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Archivo de Etiquetas: Eleições 2016

“Braide perde, mas sai fortalecido da disputa”, diz Chaguinhas

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No retorno aos trabalhos legislativos depois dos resultados das eleições do segundo turno em São Luís, o vereador Francisco Chaguinhas (PP) aproveitou para se solidarizar com o deputado Eduardo Braide (PMN) que mesmo obtendo 46,06% da votação equivalentes a 243.591 votos, perdeu a eleição por uma diferença muita apertada. Chaguinhas recusou a alcunha de derrotado e afirmou que mesmo perdendo, Braide sai fortalecido das urnas.

— Eu me sinto feliz por ter apoiado um candidato que mesmo contra duas máquinas, se transformou num fenômeno de votos. O resultado das urnas fortaleceu ainda mais o deputado Eduardo Braide. Eu o apoie e não me sinto um derrotado. Meu sentimento é de vitória — disse.

Embora não tenha tido sessão, Chaguinhas aproveitou o tempo da liderança do Partido Progressista para fazer um balanço do resultado das eleições na capital. Não faltaram críticas ao uso das máquinas no pleito, além da suspeita de compras de votos, que segundo ele, foram determinantes para definir a disputa majoritária bastante apertada na qual o prefeito Edivaldo de Holanda Júnior (PDT) conseguiu garantiu a reeleição com 53,94% votação equivalentes a 285.242 dos votos válidos.

— Mesmo contra as duas máquinas, municipal e estadual, tivemos uma votação expressiva em nossa querida Ilha do Amor. Continuaremos na luta por uma São Luís mais justa e igualitária. Obrigado a todos os 240 mil ludovicenses que depositaram o seu voto de confiança no nosso candidato Eduardo Braide. Encerro parabenizando ao deputado Eduardo Braide, por sua dignidade, por seus princípios, que nos honram em dizer que caminhamos com ele durante todo esse processo — declarou.

Uma guerra sem vencedores nas eleições de São Luís

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POR ABDON MARINHO – Quem venceu a eleição de São Luís neste segundo turno? Uma pergunta tola. Uma ligeira pesquisa revela que o atual prefeito, Edivaldo Holanda Júnior, sagrou-se vencedor ao obter 53,94% dos votos válidos, contra 46,06% dos votos do seu oponente, o deputado estadual Eduardo Braide.  Ao vencedor bastaria apenas um voto de diferença. Obteve mais de 40 mil, em termos percentuais, cerca de sete por cento.  Mas, além dos números, estamos diante de uma vitória a merecer festejos e fanfarras?

A análise deve ir além da adulação devotada aos eleitos e que nunca é desinteressada.  A expressão Vitória Pírrica ou Vitória de Pirro serve para designar aquela vitória obtida com um custo elevado. Leva esse nome em homenagem ao rei Pirro do Épiro, vencedor dos romanos na Batalha de Heracleia, em 280 a.C, e na Batalha de Ásculo, em 279 a.C, na chamada Guerra Pírrica, à custa de perdas irreparáveis ao seu exército.  O prefeito venceu a eleição, ocupará por mais quatro anos o Palácio de La Ravadiere. Mas, a que custo? Qual o nível de acerto firmou com os fiadores desta estreita vitória?

Quando se escala para batalhas generais do quilate do governador Flávio Dino, dos deputados Weverton Rocha, Waldir Maranhão, Othelino Neto; lideranças como o secretário Márcio Jerry, presidente do PC do B,  e tantos outros, dezenas de vereadores, e se obtém uma vitória com menos de dez por cento de diferença, todos se tornam sócios da conquista, todos desejarão seu quinhão.  Vou além. Quando questiono quem venceu e custo desta conquista, também me refiro aos conceitos e convicções que adquirimos e lutamos, do que seja uma democracia e como os líderes políticos nelas, devam se portar.

