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Arquivos Mensais: março 2016

Prefeitura de Bequimão renova mobiliário de escolas do município

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A Prefeitura Municipal de Bequimão está fazendo a renovação do mobiliário de todas as Unidades Escolares da Rede Municipal. O prefeito Zé Martins investiu na aquisição de quase dois mil kits para alunos e professores, inclusive com mesas adaptadas para pessoas em cadeira de rodas. O investimento foi de R$ 250.713,00.

Seguindo um cronograma estabelecido pela Secretaria Municipal de Educação (Semed), as carteiras antigas de madeira estão sendo substituídas por carteiras e cadeiras mais adequadas e confortáveis. Foram adquiridos 1.863 conjuntos de aluno (com carteiras e cadeiras), 66 conjuntos de professor (com mesa e cadeira) e 51 mesas para pessoas em cadeira de roda.

A entrega dos kits começou pela Unidade Integrada Protazia Rodrigues Soares, no bairro Barroso, com participação do prefeito Zé Martins. “Estamos investindo na melhoria da infraestrutura das escolas por entendermos que nossos alunos precisam de um ambiente mais adequado para estudar e, assim, terem condições de construir uma vida de mais oportunidades. Os professores também ganham mais qualidade para trabalhar”, destacou o prefeito.

Todas as 31 unidades de ensino da Rede Municipal receberão a mobília nova. “Essas ações visam a melhorias na qualidade de ensino. Estamos melhorando a infraestrutura das escolas e também promovemos cursos de formação continuada, para que os educadores do município estejam cada vez mais capacitados”, disse o secretário Municipal de Educação, Aristides Amorim.

Fotos: Rodrigo Martins

Tribuna de Bequimão

 

Parabéns Peri-Mirim pelos 97 anos de história e Amor!

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O prefeito de Peri-Mirim, João Felipe (PT), parabenizou o município pelos 97 anos de emancipação política. Fundado em 1919, a Rainha da baixada já foi batizada com o nome de Vila Macapá, pertencente ao município de São Bento, mas logo veio sua identidade original como Peri-Mirim, que para seus filhos e apaixonados, é carinhosamente chamado de Paris-Mirim, por ser uma terra acolhedora e de um povo lutador.

Com uma população de aproximadamente 15 mil habitantes, segundo o IBGE, Peri-Mirim hoje é administrado pelo empresário João Felipe Lopes, que está no comando do município desde primeiro de janeiro de 2013. O município tem uma área de 405.295 km2 e faz limites com os municípios de Bequimão, ao norte e Palmeirândia, ao sul. Ao leste limita-se ao município de Pinheiro e ao Oeste faz divisa com São Bento, mãe originária de Peri-Mirim.

CONHEÇA UM POUCO DA HISTÓRIA DE PERI-MIRIM/MA

Segundo alguns historiadores, Macapá, atual município de Peri-Mirim, teve como povoadores habitantes dos municípios limítrofes que, atraído pelas riquezas das terras, e a existência de ótimas pastagens, para lá se deslocarem, fixando residência e construindo suas moradas. Ao lugar, deram o nome de Macapá.
A agropecuária foi o fator preponderante do povoamento, possibilitando o gradativo crescimento do lugar.
Em 1919, foi elevada à categoria de município; suprimido em 1931 e restabelecido em 1935, com área desmembrada do município de São Bento.
O topônimo foi alterado para Peri-Mirim, em 1943, e admite-se que a denominação se origine de “Peri”, nome dado a uma espécie de junco, muito encontrado na região.

Gentílico: perimiriense 

Formação administrativa
Distrito criado com a denominação de Macapá, pela lei nº 2, de 09-05-1893, subordinado ao município de São Bento dos Perizes. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Macapá, figura no município de São Bento dos Perizes. Elevado à categoria de município com a denominação de Macapá, pela lei nº 850, de 31-03-1919. Desmembrado de São Bento dos Perizes. Sede no antigo distrito de Macapá.
Não temos datada de instalação.
Pelo decreto nº 75, de 22-04-1931, o município é extinto, sendo seu território anexado ao município de São Bento dos Perizes.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, Macapá e distrito do município de São Bento do Perizes.
Elevado novamente à categoria de município com a denominação de Macapá, pelo decreto nº 857, de 19-06-1935.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município é constituído do distrito sede.
Pelo decreto-lei estadual nº 820, de 30-12-1943, o município de Macapá passou a denominar-se Peri-Mirim.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.

