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Arquivos Mensais: outubro 2015

Armando Costa pede criação de asilo público na Cidade Operária

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Repercutiu favoravelmente a indicação feita pelo vereador Armando Costa ao governador Flavio Dino. Através da Câmara Municipal ele pediu que o Executivo Estadual, realize estudos técnicos com vistas a criação de um Asilo Público para Idosos na área da Cidade Operária.

O vereador justifica sua indicação, relatando que muitos idosos, apesar de receberem o benefício da assistência continuada, vivem em pleno abandono e muitos se tornam objeto de exploração e outros meios de violência e acabam fugindo de casa.

Armando Costa destaca, que a problemática não é maior devido importante trabalho que vem sendo realizado pela Defensoria Pública do Maranhão através do CIAPVI, que muitas vezes consegue resgatar pessoas idosas em situação de risco, mas não encontram vagas no reduzido número de asilos existentes na nossa cidade, onde possam  interna-los, o que acaba expondo-os a  voltarem a ser vitimas de novas violências.

“Como o governador é bem sensível a problemática, e diante do visível o número de pessoas abandonadas na área da Cidade Operária, que fizemos a sugestão e esperamos que dentro da politica social governamental seja criada uma importante casa para as pessoas que merecem de todos nós o respeito e cuidados com a sua dignidade humana”, acentuou o vereador Armando Costa.

 

TEXTO: Aldir Dantas

Rádio Capital AM continua em coma no dial

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A rádio capital AM 1180, uma das mais antigas emissoras do Estado do Maranhão, inaugurada em 13 de junho 1947, como a terceira emissora do estado e com o nome de Rádio Ribamar de São Luís, hoje vive momentos de agonia e sedada há quase um mês.

Sua primeira sede foi na Rua do Apicum, no centro da capital maranhense, mas hoje que vive em área nobre, no bairro Renascença, passa por momentos difíceis na história da radiofonia do Estado. As mudanças na emissora, hoje da família Rocha; nunca foram aceitas pelos ouvintes. A maior transmissão da emissora, só aconteceu ainda na gestão dos irmãos Gerson Tavares & Ribamar Pinheiro em 1972 quando a rádio transmitiu o velório do radialista Guioberto Alves, que havia morrido em um acidente vindo de Teresina-PI após um jogo entre Sampaio x Tiradentes-PI. Nessa transmissão, a rádio Ribamar fez cadeia com as outras emissoras maranhenses e foi batizada de “Cadeia da Saudade”

Nos anos 60 e 70, a rádio Ribamar movimentava o mercado da comunicação maranhense. Uma das grandes concorrentes da Rádio Difusora, a emissora que mais tarde passou a ser da família Vieira da Silva, começou a buscar locutores e outras rádios e a preço de ouro. Era um verdadeiro troca-troca.

Hoje a rádio que se chama Capital, não fede e muito menos cheira. Em uma programação de 24h, a emissora tem apenas 4 funcionários e nem sempre paga em dia, muita das vezes atrasando os salários em até 90 dias.

O que foi no início da rádio Ribamar (Capital) está acontecendo ainda nos dias atuais. No final dos anos 40 e inicio de 50, tudo era novidade, as tentativas eram constantes e os investimentos eram altos em busca da qualidade e da audiência. Hoje a emissora tem audiência, grandes profissionais (mesmo que arrendatários), mas não tem qualidade em som e muito mesmo gestão.

A rádio que tem seu Slogan: “A Informação além da Notícia”, virou piada nas rodas de conversa. Até hoje, a direção da emissora nunca divulgou uma nota explicando o motivo da rádio está fora do ar por tanto tempo. Nem a ANATEL, Ministério das Comunicações e muito menos o Sindicato dos Radialistas, foram a visados dessa “Descomunicação” com seu público e arrendatários.

Os boatos que circulam na cidade dão conta de que a rádio está fora do AR por falta de energia elétrica nos transmissores. Mas segundo esses boatos, a falta de energia se deu também, por falta de pagamento de contas, que já ultrapassavam o valor de R$ 25 mil reais. Se não bastassem só os Operadores, a Cemar também dançou. Vamos aguardar o próximo capítulo dessa novela, que não vale apena ver de novo.

PT do Maranhão de pires na mão!

