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Fechamento da Rede de Farmácias Big Ben aumenta desemprego no Maranhão

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O aumento do ICMS no Maranhão trouxe como sobremesa para os trabalhadores, o desemprego. Nesta terça-feira (16) as farmácias Big Ben fecharam as portas no Maranhão, e deixam dezenas de pais de famílias desempregados, tudo por causa do possível aumento do ICMS aprovado pelos deputados estaduais.

Controlada pelo grupo Brasil Pharma, a rede de farmácias já vinha enfrentando dificuldades financeiras há alguns anos, mas a situação ficou ainda mais complicada, segundo após o Maranhão ter aumentado os impostos, que decretou fechamento das lojas no Estado.

Além disso, diversas unidades vinham sendo fechadas nos estados onde a Big Ben estava presente – Pará, Maranhão, Piauí, Ceará e Pernambuco. A empresa vai ficar funcionando apenas em Pernambuco e Pará. Nos demais estados, todas foram encerradas as atividades.

Até dezembro de 2016, a rede Big Ben possuía 264 lojas nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, sendo a maior rede de farmácias controlada pela Brasil Pharma. Só no Piauí cerca de 300 pessoas devem ser demitidas com o fechamento da rede.

Em fevereiro, o site da revista Exame informou que o banco BTG Pactual estaria negociando a venda da rede de farmácias Big Ben com o mega empresário Paulo Remy, proprietário da Lyon Capital. O negócio foi consolidado no início de abril deste ano, e agora o novo controlador pretende reestruturar a companhia, mas optou por sair do Maranhão em virtude do

Segundo o jornal Valor Econômico, em 2016 a receita líquida da Brasil Pharma atingiu R$ 1,5 bilhão, quase R$ 1 bilhão a menos do que foi apurado em 2015. O prejuízo alcançou R$ 634 milhões no ano passado, um pouco menos do que foi registrado em 2015, quando o grupo amargou um prejuízo de R$ 654 milhões.

Ao fim do ano passado, as perdas acumuladas pela Brasil Pharma somavam R$ 1,85 bilhão.

A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do banco BTG Pactual, que informou não poder mais se manifestar a respeito do fechamento das farmácias Big Ben, uma vez que o controle da rede foi vendido pelo banco desde o mês passado.

O Portal de Notícias também tentou contato com a assessoria de imprensa do grupo BR Pharma. No entanto, os telefones informados no site da rede são de uma empresa de assessoria que não presta mais serviços ao grupo.

 

Por Nayara Felizardo (com edição)

 

 

Cidade FM, a rádio que todo mundo ouvia!

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Cidade

Parece mentira, mas a assombração do desemprego em rádios no Maranhão continua maltratando cada vez mais profissionais. Radialistas que dedicaram grande parte do tempo para se qualificar e trabalhar na profissão dos sonhos, agora mesmo acordados, foram surpreendidos com os malditos arrendatários. A situação é complicada e pouca gente já se deu conta da epidemia que se alastra na radiofonia maranhense. Hoje (5) de fevereiro de 2015, vai ficar marcado na história da radiofonia do Maranhão, quando uma das emissoras mais tradicionais da ilha, fecha suas portas e entra para um novo rumo.

A rádio Cidade Fm 99,1 MHZ, com mais de 30 anos presente na vida dos Ludovicenses e outros tantos maranhenses espalhados pelo Brasil, dar um Adeus para os fãs. Ainda esta semana, a rádio que foi primeiro lugar em todo lugar, torna-se tristeza em toda parte. É como retirar alguém que você gosta de uma UTI e desligar todos os aparelhos, onde os profissionais mesmo não sendo da família acabam ficando de luto.

Mesmo com uma grande audiência e sendo a rádio mais popular do Maranhão, não foi suficiente para que a 99,1 morresse mais velha. Uma morte prematura que deixa órfãos ouvintes e profissionais que trabalhavam naquela emissora. Profissionais que emprestavam o seu talento, a sua voz para levar às suas famílias dias melhores.

Futuro?

A Rádio Cidade FM 99,1 MHZ foi arrendada pela Igreja Pentecostal Deus é Amor, localizada na Avenida Venceslau Braz, no canto da Fabril. A Igreja já tem uma rede de rádios de dar inveja para qualquer grande empresário da comunicação. Com isso, a programação da nova cidade FM deve ser direto de São Paulo, onde fica a igreja matriz.

Espalhadas por todo o Brasil e também em outros países como, por exemplo; México, Panamá, República Dominicana, Argentina, entre outros. A frequência 99,1 em São Luís-MA agora faz parte da rede de rádios da IPDA. Se os radialistas maranhenses quiserem trabalhar em rádio, vão ter que arrendar também. Onde chegamos!

PROCURA-SE EMPREGO

Mais de vinte profissionais se juntaram aos que já batem cabeça atrás de emprego nos veículos que ainda restam na capital. Com a nova mania dos empresários de radiodifusão no Maranhão, os profissionais do rádio não tem mais onde trabalhar. O negócio, segundo fontes, gira em torno de R$ 1.440.000,00 (um milhão e quatrocentos e quarenta mil) por ano (algo em torno de 122 mil reais mensal). Cifra alta que deixou sem rumo mais de 20 famílias em detrimento de duas. Do jeito que está acontecendo, o Maranhão pode entrar pra história, como um mercado falido no meio da comunicação. Enquanto David Martins Miranda faz a festa, os radialistas do Maranhão preparam o velório para sepultarem os microfones.