Fonte:IBGE

 

 

Advogado Abdon Marinho descreve o que é a gestão de Flávio Dino

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O Menino Só (Por Abdon Marinho)

“Na sua solidão de governador, se comporta e age como aquele menino que, bem nascido e com o quarto repleto de brinquedos não tem com quem brincar.”

Amigos não se preocupam em nos agradar, dizem as verdades mais cortantes sem qualquer medo; nos xingam; dizem palavrões; nos dão “esporros” homéricos. Amigos festejam conosco, mas, sobretudo, sofrem e sentem as mesmas dores que sentimos. Amigos nos apontam caminhos, nos mostram erros e equívocos.
Faltam amigos ao governador do Maranhão. Já disse isso em muitas ocasiões, até escrevi um texto sobre isso intitulado “Falta um grilo aos Leões”, sobre o fato do governador ter se cercado de fãs, admiradores e também de puxa-sacos.

Todos, por admiração ou conveniência, incapazes de apontar erros, discutir os desacertos com a maturidade e independência que somente os verdadeiros amigos são capazes de fazer.

Dizia isso, a propósito do constrangedor episódio ocorrido em Lago da Pedra, onde o governador, em pessoa, foi descortês (eufemismo para grosseria) com a prefeita do município e também com o seu genro, secretário de Estado do governo.

A falta de aconselhamento tornada pública no episódio, já vinha de antes, desde a formação do governo.
Qualquer um sabia – eu mesmo, cansei de alertar, ainda em 2014 –, que os anos de seguintes seriam de imensa dificuldades para as economias de estados e municípios.

A crise que vivenciamos hoje já era palpável desde o começo de 2014.

Se eu – que não sou ninguém, não sou inteligente, não sou nada –, me dava conta da crise que se avizinhava, como é que o governador, tido por pessoa brilhante, culta, inteligente, não se deu conta? Excesso de confiança? Talvez. Mas, também, faltou conselho.

O governador assumiu o mandato depois de uma vitória consagradora. Como se diz na gíria política, sem “dever nada a ninguém”, com autoridade suficiente para dar um choque de gestão, reduzir milhares de cargos comissionados e contratos, em resumo: enxugar a máquina e “surfar na onda” da boa gestão.

Até onde sei, não fez nada disso. Pelo contrário, manteve quase todos que já estavam há décadas em suas posições e acrescentou um outro tanto.

Ao fazer isso foi aplaudido por todos. Ao anunciar o secretariado a mesma coisa. Tudo eram elogios, que pessoas competentes, que acerto genial.

Com o tempo, e a necessidade de substituição ocorrendo, os mesmos que elogiaram a escolha do secretariado, passaram a elogiar as trocas. Aqui com meus botões, indagava: acertou antes quando fez de um jeito e também agora quando faz o oposto? Não tem nada errado, nem antes nem agora? Vá entender, né?

Pior mesmo foram a demissões que fizeram agora no início do ano. Quase todas as secretarias tendo que reduzir pessoal e custeio da máquina pública. Pessoas nomeadas e programadas para ficarem quatro ou mais antes, sendo postas para fora com pouco mais de um ano após serem nomeadas. Sim, pelo que soube as demissões e rescisões de contratos recaíram, sobretudo, sobre aquelas pessoas indicadas, nomeadas e contratadas pela indicação dos aliados. Que, pelo que soube, não “curtiram” a novidade.

Assistindo aos fatos de longe fiquei a pensar: será que não tem ninguém para dizer: – olha, governador, teve um cara aí, um tal de Nicolau Maquiavel, que escreveu um livro chamado “O Príncipe”, e lá diz que o governante deve fazer o mal todo de uma vez e depois ir fazendo o bem aos poucos.

Pois é, não apareceu ninguém para alertar o governador (e ele também não deve ter lido o que eu e tantos outros escreveu sobre a crise que viria), para que ele, sem compromisso com tantos encastelados há décadas no poder fizesse uma “limpa” e deixasse a máquina pública enxuta e voltada para as atividades fins do Estado, ao invés de ter que fazer isso agora, tangido pela necessidade.