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O PT do Maranhão não aguentou a ausência do poder e criou coragem para se humilhar diante de mais de 6 milhões de maranhenses. Pra quem fez campanha contra, e jurava que a melhor opção seria o adversário de Flávio Dino, Lobão Filho, hoje falam tudo o contrário. No período em que o grupo Sarney permaneceu no poder, o PT exercia um papel nada agradável para quem tinha o presidente da República no comando do país. Com uma função de atacar personalidades de oposição ao grupo Sarney; foi assim, que Bira do Pindaré e Domingos Dutra acabaram deixando o Partido dos Trabalhadores.

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Hoje, Flávio Dino, que também já foi Sarneysista, acabou sendo generoso e recebeu a tropa petista, que para quem não sabe, foi fazer uma visita de negócios ao Palácio dos Leões. Com a intenção de galgar uma fatia da “Ração” do Leão, os petistas foram cheios de projetos para o Maranhão, como se o Brasil fosse uma referência administrativa.

Esses mesmos “Garçons” de gestões anteriores que em toda vida trabalharam contra a aliança do PT com o PCdoB e sonhavam com o poder do Maranhão, estiveram nesta sexta-feira (23) no Palácio dos Leões para “dialogar com o governador a respeito da situação política do país”. E de quebra a farsa foi logo descoberta: o real objetivo do encontro foi um possível apoio ao governo Flávio Dino (PCdoB) desde que, em troca, o Palácio ofereça alguns cargos e contratos em secretarias para os famintos do PT. Parece até piada, mas é a pura verdade. Então estão explicadas as transferências em massa de domicílios eleitorais de petistas para São Luís, e o anúncio de uma possível candidatura própria em 2016 à prefeitura da capital maranhense.

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Parece que existem milagres no Palácio dos Leões desde janeiro de 2015. Antes, os aliados do grupo Sarney eram taxados com os piores adjetivos do universo, agora muitos já fazem parte da verdadeira mudança. O primeiro a jogar o casaco Sarneysista foi o ex-secretário de infraestrutura, Luís Fernando Silva, que foi para o grupo comunista e de quebra ainda levou o prefeito de Ribamar, Gil Cutrim. Depois disso, muitos Sarneysistas  já estão comendo no mesmo prato do governador, e um grande exemplo é o deputado Rogério Cafeteira, que até nesta legislatura, se tornou líder do governo.

Quem não lembra de vários escândalos de corrupção do PT no governo Roseana Sarney, com supostos esquemas de desvios na Secretaria Estadual de Educação, de suposta distribuição de bolsas da Fapema para cabos eleitorais petistas, de um possível desvio de R$ 150 milhões de reais do INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), que até hoje a população não teve explicações.

É esse mesmo PT, infelizmente, mas quem sabe com o poder de mágica, o Palácio dos Leões possa imitar os falsos profetas e transformar integrantes como o Presidente do PT no Maranhão, que está com o nome sujo na praça, e se precisar financiar algo no crediário, vai passar vergonha, se tivesse. Se for com essas peças que estão prestes a desembarcar no governo Flávio Dino que o Maranhão vai implantar a mudança, o povo mais uma vez vai ter que aguentar mais 38 meses. Enquanto o povo brasileiro sente na pele as falcatruas de uma Petrobras e uma copa do mundo sem resultado, uma crise sem fim chegou para dilacerar, sem contar a vergonha do Partido dos Trabalhadores, principalmente no Maranhão, que nunca vai conseguir apagar os rastros. Que o digam os assentados em vários municípios do Maranhão. Mesmo assim, ainda tem gente que se orgulha de ter o apoio do partido mais degradado e imoral de toda a história do Brasil. No Maranhão, poucos escapam, mas ainda não acordaram pra Jesus!

CBMMA trabalha para controlar queimadas em área Indígena

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Há 15 dias, após um decreto publicado pelo Governo do Estado, sob o comando do coronel Célio Roberto Pinto de Araújo, o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão vem trabalhando para tentar controlar o maior incêndio já registrado na terra indígena Arariboia, na região centro do sul do estado. Índios Guajararas tiveram suas plantações destruídas pelo fogo e enfrentam uma crise de alimentos, segundo informou o Cimi (Conselho Indigenista Missionário).

