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Prefeito Zé Martins vistoria construção de escolas na zona rural de Bequimão-MA

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O prefeito Zé Martins esteve vistoriando as obras da escola de quatro salas que está sendo construída no povoado Monte Alegre e de duas salas nas comunidades Santa Tereza, Boa Vista e Rio Grande em Bequimão. Outra no mesmo padrão também será construída no povoado Marinho. Os recursos foram adquiridos junto ao Ministério da Educação, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Imagem ilustrativa das escolas de 4 salas padrão do FNDE no Brasil

A construção da escola segue o padrão do “Projeto Espaço Educativo Urbano e Rural de 04 Salas de Aula”, com capacidade para atender até 240 alunos, em dois turnos (matutino e vespertino), assim como as escolas de duas salas que já estão em avançado estado de construção. Pelo FNDE, a Prefeitura Municipal de Bequimão está recebendo assistência financeira, com caráter suplementar, objetivando a construção e o aparelhamento dessas escolas que devem ser inauguradas no primeiro semestre de 2019.

José Albino Braga Ferreira, 50 anos, está acompanhando de perto cada detalhe da obra. O entusiasmo dele, ao ver a escola quase pronta, revela o quanto esse benefício era aguardado pela comunidade. “É para o nosso desenvolvimento. Uma escola dessa aí é muito bom. Quatro salas de aula, vai ter sala de informática com dez computadores”, conta o morador, cheio de orgulho.

“Até o mês de junho do ano que vem, vamos está cobrando do FNDE a finalização das obras da escola de quatro salas que está sendo construída no povoado Monte Alegre. Conseguimos, ainda, mais seis escolas de duas salas, que serão construídas e entregues para a população do Balandro, Vila Nova, Boa Vista, Frechal, Santa Tereza e Rio Grande. Tudo isso, representa um grande avanço para a educação do nosso município, que tem melhorado bastante nos últimos 6 anos de nossa gestão. Algumas escolas já encontram-se com 75% da obra bem avançada, e claro, como são verbas federais a gente fica cobrando sempre e se Deus quiser no primeiro semestre de 2019 vamos começar entregar essas obras para nosso povo, a começar pela escola de Monte Alegre que está ficando linda”, destacou Zé Martins.

Fotos: Welison Rodrigues

 

Prefeitura de Bequimão realiza Ações no Combate ao Aedes Aegypti em Escolas da Rede Pública de Ensino

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A prefeitura de Bequimão, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, está dando continuidade na Ações do Programa Saúde na Escola (PSE), que trabalha o Combate ao Mosquito Aedes Aegypti, nas Escolas da Rede Pública de Ensino. A ação conta com profissionais da saúde, que visitam as escolas da sede e zona rural do município.

As ações de combate ao mosquito Aedes Aegypti aconteceram nos dias 09 de abril, na Escola Estado de Minas Gerais, no centro da cidade, no dia 10 de abril na Unidade Integrada Quindiua e na última quinta-feira, dia 26 de abril, na Unidade Integrada Jacioca. A ação foi mais uma parceria bem sucedida entre as secretarias de Saúde e Educação.

Durante as ações os alunos participaram de Palestras Educativas, Rodas de Conversa, Apresentação de Vídeos, Panfletagem e aulas práticas com busca ativa de criadouros do mosquito Aedes Aegypti dentro das próprias escolas. A ação serve para multiplicar conhecimento sobre prevenção e combate do transmissor de doenças como Dengue, Chicungunya e Zika.

 

Participantes do curso de formação de facilitadores de metodologia para Jovens Empreendedores receberam certificados em Bequimão

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Investir em conhecimento e andar na contra-mão da crise, pode ser a solução para conquistar um futuro promissor.  Pensando nisso, o prefeito de Bequimão, Zé Martins, fechou uma parceria com o Sebrae Maranhão, Regional Pinheiro para capacitar profissionais que atuarão como facilitadores da metodologia empreendedora no município. O curso que teve duração de uma semana, começou na última segunda-feira (2) e encerrou-se neste último sábado (07). O curso de formação de facilitadores da metodologia Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP), visa qualificar professores da rede pública e privada na cidade de Bequimão.

