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Alcântara-MA: O turismo com maior acervo natural e arquitetônico do Maranhão

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O município de Alcântara contém belezas inigualáveis! Conhecida como a “cidade que parou no tempo”, encanta visitantes com suas ruínas, casarões antigos e belas praias. É uma cidade pacata, ótima para quem quer descansar e contemplar belezas naturais. E o melhor: gastando pouco

Confira nossa sugestão rápida de roteiro para um final de semana especial, curtindo as belezas do Maranhão.

1. Como chegar

Uma das maneiras mais fáceis e rápidas de chegar em Alcântara, é através do mar. De catamarã ou lancha, você pode sair diretamente da Rampa Campos Melo, próximo ao Palácio dos Leões, na Praia Grande. Outra opção é ir de ferry-boat, saindo do Proto Ponta Madeira, no Itaqui, para o Porto do Cujupe, povoado de Alcântara. Para quem vai de ferry, é necessário pegar uma van para chegar de fato na cidade.

Catamarã
Valor: R$ 15
Contato: (98) 99188-6036 (Catamarã Luzitana)
Confira a tabela de horários aqui

Ferry-Boat
Valores: R$ 11 por pessoa | R$ 70 carro de passeio (incluindo o motorista)
Contatos: (98) 3232-7259 (Serviporto) | (98) 3222-8926 (Internacional Marítima)
Confira a tabela de horários aqui


2. Hospedagem

Entre algumas opções de hospedagem, selecionamos dois locais que chamam atenção pela simplicidade e beleza.
Pousada Guarás é estilo chalé. Perto da Praia de Ipatinga, fica a 1km do centro da cidade.

Pousada Guarás
Rua Baronesa, s/n, Alcântara, Maranhão
Valores para Chalés: R$ 120 duplo, R$ 140 triplo e R$ 80 individual (café da manhã incluso)
Contato: (98) 3337-1339

Outra opção é a Pousada Tijupá. O hóspede pode reservar quarto, armar sua barraca de camping ou dormir em rede disponibilizada pela pousada. Uma boa alternativa para quem gosta de improvisos e aventuras.

Pousada Tijupá
Rua de Baixo, nº 5, Alcântara, Maranhão
Valores dos Quartos: R$ 45 por pessoa (café da manhã incluso)
Camping: R$ 25 reais por pessoa (café da manhã incluso)


3. O que fazer

Andar, andar e andar. Explorar as ruas de Alcântara é agradável e surpreendente. Monumentos históricos, arquitetura original e belas paisagens encantam qualquer turista. As ruínas da Igreja de São Matias (século XVII) e o Pelourinho não podem deixar de ser visitados.

Outras atrações imperdíveis são as praias de Ipatinga, da Baronesa, Mamuna e Ilha do Livramento. Lugares com belezas imensuráveis, e ainda, pouco explorados.

4. O que comer

Sugerimos um bom peixe ao molho de camarão, na Pousada dos Guarás. O prato fica em torno de R$ 70 e serve duas pessoas. Outra boa pedida é experimentar o tradicional doce maranhense, doce de espécie. Deliciosa guloseima feita à base de coco. Andando pela cidade, é possível encontrar o doce em diversos locais.

Para os amantes de licor, o de Jenipapo é incrível e um verdadeiro sucesso na Festa do Divino, que acontece todos os anos em Alcântara. Por fim, vale a pena passar no Sítio Tijupá para provar a saborosa torta de camarão e outros pratos da gastronomia regional.

Conheça a Festa do Divino Espírito Santo

5. Divino Espírito Santo

Alcântara tem uma expressiva festa em homenagem ao Divino Espírito Santo. Cortejos e rituais ricos em arte, roupas, canto, dança e culinária fazem da comemoração uma experiência de resistência e força da comunidade.

Criados pelos colonos açorianos e seus descendentes, os festejos em Alcântara reproduzem costumes da corte imperial, representada por crianças e jovens, entre 4 e 14 anos. Uso de trajes da corte, de imperadores e mordomos, representa o passado. Coroa, tiaras e cetro ilustram a história contada pelos moradores de forma tão real.

POR O IMPARCIAL.com.br/turismo

SBT Nordeste vai mostrar as belezas naturais e arquitetônicas de Alcântara

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Uma equipe do Programa Nordeste Mais, do SBT Nordeste, está em solo maranhense para fazer uma série de programas especiais que mostrarão as belezas naturais, históricas, culturais e potencial turístico de São Luís, Alcântara, Barreirinhas e Santo Amaro. Para fazer esse trabalho de divulgação, a equipe conta com o apoio do Sebrae Maranhão.

