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Fogo destrói casa de idosa na cidade de Bequimão-MA

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Na manhã desde domingo (21) um residência localizada na rua Vitorino Freire, Nº 488, no Centro da cidade de Bequimão, no Litoral Ocidental Maranhense foi destruída pelo fogo após incêndio na parte interna da casa. De propriedade da Senhora Patrocina Josefa Ferreira, de 80 anos de idade, a residência possui 4 cômodos que foram todos atingidos pelo fogo.

O fogo começou a se alastrar pela casa por volta das 05h30, e a forte fumaça acabou acordando toda a vizinhança que se uniu para controlar o incêndio e retirar a idosa o mais rápido possível de dentro da casa, achando que que ela se encontrava no interior da residência. Segundo a idosa, o fogo começou por causa de uma vela que ela deixou acesa em seu quarto na noite de sábado (20). Ela não estava em casa no momento do incêndio, já que quando o filho dela não fica em casa, ela dorme na casa de uma vizinha.

A tragédia não foi maior porque os vizinhos perceberam o incêndio e correram para ajudar, jogando água no telhado e retirando os poucos pertences que se salvaram. A idosa mora com um filho e a cunhada que no momento do ocorrido não se encontravam em casa. Sozinha e muito abalada, a idosa acompanhou toda a ação dos populares. Dona Patrocina, passa bem, mas perdeu todos seus documentos e a mobília de sua casa. A casa já estava com toda a sua estrutura comprometida e o telhado bastante velho, o que contribuiu para a propagação do fogo.

Por Jeferson Cantanhede

Bandidagem leva a melhor em dois assaltos nesta quinta-feira (4)

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Na madrugada desta quinta-feira (4) a cidade de Zé Doca foi invadida por um bando que colocou o terror e  explodiu a Agência do banco do Brasil. Segundo informações os bandidos estavam em duas tropas, onde uma fechou o quartel e a outra foi para o banco e fez o diabo na agência.

Já no período da tarde, três homens fortemente armados fizeram um assalto na Agência dos Correios da cidade de Pinheiro e levaram apenas R$ 200 (duzentos reais). O bote foi mal dado e os bandidos fugiram sem deixar pistas. Os funcionários dos correios ficaram bastantes nervosos, mas ninguém foi agredido.

Segundo informações, os homens chegaram na agência dos correios, localizada na Rua Albino Paiva, no centro da cidade, por volta das 12h30, renderam os funcionários e levaram apenas essa quantia. A agência dos correios de Pinheiro não estava realizando transações bancárias nesta quinta feira. Em seguida o trio tomou rumo ignorado, a policia foi acionada, fez rondas pela cidade, mas não obteve êxito na captura dos bandidos.

Lançada em Cururupu-MA a 14ª edição da Agritec

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O Sebrae é parceiro do Governo do Estado na realização do evento. Dezenove municípios que integram o território foram convidados e enviarão suas caravanas formadas por produtores que comercializarão seus produtos e participarão de toda a programação.

A 14ª edição da Feira de Agricultura Familiar e Agrotecnologia do Maranhão (Agritec) – Território da Baixada, que será realizada nos dias 07, 08 e 09 de dezembro, na cidade de Cururupu, foi lançada oficialmente na tarde desta segunda-feira (06), em uma solenidade no Centro de Convenções do município.

A feira é uma realização do Governo do Estado do Maranhão, por meio da Secretaria Estadual da Agricultura Familiar (SAF), com o apoio do Sebrae, da Prefeitura Municipal de Cururupu, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma),Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e de Extensão Rural do Maranhão (Agerp) e diversas entidades, sindicatos, associações e movimentos.

“Em 2017, o Sebrae renovou a parceria com o Governo do Estado, pois percebe que a Agritec é uma grande oportunidade para os pequenos produtores rurais se atualizarem e terem acesso a novas tecnologias, o que consideramos algo positivo e que contribui para o incentivo ao empreendedorismo”, afirma João Martins, diretor superintendente do Sebrae no Maranhão.