Participaram da formação os professores das escolas Benedita Gusmão Moraes, da rede publica municipal, e do Colégio Bequimãoense de Educação Infantil e Ensino Fundamental Batutinhas, da rede privada de ensino. Foram certificados 26 (vinte e seis) professores que passaram uma semana em capacitação para aplicar a metodologia com cerca de 350 alunos do município.

O JEPP é destinado a fomentar a educação e a cultura empreendedora. O curso apresenta práticas de aprendizagem, considerando a autonomia do aluno para aprender e o desenvolvimento de atributos e atitudes necessários para a gerência da própria vida pessoal, profissional e social.

A implantação do Programa Nacional de Educação Empreendedora em Bequimão, foi resultado de uma articulação do superintendente do Sebrae no Maranhão, João Martins, junto ao gestor municipal, que explicou os pontos estruturantes da metodologia adotada pelo JEPP na grade de ensino escolar e a importância da cultura empreendedora para o desenvolvimento do município.

Participaram da entrega de certificados, a gerente regional do Sebrae em Pinheiro, Graça Fernandes, o secretário municipal de Indústria e Comércio, Ademar Costa, e o coordenador da Sala do Empreendedor, Rodrigo Martins, além dos gestores das escolas participantes e professores capacitados.

Fotos: Rodrigo Martins

Prefeito Zé Martins vistoria obras nas zonas rural e urbana de Bequimão

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O compromisso de ampliar o leque de obras já realizadas em Bequimão, comprova que o prefeito Zé Martins é o mais atuante da baixada maranhense. Neste sábado (24), Zé Martins acompanhado da engenheira Nilva Matos (responsável pelos projetos de engenharia da gestão), e comitiva da Secretaria Municipal de Infraestrutura, vistoriou obras na zona rural de Bequimão, além de serviços na sede do município. Buscando saber como está o andamento das obras, o prefeito visitou povoados que estão com obras em construção e comunidades que receberão obras ainda este ano.

A agenda do prefeito Zé Martins começou pelo povoado Barroso, um dos que vai receber asfalto em sua gestão. Na comunidade a equipe da engenheira Nilva Matos fez o trabalho de marcação para montar o projeto da largura que vão ficar as ruas após o asfalto. Barroso terá a avenida principal e mais três transversais asfaltadas, sendo o primeiro povoado de Bequimão que receberá pavimentação. Além de Barroso, Santa Vitória e Balandro também receberão asfalto, ligando a cidade à MA 106. A comunidade Paricatiua também recebeu a visita do prefeito. Lá a engenheira fez a marcação das duas avenidas que ligam o início do povoado até no porto.

NOVAS OBRAS SERÃO INAUGURADAS ESTE ANO

A vistoria das obras começou no Caís do Porto, onde está sendo construído a primeira etapa de revitalização da Orla Marítima da cidade. A caminhada foi longa com vistorias de obras. O povoado Boa Vista, onde está sendo construída uma Escola através de uma parceria com o governo federal, recebeu a presença do prefeito, que vistoriou a obra, uma escola de duas salas, que já encontra com mais de 70% do trabalho concluído. Após sair de Boa Vista, o prefeito vistoriou a Creche no bairro Cidade Nova, outra obra que tem parceria com o governo federal e já está com 50% da construção em andamento, o que deverá acelerar após o período chuvoso.

Ainda na zona rural o prefeito Zé Martins vistoriou as escolas em construção nas comunidades Rio Grande e Santa Tereza, todas com duas salas e no povoado Monte Alegre que está sendo construída com 4 salas. Todas em parceria com o Ministério da Educação. Desde que assumiu a gestão do município de Bequimão, Zé Martins tem mudado a história de seu povo. Construiu mais de 300 KM de estradas vicinais e este ano vai interligar todos os povoados através da malha viária que será ampliada.

“É um passo após o outro. Estamos trabalhando para concluir todas as obras em andamento no município, tanto na zona rural quanto na zona urbana. Muitas obras são em parceria com o governo federal e por isso dependemos deles para concluir. Hoje estamos vitoriando, tirando fotos para anexar e cobrar o máximo de urgência na conclusão. Nossa meta é concluir todas e iniciar outras obras de impacto em Bequimão. Já fizemos muito, mas ainda é pouco levando em comparação todos os projetos em andamento”, destacou o prefeito.