Vejamos, desde 1985, quando os prefeitos das capitais passaram a ser escolhidos através de eleições diretas, após os vinte e um anos do regime de exceção, não se ouvia falar tanto, com tanta intensidade de abuso de poder político, econômico e o que os valham.  Algo semelhante e ainda assim distante do que vimos nesta eleição – uma verdadeira guerra – se deu na eleição daquele ano, quando o candidato do “governo” fora apoiado pelo prefeito de então, pelo governador e até pelo presidente da República. O candidato fazia questão e até usou como slogan a expressão: “Força Total”. E era a força total que se via com máquinas da prefeitura e do estado asfaltando ruas dia e noite, abrindo estradas, fazendo favores, distribuindo cestas básicas e tantos outros benefícios à população mais vulnerável. Diante das infinitas denúncias de cidadãos que ouvi e vi pelos mais variados veículos de comunicação, não foi muito diferente do que ocorreu nesta eleição.

E, com um agravamento, naquele tempo as coisas não eram divulgadas como hoje numa infinidade de blogs, redes sociais é demais veículos à soldo das administrações estadual e municipal o cria o efeito exponencial dos malfeitos.  Quem não cansou de ver a mídia do governo estadual divulgar suas ações, e estas  mesmas serem divulgadas pelo candidato/prefeito na propaganda eleitoral? E estas mesmas propagandas serem replicadas por inúmeros blogueiros e perfis nas redes de internet e nos diversos modelos de mídias? Será que estas obras e ações continuarão com o mesmo furor daqui para frente? O que se diz que fizeram nestas eleições (aqui estendo ao interior) – e não tenho motivos para duvidar – é absolutamente incompatível com a promessa feita pelo governador ao assumir o mandato: de que estava proclamando a República no Maranhão.

Não vejo como republicano um governo desequilibrar uma disputa eleitoral em favor de um candidato numa eleição municipal. E o desequilíbrio ocorreu com a execução de obras de asfaltamento e calçamento de ruas e outras medidas claramente exploradas como da suposta “parceria” estado/prefeitura que o próprio governador fez questão de enfatizar na propaganda do candidato que apoiava.  Mas não é só, todos – ou quase todos – auxiliares do governador estavam envolvidos diretamente na campanha do candidato/prefeito. Não se tratava de manifestação individual de cidadania. Era uma orquestração deliberada obediente ao um comando central.  Numa República que mereça ser chamada assim, o mínimo que se pode esperar das autoridades é um distanciamento institucional da disputa, garantindo que os competidores tenham mesmo nível de armas. Não foi o que se viu.

E teve mais. Não lembro de ouvido, noutras oportunidades o que ouvi nestas eleições. Segundo dizem, dezenas de jornalistas/blogueiros, talvez centenas, estavam a serviço da prefeitura e do governo estadual para “desconstruir” o adversário ou adversários do candidato/prefeito, ou seja, essa infinidade de matérias negativas do candidato opositor, segundo dizem, estavam/estão sendo bancadas pelo cidadão contribuinte que vota, no prefeito, no opositor ou em quem quiser, mas o seu dinheirinho é usado em benefício de apenas um.  Não é de agora, serviços de “inteligência” ou para fazer “jogo sujo”, investigar os adversários, soltar notícias sobre os mesmos sempre existiram. Embora não seja recomendável – acredito que o debate eleitoral deva ocorrer no campo das ideias –, não se tem como impedir.

O que tem de diferente, repito, segundo dizem, é que o poder público, nas duas esfera estive “bancando” este tipo de comportamento criminoso. Daí porque diversos blogueiros e jornalistas críticos dos governos municipal e/ou estadual passaram a só enxergar as qualidades de ambos e a pintar os opositores com as cores de satanás.  Como desgraça pouca é bobagem, ainda segundo dizem, informações sob a guarda e responsabilidade do Estado e informações de inquéritos e processos em cursos foram “facilitadas” para que chegassem ao conhecimento deste aparelho criminoso de difamação.

As notícias são graves e não guardam semelhança com as promessas do governador na sua campanha e por ocasião de sua posse e que precisam de um olhar atento das demais autoridades do Ministério Público e do Judiciário. Aliás, precisam que o próprio governador caia em si e perceba que tem algo fora de ordem. Essa não foi a luta que travamos durante toda a nossa vida pela alternância de poder no Maranhão.  A luta sempre foi por uma alternativa ao sarneysmo e não por um retorno ao vitorinismo ou algo pior. Não se trata de combater pessoas e sim, ideias, práticas. Se você assume em combater determinados métodos e passa, ao contrário, a praticá-los, não está sendo igual aos antecessores, está sim, sendo pior.