O lançamento contou com a presença do gestor de projetos do Sebrae em Pinheiro, Breno Soeiro, que na ocasião representou a instituição parceira,  o secretário estadual da Agricultura Familiar, Adelmo Soares, da prefeita de Cururupu, Professora Rosinha, do secretário adjunto de Agricultura Familiar do Estado, Francisco Sales, da superintendente da SAF e coordenadora da Agritec, Marilene Bandeira, além de representantes do poder público municipal, de órgãos estaduais ligados a agricultura, sindicatos e associações.

O Secretário Estadual de Agricultura Familiar, Adelmo Soares, disse acreditar que a 14ª edição da feira realizada em Cururupu, tem tudo para ser uma das maiores já realizadas.

“Só é possível ter ideia da importância de uma Agritec e o que ela representa de positivo para uma região quando se sedia e participa de uma edição, é uma feira grandiosa, de um alcance e um retorno tremendo para todos aqueles que participam. A agricultura familiar hoje no estado do Maranhão tem visibilidade e muito disso se deve ao legado que está sendo construído pela Agritec e ao compromisso dos nossos parceiros e produtores, por isso acreditamos que essa edição pode ser do tamanho que todos nós quisermos e será gigantesca sem dúvida nenhuma”, enfatizou Soares.

A Agritec – Território Baixada Ocidental, terá como principal objetivo proporcionar ao agricultor familiar de toda região a oportunidade de conhecer e ter acesso a tecnologia que movimenta o mundo do agronegócio, além de poder comercializar os seus produtos para visitantes de todo o estado.

Para a prefeita anfitriã da Agritec – Território Baixada Ocidental a feira é uma grande oportunidade de atrair desenvolvimento para toda a região.

“Pela primeira vez a região do litoral ocidental sedia um evento dessa magnitude é nossa obrigação realizar uma grande feira e mostrar que a nossa região tem potencial, riquezas e um povo trabalhador”, projetou Rosinha.

A FEIRA

Dezenove municípios que integram o território foram convidados e enviarão suas caravanas formadas por produtores, que comercializarão seus produtos, participando ainda de toda a programação de cursos, palestras, mesas redondas e oficinas que serão realizadas nas áreas de pesca, piscicultura, horticultura, fruticultura, mandiocultura, caprinocultura, gestão e comercialização de produtos e oportunidades de negócios para a agricultura familiar.

Capacitações na área da gastronomia e apresentações culturais complementam a programação da feira que acontecerá na praça Sesquicentenário (Antigo Aeroporto) no bairro Jacaré em Cururupu.

A partir desta quarta (15) estudantes pagarão meia Passagem em Ferry Boats

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A partir desta quarta-feira (15), estudantes com famílias nos municípios do interior do maranhão, e que moram na capital, terão o direito de meia-passagem garantido pelas empresas de transporte aquaviários de São Luís, nos Ferryboats. A medida foi tomada após ação da Central Estudantil de São Luís com os setores responsáveis.

A reunião que ocorreu na tarde desta terça-feira (14) entre representantes da Central Estudantil de São Luís; Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap); Agência Estadual de Transporte e Mobilidade Urbana (MOB); e contou com a presença do vereador de Mirinzal, Dennis Ribeiro e representantes da Juventude Socialista do PDT-MA, que definiu o início do benefício para os estudantes.

QUEM TERÁ DIREITO

Terão direito à meia-passagem, estudantes que residem na capital para estudar, natos dos municípios do interior do Maranhão, portando comprovante de residência no município e documento que comprove que o mesmo é estudante (carteira estudantil). A passagem, que hoje é de R$ 11,00, será paga pela metade por estudantes devidamente matriculados e custará R$5,50.

Para o vereador Dennis Ribeiro, de Mirinzal, essa medida “garantirá o direito básico do estudante que precisa se deslocar vez e outra para o interior e que precisa residir na capital em busca de uma formação”, declarou.

Denise Duarte, presidente da Central Estudantil, disse que “essa é uma luta constante da Entidade, no que se refere a garantia dos direitos dos estudantes. Continuaremos nessa luta e fiscalizaremos o cumprimento da lei”, relatou.

A medida é de fato um grande avanço para respeitar o direito dos estudantes que precisam fazer esse deslocamento para seus municípios e fazem uso do ferry-boat, principal via de encurtamento de distância entre regiões da baixada e litoral maranhense e a capital.