Em Alcântara, o enfoque será para as especialidades da gastronomia local, por meio de uma corrida gastronômica em alguns dos restaurantes participantes do Festival Gastronômico Delícias do Mar, que mostrarão pratos e sobremesas típicos da culinária local.

Além disso, as belezas arquitetônicas da cidade histórica serão mostradas para toda região nordeste, através do SBT, que cobre 9 estados e além fronteiras.

Em Barreirinhas e Santo Amaro, a equipe acompanhará parte do Roteiro Turístico Rota das Emoções, mostrará o trabalho das artesãs que trabalham a fibra do buriti e ainda visitarão a sede da fábrica da Tiquira Guaaja, empreendimento de sucesso atendido pelo Sebrae desde 2014.

 

Alcântara tem 80 Quilômetros de praias virgens, belas e desertas

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POR QUAL VIAGEM – O Maranhão talvez seja o estado brasileiro que apresenta a maior diversidade de ecossistemas do nordeste brasileiro. Por muito tempo a capital São Luis foi vendida apenas como porta de entrada para os Lençóis Maranhenses. Os turistas desciam no aeroporto e em menos de duas horas já alugavam o carro, pegavam o transfer e se dirigiam ao município de Barreirinhas para explorar o Rio Preguiças e suas belezas até chegar à região dos Lençóis.

O atual governo do estado tem procurado, por meio de ações pontuais da secretaria de cultura e turismo, mostrar que São Luis e as outras três cidades que compõem a região metropolitana, Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar, mais Alcântara têm muito a oferecer em termos de passeios e atrações naturais, históricas e culturais.

A cidade de Raposa, por exemplo, tem um mix de atrações que vão de passeio fluvial explorando os vastos manguezais, passando pelas rendeiras e fazendas que produzem ostras. Já São José de Ribamar, apresenta forte turismo religioso, além de praias intocadas como Panaquatira e outras.

Em Alcântara, notadamente reconhecida como a Roma Brasileira, um conjunto de edifícios históricos, mangue, praias desertas e inexploradas, gastronomia diversificada, festas religiosas, quilombos, foram o mix de produtos mais diversificados dentre todas.

Uma das atrações mais comentadas para quem visita o Maranhão é a Revoada dos Guarás. Ela é muito conhecida na região dos Lençóis, mas pode ser realizada também em Alcântara. O passeio é imperdível. A partir das 15h, o embarque é feito num barco  regional motorizado em direção aos dormitórios dos guarás, aves típicas do litoral maranhense, de cor vermelho-fogo. Antes da chegada ao dormitório, se faz uma parada na pequena Ilha do Livramento, para caminhadas e um quentinho banho de mar. Logo depois, o passeio náutico segue em direção ao dormitório dos guarás, já no finalzinho da tarde. A visão da chegada deles nas imensas árvores e o contraste da cor vermelha com o verde dos manguezais e o céu azul é um espetáculo inigualável.

Outro programa incrível em Alcântara é a Trilha das Nascentes que consiste numa caminhada ecológica que inicia com as ruínas de uma antiga fazenda colonial no meio da mata, passando por capoeiras, manguezais, mata amazônica, nascentes, fontes, igarapé até terminar na extensa e bela praia de Itatinga. Este roteiro ecológico é a melhor maneira de entrar em contato direto com a flora e a fauna local.

Bem ao lado da Pousada dos Guarás se atravessa um igarapé de canoa para chegar à praia bela e deserta. Na pousada, o cliente pode solicitar os serviços de um barqueiro/canoeiro. Os preços são negociados no momento da contratação do serviço diretamente com o barqueiro/canoeiro.

O VÍDEO O MOSTRA A PRAIA, O MANGUE E A ECOLÓGICA POUSADA DOS GUARÁS.

 

Aproveito para mandar um grande abraço ao guia, parceiro e agora amigo Nailton, um dos mais competentes guias que conheci. Ele presta serviços para a Caravelas Turismo, umas das mais respeitadas e tradicionais empresas de receptivo do Maranhão. caravelasturismo.com.br

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Texto: Cláudio Lacerda Oliva (enviado especial ao Maranhão).