“A área é de difícil acesso, crítica, de mata fechada. As grandes dificuldades decorrem do fato de não termos acesso com as viaturas para fazer esse combate, e acabamos usando outra técnicas, como abafadores. É um trabalho braçal. Mas agora a ação melhorou, ganhou em eficácia e já conseguiu reverter. Chegou num ponto crítico e agora começou a reverter. Espero que na próxima semana o balanço indique isso”, contou.

Ainda segundo o comandante, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA está usando duas aeronaves, que ajudam no combate ao fogo. “Eles pulverizam água com um retardante químico, que reduz o efeito da queimada e consequentemente tem um eficácia ampliada. Enquanto as aeronaves estão fazendo esse combate, as equipe em terra, no solo, vão fazendo ataque a chamas, que vão diminuindo”, explicou.

Na reserva, de 420 mil hectares, vivem 13 mil índios. De acordo com dados do IBAMA, o fogo já destruiu cerca de 45% da área de proteção ambiental; são cerca de 200 mil hectares de mata que foram queimados.  A estimativa é que entre 5.000 a 8.000 tenham perdido suas plantações.

“Os índios foram bastante afetados, principalmente os Guajajaras. Primeiro porque eles perderam de seis a oito casas, e outras terras em aldeias perderam as roças, gerando fome, empobrecimento. Estamos com campanha para doação de alimentos para contribuir com essas comunidades”, contou uma das coordenadoras do Cimi no Maranhão, Rosimeire Diniz.

ÍNDIOS ISOLADOS

Os índios da tribo Awa-Guajás se tornaram uma preocupação à parte das autoridades. Sem contato com a civilização, eles seriam os mais vulneráveis ao fogo na região –que também sofre com a ação de madeireiros. “Esses que estão correndo mais riscos, porque dependem exclusivamente da floresta. Eles estão em fuga do fogo e dos madeireiros. A forma de ajudar eles é apagar o fogo”, disse Rosimeire Diniz, do Cimi.
No local existem pelo menos, dois grupos com cerca de 80  índios; entre crianças e adultos”. O Corpo de Bombeiros também afirma que esses grupos são um problema específico e foco da ação das autoridades.

“Eles são um uma preocupação porque são primitivos e vivem isolados. Tem um trecho lá da reserva que é deles, e como eles não têm contato sequer com outros índios que já são civilizados, a preocupação é maior. Conseguimos neutralizar que o incêndio chegasse na área deles onde eles vivem e transitam. Se fosse preciso retirar, seria muito difícil de se fazer. Mas as equipes foram fazendo barreira de contenção a fim de manter a segurança dessa comunidade”, finalizou o coronel Célio Roberto.

 

Servidoras da Câmara participam de curso de capacitação

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Um grupo composto por cinco (05) funcionárias recepcionistas da Câmara Municipal de São Luís estão participando de um curso de capacitação, ministrado pela equipe da jornalista Sirlan Sousa, com objetivo de aperfeiçoas o trabalho de atendimento e tratamento com o público que diariamente se dirige ao Legislativo Ludovicense. Com a coordenação da chefe do Departamento de Protocolo e Portaria, Elenaide Silva de Azevedo, fazem parte do grupo as servidoras Dulcilene Costa Serra, Sandra Rodrigues, Josenilde de Araújo e Maria do Amparo.

Falando sobre a iniciativa da direção da Câmara de proporcionar ao seu quadro funcional cursos para redimensionar suas habilitações, Elenaide Silva disse que “essa ação é de grande importância, pois se constitui em uma forma de resgatar a motivação dos funcionários, fazendo com que eles se sintam mais incentivados e valorizados para desempenhar melhor suas atividades com mais eficiência, com prazer e fazendo o melhor para desenvolvimento do seu trabalho”.

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Continuando ele observa que inicialmente as pessoas questionavam o porque da participação nesse curso, “e com o desenrolar dos acontecimentos passaram a sentir a importância dessa capacitação para que elas possam melhorar o desenvolvimento daquilo que fazem , com mais desenvoltura profissional, funcionando como um fator diferenciado, lhes proporcionando obtenção de mais informação e conhecimento, além de um melhor tratamento com o público que é sua atividade maior”.