Mas, vendo o que acontecia, e indagado por um amigo sobre o que achava, respondi: – o governador, deve está no propósito de reescrever a obra de Maquiavel, não deve ter gostado. É o que parece.

Sinto, também, faltar ao governador quem o aconselhe sobre o atual momento político vivido pelo país.

Acho que merece elogios a posição de fidelidade e lealdade que mantém em relação a presidente Dilma Rousseff. Entretanto, ele poderia demonstrar tal fidelidade e lealdade sem sair por aí, ofendendo as pessoas que discordam do seu posicionamento. Devia lembrar que a base política que esteve na sua campanha, emprestando apoio e votos, não pode ser chamada de “golpista”. Não fica bem e ainda parece ingratidão.

Mais, poderia ter admoestado publicamente seus auxiliares que, armados de facas, estiletes e chuços se ocuparam de linchar um boneco inflável.

O silêncio e a forma como se porta demonstra que aprovou a loucura que, por pouco, não descambou para a tragédia.

Acho que lhe faz falta algum amigo para lhe dizer: – governador, não seja tão duro com estes “golpistas”, pois talvez venhamos a precisar deles lá na frente. Lá na frente, já é amanhã, 2018 já bate à porta.

Este ou outro amigo, poderia lembrá-lo que aquilo que ele e os seus aliados da causa petista chamam de “golpe”, é uma legítima manifestação da democracia, reconhecida por quase todos os ministros do Supremo e, aqueles que hoje acusam como golpe, fizeram uso dos mesmos expedientes, em tempos recentes, contra Sarney, Collor e FHC.

Um amigo mais íntimo poderia alertá-lo que diante do quadro político em que os próprios aliados da presidente reconhecem o atual governo como um navio à deriva que começa a afundar, não lhe fica bem o papel de “maestro” da orquestra do Titanic, mesmo porque, e como registro histórico, o tal maestro afundou junto com o famoso navio, em 1912.

Este mesmo amigo poderia dizer-lhe, ainda, que é forçar um pouco a barra comparar a presidente da República com Jesus Cristo, quando quase noventa por cento da população a vê como Judas, devendo ser objeto de inúmeras malhações no Sábado de Aleluia. Mais, que noventa por cento dos cristãos acharam despropositada a tentativa de analogia.

Um outro amigo poderia chamar-lhe a razão dizendo: – governador, vamos cuidar do nosso governo, só temos mais dois anos e meio e ainda estamos longe de cumprir as metas que nós propomos. Nossos adversários, já começam a apostar que não entregaremos uma única obra estruturante no estado; que as estradas prometidas – como por exemplo a MA 006, que seria a via de interligação do estado de norte a sul como prometida na campanha –, não sairão do papel; que a miséria permanecerá a mesma; que os indicadores sociais, pouco ou quase nada mudarão, no tempo que falta.

Os adversários dizem ainda que “não tem perigo” nosso governo dar certo. Pior, que isso, governador, é a população dizer que somos menos eficientes que o grupo que sucedemos em quase todas as áreas da administração pública. Dizem, por exemplo, que a nossa saúde pública está pior que a de Ricardo Murad a quem acusamos de desviar um bilhão e duzentos milhões de reais; que nossa infraestrutura não resolverá nem os problemas das MA’s que cortam a ilha; que a nossa segurança é igual a de Roseana; que nosso sistema penitenciário está longe de ser a Brastemp prometida; que a agricultura não tem avançado no ritmo esperado e que, se não tomarmos cuidado, podemos perder algumas conquistas, como foi o estado ficar livre da aftosa; e que, nem concluiremos todas as obras contratadas no governo anterior.

Finalmente, algum amigo com mais coragem poderia lhe dizer: – governador, se temos pretensões de sonhar em mudar o Brasil, temos que fazer nosso dever de casa primeiro. Esse dever de casa é mudar o Maranhão e já temos pouco tempo para isso.

Um outro, ainda poderia acrescentar: – governador, ainda que o imponderável aconteça, e esse governo da presidente Dilma Rousseff consiga se arrastar até 2018, pois não teremos governo, o efeito será bem pior para nós, que somos os aliados mais fiéis, que para aqueles a quem, hoje, vemos como “golpistas”. Mais, será um governo de tal forma fragilizado que terá de compor com a escória da escória da política nacional. Não podemos está vinculado sã isso.