Fonte: Blog do Gilson Vieira

 

CEMAR: Veículo da Estatal sendo usado para fazer mudança na baixada

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O que deveria ser a Companhia Energética do Maranhão (CEMAR) está virando uma Companhia de Mudanças no Maranhão, principalmente na baixada ocidental maranhense. Esta semana, um carro da Cemar foi flagrado por um internauta na MA-106, estrada que liga os municípios de Alcântara e Bequimão, fazendo uma mudança, onde a imagem mostra sofá, cama e outros objetos.

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O veículo, um Fiat Strada de placas PVA-6758 estava fazendo mudanças na região da baixada como se fosse carro de mudança. O ato já é corriqueiro segundo o internauta que enviou as fotos. Segundo o internauta, o veículo está sendo usado para fins eleitoreiros, principalmente na região da baixada.

CEMAR A SERVIÇO DO GOVERNO

Desde que começou a campanha eleitoral no Brasil, a Companhia Energética do Maranhão (Cemar) vem sendo usada pelo governador Flávio Dino para perseguir adversários e beneficiar aliados. Na baixada, por exemplo; a Cemar persegue adversários políticos, beneficiando aliados usando seus veículos para fazer mudanças de moradores na região.

LEITURA MÃE DINÁ

A Cemar está metendo a mão no bolso dos moradores da zona rural dos municípios da baixada maranhense. Pra se ter uma ideia, a conta com vencimento este mês ainda não foi nem paga, mas a fatura do próximo mês já está no sistema, o que não faz sentido economizar durante o mês. Os moradores não estão entendendo a forma como a Cemar está imprimindo as contas, já que a leitura não é feita, mas a fatura do mês seguinte já está no sistema. Deve ser Mãe Diná ou Bita do Barão que está fazendo essa leitura e adivinhando quanto os moradores vão gastar.

PRODUTOR RURAL PODE TER PREJUÍZO CAUSADO PELA CEMAR

Quando é pra prejudicar a população, a Cemar está bem cedo no batente, e com auxílio da Polícia Civil, mas quando é para ajudar os usuários, a demora não tem limites. É o que conta um produtor da zona rural do município de Bequimão, já que o trabalhador anda para a Cemar desde janeiro e nunca foi resolvido o problema. Com a demora na colocação da energia elétrica na área de produção, o trabalhador pode ter um prejuízo de aproximadamente R$50.000,00. Os açudes estão secando e os peixes estão sem oxigênio e morrendo em grande quantidade.

CEMAR DESRESPEITA MORADOR IDOSO

Há quase um ano um idoso pagou a ligação de energia em uma casa nova, mas a Cemar nunca foi fazer a ligação e o idoso não perdeu as contas de quantas vezes já foi até a Cemar e nunca foi resolvido. O pior de tudo é que está tudo pago, até o poste, mas nem mesmo a assim, a Cemar tem se preocupado com o idoso de 75 anos morador da comunidade Floresta, zona rural de Bequimão. Só queria saber onde está essa Companhia que mostra na propaganda. Muita hipocrisia para uma Estatal que simplesmente está a serviço de Flávio Dino… Na próxima postagem vamos falar do apoio da Cemar ao Festejo do Divino em Alcântara…uma longa reportagem sobre o tema…

Diques da Baixada na ponta da língua

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*POR FLÁVIO BRAGA*

A fim de dirimir eventuais dúvidas acerca da importância do projeto Diques da Baixada Maranhense, publicamos hoje informações compiladas pelo Dr. Alexandre Abreu, engenheiro civil e membro destacado do Fúrum em Defesa da Baixada Maranhense.

O projeto Diques da Baixada prevê a construção de 71 quilômetros de diques,, abrangendo os municípios de Viana, Matinha, São João Batista, São Vicente Ferrer, Cajapió, São Bento e Bacurituba. A obra consiste em um sistema de diques e vertedouros, em sentido paralelo à margem da baía de São Marcos. Quem conhece bem a realidade social da Baixada sabe do grande alcance social e do impacto positivo desse projeto para a nossa microrregião. Sem exagero, ele representa a redenção dos municípios abrangidos, com melhoria imediata no IDH da população rural beneficiada.