SÓ TEM A GANHAR – A servidora Sandra Rodrigues entende que “esse curso tem sido muito bom para todas nós, funcionando como uma boa ferramenta para um melhor aprendizado no tratamento com as pessoas que procuram a Câmara, e com isso todos só têm a ganhar”. Já Maria do Amparo completa enfatizando que “esse curso nos apresenta um material rico de informação, onde a gente dessa forma vai adquirindo até conhecimento que não tínhamos”.

Já as recepcionistas Keila Cutrim e Maria Lucidéia, que não foram contempladas nessa fase demonstram uma imensa vontade de participarem desse curso. “Pelo que já tivemos conhecimento, esse curso para nós recepcionistas que lidamos com o público, com a sociedade, vem enriquecer nosso trabalho”, falou a primeira, enquanto sua colega diz que “gostaria muito de participar para ter uma oportunidade de obter mais conhecimento acerca do nosso trabalho, além de servir para nossa trajetória profissional, pois quanto mais currículo melhor, e nós só temos de enaltecer a nossa coordenadora geral Elenaide”.  

Vale ressaltar que, em uma próxima etapa, seguindo orientação do presidente, o vereador Astro de Ogum, além das funcionárias da recepção/protocolo que não foram agraciadas, os profissionais da área de comunicação também passaram por treinamento. “A nossa intenção, sem que afete o estilo profissional dos nossos jornalistas/radialistas, é adotar procedimento de padronização de toda a mídia interna e externa realizada em prol dos assessorados”, finalizou o diretor da Câmara – Itamilson Lima.

Texto: Alteré Bernardino e Itamargarethe Correia Lima

LIVRO SOBRE A CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO LUIS É DESTACADO PELO GOVERNADOR FLÁVIO DINO

“A história é um patrimônio inegociável, essencial, fundamental e imprescindível para que possamos viver dias melhores, com mais direitos, com mais progresso e mais justiça. A memória faz parte da atualidade, porque sempre estamos aprendendo com o passado. Esse elo é inquebrantável. Essas duas obras são de fundamental importância, para que possamos encontrar caminhos para o futuro”.

Estas foram as palavras do governador Flávio Dino ao destacar, na tarde desta quinta-feira (21), o lançamento dos livros “Acórdãos da Câmara Municipal e São Luis – 1645-1649”  e “Repertório de Documentos para a História da Escravidão do Maranhão”, cujo evento foi realizado no prédio da  Faculdade de História da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), na Rua da Estrela – Praia Grande.

As obras foram lançadas pela Secretaria de Estado Cultura, com apoio financeiro da Fapema (Fundação de Amparo a Pesquisa no Estado do Maranhão), e são relevantes fontes de pesquisas de acordo com o historiador Ananias Alves Martins, um dos coordenadores da edição.

A Câmara Municipal foi representada no evento pela chefa de gabinete do presidente Astro de Ogum, Eliane Bezerra, que se manifestou extremamente emocionada com o livro que traz um retrato do Executivo Municipal daquele período.

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“Chega a emocionar, participar de um momento tão importante como esse. A Câmara Municipal de São Luís, uma das mais antigas do País, instalada em 1619, por Simão Estácio da Silveira, carrega consigo uma grande tradição de lutas e histórias, parte delas retratadas nessa importante obra. A Secretaria de Cultura, o Arquivo Público e o governo Flávio Dino estão de parabéns pelo resgate  dessa rica história do Maranhão. O Legislativo Municipal só tem a agradecer a essa iniciativa”, destacou Eliane Bezerra.

 

Texto: Djalma Rodrigues

 

Atlântica comemora 40 anos de atuação com comprometimento e excelência

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No final da manhã desta sexta-feira (23), em um dos salões do Grand São Luís Hotel, na Praça Pedro II, no centro da Capital maranhense, empresários, amigos, funcionários e representantes da imprensa estiveram prestigiando o empresário Luiz Carlos Cantanhede Fernandes, fundador do Grupo Atlântica, uma empresa sólida e genuinamente maranhense que está completando 40 anos de bons serviços prestados.

Em uma rápida explanação aos convidados, o empresário falou um pouco da trajetória de vida, dos percalços enfrentados como o sétimo dos 12 irmãos de um casal de pequenos comerciantes no município de Rosário – cidade onde nasceu – passando pela primeira empresa criada em sociedade aos 18 anos, fechada dois anos depois, até a criação da primeira empresa do grupo, a Atlântica Segurança Técnica, em 1975.