Em Paricatiua Zé Martins acompanhado do vereador Jorge Filho, ainda vistoriou a reforma da Escola Municipal, Unidade Integrada Paricatiua, que está sendo concluída e a criação de Sururu e Ostra na Orla Marítima da comunidade, onde estudantes e professores do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), Campus Maracanã fazem pesquisa sobre a criação, dando suporte aos criadores.

Merendeiras de escolas municipais de Bequimão serão capacitadas em curso de manipulação de alimentos

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O objetivo é investir na capacitação dos profissionais que atuam na rede municipal de ensino. A ação será realizada pelo Sebrae em parceria com a prefeitura municipal de Bequimão.

Em busca de garantir qualidade na alimentação oferecida aos alunos das escolas municipais de Bequimão, o Sebrae Maranhão em parceria com a prefeitura, irá capacitar as merendeiras que produzem as refeições nas 39 escolas do município (zona urbana e rural), por meio do curso de Boas Práticas em Manipulação de Alimentos.

Para alinhar detalhes da capacitação, o diretor superintendente do Sebrae no Maranhão, João Martins, acompanhando da equipe técnica da unidade regional do Sebrae em Pinheiro, foi recebido no último dia 08, pelo prefeito de Bequimão, Zé Martins e secretariado do município.

A iniciativa do Sebrae, proposta e aceita pela prefeitura de Bequimão, surgiu da necessidade apresentada pela prefeitura, sensibilizada com questões de biossegurança. Nesse sentido, o curso visa qualificar a mão de obra das merendeiras do município, a partir da manipulação dos alimentos extraídos da produção local, por meio do aproveitamento das frutas nativas da cidade.

O objetivo é fomentar práticas alimentares sustentáveis no município, além de incentivar o consumo da matéria-prima da cidade, através da utilização do material frutífero e orgânico oriundos de produtores rurais de Bequimão.

Para o diretor superintendente do Sebrae no Maranhão, João Martins, a importância desse tipo de capacitação vai além do fomento educacional, uma vez que, proporciona impacto na área social, no quesito da qualidade de vida dos estudantes e na área econômica do município, no que diz respeito ao aquecimento do comércio agrícola local.

“O propósito do Sebrae é unificar as cadeias que movimentam o município de Bequimão, pois a partir do momento que inicia um projeto dessa natureza, dinamiza todo um conjunto de ações para beneficiar a merendeira, capacitando-a, o aluno, no consumo de uma refeição saudável e o produtor rural, quando há compra dos alimentos dele pela prefeitura. Ou seja, a instituição age com uma complexidade empreendedora interessante e assim contribui para as políticas públicas da região, que é a mais beneficiada’’, afirma o superintendente.

Segundo o prefeito de Bequimão, Zé Martins, a capacitação irá atender a demanda da secretaria municipal de educação, que está preocupada em atender com zelo e qualidade os alunos das escolas municipais. “É um compromisso desta gestão, valorizar o servidor público para melhor atender aos cidadãos e essa capacitação é mais uma demonstração de nosso compromisso com o desenvolvimento do município de Bequimão”, enfatizou Martins.

O curso 

O curso terá carga horária de 90 horas-aulas e visa transmitir os conceitos das boas práticas de manipulação, processamento e os padrões de procedimentos operacionais de sanitização, para a melhoria da qualidade dos alimentos processados e manipulados. O início do treinamento ainda será divulgado e abrangerá as 39 escolas da rede municipal de ensino, na zona urbana e rural de Bequimão.

Serão abordados conceitos da boa prática de manipulação de alimentos, do nível básico até os conhecimentos técnicos de culinária. Higiene pessoal, ambiente, armazenamento, conservação dos alimentos e ferramentas propícias para a realização de alimentação saudável e orgânica.

Aprendizado

Segundo o nutricionista da prefeitura, Eduardo Almeida, é muito importante o cuidado com a merenda escolar, sendo este um importante fator no processo de aprendizagem dos alunos. “A alimentação balanceada constitui um dos alicerces do processo de aprendizagem, nela estão contidos todos os subsídios nutricionais que possibilitarão melhor rendimento do aluno na sala de aula”, ressaltou Almeida.