Fotos: Adilson Zavarize

Site de Viagem classifica Alcântara como Roma Brasileira – Cidade de Praias, Quilombos e Patrimônios

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Matéria feita pelo Site Qual Viagem, sobre Alcântara e suas Belezas naturais.

POR QUAL VIAGEM – A cidade de Alcântara pode ser considerada a “Roma Brasileira”, pois reúne os principais monumentos artísticos e históricos do estado do Maranhão. A antiga cidade está localizada em plena Amazônia Legal, cercada por uma das maiores áreas de mangue do mundo e onde se descortinam praias desertas e preservadas e ilhas repletas de histórias e lendas. Reconhecida como Patrimônio Nacional pelo IPHAN, o estilo colonial de seu importante conjunto arquitetônico reflete uma história de opulência e riqueza, quando foi habitada por ricos barões.

Suas principais atrações devem ser visitadas a pé, em caminhadas por ruas calçadas de pedra do seu centro histórico. O roteiro pode ter início na Praça da Matriz, onde se encontra a Casa da Câmara e Cadeia, o Museu Histórico e Artístico de Alcântara, as igrejas coloniais e a Casa do Divino. Alcântara tem na festa do Divino a sua maior celebração religiosa. Esse ano a festa irá acontecer de 24 de maio a 4 de junho. Centenas de turistas e festeiros invadem as ruas do centro histórico para acompanhar os cortejos ao Divino.

 PRAIAS, ILHAS E QUILOMBO

Saindo da parte histórica, o visitante pode realizar passeios de barco por igarapés amazônicos e visitar a ilha do Livramento. Lá vive dona Mocinha e seu fiel escudeiro, Ribamar, apelidado carinhosamente de Punk. Eles vivem numa casinha de palha e são os verdadeiros guardiões da ilha e os responsáveis pelo atendimento aos turistas que desejam acampar ou passar o dia por lá.

Depois de explorar a ilha numa deliciosa caminhada,  chega-se ao final da praia de quase três quilômetros de extensão, onde correm das falésias avermelhadas, uma água doce e geladinha para tirar o sal do corpo num banho relaxante e natural.  O roteiro continua de barco, percorrendo as águas fortes dessa bela Bahia onde se navega por uns 30 minutos para observar um espetáculo único, o voo dos guarás, aves de plumagem vermelha, encontradas com frequência na região. São balés intrigantes que rasgam os céus num espetáculo digno da abundante fauna da região.

Outro local indispensável é passear na comunidade Quilombola de Itamatatiua, onde cerca de 165 famílias resistem, e mantém suas tradições. Uma das atrações é conferir o trabalho das artesãs negras que criam peças de barros em estilo único. Jarros, pratos, louças e bonecas trabalhadas manualmente por elas.

Aproveite para visitar a capela de Santa Thereza que se transformou na protetora das casas. Uma das coordenadoras da comunidade é a Srª Neide de Jesus, de 67 anos. Ela afirma que cerca de 20 artesãos trabalham na confecção das peças de artesanato em argila. A comunidade completará em junho próximo 309 anos e é uma resistência a todo o processo de desocupação realizado no interior e distritos de Alcântara, principalmente nas últimas cinco décadas, onde a região se tornou área de segurança nacional em função da base de lançamento de foguetes.

Aprofundar-se nas entranhas ainda mais remotas de Alcântara é surpreender-se com a praia de Mamuna; na zona rural. Num encontro do rio com o mar, seus cinco quilômetros de praia virgem, contrastam com arrecifes e falésias avermelhadas. Do alto deles fique atento, pois na maré alta, dá pra ver o balé delicado dos botos, que brindam os turistas com malabarismos e mergulhos únicos. Essa praia tem pouquíssima estrutura. Pra completar, contrate a dona miúda, uma Moça que prepara sob encomenda um cardápio regional. Peixada, arroz de cuxá, galinha e peixe frito num sabor pra lá de natural. A comida sai a R$ 25,00 por pessoa com direito a saladinha e suco natural.

COMO CHEGAR?

 A maneira mais fácil para se chegar a Alcântara a partir de São Luis, é por meio da travessia da Baía de São Marcos, que separa a capital e a cidade histórica de Alcântara. A travessia é feita por lanchas e catamarãs, que, de acordo com a tábua das marés, partem diariamente do terminal hidroviário da Praia Grande, que fica no Centro Histórico. Para quem pretende explorar mais a região, pode tomar o Ferry boat que tem partidas a cada hora e meia.