Pois é, seria muito bom para o Maranhão e, mesmo, para o Brasil, que o governador Flávio Dino tivesse amigos ao invés de fãs, conselheiros ao invés de aduladores. Não ter amigos ou conselheiros com coragem é muito ruim, sobretudo, para ele próprio. Talvez devesse nomear algumas pessoas distante destes círculos que o cerca, com autonomia para pensar o estado e expressar isso, sem receio, ao governador.

Na sua solidão de governador, se comporta e age como aquele menino que, bem nascido e com o quarto repleto de brinquedos não tem com quem brincar. 

 

Licitação do Ferryboat tem marmelada, denuncia prefeito de Pinheiro

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Uma denúncia feita pelo prefeito de Pinheiro, Filuca Mendes (PMDB), em um grupo no WhatsApp, pode mudar o esquema de jogada no destino São Luís/Cujupe/São Luís. Participante do grupo Fórum em Defesa da Baixada Maranhense, Filuca abriu o jogo e vomitou tudo que sabia sobre a licitação do Ferryboat, que segundo o prefeito de Pinheiro, não passa de um engodo do governo Flávio Dino e seus aliados.

Segundo o gestor da maior cidade de Baixada, há vícios no processo de licitação para exploração dos serviços do ferryboat na travessia São Luís/Cujupe/São Luís no sentido de favorecer o que ele chamou de “braço capitalista do comunismo”. Com isso, o transporte de Ferryboat pode entrar no mesmo trilho do transporte coletivo de São Luís, onde quem manda são os empresários.

Detalhe: o secretário Chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, integra o mesmo grupo Fórum da Baixada no WhatsApp, mas preferiu não comentar as declarações do prefeito Filuca Mendes. Com isso, o assunto ganhou repercussão e muita água ainda deve rolar debaixo desse mar.

Confira a denúncia do prefeito de Pinheiro (Na ìntegra):

Vou colocar esta denúncia neste canal pois é de interesse da região:

Como eu disse a um ano atrás,

MUDAM OS PALHAÇOS, MAS O CIRCO É O MESMO, tomei conhecimento do andamento da licitação da exploração dos serviços ferry boat na travessia Cujupe – São Luís : concorrem três empresas,

A Internacional marítima . Um consórcio. ServePorto, Endeconcil e a firma do irmão do presidente da assembleia, é uma terceira empresa da Bahia. Aberto o primeiro envelope de preços a classificação foi na sequência acima, portanto vencedora a internacional, faltando serem abertos os envelopes de habilitação, mas corre a boca pequena, que quem levará é o consórcio serve porto. Sabem porquê?

A serve porto, detentora de ferry teve que consorciar com o braço capitalista do comunismo para vencer e aí a certeza da citava acima: mudam os palhaços…. Nenhuma empresa internacional, como diziam. Tudo como dantes, no quartel de Abrantes

 

Prefeitura de Bequimão distribui 10 toneladas de pescados na Semana Santa

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Na Quinta-Feira Santa (24), como vem se repetindo há quatro anos, a Prefeitura Municipal de Bequimão distribuiu 10 toneladas de pescado às famílias mais carentes do município. A enorme fila começou a se formar bem cedo. Foram entregues quatro mil senhas e sacolas do projeto “Peixe para Todos”.

Cada pessoa saiu com mais de 2 kg de tilápia ou curimatá e também com um sorriso de gratidão no rosto. “Eu saí às 4h de casa, do povoado Enseada Funda, e tô muito satisfeito. Agradeço ao prefeito pela ação”, disse o senhor Juvêncio. A equipe do prefeito Zé Martins, com profissionais das mais diversas secretarias municipais, colaborou na distribuição do pescado, que reuniu uma quantidade maior de pessoas do que no ano passado.

“Os desafios aumentam a cada ano, principalmente com a crise que tem afetado o nosso país, mas o prefeito Zé Martins manteve seu compromisso e estamos, mais uma vez, garantindo uma ceia farta para os bequimãoenses na Semana Santa”, disse a secretária de Cultura e Promoção da Igualdade Racial, Dinha Pinheiro, uma das organizadoras da ação.

Pela grande quantidade de pessoas, a Secretaria Municipal de Saúde montou uma estrutura para possíveis atendimentos de emergência, inclusive com uma ambulância, mas não foi preciso utilizá-la. Foram feitos atendimentos básicos, como a verificação de pressão arterial e teste de glicemia. A Secretaria Municipal de Segurança disponibilizou agentes da Guarda Municipal para organização do trânsito na região do Mercado do Peixe, no Centro.