Se tem fundo de verdade tais notícias, estamos diante de um estado policial que usa poder para oprimir, difamar e constranger as pessoas que ousam discordar do governo.  Pois bem, com tudo isso, e ainda com a escalação do “batedor de pênalti”, governador Flávio Dino, para decidir a partida – numa prática de inserções, segundo soube, consideradas abusivas pela justiça eleitoral –, conseguiu colocar apenas sete pontos percentuais à frente do adversário. Ainda mais, quando este adversário revelou-se possuir fragilidades intransponíveis no campo da ética, apontando, inclusive,  como participe em escândalos indefensáveis. Tudo isso explorado à exaustão diante dos olhos da sociedade.

Ora, se para vencer um candidato com tantas fragilidades fez-se uso de todo esse arsenal, o que teriam de fazer para vencer alguém com bom nome, inatacável, com competência reconhecida? Considerando todos esses fatos; considerando que até levar o candidato para votar o governador se prestou – e logo cedo para imagem ressoar o dia inteiro nos meios de comunicação –, não é sem razão indagar se houve algum vencedor nesta guerra. Se houve, estamos diante de uma autêntica vitória de Pirro.  Ao meu sentir, ninguém saiu vitorioso. Mas a maior derrota foi mesmo da esperança que um dia tivemos de ver o Maranhão longe de tantos vícios e caminhando para o desenvolvimento com democracia, com liberdade, com igualdade.  Como dizia o poeta: “vejo o futuro repetir o passado, vejo um museu de grandes novidades…”

Drº. Abdon Marinho é advogado. (Texto sem correção e edição).

 

Facebook tem candidatura indeferida e não vai concorrer ao pleito deste domingo (30)

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O Facebook teve sua candidatura à prefeitura de São Luís, indeferida na noite deste sábado (29), após ser destaque no debate entre Edivaldo Holanda Jr (PDT) X Eduardo Braide (PMN). Após o debate em que estava como certa a ida do Facebook para o terceiro turno das eleições municipais, membros da coordenação da coligação “Vamos afundar ainda mais São Luís”, entraram com pedido de impugnação da candidatura de Facebook, que até início de sexta feira (28), não aparecia nas pesquisas, mas acabou participando do debate e se tornou a sensação da noite na TV.

A coligação “Vamos afundar ainda mais São Luís”, alegou que o Facebook estaria devendo a TV Mirante um valor alto por fazer propaganda na TV e nunca pagou. O documento que comprova a dívida foi postado na página do Facebook. Além disso, o Facebook foi acusado de viciar preguiçosos que recebem de órgãos públicos, e não trabalham. Com isso, o Juiz Nervosaldo da Silva, indeferiu a candidatura de Facebook.

Sem poder disputar a eleição deste domingo, o Facebook, adversário dos candidatos Edivaldo X Eduardo, vai pedir ao Juiz que tire do ar, o suspiro de Edivaldo, por descumprir a lei do nervosíssimo, e fazer propagando falsa no sistema mirante.

Com isso, o Facebook não vai votar cedo, porque vai trabalhar o dia inteiro deste domingo, colocando as informações da eleição de todas as cidades onde está havendo segundo turno. Para o assessor do Facebook, o que fizeram com ele, foi grande de uma sacanagem, já que foi explorado por todos que estão assistindo o debate. O certo mesmo, é que, quem ganhar a eleição neste domingo, vai ter que precisar do Facebook para mostrar seu trabalho.

 

ZUOU GERAL  KKKKKK

Se Edivaldo Jr perder a eleição, o sinal amarelo de 2018 começa a piscar na testa dos Leões

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POR ED WILSONO governador Flávio Dino (PCdoB) finalmente veio a público fazer declaração de voto no prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT), candidato à reeleição.

A parceria entre comunistas e pedetistas já estava firmada na chapa – Julio Pinheiro (PCdoB) é o vice – e nas parcerias entre o governo e a prefeitura.

