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Archivo de Etiquetas: Dilma

Entenda como o impeachment caminhará no Senado

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Veja – Com a aprovação da admissibilidade do processo de impeachment na Câmara dos Deputados, o procedimento que pode resultar no afastamento da presidente Dilma Rousseff deve chegar ao Senado Federal nesta segunda-feira, dia 18. A partir daí, a cúpula da Casa dará seguimento ao caso, com a formação de uma comissão especial de senadores para a elaboração de um parecer prévio sobre o impedimento. É na fase de tramitação no Senado que a presidente Dilma pode ser afastada de suas funções por até 180 dias e condenada no mérito por crime de responsabilidade.

Pelos cálculos da Secretaria Geral da Mesa do Senado, a partir do dia 19 de abril, depois da ordem do dia no Plenário, é eleita a comissão especial formada por 21 titulares e 21 suplentes. O colegiado tem 48 horas para se reunir e começar os trabalhos, mas como no dia 21 de abril é feriado de Tiradentes, o grupo deve se reunir ainda na quarta-feira, dia 20. A comissão tem prazo de até dez dias úteis para elaborar e votar um parecer sobre o prosseguimento ou não do processo de impeachment contra a presidente Dilma. Embora o prazo estabelecido seja de dez dias, no caso do ex-presidente Fernando Collor, por exemplo, o parecer foi elaborado e votado em apenas duas horas.

Caso o prazo de dez dias seja utilizado em sua integralidade, no dia 5 de maio completa-se o período para a votação do parecer na comissão especial. No mesmo dia, está prevista a leitura do parecer da comissão em plenário e aberto o prazo de outras 48 horas para a votação dos senadores. Por ora, não há previsão, como ocorreu na Câmara dos Deputados, de convocação de reunião para o fim de semana e, por isso, as 48 horas seriam estendidas até a terça-feira, 10 de maio.

Entre os dias 10 e 11 de maio, o plenário deve votar o parecer a comissão especial do impeachment no Senado. Se o texto for aprovado em plenário – é necessária metade mais um dos presentes -, é reconhecida a admissibilidade do processo de impeachment e a presidente Dilma Rousseff é afastada por até 180 dias. Ao final dos 180 dias, se o caso não estiver concluído, a presidente Dilma reassume o cargo. Aliado do Palácio do Planalto e um dos principais caciques pemedebistas que ainda mantém apoio ao Palácio do Planalto, o presidente do Senado Renan Calheiros não vota nesta fase do processo.

Caso o afastamento da presidente seja confirmado pelo plenário, passa-se a uma nova etapa do processo de impeachment, com nova convocação da comissão especial para a fase de instrução de provas a fim de embasar o mérito do pedido de deposição de Dilma Rousseff. Este parecer, que precisa ser aprovado dentro do colegiado e no plenário da Casa, é conhecido como juízo de pronúncia e é a partir dele que se marca a data do julgamento do impeachment.

Agendada a data do julgamento do impeachment, para a consolidação do processo de deposição são necessários dois terços dos votos do plenário do Senado, ou seja, 54 apoios. Neste caso, o senador Renan Calheiros participa da votação. A sessão plenária é presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski. Em 1992, quando o impeachment de Fernando Collor foi votado, o então presidente foi afastado em 2 de outubro e julgado em 29 de dezembro.

 

PDT anuncia apoio a Dilma e indica que pode punir dissidentes

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O líder da bancada do PDT na Câmara, deputado federal Weverton Rocha (PDT-MA), anunciou nesta quarta-feira (13) no salão verde da Câmara que o partido fechou questão e orienta o voto contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. “Não é agora, nesse momento, que nós vamos estar pulando do barco, como se fôssemos ratos”, disse Rocha.

Segundo o parlamentar, nova decisão, que ratificou uma anterior idêntica de janeiro, foi tomada após uma reunião que começou na noite desta terça-feira (12) e acabou à 1h30 da madrugada, na sua residência, com a presença de 19 dos 20 deputados da bancada, do ministro das Comunicações, André Figueiredo (PDT-CE), e do presidente nacional da sigla, o ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi (RJ).