Fonte: Blog do Pedro de Almeida

 

Crise na comunicação do Maranhão

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MAIS FM

A crise na comunicação do Maranhão fez várias vítimas nesta semana. A situação é tão complicada, que em menos de dois anos, uma emissora já demitiu mais da metade de seus funcionários. Estou falando, da rádio que segundo seus diretores, é primeiro lugar em todo lugar. Sem discordar da “Tese”, a rádio está no topo de demissões e acumula o primeiro lugar como a rádio que mais demite no Maranhão.

De acordo com o Sindicato dos Radialistas do Maranhão, a Rádio Mais FM, localizada no bairro da Vila Kiola, no município de São José de Ribamar, demitiu mais profissionais, que todas as concorrentes juntas. Nos últimos dois anos, a “Mais” que é administrada pelos sócios radialistas Léo Felipe e Nódson Júnior, diminuiu seu quadro de funcionários, tirou programas do “AR”, e ainda implantou uma categoria no mercado chamada serviço prestado.

Comunicadores como Jeisael Marx (Que saiu da referida emissora de rádio em dezembro de 2011 em razão de convite para apresentar o programa “Qual é a Bronca” na TV Cidade/Record, canal 6 onde apresenta até hoje), Washington Campos (Rádio Santa Rita FM), Nelson Neto (Redetv), Diana Mendes (94FM), Kéke Borges, João Filho (1290AM), Ray Rabelo (Terra Fm) e Luís Almeida (TV Difusora), foram os primeiros a deixarem a Mais FM. Depois a conta aumentou e profissionais como: Gil Porto (Imparcial), Galvão Santana (Rádio Capital), Laércio Costa (Mirante Am), Edivan Fonseca (1290AM), Igor Leonardo (Portal 180 graus), Sólon Vieira (92FM) e Noel Soares (92FM) também tiveram que deixar a rádio da “Alegria”, não por incompetência profissional, mas talvez por falta de gestão da emissora.

Sem contar que no corpo administrativo, também teve uma limpeza total. Nesta semana, outros comunicadores perderam o emprego, como: Osvaldo Maia (TV Band canal 12), Flávio Chocolate (Assessor Parlamentar/Empresário/Garoto propaganda de uma grande empresa do MA), Glauber Carvalho, Mia Cara de Gato, Josy Silva e Valber Nascimento. Desligados do quadro de funcionários, os profissionais passarão a prestar serviços à rádio de acordo com a necessidade da emissora, o que é uma falta de respeito com os grandes radialistas, já que locutor no Maranhão passou a fazer bico (Free Lance) para sobreviver .

E a conta pode aumentar ainda “Mais”. Segundo informações, outros profissionais estão na berlinda e podem perder o emprego na Mais Fm. A crise financeira tomou conta da emissora, que a única solução foi demitir para reduzir despesas.

Em 2012, a rádio que já havia criado uma filial em Imperatriz, também demitiu todo mundo e se contentou apenas com uma emissora, que está a caminho de fechar as portas. “Vamos torcer e orar para que isso não aconteça”. O certo mesmo, é que o mercado de São Luís está cheio de comunicadores desempregados.

O que está acontecendo? É falta de gestão, ou desvio de grana?

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Em relação à um post com o título “Crise na comunicação do Maranhão”, neste blog acima citado, no qual consta meu nome (Jeisael Marx) relacionado como “vítima” de um suposto festival de demissões ocorridas na Rádio Mais FM, gostaria de esclarecer:

1 – Minha saída da referida emissora de rádio se deu em dezembro de 2011 em razão de convite para apresentar o programa “Qual é a Bronca” na TV Cidade/Record.

2 – Fui demitido da Mais FM, portanto, a pedido, após cerca de 3 meses de negociação com a TV. Durante esse período, mantive contato direto com o diretor da Rádio, Léo Felipe, de maneira transparente, para que a transição fosse tranquila.

3 – No intervalo de tempo que estou fora do Rádio, apenas na Televisão, recebi alguns convites para retomar o microfone em algumas emissoras, inclusive na própria Mais FM, mas outros compromissos não me permitem por enquanto. Porém, digo, sem dúvida, que daria prioridade à esta citada se permanecesse aberto o convite.

4 – Faço questão de ressaltar minha relação de respeito mútuo e amizade com a Direção da Rádio Mais FM, veículo que ajudei a implantar em 2003, que me projetou no mercado radiofônico local e no qual trabalhei por mais de 7 anos.

5 – Não cabe a mim qualquer juízo de valor no tocante à demissão de outros colegas após minha saída, pois desconheço as circunstâncias envolvidas, e ainda que as conhecesse. O que posso assegurar, por conhecer o trabalho de muitos dos citados, é que são profissionais de extrema competência e qualquer empresa estaria bem servida com algum (ou alguns) em seu quadro.

Um cordial abraço.

Jeisael Marx

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