Os objetivos fundamentais do Sistema de Diques da Baixada são: a) proteção das áreas baixas contra a entrada de água salgada pelos igarapés, decorrente das variações da maré, protegendo assim os ecossistemas e os mananciais de água dessa região; b) contenção e armazenamento de água doce nos campos naturais durante a estação chuvosa, retardando assim o escoamento para o mar, sem alterar, no entanto, as cotas máximas naturais de inundação; e c) aumentar a oferta da disponibilidade hídrica em boas condições durante o ano, para usos múltiplos.

O material a ser usado nessa construção é basicamente barro do campo que será retirado ao longo do caminhamento da construção. Serão utilizados também a piçarra para a crista da barragem e o concreto para a construção dos vertedouros.

Serão construídos 23 vertedouros que permitirão o controle da lamina d´água, bem como a velocidade do escoamento das águas do campo. Com a retirada do material ao longo da construção para a execução dos diques, será criado um canal de aproximadamente 1,50m de profundidade e largura variando de 30 a 40m, que acompanhará toda a extensão da construção, permitindo o tráfego de pequenas embarcações (canoas etc) além de servir como reservatório de água doce  propiciando a pesca de peixes nativos durante todo o ano.

Os campos da Baixada não ficarão permanentemente cheios. O ciclo existente hoje será preservado, os campos continuarão possuindo a época da cheia e a época de seca, apenas o ciclo de cheia se prolongará por mais tempo beneficiando toda a região.

Com a construção dos diques, o SEBRAE pretende desenvolver arranjos produtivos para favorecer a agricultura familiar, pecuária, piscicultura, pequenas criações, além de inúmeras outras oportunidades para melhorar a vida dos moradores que serão diretamente beneficiados.

Quem pode ser contra um projeto dessa envergadura?

 

Litoral Ocidental discute sustentabilidade para municípios integrantes da Floresta dos Guarás

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Discussões sobre mudanças climáticas, manguezais, pesca predatória, resíduos sólidos e destinação do lixo produzido, assim como segurança pública, segurança no trânsito e ações empreendedoras que podem ser pensadas para desenvolver a região do Litoral Ocidental Maranhense estiveram na pauta do I Encontro do Polo Floresta dos Guarás, realizado no último final de semana, na cidade de Guimarães. Promovido pela sociedade civil organizada que vive e/ou tem a região como foco de estudos, o evento reuniu mais de 200 pessoas e teve como ponto máximo a criação do Fórum de Governança da Floresta dos Guarás.

“O Fórum se constituirá na instância de governança deste importante polo turístico maranhense que, também, temos a responsabilidade de preservar. Pensar, discutir e articular soluções viáveis para que as comunidades que aqui vivem se empoderem de conhecimento e possam fortalecer as entidades representativas e trazer para junto outras instituições é o que objetivamos quando idealizamos este evento”, destacou a Dra. em Geociências do Departamento de Oceanografia da Ufma, professora Flávia Mochel, integrante da comissão organizadora do I Encontro do Polo Floresta dos Guarás – Litoral Ocidental Maranhense pela Sustentabilidade.

O Fórum de governança da Floresta dos Guarás está em fase embrionária e ainda será discutida com mais veemência a melhor maneira de serem trabalhadas as diversas temáticas que dizem respeito ao Litoral Ocidental Maranhense, especificamente à sustentabilidade do polo turístico.

“Sabíamos que não seria fácil articular um evento dessa natureza, principalmente tendo como finalidade a instauração de uma instância de governança. Mas tínhamos que partir de um início e podemos dizer que esse evento foi muito proveitoso, não apenas pelas discussões que proporcionou, mas pela rede de relacionamentos que começamos a estreitar a partir de agora. O principal passo foi dado. Agora, depende de cada um de nós e da capacidade de articularmos juntos mudanças que serão propostas para a sustentabilidade desta região”, acredita o sociólogo vimarense, Antônio Marcos Gomes que, também, integra a comissão organizadora do Encontro do Polo Floresta dos Guarás.

Para a prefeita de Guimarães, Nilce Farias, o momento não é apenas de conscientização, mas de unir forças para buscar soluções que permitam a sustentabilidade do Litoral Ocidental, um dos lugares mais belos do Maranhão. Ela falou especificamente para os prefeitos e representantes presentes. “Não nos preocupemos apenas com o desenvolvimento do turismo, mas vamos pleitear,  juntos, melhores condições para que a população que vive e trabalha na região possa ter condições de continuar morando aqui e tendo uma melhor qualidade de vida. É hora de nos organizarmos juntos, enquanto poder público, para fazer a parte que nos cabe”, conclamou a prefeita.