O deputado ausente foi Mario Heringer (PDT-MG), que no final de 2015 deu indicações de que seria favorável ao impeachment de Dilma Rousseff.

Indagado pelos jornalistas se haverá punições a eventuais dissidentes, Rocha afirmou que, em maio, o diretório nacional estará reunido e poderá analisar as consequências.

“Se você faz parte de uma agremiação, a instância máxima, que é o diretório nacional, se reuniu, e se você não acompanha, óbvio que você está sendo submetido a qualquer tipo de sanção”, disse Rocha.

A oposição conta com um apoio mais amplo do PDT ao afastamento da presidente, considerando no máximo 12 votos a favor de Dilma, na bancada formada por 20 deputados.

O parlamentar, porém, negou haver um “racha” na bancada. “A nossa reunião foi tranquila, com opiniões divergentes, como é característico de toda agremiação partidária. Cada um tem a sua tese, e é óbvio que você ouve a tese de cada um. Mas a ampla maioria acatou a decisão do partido e vamos todos de forma unânime acompanhar o PDT”, disse o líder da bancada.

Segundo Rocha, o deputado Heringer “é um dos críticos” no partido, mas iria ter uma conversa com ele nesta tarde. “Tenho certeza de que vai acompanhar também o partido.”

BLOG DO GILBERTO LIMA

 

Eleições 2014 é previsão bíblica

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Por Leonardo Boff

DILMA

Nestas eleições presidenciais, os brasileiros se confrontaram com uma cena bíblica, testemunhada no salmo número um: tinha que escolher entre dois caminhos: um que representa o acerto e a felicidade possível e outro, o desacerto e infelicidade evitável.

Criaram-se todas as condições para uma tempestade perfeita com distorções e difamações, difundidas na grande imprensa e nas redes sociais, especialmente uma revista que ofendeu gravemente a ética jornalística, social e pessoal publicando falsidades para prejudicar a candidata Dilma Rousseff (PT). Atrás dela se albergam as elites mais atrasadas que se empenham antes em defender seus privilégios que universalizar os direitos pessoais e sociais.

Face à estas adversidades, a Presidenta Dilma ao ter passado pelas torturas nos porões dos órgãos de repressão da ditadura militar, fortaleceu sua identidade, cresceu em determinação e acumulou energias para enfrentar qualquer embate. Mostrou-se como é: uma mulher corajosa e valente. Ela transmite confiança, virtude fundamental para um político. Mostra inteireza e não tolera malfeitos. Isso gera no eleitor ou eleitora o sentimento de “sentir firmeza”. Sua vitória se deve em grande parte à militância que saiu às ruas e organizou grandes manifestações. O povo mostrou que amadureceu na sua consciência política e soube, biblicamente, escolher o caminho que lhe parecia mais acertado votando em Dilma. Ela saiu vitoriosa com mais de 51% dos votos.

Ele já conhecia os dois caminhos. Um, ensaiado por oito anos, fez crescer economicamente o Brasil, mas transferiu a maior parte dos benefícios aos já beneficiados à custa do arrocho salarial, do desemprego e da pobreza da grande maioria. Fazia políticas ricas para os ricos e pobres para os pobres. O Brasil fez-se um sócio menor e subalterno ao grande projeto global, hegemonizado pelos países opulentos e militaristas. Esse não era o projeto de um país soberano, ciente de suas riquezas humanas, culturais, ecológicas e digno de um povo que se orgulha de sua mestiçagem e que se enriquece com todas as diferenças.

O povo percorreu também o outro caminho, o do acerto e da felicidade possível. Neste ele teve centralidade. Um de seus filhos, sobrevivente da grande tribulação, Luiz Inácio Lula da Silva, conseguiu com políticas públicas, voltadas aos humilhados e ofendidos de nossa história, que uma Argentina inteira fosse incluída na sociedade moderna. Dilma Rousseff levou avante, aprofundou e expandiu estas políticas com medidas democratizantes como o Pronatec, o Pro-Uni, as cotas nas universidades para os estudantes vindos da escola pública e não dos colégios particulares; as cotas para aqueles cujos avós vieram dos porões da escravidão assim como todos os programas sociais do Bolsa Família, o Luz para Todos, a Minha Casa, minha Vida, o Mais Médicos entre outros.