Com as duas máquinas tocando obras na reta final da campanha, o prefeito tem a obrigação de ganhar; porém, a disputa está acirrada.

Flávio Dino ainda não havia se manifestado porque uma eventual derrota do prefeito será debitada na conta política do Palácio dos Leões.

O vídeo de Flávio Dino em apoio ao pedetista tem duas sinalizações:

1) O governo tem pesquisas seguras que dão a vitória a Edivaldo Junior;

2) A batalha está quase perdida e o governador teve de encarar o tudo ou nada, inclusive o desgaste de uma eventual derrota.

Diante do cenário de empate, o apoio pessoal de Flávio Dino é a última cartada na campanha de Edivaldo Junior.

Sintomático também que o governador tenha divulgado o vídeo três dias antes do debate da TV Mirante (sexta-feira 28), a tempo de colher os frutos da investida midiática no prefeito.

A eleição mais disputada em São Luís desde 1989, quando o PDT tomou o poder na capital, não poderia passar sem o posicionamento do governador comunista.

Faltava a declaração de voto de Flávio Dino.

Se o prefeito perder a eleição, o sinal amarelo de 2018 começa a piscar na testa dos Leões.

O jogo político imita o futebol, mas desafia a química…

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Um ano antes de qualquer eleição não tem cidadão sujo, todo mundo é puro e leal. Basta registrar sua candidatura no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) que as mazelas começam aparecer. E isso não é puramente só no Brasil, em qualquer lugar do mundo a tática é usada da mesma forma. No Brasil tem um diferencial, alguns profissionais são usados e tornam-se verdadeiros cão-de-caça de determinados candidatos. É errado? Não.

No Maranhão, a briga é bem mais acirrada. A imprensa se envolve, veículos de comunicação usam seus profissionais como combatentes, e até mesmo Jornalistas, Blogueiros e Radialistas independentes alugam seus espaços para “triturar” alguns candidatos. A regra é clara: “candidatos sujos não podem concorrer a cargo público”, mas o STF (Superior Tribunal Federal) bebeu da mesma cachaça dos gestores corruptos, e passou uma borracha de duas cores para tentar apagar as manchas. A Imprensa não perdoa.

Este ano, os candidatos aos cargos de vereador e prefeito, temeram mais a imprensa, do que a justiça. Parece que os papeis se inverteram: o quarto poder assumiu o lugar da justiça e a justiça se conteve com o quarto poder. Hitler dizia que temia mais a imprensa do que um exército com cem mil homens armados. E isso aconteceu nesta eleição no Maranhão. A prova concreta da força da imprensa no Estado, é que “os últimos foram os primeiros e os primeiros foram os últimos”, como a Bíblia Sagrada relata em (Mateus 20:16, Lucas 17:17,18). Neste caso me refiro à candidata Eliziane Gama (PPS), que liderava as pesquisas e chegou muito atrás no resultado final.

Em São Luís, a eleição teve um caminho bem diferente do que muitos esperavam. As primeiras pesquisas desde 2014 mostravam Eliziane na frente e Edivaldo Holanda Jr, muito distante da vontade de seu Grupo. A primeira tática foi convencer Edivaldo Jr a trocar de partido, e isso aconteceu. O prefeito de São Luís deixou o PTC e se filiou no PDT, partido historicamente conhecido como maior investidor na educação pelo fiel Brizola. Até nesse momento, Eliziane Gama não tinha concorrente, todos achavam que Edivaldo Holanda Jr iria desistir da reeleição por causa da rejeição. Foi um equívoco de quem pensou nessa hipótese. Edivaldo Jr usou uma passagem Bíblica que diz: “quando o justo governa, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme” (Provérbios 29:2). A partir daí, o pedetista começou sua luta em busca de mostrar trabalho, já que dois anos haviam se passado e nada havia sido feito. A tarefa era árdua, mas a luta era grande.

Levando a visão do campo político para o campo futebolístico, seria como se Edivaldo estivesse na zona de rebaixamento na 24ª rodada e tivesse que lutar para entrar no G2 em um campeonato de 48 rodadas (4 anos). E não é que isso aconteceu! Edivaldo saiu justamente dessa zona perigosa, e chegou ao segundo turno como o mais votado com 240 mil votos.