Os dez municípios que pertencem ao Polo Floresta dos Guarás são: Guimarães, Mirinzal, Central, Cedral, Porto Rico, Serrano do Maranhão, Cururupu, Bacuri, Apicum Açu e Bequimão que estão consorciados ao Conguarás (Consórcio Intermunicipal da Floresta dos Guarás) e, por meio desta instância representativa, buscam trabalhar em conjunto para fortalecer as ações do poder público na região.

O evento, que contou com exposições científicas, gastronômica, artística e institucionais, teve o apoio do Conguarás, Ibama, Cermangue (Centro de Pesquisa e Conservação de Estuários e Manguezais), Universidade Federal do Maranhão, Sebrae, Prefeitura de Guimarães e Governo do Estado.

DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL

O diretor superintendente do Sebrae no Maranhão, João Martins,  fez questão de participar do evento para marcar a presença da instituição na região e ressaltar o apoio às ações voltadas à cultura empreendedora e ao desenvolvimento econômico territorial.

“O Sebrae já está presente na região, por meio da Unidade Regional de Pinheiro que atua em 25 municípios da Baixada Maranhense e do Litoral Ocidental. Cremos que a sociedade civil organizada, com apoio irrestrito de instituições que querem somar com o desenvolvimento dessa região, pode fazer muito pela sustentabilidade do Polo Floresta dos Guarás, principalmente quando busca empoderar de conhecimento a população que aqui vive para que esta discuta e reivindique melhores condições de vida, seja no que diz respeito ao meio ambiente e recursos naturais, seja no que se refira à segurança pública, no trânsito e demais questões sociais, culturais e econômicas”, disse.

Martins destacou que, neste ano de 2016, o Sebrae vai iniciar um projeto específico de Desenvolvimento Econômico Territorial no Litoral Ocidental Maranhense, que será lançado ainda este mês, em evento que acontecerá na cidade de Mirinzal. “O DET é um projeto complexo, voltado para o desenvolvimento sistêmico da região onde buscaremos fomentar e fortalecer as atividades produtivas locais, geradoras de emprego e renda; despertar o empreendedorismo baseado no potencial de oportunidades e vocações locais, como o turismo, de maneira a contribuir com a inclusão produtiva e a geração de novos negócios e promover um ambiente de negócios favorável por meio da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. Não podemos esquecer, também, da pesca artesanal, uma grande vocação da região, e que será nosso objeto de estudo e trabalho”, informou o diretor superintendente do Sebrae.

O DET Litoral Ocidental Maranhense será executado em três anos, voltado tanto para a zona urbana quanto rural dos municípios que integram a região e a Floresta dos Guarás. Para tanto, o Sebrae contará com a parceria do poder público, de outras instituições de fomento e assistência técnica e da sociedade civil organizada, com suas entidades e instâncias representativas, como o Fórum de Governança da Floresta dos Guarás.

 

Festa da “Piaba Maluka”, o bloco do Fórum da Baixada

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No último sábado (23/01), foi realizada a primeira festa carnavalesca do bloco piaba maluka, o bloco oficial do Fórum em Defesa da Baixada Maranhense, na sede da AABB, no Calhau. A brincadeira momesca é constituída por um expressivo grupo de conterrâneos de diversos municípios da microrregião da Baixada. O salão foi ornamentado com faixas e banners da campanha “Diques da Baixada já”.

Autoridades e baixadeiros de diversos municípios participaram do animado evento, como Amarildo Pinheiro (prefeito de São João Batista), Beto Pixuta (prefeito de Matinha), Zé Martins (prefeito de Bequimão), Natalino Salgado (ex-reitor da UFMA), César Soares (vice-prefeito de Pinheiro), Isaac Dias (vice-prefeito de São Bento),  vereadores, lideranças populares, os membros do Fórum da Baixada e uma massa juvenil muita descontraída.