“Neste ano, a quantidade de pessoas superou nossas expectativas. Distribuir peixes é uma forma de distribuirmos renda, assim como fazemos nos demais programas sociais que a Prefeitura executa. Essas ações, evidentemente, vêm acompanhadas de outras ações mais estruturais, como a criação do Cinturão Verde, a oferta de cursos para empreendedores e para a juventude do município”, enfatizou o prefeito Zé Martins.

Também participaram da distribuição dos peixes o ex-prefeito Juca Martins, a primeira-dama Vânia Martins, o vereador Amarildo, os secretários Nhô da Colônia (Pesca), Ademar Costa (Indústria e Comércio), Aristides Amorim (Educação), Neide Rodrigues (Assistência Social), Kell Pereira (Esporte e Juventude), Sinara Almeida (Extrema Pobreza), Doutor (Articulação Política), o coordenador de Obras, Tonho Martins, e os secretários adjuntos Ramone Araújo (Saúde), Cleonilde Bitencourt (Agricultura) e Balão (Cultura e Promoção da Igualdade Racial).

Fotos: Rodrigo Martins

Tribuna de Bequimão

 

Central de marcação de consultas por telefone do Hospital Juvêncio Mattos registra mais de 400 agendamentos

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Em dez dias de funcionamento, a central de marcação de consultas por telefone (call center), disponibilizada no Hospital Infantil Dr. Juvêncio Mattos, já realizou 450 agendamentos. A nova modalidade de marcação facilita o acesso da população aos serviços de saúde, além de evitar filas.

A implantação do serviço faz parte das ações de saúde desenvolvidas pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), que contribuem para a garantia dos direitos das crianças e melhor qualidade de vida.

Pelo canal é possível agendar consultas com pediatras, neonatologistas, cardiologistas, neurologistas, psicólogos, nefrologistas, hematologistas, dermatologistas, otorrinolaringologistas, cirurgiões geral, plástico e buco-maxilo-facial. A partir do mês de maio, também será possível realizar o agendamento pelo Call Center para consultas em gastropediatra.

A supervisora do call center, Tania Gonçalves, contou que o serviço tem boa aceitação e facilita a assistência médica. “Agora não é mais preciso o responsável pela criança chegar de madrugada para marcar a consulta do filho. Basta ligar e agendar. Nossa intenção, além de facilitar o acesso e aumentar a quantidade de consultas, é melhorar o atendimento à população”, garantiu Tania Gonçalves.

ATENDIMENTOS

O serviço de marcação de consultas por telefone (Call Center) funciona das 7h às 19h, de segunda a sexta-feira, e conta com oito profissionais especializados em atendimento remoto, divididos em duas equipes.

Os agendamentos são feitos por meio dos contatos (98) 3232-6635 e 3232-6566, que também aceitam ligações a cobrar. Crianças de zero a 14 anos são atendidas na unidade de saúde.

 Texto: Secom

Municípios terão até dia 01 para solicitar vistoria que assegura o recebimento do auxílio Garantia Safra

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Os municípios maranhenses inscritos no Programa ‘Garantia Safra’ 2015/2016, que estão em estado de emergência e sujeitos a perdas de 50% da lavoura ocasionada pela seca ou ao excesso de chuvas, têm até sexta-feira (01) para solicitar vistoria de apuração dos percentuais dos danos e indicar técnicos vistoriadores para preenchimento de laudos que irão atestar o auxílio do programa Garanta Safra para às famílias no campo.

O Governo do Estado, por meio da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), promoveu no último dia 24, em Codó, uma capacitação com os municípios inscritos, para esclarecer sobre os procedimentos do Garantia Safra, incluindo prazos, perdas e a importância do apoio municipal para assegurar que o recurso chegue ao agricultor familiar.

O pedido de vistoria e o preenchimento dos laudos são tarefas de responsabilidade dos municípios, que indicam um técnico vistoriador para emitir os laudos por meio do sistema eletrônico do Seguro da Agricultura Familiar (SEAF) do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Para a safra de 2015/2016 foram 8.759 adesões, distribuídas em 21 municípios no Estado.