A eleição de São Luís parecia mesmo um campeonato futebolístico de mata-mata. Os favoritos ficaram pelo meio do caminho, e um “Azarão” chamado Eduardo Braide (PMN), chegou à grande final para disputar o troféu – La Ravardiére 2016. Sabe aqueles campeonatos onde times com menor investimentos surpreendem? Pois é, Braide se tornou o Pinheiro Atlético Clube (PAC) de 1996 – vice-campeão maranhense, o JV Lideral em 2009 – campeão maranhense, o Juventude-RS em 1999 – campeão da Copa do Brasil em cima do todo poderoso Botafogo, Santo André-SP – campeão em 2004 em cima do Flamengo, e Paulista de Jundiaí-SP – campeão em 2005 contra o Fluminense pela Copa do Brasil.

Mas a análise é política, o futebol entrou no texto como referência aos acontecimentos nos últimos dois meses. Em São Luís a política superou a química, onde ingredientes heterogêneos se uniram e formaram uma mistura homogênea. No meio da comunicação Weverton Rocha (PDT) se uniu ao empresário Edinho Lobão Filho (PMDB) e arrendou o “Grupo Difusora de Comunicação”, hoje chamado pelos opositores de “Sistema PDT de Comunicação”. E foi justamente na Difusora, que as polêmicas sobre as eleições municipais foram criadas pelos profissionais. Braide chegou a confrontar os jornalistas Jeisael Marxs e Clodoaldo Corrêa e os blogueiros John Cutrim e Leandro Miranda durante sabatina na TV, e isso virou um “Ziriguidum” nas redes sociais. Jeisael foi massacrado pelos internautas, como qualquer outro bom Jornalista poderia ter sido também.

Enquanto isso, Edivaldo Jr corria atrás de votos, para se manter na ponta até às 20h de domingo (30), quando encerra de vez essa disputa. Mas nos bastidores de alguns veículos de comunicação, a fatura de acordos propagandísticos está sendo cobrada através de avisos (Matérias negativas), um desrespeito ao candidato, já que o contrato entre ambos, se é que existe, foi assinado por trás das câmeras. É a política do Maranhão, que desafia a química a todo instante.

Diante de seu eleitorado, ninguém quer ser Sarneysista. No silêncio da noite, todos os candidatos querem o apoio do Mister da política nacional. Mas, o mais engraçado, é que qualquer Sarneysista só não presta quando está do outro lado. Uma confusão na cabeça dos eleitores ludovicenses. Até os ex-secretários de Castelo entraram na salada de “podres e fedendo”, inclusive o próprio Eduardo Braide, que disputa a prefeitura.

Nos programas eleitorais era pra ser exibida a seguinte frase: “Proibido para menores de 18 anos”, um crime contra a honra, já que a baixaria gira a todo instante. Até a lei que protege crianças é desrespeitada. São usadas imagens de menores como forma de publicisar o candidato, uma tática usada por todos.

Um mente, o outro desmente. No final de tudo, um chora e o outro vai enxugar as lágrimas, porque assim funciona na política. E os eleitores vão chorar abraçados e arrependidos. Mesmo assim, a vantagem de Edivaldo Holanda Jr é muito grande em comparação ao seu adversário Eduardo Braide. É como se Edivaldo estivesse goleado Eduardo por 4×0 no primeiro confronto, e agora Braide tivesse que vencer por 5×0 para conquistar a taça. Porém como todo jogo, tudo pode acontecer. Quem vai entrar em campo no dia do jogo, são os torcedores (eleitores), que até agora estão nas arquibancadas…

No próximo artigo, falaremos da missão e do compromisso de políticos para almejar o poder…

 

 

 

 

 

 

“Jornalistas amadores do Maranhão foram humilhados por Eduardo Braide” – dispara Jornalista Linhares Jr.