Para a coordenadora do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) do município, Graça Ribeiro, a expectativa é grande em receber a qualificação logo no começo do ano letivo. “Trabalhar com alimentação requer muito cuidado com a segurança alimentar e quanto mais capacitados, melhor iremos direcionar as atividades desse ano. Enquanto coordenadora estou animada com a abertura deste curso’’, afirmou Ribeiro.

 

Secretarias de Saúde e Educação iniciaram prevenção a doenças em escolas de Bequimão

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A Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, deu início nesta segunda-feira (7) às atividades do Programa Saúde na Escola (PSE). A primeira escola beneficiada foi a Unidade Integrada Pontal, localizada no povoado de mesmo nome.

O PSE é uma ferramenta vista como fundamental para a eficácia da política de saúde preventiva. De acordo com o secretário Sidney Bouéres, a comunidade escolar vai poder ter acompanhamento diretamente com os profissionais da saúde, que irão a cada escola do município.

Durante todo mês de agosto a Secretaria de Saúde cumprirá uma agenda articulada com a secretaria de Educação. A meta será atualizar a carteira de vacinação de todos os estudantes.

“Estamos recebendo completo apoio da Prefeitura de Bequimão. O prefeito Zé Martins compreende a importância desse trabalho e nos dá todo suporte”, ressaltou Sidney Bouéres. O secretário de Educação, Aristides França, também participou do lançamento do programa.

CONFIRA O CRONOGRAMA DAS AÇÕES NO MÊS DE AGOSTO
14/08/2017 – Unidade Integrada Barroso
16/08/2017 – Unidade Integrada Centrinho/Santana
21/08/2017 – Unidade Integrada Paricatíua
22/08/2017 – Escola Municipal Estado de Minas Gerais
23/08/2017 – Unidade Integrada Sumaúma
28/08/2017 – Unidade Integrada Jacioca
30/08/2017 – Unidade Integrada de Santana
31/08/2017 – Escola Municipal Ana Araújo Martins

Servidor perseguido por Geraldo Amorim percorre 70 KM para trabalhar

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Uma onda de perseguições está sendo implantada no município de Peri-Mirim após o prefeito Geraldo Amorim assumir a gestão em janeiro de 2017. A regra é a mais cruel de alguém que foi eleito para trabalhar pelo povo. Quem não votou em “Dr. Bigodon”  está sujeito a ser transferido para bem longe de seu local de nomeação.

“Ele me transferiu por perseguição, alegando que nesse povoado não tinha pessoas competentes para dar aula. Só que a professora do Povoado é pedagoga e ele transferiu para outra comunidade por perseguição também, porque não votou nele” – desabafou uma professora, que gasta grande parte de seu salário com combustível para se deslocar e percorrer 70 KM.

O Editor deste Portal também ficou sabendo que servidores da Comunidade Três Marias, foram transferidos e atravessam o município de Peri-Mirim e vão trabalhar muito longe, tudo por não terem votado em Geraldo Amorim. Esperamos que não seja verdade, mas se for que o Ministério Público do Maranhão (MPE) tome uma providência urgente.

ESCOLAS & UBS SEM ÁGUA NA ZONA RURAL

Na comunidade Três Marias, a Unidade Básica de Saúde (UBS) e a Escola Municipal São Benedito estão sem água há 2 meses. Para piorar, as salas de aula da Escola São Benedito estão sem lâmpadas e os professores são obrigados a darem aula em plena escuridão.

De acordo com a denúncia, as perseguições são maiores que a competência do prefeito, que abandonou o município e está apenas caçando os adversários para persegui-los.

 

Secretaria de Educação de Alcântara faz balanço de seus 100 dias de gestão

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Um ambiente limpo e arejado é fundamental para aumentar a autoestima de quem sai de casa todos os dias com o objetivo de estudar. Com o planejamento em andamento visando melhorar a qualidade da educação de Alcântara, o prefeito Anderson Wilker (PCdoB) não tem medido esforços para dar mais conforto aos estudantes, que por muito tempo foram esquecidos pelas gestões anteriores.

Com o objetivo de melhorar a qualidade da educação alcantarense, a prefeitura através da Secretaria Municipal de Educação (SEMED) está reformando as escolas municipais na sede e na zona rural. Onde era sujeira, agora deu lugar à limpeza, tanto interna quanto externa.