Comprometida com o crescimento econômico e desenvolvimento social, ao longo dessas quatro décadas, muitos desafios foram superados e conquistas consolidadas. Diversas ações inovadoras foram implantas com o objetivo de agregar valor aos processos, contribuindo para o aperfeiçoamento dos sistemas e colocando o grupo em posição de destaque no seu mercado de atuação, gerando mais de 50 mil empregos e contando, atualmente, com mais de 5.320 colaboradores.

“São 40 anos de uma longa trajetória de luta, trabalho e muita dedicação, sempre trabalhando para que as pessoas sejam o maior patrimônio da companhia. Temos como foco aproveitar as oportunidades e conquistar a clientela com serviços eficientes”, ressaltou o presidente do grupo, Luís Carlos Cantanhede Fernandes.

A Atlântica está presente em vários estados do Brasil, participando de negócios com empresas nacionais e internacionais do setor de transporte marítimo, estaleiro e construção naval, como também prestação de serviços nas áreas de segurança técnica, serviços gerais, locação de veículos e equipamentos industriais gestão de saúde, segurança e meio ambiente, dentre outros, sempre superando desafios a cada dia, conquistando novos nichos e se lançando em novos mercados.

“As coisas não acontecem da noite para o dia. Tudo é fruto de muita dedicação, do respeito que temos pelas pessoas e da vontade de fazer bem feito”, enfatizou o presidente.

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Incluída no grupo de empresas brasileiras que investem na área social é uma das fundadoras do Instituto de Cidadania Empresarial do Maranhão (ICE-MA), e da Biblioteca Especializada em Gênero do Brasil – Maria da Penha Maia Fernandes. A empresa realiza atividades e campanhas como forma de suprir as necessidades verificadas, tais como: reforma da estrutura física, doação de material escolar e brinquedos, atividades recreativas palestras educativas e profissionais, entre outras.

O grupo Atlântica conta com seis empresas, são elas:  Internacional Marítima, empresa armadora e prestadora de serviços marítimos e portuários, com sede em São Luis; A Filial Guarujá que é responsável pelo transporte marítimo de passageiros e veículos na maior Travessia Litorânea do Estado de São Paulo; A Internacional Travessia responsável pelo sistema hidroviário do estado da Bahia; A Kaizen prestadora de serviços em diversos segmentos como Segurança do Trabalho, Saúde Ocupacional e Controle de Perdas e Gestão de Negócios; A Inter Locação que presta serviços no segmento de locação de veículos e equipamentos industriais e a Bate Vento Embarcações Artesanais maior especialista em Catamarã a vela e a motor do país e que recebeu o premio de melhor Produto na Bienal Brasileira de Design em Curitiba.

“Sem sombra de dúvida, sentimos um imenso orgulho, enquanto maranhense, do serviço prestado pelo grupo Atlântica, o qual nos últimos anos vem competindo em pé de igualdade com outras grandes empresas a nível nacional”, observou a jornalista Orquidea Santos. O colega Pergentino Holanda, que também esteve prestigiando o evento, ressaltou a importância da atuação da empresa em outros estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, entre outros.

Vários ícones da imprensa maranhense, como Pedro Freire, presidente do jornal O Imparcial e o radialista Geraldo Castro, entre outros, estiveram prestigiando e felicitando o presidente Luís Carlos Cantanhede e o grupo Atlântica.

 

FOTOS: AYRTON VALLE 

 

Eidimar Gomes pede instalação de sinalização no ponto final dos ônibus do Anjo da Guarda

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A vereadora Eidimar Gomes (PSDB) está fazendo uma solicitação ao prefeito de São Luís, Edvaldo Holanda Júnior (PDT), em caráter de urgência, para que seja feita a sinalização horizontal e vertical bem como a instalação de conjunto semafórico, faixa de pedestre na rotatória localizada no antigo ponto final dos ônibus do bairro Anjo da Guarda, na Rua China com a Av. Moçambique antiga Avenida Odilo Costa Filho,  na área do Itaqui-Bacanga, em São Luís.

O requerimento, que já foi protocolada junto à Mesa Diretora da Câmara Municipal de São Luís, se encontra em pauta na ordem do dia da Casa e será apreciado pelo plenário na próxima segunda-feira, 26.