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O que o jornalista Linhares Jr. escreveu em sua página no Facebook sobre a sabatina realizada pela TV Difusora com o candidato Eduardo Braide foi a mais pura verdade. Nem em 1923 quando chegaram os primeiros veículos de comunicação ao Maranhão, os profissionais não eram tão amadores como se tem hoje em várias emissoras. Algumas rádios e TV’s se tornaram um verdadeiro camelódromo comunicacional. O resultado é trágico, tanto para quem não conhece os gêneros, como para quem acolheu os piratões. John Cutrim é um dos poucos blogueiros que tem postura jornalística e ética profissional, como bem frisou Eduardo Braide ao vivo na TV. Abaixo o texto de Linhares Jr na íntegra.

POR JOSÉ LINHARES JR  Hoje na TV Difusora Eduardo Braide mostrou que é digno de todo e qualquer elogio no que diz respeito à coragem e preparo. Hoje na Difusora o jornalismo maranhense alcançou seu pior momento em décadas.

De um lado um homem acompanhado apenas de duas propostas e consciência. Do outro uma gang que se afogou na baba da infâmia.

Mesmo sabendo que estava indo para uma emissora que hoje pertence ao partido do prefeito, o PDT;

Mesmo sabendo que iria ser “entrevistado” por quatro funcionários da prefeitura;

Mesmo sabedor de que a meta da tal sabático era única e exclusivamente cumprir mais uma etapa do programa de destruição de reputações;

Braide foi na sabático da Difusora.

Foi e destruiu todo o castelo de farsas armado contra ele. Sereno e implacável! Humilhou todos os “jornalistas” que se dispuseram ao papelão.

Aqui cabe uma ressalva especial a Jeisael Marx, um verdadeiro cão de caça do Prefeito Edivaldo Holanda Jr. No primeiro turno Jeisael foi com tudo para cima do deputado Wellington do Curso. Tentou fazer o mesmo com Braide é o resultado foi catastrófico: como entrevistador Jeisael é um excelente narrador de bingo. Mostrou que dignidade não é algo que seja levado em consideração no seu “fazer jornalístico”. Prefere o deboche, a intimidação, a mentira e o achaque.

Braide foi implacável. Enquanto Edivaldo se notabiliza por sua covardia, Braide solidifica a imagem de homem de coragem e preparo. Um verdadeiro trator moral.

Como jornalista eu lamento esse dia obscuro para a profissão. Mais um dia em que a ação atabalhoada de amadores e desqualificados manchou toda uma categoria.

Como cidadão eu me sinto de alma lavada. As hordas do inferno vermelho capitaneadas por Belzebu não são páreo para homens de honra e coragem.

José Linhares Jr
Jornalista

 

TRE-MA valida votos em Bacuri e confirma Dr. Washington novo prefeito

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O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) antecipou do dia 17 de outubro, para esta sexta-feira (14), a continuidade do julgamento do RE 329-38, procedente do município de Bacuri, que analisava o caso do candidato a prefeito Washington Luís Oliveira (PDT), que disputou a eleição do dia 02 de outubro com sua candidatura indeferida e, obviamente, teve seus votos invalidados.

O julgamento desta sexta-feira foi retomado e o pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TER) decidiu por 4×2, validar os votos do candidato Dr. Washington, e com isso modificar o resultado das eleições, ou seja, a decisão diz que o pedetista assumirá a Prefeitura de Bacuri em 1º de janeiro de 2017.

Em Bacuri, o vencedor da eleição e tido como prefeito eleito de acordo com o Mapa do TSE, seria Júnior Tropical (PSD), com 2.833 votos. Mas o efetivamente mais votado tinha sido o ex-prefeito Dr. Washington com 4.961 votos. Ou seja, com a validação dos votos do pedetista pelo TRE-MA, Dr. Washington voltará a ser prefeito de Bacuri.

No julgamento retomado hoje, já estava 2×1 para a validação dos votos, pois o desembargador Raimundo Barros, em voto-vista, acompanhou o relator, juiz Eduardo Moreira, para deferir o registro de Washington Luís de Oliveira, mas o juiz Ricardo Macieira divergiu e o julgamento foi suspenso devido a um novo pedido de vista, desta vez do juiz Sebastião Bonfim.

Bonfim apresentou seu voto hoje pela validação dos votos, assim como Daniel Leite. Já a juíza Kátia Coelho votou pelo indeferimento, ou seja, o resultado final terminou 4×2 e confirmou os votos de Dr. Washington, novo prefeito eleito de Bacuri para o quadriênio 2017-2020.