Em parceria com a Secretaria de Infraestrutura, gestores de escolas e voluntários, a Secretaria de Educação realizou através de mutirão reparos nas escolas U.I Presidente John Kennedy (sede), Escola Municipal Governador Newton de Barros Belo (Raimundo Sú), Escola Municipal Barão de São Bento (Mamuna) e demais Unidades de Ensino.

A Secretaria Municipal de Educação (SEMED) reativou ainda, Escola Municipal Senador Archer (Rio Grande) com 65 alunos, Escola Municipal Vista Alegre (Vista Alegre) com 22 alunos, Escola Municipal Monteiro Lobato (Segurado) com 19 alunos, Escola Municipal Gonçalves Dias (Portugal) com 20 alunos, Escola Municipal Deputado Saboia (Marudá) com 40 alunos, que foram paralisadas na gestão passada, em que seus alunos da educação infantil (do 1º ao 5º ano) foram transferidos para outras escolas. Agora estão estudando em suas comunidades.

Para melhorar ainda mais a educação do município, a SEMED realisou processo seletivo para contratação temporária de 72 professores, 32 operacionais de serviços diversos, 28 vigias, 62 merendeiras, 14 monitores de transporte escolar, 05 motoristas e 04 agentes de portaria.

A rede municipal de educação de Alcântara conta com 4.405 alunos, distribuídos em dezenas de escolas espalhadas tanto na sede, quanto na zona rural, com transporte escolar garantido através da Prefeitura.

Para o prefeito, a gestão está caminhando no rumo certo. “Encontramos um município totalmente sucateado, tanto na educação, quanto na saúde e demais setores. Estamos tentando reestruturar a educação e a saúde com urgência. Já estamos dando nova cara ao município e vamos trabalhar diuturnamente para que nosso povo viva dignamente” – destacou Anderson Wilker.

Alcântara sendo organizada e limpa através de mutirão

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O município de Alcântara está em total reconstrução. Após assumir o comando da gestão, o prefeito Anderson Wilker (PCdoB), delegou um mutirão de limpeza envolvendo integrantes do secretariado, a começar de imediato pelo Hospital Dr. Neto Guterres, que por 4 anos ficou totalmente abandonado.

 

A equipe fez uma verdadeira limpeza tanto na parte interna, quanto na área externa, onde acumulava lixo de vários anos. Após a limpeza bruta, os integrantes do mutirão lavaram o hospital com sabão, o que deixou o ambiente com outro visual.

A nova gestão não encontrou sequer uma ambulância funcionando, mas o prefeito Anderson já colocou a primeira pra atender o povo alcantarense que passou 4 anos carente de saúde pública no município. Para o prefeito Anderson, o trabalho não vai dar trégua durante sua gestão, e nos primeiros 100 dias vão ser para colocar o município em funcionamento os principais pilares (Saúde e Educação).

Após limpeza do hospital, o próximo prédio a ganhar uma faxina geral foi na Escola Presidente John Kennedy, que estava entregue a sujeira há meses. A equipe de limpeza deixou a escola pronta para abrigar alunos no início das aulas.

Enquanto a limpeza era feita nos prédios públicos da cidade, o secretário de limpeza publica de Alcântara, juntamente com seus auxiliares, tentava obstruir a sujeira que tomava conta da cidade. O centro histórico do município está ganhando novo visual, o que vai atrair os turistas que visitarem a cidade a partir de agora.

Direito é para quem tem, não para quem grita mais alto.

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Por Dr. Abdon Marinho – Corria o ano de 1995 quando nós, estudantes de direito da Universidade Federal do Maranhão – UFMA, fomos chamados para uma assembleia no auditório central. Na pauta, deliberar sobre a paralisação da Universidade em apoio à greve de então, acho que era dos petroleiros. Cheguei cedo, sentei-me na frente e me inscrevi para falar no evento. Movimento, claramente, orquestrado, se sucediam os oradores num discurso monolítico de que devíamos paralisar a universidade. Só me deixaram falar depois de muita luta, após pedir retiradas vezes a palavra dizendo que estava inscrito.

Na minha vez de falar argumentei que o movimento teria como único efeito prejudicar os estudantes, sem efeito prático algum diante de um governo recém-eleito, por larga maioria de votos e apoio popular.