A piaba foi escolhida como nome e símbolo do bloco por ser o peixe que melhor identifica a Baixada (o Pantanal Maranhense) e serve como fonte de alimento e renda para expressiva parcela da população local.

O objetivo principal da brincadeira é prestar uma homenagem à Baixada. Evidentemente, também tem o propósito de congregar as famílias e promover um espaço privilegiado de animação e lazer para os maranhenses oriundos dessa microrregião, difundindo a cultura, os encantos, a gastronomia, as belezas naturais e os usos e costumes da sua gente.

A festa momesca é apenas um detalhe, um pretexto sadio para reunir a numerosa colônia baixadeira residente na Capital do Estado.

 

Flávio Dino castiga a baixada mais que a seca

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Detestado pelos baixadeiros, o governador Flávio Dino (PCdoB), caiu no descrédito na região da baixada maranhense e mesmo assim anda pregando a mentira por onde passa. Em recente entrevista ao Jornal Pequeno, o comunista afirmou que a situação do seu governo é tranquila na Baixada maranhense, onde segundo ele, as mais recentes pesquisas apontam que tem aprovação de mais de 60% da população da região. Agora vindo da Exata, até o capeta acredita.

Confirmando que o que fala em pé não confirma sentado, Dino está se achando o dono dos votos da Baixada, e por perseguições aos políticos de oposição, o comunista abandonou a região, nos mais diversos setores.  Como um tapa na cara do baixadeiro, Dino remanejou mais de R$ 42 milhões que estavam alocados para os diques e barragens que garantiriam o desenvolvimento da Baixada. Pra completar o massacre, o comunista levou todo o dinheiro para fazer estradas vicinais, entre São João dos Patos e Passagem Franca. É muita falta de respeito.

Enquanto morrem peixes e animais, a população passa dificuldades e mesmo assim Dino gasta milhões de reais pagando propaganda enganosa e os diques que seriam a redenção dos trabalhadores locais, porque possibilitariam a retenção de água doce por mais tempo nos campos da Baixada, proporcionando melhores condições de criação para agricultores, pecuaristas e pescadores, vai que ter esperar mais meio século. Enquanto isso, o Rei da Paz, anda pregando mais balela e inventando mentiras.

Parece um mal dos gestores de Estado, que cruelmente castigam a região. Se não bastasse pegar a grana para investir na baixada e colocar todo no candidato a prefeito pelo (PCdoB), hospitais da região podem começar a fechar as portas logo no início do ano.  Localizado no município de Palmeirândia, na zona verde da Baixada Maranhense, uma unidade hospitalar de 20 leitos está prestes a fechar as portas, por não ter como continuar atendendo a população sem os repasses de mais de R$ 60 mil que deixaram de ser feitos desde julho de 2015. Além desse, outros municípios não recebem o repasse do Estado e Flávio Dino não dar nenhuma explicação.

Inaugurado há quase um ano pelo governo anterior, o Hospital Padre Bento Dominici, localizado na bela cidade de Palmeirândia e que custou aos cofres públicos o total de R$ 4.936.902,28, sendo R$ 3.695.902,28 em obras civis e R$ 1.241.000,00 em equipamentos. O hospital dispõe de Serviço de Pronto Atendimento (SPA), centro de parto e cirúrgico, exames de raio-x e laboratoriais, farmácia e demais setores administrativos, mas nada que pudesse levar o governador do Maranhão a efetuar os repasses mensalmente. Mesmo assim, os deputado do Troca-Troca, não se manifestaram sobre o assunto.

O blog  Atual7, Editado por Yuri Almeida procurou o secretário de Saúde, Marcos Pacheco, bem como a assessoria de Comunicação da SES e a Secretaria de Estado de Comunicação (Secom), desde o início da tarde, mas nenhum retornou o contato. Único a responder aos questionamentos, o subsecretário de Saúde do Maranhão, Carlos Lula, confirmou o atraso nos repasses para Palmeirândia, mas não soube precisar há quantos meses vem ocorrendo, mesma resposta dada também sobre a quantidade de hospitais da rede pública estadual de saúde que estão sem receber. “Dificuldades financeiras. Mas vamos resolver isso em 2016”, justificou ele sobre o motivo dos atrasos.