O presidente da Agerp, Júlio César Mendonça, destaca o compromisso do órgão em promover o Programa Garantia-Safra no Maranhão e a importância do benefício. “Os agricultores familiares que estão vulneráveis ao período de estiagem ou excesso hídrico, podem contar com mais esta política pública que garante subsídios às famílias rurais.Ciente deste papel mobilizador, a Agerp tem buscado, juntamente com os municípios, levar este benefício ao maior número de famílias, fortalecendo a parceria institucional em prol do homem do campo”.

De acordo com o cronograma de implantação do Programa, o Maranhão está dividido em duas regiões, a primeira com calendário de plantio entre novembro e dezembro e a segunda no período entre dezembro e janeiro. O seguro prevê um benefício de R$ 850, pagos em cinco parcelas de R$170, que serão depositados na conta do agricultor cadastrado. O benefício do Garantia-Safra é pago com recursos do Fundo Garantia-Safra, composto por contribuições do agricultor, do município, Estado e da União.

Para receber o benefício do Garantia Safra, após avaliação da perda de 50% ou mais da lavoura de feijão, milho, arroz e mandioca por excesso de chuvas ou seca, é necessário que o agricultor familiar não possua renda familiar mensal superior a um salário mínimo e meio, excluindo-se a aposentadoria rural, e ainda, aderir ao Programa antes do plantio das culturas.

 

Texto: Secom/MA

Cinturão Verde de Bequimão comercializa produtos na Feira da Agricultura Familiar, nesta quarta (23)

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Hortaliças cultivadas no Cinturão Verde de Bequimão serão comercializadas na Feira da Agricultura Familiar, na próxima quarta-feira (23), a partir das 7h, em frente ao Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR), no Centro da cidade.  A feira organizada pela Prefeitura Municipal de Bequimão tem apoio do Sebrae/MA e do STTR.

“A Feira da Agricultura Familiar é uma das estratégias para a inserção no mercado local daquilo que é produzido por pequenos agricultores envolvidos no projeto Cinturão Verde. Quem for à feira vai encontrar produtos de qualidade” –  garantiu o agente de desenvolvimento Rodrigo Martins.

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O projeto Cinturão Verde foi implantado em novembro de 2015 pelo prefeito Zé Martins (PMDB). Por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, foram distribuídos 18 kits de irrigação por gotejamento. Em 40 dias, o projeto já dava os primeiros resultados. Os agricultores familiares plantaram, colheram e comercializaram seus produtos na Feira da Agricultura Familiar.

“Ficamos muito animados com os frutos desse projeto. Primeiro, porque garante a segurança alimentar e nutricional dos pequenos produtores. Segundo, pela geração de renda nas 18 comunidades que fazem parte do Cinturão Verde; e também porque as pessoas de Bequimão poderão consumir um produto de qualidade e cultivado no município”, afirmou o prefeito Zé Martins.

VERDE1DO TRIBUNA

Pequenos negócios ainda são preferência em cidades do interior do MA

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Cliente fiel do mesmo mercadinho há mais de vinte anos, o técnico em eletrônica, Carlos Alberto Sousa, é o típico consumidor que ainda prefere comprar dos pequenos negócios. Segundo ele, prefere comprar no mercadinho que fica a poucos passos da sua casa por vários motivos e um deles é a comodidade.

“Eu caminho uns 30 passos e já estou aqui no comércio vizinho a minha casa, aqui encontro o que eu preciso por um preço que considero justo. Se tivesse que ir a um supermercado, por exemplo, gastaria muito mais do que apenas tempo e combustível, teria que enfrentar filas e com certeza um estresse maior”, enfatizou Alberto.

Carlos Alberto destaca ainda a relação de amizade que estabeleceu com seus vizinhos por conta do convívio dentro do mercadinho que atende a toda a vizinhança. “Aqui eu venho, bato um papo, escolho o que quero levar com calma e sei que posso confiar nos produtos que estou levando pra casa, afinal de contas, sou mais que um cliente, sou um amigo”, reforçou.

Em Bacabal, assim como em muitas cidades do interior do estado, não é difícil encontrar pequenos mercadinhos espalhados pelos bairros da cidade. Por onde se anda é possível ver as pequenas mercearias, que na maioria dos casos, funcionam na residência dos próprios empreendedores. Além de ser uma característica economicamente relevante para a cidade, se tornou um aspecto quase que cultural.

