (Final).

Na primeira fase (classificatória), as 08 (oito) seleções jogarão todos contra todos, com jogos de ida e volta, classificando-se à fase seguinte somente os 4(quatro) clubes melhores classificados dentre os participantes.

Na segunda fase (Semifinal), os classificados da fase anterior se enfrentarão em jogos só de ida, com vantagem aos dois primeiros colocados de receberem o jogo em casa e em caso de empate serão cobradas penalidades para se conhecer os finalistas.

Na terceira fase (final), os vencedores da semifinal, farão apenas um jogo, com a vantagem de jogar em casa, para o caso de empate no tempo normal, o campeão será conhecido através de cobrança de penalidades, como manda a Internacional Bord.

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