Enquanto o governo atrasa o repasse, o possível fechamento do hospital da cidade deixa os cidadãos palmeirandenses em desespero temendo serem obrigados a se deslocarem para municípios vizinhos em busca de atendimento. Lamentável o fato!

 

Texto: Yuri Almeida (Com Edição)

 

A Penúria da rica Baixada Maranhense

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Na edição de hoje, peço vênia aos nossos leitores para reproduzir uma primorosa crônica da lavra de Expedito Moraes, administrador e baixadeiro natural de Cajarí. A “deferência” se justifica em razão da aura sentimental de que se reveste o tema abordado. Assim, para o nosso deleite, passemos à leitura do bucólico texto:

“Todo dia Dona Antônia acorda cedo e procura alguma coisa pra fazer o “café” da família. Dona Tunica, como é conhecida, se abastece no povoado mais próximo, na quitanda do Seu Teodoro, com o dinheirinho do Bolsa Família. Além de ser muito pouco, Seu Téo vende tudo muito caro. Mas é o único quitandeiro do povoado. Bem surtido, é abastecido pelos caminhões dos Armazéns Peixoto e Martins e por outros fornecedores alienígenas. Nada, nada mesmo é produzido neste Maranhão de um potencial tão rico.

Tem uma bancada dentro do seu comércio, que chama de frutaria, e lá se encontram laranjas, bananas, melancias, mangas, maçãs, tanjas, atas e outras frutas que vêm da Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, São Paulo etc. Até o quiabo, maxixe, cheiro verde, vinagreira, João Gomes (verdura).  Na Ceasa, 98% dos produtos vêm de fora do nosso estado. Seu Téo está bem sucedido, afinal ele é a ponta de um perverso e quase imperceptível sistema de transferência de renda dos estados não produtores para os produtores.

As crianças, todas as manhãs, precisam percorrer o caminho que atravessa o campo, agora muito seco e cheio de torrões (Barro duro). Descalças, andam uma légua até a escola municipal. Chegam com o suor escorrendo pelo rosto misturado com a poeira e mortos de sede. No caminho não tem água em lugar nenhum. Apenas um pequeno açude, escavado pelo prefeito anterior, resiste até a seca virar tragédia. Mesmo assim é onde os animais bebem e são lavados, as pessoas banham, lavam e recolhem água para consumo doméstico. Essas crianças desnutridas alimentam a esperança de saciar sua fome com a “merenda escolar”.

Com a aflição da pobreza, Dona Tunica se desespera. Sem comida em casa, sem água para suas necessidades, para molhar as plantas e o seu “canteiro”. Da pequena roça, plantada num pedacinho de terra que sobrou do lado de fora da cerca eletrificada do fazendeiro, morreu tudo por causa da escassez de chuvas. O poção (Local cheio de água) mais próximo que dava uns tamatazinhos (Peixe cascudo) e umas taririnhas (Peixe Traíras) secou. Seu Chico, marido de Tunica, não sabe mais o que fazer, apesar de no inverno pegar sua canoa e “empurá-la à vara” até o meio do campo para, com uma puçá (material de pesca) ou uma tarrafa, pegar o “Cumê” (Alimento) da semana em poucos minutos.

Famílias como a de Chico e Tunica existem aos montes nos campos da Baixada. São famílias quase nômades, que no inverno vão pro “Teso” (Pedaço de chão acima do nível do campo), para onde levam as criações, a fim de que não morram afogadas nas enchentes ou atoladas na lama, visto que o  pasto fica submerso nas abundantes águas que recobrem os campos. Ali constroem ranchos cobertos e tapados de pindoba, giral de assoalho de rachas de palmeira ou marajá, portas e janelas de meançabas (Artesanato feito de palha de Palmeira de babaçu). Tudo é improvisado. Mais tarde será descartado, vai virar “tapera” assim que começar o “abaixamento”. Logo estarão em algum lugar perto de uma “baixa”.

Esta crônica parece uma obra de ficção, mas não é. É uma dura realidade. Somente os baixadeiros genuínos conhecem esse infortúnio anual. Por isso, acreditamos que os planos, projetos e ações reivindicados pelo FÓRUM DA BAIXADA são capazes de reverter essa penúria e proporcionar melhoria de vida pra mais de meio milhão de pessoas.”

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