“Eu me sinto bem comprando de quem eu conheço, sabendo que estou gerando renda dentro do meu bairro, na minha vizinhança. E essa é uma via de mão dupla, eu compro do meu vizinho e sempre que ele precisa dos serviços de um técnico da minha área, dão a preferência para mim, sempre um ajudando o outro”, disse Carlos Alberto.

Em Caxias, o consumidor também prefere ir aos pequenos negócios pela facilidade de negociação e de acesso. Este é o caso da “Farmácia Nossa Senhora de Fátima”, localizado no bairro da Cohab, onde o motorista Kleidson Reis afirmou que o que lhe atrai é a possibilidade de comprar medicamentos fracionados do jeito que precisa.

“Aqui no bairro já conheço muita gente, não só os empreendedores, mas também os clientes que compram por aqui. Também de sinto bem em saber que ao consumir nestes locais, colaboro para o crescimento comercial e econômico de bairros da periferia de Caxias”, comentou Reis.

Para a gerente Unidade Regional do Sebrae em Bacabal, Graça Fernandes, o trabalho desenvolvido pela instituição tem fortalecido a relação existente entre o cliente e o pequeno empreendedor.

“O Sebrae existe para preparar o pequeno empreendedor a cuidar bem do seu negócio, essa é a nossa maior missão. Ver que o reflexo do nosso trabalho é a constatação de que os pequenos negócios, ainda são preferência entre os consumidores, só nos motiva a trabalhar cada dia mais. Afinal de contas, o cliente é o maior bem que um empresário pode ter”, enfatizou Fernandes.

A gestora aproveita ainda para parabenizar todos os consumidores pela passagem do seu dia, comemorado na última terça-feira (15). “O consumidor é o feedback final de qualquer empresário e consequentemente o nosso, pois trabalhamos para que ele fique satisfeito com o serviço prestado pelos pequenos negócios. Poder comemorar e parabenizar os consumidores pelo seu dia é um privilégio para nós do Sebrae”, afirmou Graça Fernandes.

 

TEXTO e FOTOS: UCM/SEBRAE

 

Vereador destaca ações conjuntas entre São Luís e São José de Ribamar

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O vereador Rômulo Franco (DEM) destacou, na sessão da terça-feira (15), da tribuna da Câmara Municipal de São Luís, a parceria entre as prefeituras de São Luís e São José de Ribamar que buscam discutir uma agenda positiva visando à realização de ações conjuntas nas áreas de infraestrutura, iluminação pública, transporte escolar, recuperação de vias, coleta de resíduos sólidos e ações no setor da saúde como campanhas de prevenção e mobilização de combate a dengue e outras endemias.

No discurso, o parlamentar elogiou a iniciativa dos prefeitos Edivaldo Júnior e Gil Cutrim (ambos do PDT) na busca de solução às demandas que atingem diretamente a população das áreas limítrofes entre os dois municípios.

“A parceria entre os dois municípios é muito louvável, pois pode ampliar e melhorar a qualidade dos serviços públicos nas áreas limítrofes beneficiando mutuamente as comunidades ludovicenses e ribamarenses”, destacou Franco. O vereador democrata destacou também que os secretários municipais das duas cidades já estão juntos definindo um roteiro de trabalho pautado nas ações estabelecidas pelos dois prefeitos. Segundo ele, as prefeituras irão traçar estratégias para atuar em diversos setores da administração pública.
“Muitas são as ações que serão delineadas no termo de cooperação técnica ou consórcio que dará o pontapé inicial a uma gestão compartilhada entre os dois municípios e definirão as políticas públicas de interesses comuns entre as duas cidades”, frisou.

REGIÃO PERDE RECURSOS
Ao falar sobre a falta de articulação entre os municípios da Grande Ilha para resolver conflitos que são comuns entre eles, o vereador lembrou a lei complementar n° 069/2003, de autoria do seu pai, o ex-deputado Alberto Franco, criando a Região Metropolitana de São Luís. O parlamentar lembrou que a não efetivação da região fez os municípios de São Luís, Paço do Lumiar, São José de Ribamar, Alcântara, Bacabeira, dentre outros, perderem o acesso aos recursos federais da ordem de R$ 120 milhões.

Texto: Isaias Rocha