Eidimar Gomes afirma que sua proposta, atende reivindicações das famílias que sofrem com a falta de sinalização, provocando acidentes no local. Ela sugere que seja feito em caráter de urgência para atender a necessidade dos moradores que enfrentam transtornos na mobilidade.

“Precisamos com urgência desta medida por parte dos órgãos competentes, pois vai disciplinar o trânsito de veículos e pedestres no local, pois é conhecimento de todos que a falta de sinalização o trânsito fica caótico”, disse a vereadora Eidimar Gomes

Texto: Dalvana Mendes

Rose Sales realiza audiência na Câmara Municipal

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A vereadora Rose Sales (PV) realizou hoje pela manhã, Audiência Pública na Câmara Municipal de São Luís com o tema: “O papel do poder público e das comunidades terapêuticas no enfrentamento às drogas em favor dos cidadãos em vulnerabilidade sócio-econômica de São Luís”, considerando que essas instituições vêm contribuindo significativamente para o resgate de pessoas viciadas e promovendo trabalhos de ressocialização; entretanto, não obtêm o apoio e a valorização por parte do poder público.

Com mais de 40 (quarenta) organismos instalados no município de São Luís, a maioria se mantém com a ajuda de voluntários e outras, até hoje não receberam o devido apoio para efetuarem o registro.  A vereadora lamentou a falta de compromisso da Prefeitura Municipal de São Luís para com esse segmento e disse que: “Em 2013 e 2014 elaborei com as lideranças das Comunidades Terapêuticas Emendas ao orçamento do Executivo Municipal, para contribuir com o fortalecimento e a manutenção dessas instituições, mas foram rejeitas.”

Dando continuidade, a nobre parlamentar repudiou a inversão de prioridades do governo municipal, onde a área da Comunicação é mais importante que as famílias de nossa capital:  “É lamentável, é triste ver que a atual gestão nunca se dispôs para de forma efetiva implantar no município a Política Pública de Enfrentamento às drogas e tão pouco se importa com as comunidades terapêuticas, só pra demonstrar, a Prefeitura destinou cerca de mais de 23 milhões para a propaganda do governo e apenas 10 mil reais para o Fundo de Emprego e Renda, o irrisório de 76 mil reais para equipar a segurança municipal e o montante vergonhoso de 20 mil reais para os projetos de vulnerabilidades do Conselho Anti-drogas. Isso denota total descaso e descompromisso quando os nossos jovens morrem no interior dos bairros.”

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  O Conselheiro Municipal Anti-drogas, Sr. Erisson Lindoso, falou da importância da audiência pública e retratou sobre a atuação do órgão fiscalizador : “A função do conselho municipal é estar fiscalizando  e participando das construções  de políticas publicas sobre as drogas  no município, junto com as comunidades terapêuticas  e nas prevenções nas escolas. Pra nós, é muito importante o trabalho que a vereadora Rose Sales está fazendo ao longo do seu mandato dentro da Câmara Municipal e nas ações das comunidades terapêuticas, por isso, fortalece  a política do Conselho Municipal.”

Como resultado da Audiência Pública foram deliberados vários encaminhamentos e estabelecido Grupo de Trabalho.

Estiveram presentes na Audiência Pública várias lideranças sociais, dirigentes de Comunidades Terapêuticas, e a presidência da Associação Maranhense de Psiquiatria; a Mesa foi composta, por: Rose Sales – Vereadora de São Luís; Dr. Heider Silva – Defensoria Pública Estadual; Erisson Lindoso – Conselho Municipal Anti- drogas; Dr. Sebastião Uchôa – Delegacia de Meio Ambiente; Dr. Fernando Mendonça – Tribunal de Justiça do Maranhão; Pr. Mário Porto – Comunidade Vida; Sr. Domingos Matos – Líder Comunitário da Vila Isabel Cafeteira; Dra. Luíza Medeiros – Poder Judiciário; Ten. Cel. Araújo – Presidente do Conselho Municipal Anti-Drogas; Sra. Maria Neuza Ribeiro – Presidente do Conselho Municipal de Direito da Criança e do Adolescente; além dos Vereadores Ricardo Diniz, José Joaquim e Marquinhos.