A questão de fundo de nosso país está sendo equacionada: garantir a todos, mas principalmente aos pobres, o acesso aos bens da vida, superar a espantosa desigualdade e criar mediante a educação oportunidades aos pequenos para que possam crescer, se desenvolver e se humanizar como cidadãos ativos. Esse projeto despertou o senso de soberania do Brasil, projetou-o no cenário mundial como uma posição independente, cobrando uma nova ordem mundial, na qual a humanidade se descobrisse como humanidade, habitando a mesma Casa Comum.

O desafio para a Presidenta Dilma não é só consolidar o que já deu certo e corrigir defeitos mas inaugurar um novo ciclo de exercício do poder que signifique um salto de qualidade em todas as esferas da vida social. Pouco se conseguirá se não houver uma reforma política que elimine de vez as bases da corrupção e que permita um avanço da democracia representativa com a incorporação da democracia participativa, com conselhos, audiências públicas, com a consulta aos movimentos sociais e outras instituições da sociedade civil.

É urgente uma reforma tributária para que tenha mais equidade e ajude a suplantar a abissal desigualdade social. Fundamentalmente a educação e a saúde estarão no centro das preocupações desse novo ciclo. Um povo ignorante e doente não pode dar nunca um salto rumo a um patamar mais alto de vida. A questão do saneamento básico, da mobilidade urbana (85% de população vive nas cidades) com transporte minimamente digno, a segurança e o combate à criminalidade são imperativos impostos pela sociedade e que a Presidenta se obrigará a atender.

Ela, nos debates, apresentou um leque significativo de transformações a que se propôs. Pela seriedade e sentido de eficácia que sempre mostrou, podemos confiar que acontecerão. Há questões que mal foram acenadas nos debates: a importância da reforma agrária moderna que fixa o camponês no campo com todas as vantagens que a ciência propiciou. Importa ainda demarcar e homologar as terras indígenas, muitas ameaçadas pelo avanço do agro-negócio.

Por último e talvez o maior dos desafios nos vem do campo da ecologia. Severas ameaças pairam sobre o futuro da vida e de nossa civilização, seja pela máquina de morte já criada que pode eliminar por várias vezes toda a vida e as consequências desastrosas do aquecimento global. Se chegar o aquecimento abrupto, como inteiras sociedades científicas alertam, a vida que conhecemos talvez não possa subsistir e grande parte da humanidade será letalmente afetada. O Brasil por sua riqueza ecológica é fundamental para o equilíbrio do planeta crucificado. Um novo governo Dilma não poderá obviar esta questão que é de vida ou morte para a nossa espécie humana.

Que o Espírito de sabedoria e de cuidado oriente as decisões difíceis que a Presidenta Dilma Rousseff deverá tomar.

*Leonardo Boff é teólogo e filósofo, e também escritor. É dele o livro “Proteger a Terra e cuidar da vida: Como escapar do fim do mundo” (Record, 2010)

Aécio leva taca nas urnas do maranhão

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PT

Se no primeiro turno a surra foi grande, no segundo turno a taca foi ainda maior. A disputa entre Dilma & Aécio pela presidência da república mostrou o quanto o nordeste é forte e o Maranhão representa para o Brasil. Com 78,76% dos votos válidos, Dilma faturou 2.475.762 votos, contra 667.517 de Aécio Neves no Maranhão. Em 217 municípios maranhenses, Aécio venceu só em São Pedro dos Crentes, com uma diferença de apenas 5 votos.

A oportunidade de fazer um mandato diferente e bem melhor que o primeiro, levou Dilma à vitória ontem (26) no segundo turno com mais de 3 milhões de votos à frente de Aécio Neves. Em uma disputa acirrada, talvez a mais disputada dos últimos 20 anos, Dilma só viu a vitória após os acréscimos. Mesmo assim, o Brasil fez a festa e principalmente as regiões norte e nordeste.

Mas não foi só nas regiões taxadas como pobres, que Dilma foi bem votada. No sudeste Dilma bateu Aécio no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, terra do tucano. No norte, apenas no Acre o tucano venceu a petista. Já no Centro-Oeste Aécio fez a festa. Agora fica a grande pergunta: Porque Aécio perdeu até em seu estado? Cadê os 92% de aprovação do governo Aécio? Se um filho não serve bem sua terra, vai servir a nação?