VEJA AQUI A PASSEATA 12 EM BACURI-MA

Por Jorge Aragão

“Gestão de Edivaldo destruiu sonhos e amputou direitos” – dispara vereador Chaguinhas

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Durante a reinauguração do comitê central do candidato a prefeito Eduardo Braide (PMN), o vereador Chaguinhas (PP) teceu várias críticas ao atual prefeito e candidato à reeleição, Edivaldo de Holanda Júnior (PDT). Ao fazer o uso da palavra, Chaguinhas disse que Edivaldo Jr. foi o prefeito que mais maltratou o povo e que o chefe do executivo foi uma bomba atômica que caiu em São Luis.

“A gestão de Edivaldo foi uma bomba atômica que caiu em São Luis, matou sonhos e amputou direitos. Nossa cidade não merece mais ficar com um gestor incompetente”, disse o progressista.

Dando continuidade, Chaguinhas disse que Eduardo (PMN-33) está preparado para administrar São Luis, pois sempre foi um parlamentar atuante e com grande destaque na Assembleia Legislativa, em defesa dos maranhenses, especialmente dos ludovicenses.

“O Eduardo é humano, sabe das necessidades do nosso povo, e tenho certeza de que na prefeitura ele vai fazer a verdadeira transformação que a nossa cidade tanto precisa. A nossa São Luís tem jeito com Eduardo Prefeito”, concluiu o vereador, eleito pela terceira vez em São Luís.

Eleições 2016: Guimarães vai comemorar vitória de Margarete Ribeiro na próxima terça-feira (11)

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Após 4 anos de sofrimento, a população de Guimarães voltou a sorrir ao eleger Margarete Ribeiro (PV) no último domingo dia 02, prefeita do município com 3.314 votos (44,35%), uma diferença de 1.032 votos para o segundo colocado, numa verdadeira resposta do povo ao gestor atual, que abandonou o município em todos os setores.

Para comemorar a vitória do povo de Guimarães, a prefeita eleita, Margarete Ribeiro, juntamente com seu vice Osvaldo Gomes (PDT) que tem história de serviços prestados na cidade, como vereador do município, vai realizar nesta terça feira (11) uma grande festa na Praça Luís Domingues, a partir das 9h da noite, com várias atrações.

O evento que será aberto ao público onde toda população Vimarense está convidada. A prefeita eleita, Margarete Ribeiro, teve apoio maciço do Padre William, uma das maiores lideranças de Guimarães, inclusive com grande gestão como prefeito.

Zé Genésio “Escatitou” pra cima de Flávio Dino na Rádio Capital AM

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O ex-prefeito de Pinheiro e ex-deputado estadual, José Genésio, “Escatitou” com o governador do estado, Flávio Dino, Márcio Jerry e outros integrantes do grupo comunista. O desabafo aconteceu na manhã desta segunda feira (7), no programa “Manhã Capital” apresentado pelo radialista e jornalista, Osvaldo Maya.

Durante a entrevista, Zé Genésio não mediu palavras para fazer críticas e acusações contra o governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB), que segundo suas palavras, usou à Polícia Militar do Maranhão para perseguir adversários (gente que não ler a cartilha do comunista).

Em meio à entrevista, Genésio afirmou que Flávio Dino tentou por várias vezes tirar a eleição de seu filho Luciano (PP), para colocar Leonardo Sá (PCdoB), que não tem mais que 6.000 votos na cidade de Pinheiro. “Até reunião fizeram para tentar convencer meu filho de desistir da campanha. Na véspera da eleição, Flávio Dino distribuiu 100 mil panfletos com dizeres que Luciano desistia da campanha, mas de nada adiantou” – disparou Genésio.

Segundo Genésio, a polícia de Flávio Dino esteve em Pinheiro e tentou matar seu filho, o único a derrotar Filuca Mendes (PMDB). O áudio abaixo mostra toda decepção de Zé Genésio com os “Leões” em entrevista na rádio capital. São 20 minutos de áudio comprometedores a Flávio Dino. O difícil é explicar o inexplicável.

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