A maioria da assembleia acabou por apoiar minha argumentação e, em consequência, naquele ano o curso de direito não entrou em greve o que nos permitiu concluir o curso no ano seguinte. Isso não teria acontecido se eu – ou outra pessoa – não estivesse presente ou não me manifestasse na dita reunião.

Lembrei-me deste episódio diante do atual momento de ocupações de prédios públicos em protestos contra a chamada PEC do teto de gastos e contra a reforma do ensino médio.

Os dois motivos são na verdade pretextos para uma pauta política do grupo que foi alijado do poder no processo de impeachment. A ideia é provocar o máximo de desgaste político ao governo do sucessor e assim, tentarem voltar com uma candidatura competitiva em 2018. Os estudantes são usados nesta pauta, como, aliás, sempre foram.

Argumentam que a PEC do teto vai tirar recursos da saúde e da educação. Ninguém diz quanto será retirado, como será.

Na verdade a proposta fala na manutenção dos investimentos do ano anterior mais a correção da inflação e isso somente a partir de 2018, no caso da educação. No caso da saúde, além de só começar a aplicação da PEC no mesmo ano, os valores destinados à saúde passarão de 13% (treze por cento) para 15% (quinze por cento) do Produto Interno Bruto – PIB, o que representa uma melhora nos valores que são investidos em quase 10 bilhões. Claro que, num país como o nosso, todo recurso é pouco. Mas pior mesmo é o país “quebrar” e não ter como fazer investimento algum.

O país fechará as contas este ano com um déficit de cerca de R$ 170 bilhões e não se está falando em corte de gastos, está se limitando através de um teto aquilo que qualquer um é capaz de entender: o governo não produz riquezas, o dinheiro que gasta com tudo é fruto dos impostos que pagamos. Logo, ou se adéqua os gastos ao que se arrecada ou ter-se-á que aumentar a arrecadação, com mais impostos para a sociedade.

Como ninguém apresenta uma alternativa – mesmo porque ela não existe –, noutras palavras, estão se movimentando pelo aumento dos impostos.

A ideia de que a PEC do teto representa a “extermínio do futuro do país” é absolutamente falsa. Os gastos sem controle, sim, representam o fim da expectativa econômica do país, pois logo o descontrole, como já vinha ocorrendo, passará a alimentar a inflação e, por consequência, levar à ruína toda a economia do país.

Embora a juventude iludida não saiba, os mais velhos experimentaram o que é a vida com hiperinflação, escassez de produtos, desemprego  e economia em frangalhos.

O que está em curso é o velho embate político que sempre prejudicou o país. Não se trata de uma luta por mais recursos para a educação, saúde ou investimentos sociais. Isso resta claro quando lembramos que, em 2015, a presidente Dilma Rousseff, na tentativa de conter a crise econômica fez cortes expressivos nos orçamentos de diversos ministérios. Só na educação foram R$ 10 bilhões, na saúde, assistência social outros tantos.

Os que hoje protestam enfiaram a língua no saco e nada disseram. E estavam diante de cortes reais no orçamento anual.

Os que falam em outras alternativas ao limite de gastos não implementaram nenhuma nos treze anos em que estiveram à frente da nação.

A PEC fala em controle de gastos no prazo de vinte anos. Mas o que impede de ser revista caso a economia se recupere antes, o pais entre nos eixos? Nada. Embora, devamos ter em mente que governo nenhum deve gastar além dos recursos que arrecada.

A outra motivação para as ocupações/invasões é a chamada proposta de reforma do ensino médio. Ora, a reforma do ensino médio é uma pauta que existe desde sempre. No Congresso Nacional já existe uma proposta que se arrasta há um bom tempo.

Não lembro de tê-los visto fazendo uma ocupação para que a reforma ande rápido. Não lembro de tê-los visto mandando um subsídio, uma proposta.

A proposta de reforma do ensino médio, apesar de encaminhada como Medida Provisória, pode e deve ser melhorada. O que impede os que se dizem “preocupados” proporem suas ideias? Nada. Será que são contra a reforma do ensino médio? Estão todos satisfeitos com a qualidade do ensino ofertado? Se estão são mais irracionais do que se imagina.