A grande questão que tomou conta do Brasil logo após a vitória de Dilma foi o ódio e a xenofobia. Sulistas escrachando como os nordestinos e até os tucanos do norte e nordeste falando e escrevendo horrores nas redes sociais. Isso é a prova da violência no país. O que mostra são os interesses individuais e não coletivos.

Durante a campanha vi pessoas com alta capacidade de conhecimento, falando coisas inexistentes e esquecendo a história do Brasil. Muitos mostraram que não conhecem seus Estados e muito menos seu país. Pessoas falando de economia, inflação, emprego, educação, saúde, transporte e até aumento na conta de luz da Cemar. Foram os verdadeiros papagaios ensaiados.

Até em nossa brilhante imprensa, vi colegas profissionais falando coisas absurdas. Esses perderam as aulas de Jornalismo social. O Brasil não pode voltar a miséria, o povo pobre também sente fome e sede. O pobre merece respeito. Estaremos de olho nos próximos 50 meses.

O partido democrático trabalhista (PDT) foi o que mais vestiu a camisa petista no segundo turno. Representado por Weverton Rocha, Julião Amim & Ivaldo Rodrigues, o PDT promoveu uma campanha 24h e não saiu das ruas nenhum segundo. Os pedetistas mobilizaram o Maranhão inteiro, principalmente São Luís.

 

A onda Dilma 13 cresce no Maranhão

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AE2

Se no primeiro turno a taca foi grande, agora no segundo turno a goleada começa a se desenhar. Após dois debates entre Dilma x Aécio, ficou ainda mais claro, que o PSDB não tem competência para administrar um país da grandeza do Brasil. Em oito anos de administração do Brasil, o PSDB levou o país a dobrar a dívida externa, que antes era de 38% do PIB e passou para 78%.

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Contra números não há argumentos. Lula recebeu um Brasil sucateado, pobre miserável, analfabeto e sem credibilidade. Hoje o país tem dinheiro, credibilidade, programas sociais e cresce na educação superior. Antes, pobre na universidade só como zelador; jamais como estudante.

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Com os programas Fies, Pronatec, Prouni e tantos outros, o brasileiro sente prazer de estudar e reconhece todo esforço. Estudantes com transporte escolar de qualidade, Hospitais com médicos 24 horas e o crescimento de empregos no Brasil, o povo mudou de vida e se igualou as outras classes sociais.

QUEM CONHECE NÃO VOTA

Compare as eleições com um campeonato de futebol bem disputado. Já imaginou se o seu time perde em casa, como seria o resultado lá fora? Pois é, assim foi com o tucano Aécio Neves, que continua batendo no peito e divulgando uma falsa aprovação de 92% em Minas Gerais e as urnas não disseram isso. No primeiro turno Aécio perdeu pra Dilma até em seu curral eleitoral. Quem vota em Aécio em Minas Gerais? A imprensa local não vota, os professores não votam, os policiais não votam, os médicos não votam, os enfermeiros não votam e as outras classes profissionais não suportam Aécio. Sobrou apenas a bandidagem mineira.

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Sabe por que esses profissionais não votam em Aécio? Porque o tucano é rancoroso, amordaça a imprensa, transfere os policias pra bem longe e se denunciar o tucano, são ameaçados de morte. (Veja o vídeo aqui).  Quem não respeita leis, não merece respeito. Aécio esculachou os PMs do Rio de Janeiro quando foi pego em uma blitz da lei seca no bairro do Leblon, zona sul da cidade maravilhosa. Bêbado, Aécio se recusou a fazer o teste do bafômetro e teve a CNH apreendida, já que o documento estava vencido. (Veja o Vídeo).

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Envolvido em nepotismo, crime por empregar familiares em seu governo, Aécio não passa de uma onça em pele de cordeiro. Além disso, desviou dinheiro da saúde, educação, segurança e nunca foi se quer julgado, imagina condenado.

Aécio Neves é o novo Collor de Melo. É bom ficar ligado!

 

 

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