Outra opção é contratar os serviços da Caravelas Turismocaravelasturismo.com.br, uma das pioneiras no receptivo em São Luis e especializada em Alcântara. Procure contratar o guia Naílton Lobato. Natural da cidade a sua família é uma das mais tradicionais de Alcântara. Todos os conhecem por lá. Muitas das lendas, ele aprendeu com seu avô.

ONDE COMER?

Localizado bem ao lado de uma capela, no alto de uma falésia, o Restaurante Cantaria, possui a mais privilegiada vista da Ilha do Livramento. O prato imperdível é a fritada de camarão – com certeza, o melhor de todo Maranhão. Experimente também o vatapá, e os deliciosos peixes locais, além do indispensável arroz de cuxá. Beba o suco natural de Bacuri, De sobremesa mouses de frutas regionais, e o famoso e exclusivo Doce de Espécie, tipicamente de Alcântara. Por R$ 200,00 se come fartamente até cinco pessoas.

ONDE FICAR?

Para se hospedar arrisque a Pousada Bela Vista, um pouco longe do centro histórico, mas com uma vista incrível. A Pousada dos Guarás fica colada ao imenso manguezal e possui quartos bem equipados com TV a cabo e frigobar. Um lugar especial para quem precisa descansar e curtir as mais belas imagens naturais.

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Texto: Cláudio Lacerda Oliva

Fotos: Adilson Zavarize

 

 

O potencial turístico da Baixada Maranhense

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MAR

Encravada às margens do Golfão Maranhense, a Baixada é uma microrregião geográfica localizada numa zona de transição entre a Amazônia e o Cerrado Brasileiro.

Na estação chuvosa, se transforma em uma imensa planície alagada e verdejante, que forma o majestoso Pantanal Maranhense, com toda a sua diversidade de fauna e de flora, que a transforma num santuário ecológico de rara beleza. Essa paisagem esplendorosa muda de acordo com a época do ano. Do ponto de vista socioeconômico, é uma região vocacionada ao ecoturismo sustentável.

A Baixada Maranhense foi transformada em Área de Proteção Ambiental (APA), por meio do Decreto Estadual nº 11.900, de 11 de junho de 1991, em face da sua importância ecológica, especialmente para as numerosas espécies de aves migratórias, que a utilizam  como ponto de descanso, alimentação e reprodução.

Além do maior conjunto de bacias lacustres do Nordeste, onde se destacam os lagos Aquiri, Cajari, Capivari, Coqueiro, Formoso, Itans, Lontra, Maraçumé e Viana, a região possui extensos manguezais e babaçuais. O rosário de lagos e os campos floridos da Baixada constituem atrativos naturais extraordinários que merecem ser explorados economicamente, tendo em vista o seu imenso potencial de captação turística, que precisa ser encarado como um mecanismo indutor do desenvolvimento sustentável da região, sobretudo pela sua capacidade de gerar trabalho e renda a uma população carente e desassistida.

A partir do seu ecossistema diversificado e da sua cultura peculiar, a Baixada é naturalmente propensa ao desenvolvimento da indústria do turismo e tem como ofertar uma infinidade de produtos turísticos, como cavalgadas, pesca, trilhas, mergulhos, motociclismo, gastronomia típica, artesanato, folguedos, tradições religiosas, festas folclóricas, danças populares, patrimônio arquitetônico, passeios náuticos, camping etc.

A indústria do turismo se alicerça em três pilares: a infraestrutura dos destinos turísticos (hotéis, bares, restaurantes, transporte e espaços para eventos), a qualidade e criatividade dos serviços oferecidos aos visitantes e uma política de divulgação eficiente. Nesse passo, é imperioso que os gestores municipais da Baixada e os empresários maranhenses sejam sensibilizados e internalizem a ideia da mudança de hábitos e quebra de paradigmas, a fim de superarem o marasmo que norteia a aplicação das mesmas políticas públicas e das repetitivas oportunidades de negócios.

Já passou da hora de os nossos governantes e empreendedores privados entenderem que a política de turismo no Maranhão não pode se restringir eternamente aos Lençóis Maranhenses e à Chapada das Mesas. Por fim, registro as minhas homenagens ao empresário Alberto Muniz, penalvense de boa cepa e um grande entusiasta do ecoturismo na Baixada Maranhense.

Por Flávio Braga

 

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