Os valentes que ocupam escolas entendem que melhorarão a qualidade do ensino impedindo jovens que querem estudar. Trata-se de uma punição dupla. Os alunos das escolas públicas já estudam em condições desfavoráveis em relação aos estudantes das escolas privadas e, como agravante, passam parte do ano sem poder estudar por conta de uma minoria que entende de ocupar suas escolas. Será que esperam melhorar a qualidade do ensino impedindo os estudantes de estudarem?

Na verdade, nome de um falso democratismo se aceita a imposição da vontade da minoria em detrimento dos anseios da maioria dos estudantes. O pior que é que as entidades que deveriam defender os interesses da maioria se omitem.

Chegamos ao absurdo de suspenderem o ENEM de centenas de alunos que fariam o exame em determinada escola porque DEZ invasores se dizem “donos” da mesma. Pois é, DEZ supostos estudantes prejudicam centenas de jovens que passaram o ano se preparando para o exame que é porta de entrada de diversas universidades.

Para os descolados estes dez invasores têm mais direito à escola que centenas de outros jovens. Será que isso faz algum sentido?

Outro dia chamou-me a atenção uma tentativa de ocupação do Liceu Maranhense. Estudei no Liceu nos anos 80 e fui um dos fundadores do seu grêmio estudantil.

As primeiras notícias sobre o episódio davam conta de repressão policial ao movimento dos estudantes que queriam ocupar a quase bicentenária escola. Depois li a nota do presidente do grêmio estudantil onde diz que aquele grêmio, após consulta aos estudantes da escola, decidiu por se posicionar contra as ocupações, entendendo que tal método de luta não representa uma alternativa sensata e fere o direito daqueles pretendem cumprir o calendário escolar. Depois a direção da escola esclareceu que mais que uma “ocupação” tratou-se de uma invasão do prédio público por elementos estranhos à escola e, por esta razão chamou a polícia.

A situação parece absurda. Temos estudantes de outros estabelecimentos – pelas informações seriam da universidade estadual – tentando arregimentar militância para ocupação de uma escola em que os estudantes, através de sua representação, entendeu ser indevida, e que a direção da escola adotou a medida adequada à luz do direito para repeli-la.

Ambos, direção e grêmio agiram corretamente. O primeiro em consultar os alunos e o segundo por fazer aquilo que podia para impedir a invasão da escola. A polícia agiu como deveria e como se esperava. Se há uma tentativa de invasão de uma propriedade, ou você faz uso da força para impedi-la ou chama a polícia em seu socorro.

Entendi como fora de ordem foi o comportamento da Secretaria de Educação, da Secretaria de Segurança e do próprio governo do estado que, em suas manifestações, agiram como se estivessem reprovando a ação da policia chamada para conter, de pronto, uma invasão de um prédio público por pessoas estranhas à comunidade escolar. Só faltaram pedir desculpas por agir de forma correta.

Queriam que a direção escola deixassem a invasão ocorrer? Que não chamasse a policia? Que entregassem a escola aos “ocupantes/militantes” e perdessem o ano letivo? Que seus alunos não formassem?

A ideia transmitida – ainda que involuntariamente –, nas várias notas, é que as autoridades do alto escalão apoiam as invasões – a nota da SEDUC fala em pauta nacional – em detrimento da comunidade de estudantes e de professores que querem concluir o ano letivo em paz e sem maiores prejuízos.

Como já explicitado acima, as pautas têm viés político – como todo embate –, onde uma minoria, ao que parece, mostra-se mais merecedora de direitos que o conjunto da sociedade.

Será que alguém, em sã consciência, acha justo que milhões de estudantes sejam privados de estudar porque uma minoria decidiu, como estratégia de luta política, ocupar as escolas? Ou que milhares de estudantes não façam o ENEM porque as escolas estão ocupadas, as vezes por uma centena ou menos de estudantes? Os estudantes filiados as entidades têm mais direito às escolas que aqueles que apenas querem estudar?

Acredito que poucos estudantes lembram a última vez que tiveram um ano letivo regular. Todo ano, por essa ou aquela razão, as aulas são paralisadas e os estudantes são mandados para casa. Não é sem razão que o país “apanha” em todos rankings educacionais.

Acho que já passa da hora de alguém dar um basta nisso.

Abdon Marinho é advogado.

 

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