Sobre o Jornalismo militante – Paulo Pellegrini

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Como forma de mostrar o valor do jornalismo e fortalecer o debate sobre o exercício do jornalismo militante, este Portal vai reproduzir na íntegra o artigo do brilhante jornalista, mestre e professor de comunicação, Paulo Pellegrini. 

Confira na Integra o Artigo de Paulo Pelegrini!

O recente episódio envolvendo a queixa de um jornalista local sobre atraso de pagamentos da Prefeitura a profissionais da imprensa me convence ainda mais da necessidade de discussão sobre o jornalismo militante que tanto caracteriza a profissão no Brasil.

É um assunto delicado porque mexe com pontos de vista sobre jornalismo e acusações veladas, por isso a análise deve ser cuidadosa, mas nem por isso acrítica.

Parto do princípio – e deixo claro a meus alunos – de que jornalismo e militância política não devem andar juntos. Por mais que grande parte dos profissionais ingresse na profissão com desejo de “mudar o mundo” e por mais que muitos deles realmente acreditem que determinado grupo político ou posicionamento ideológico representem “o bem”, a atividade jornalística deve sobrepor essas idiossincrasias. O jornalismo, enquanto campo do conhecimento, não tem partido, não tem ideologia, não é simpático a ninguém.

Claro, não dá para separar jornalismo de dinheiro. O jornalismo é filho do capitalismo, quer dizer, o que conhecemos hoje sobre conceitos, teorias e práticas nasce nas redações, que, por sua vez, pertencem a empresas de comunicação, as quais, para sobreviverem, trabalham sob a lógica do capital. Jornalismo é, portanto, um negócio, dessa forma, suscetível aos humores do mercado.

Mesmo assim, é dever do jornalismo do dia-a-dia conseguir ser apartidário, não-ideológico e não-simpático. É na publicidade que a empresa deve auferir lucros e essa é uma decisão possível. O gosto pelo dinheiro é que cria o discurso de que a redação é necessariamente vendável. Deve-se pensar em formas de sustentação do negócio sem por na prateleira a profissão enquanto tal, ainda mais nos tempos atuais em que, no mundo digital, os custos de produção da informação diminuíram.

Porque o que acontece é que o grau de influência político-partidária nos textos é quase sempre um fenômeno anterior. Muitas vezes, não são os jornais ou blogs que se alinham às ideologias partidárias; eles são criados por essas ideologias e para esses fins. Defendo uma transparência nessa relação. O que chamam de controle social da informação deve incluir um rastreamento dos veículos de comunicação (no sentido de saber de onde vem todo o dinheiro) e apresentar esses dados ao leitor, que tem o direito de saber por que está lendo o que lê.

Esse tipo de controle é tão fundamental quanto os outros, sobre democratização dos meios, fim dos oligopólios ou ética na comunicação. De nada adiantam essas conquistas se o jornalismo continuar aliado ao poder público de quem recebe dinheiro.

Na Europa e nos Estados Unidos, é comum se pagar para pessoas darem entrevistas. Esse é um argumento comum para celebrar a “idoneidade” do jornalismo brasileiro. Só que lá as coisas são feitas às claras.

Durante anos, os jornalistas acusaram as redações de cercearem seu trabalho, mas quando têm a chance de ser independentes, muitos preferem um jornalismo “livre para a dependência”. A alegação de que é uma profissão como qualquer outra, que precisa de dinheiro para sobreviver, e que esse dinheiro é fruto da publicidade oficial, pode ser refutada pela lida nos posts ou textos e a percepção de que a linha editorial, formalmente não vendida, é sempre simpática à linha política do grupo que faz a publicidade.

Há uma modalidade especial para isso, que é livre no Brasil (mas restrita em países como Portugal, França e Bélgica), a Assessoria de Imprensa. Seria também bem tranquilo se essa relação entre imprensa militante e governantes fosse oficializada e essa seria outra medida interessante do controle social da informação.

O fato é que para quem pensa como eu, é extremamente desconfortante observar a bipolaridade do jornalismo local, em que as pautas respondem primeiro ao objetivo de agradar aos aliados e confrontar os adversários, e depois ao de informar o leitor. O que fez o jornalista que reclamou dos atrasos de pagamento da Prefeitura que, segundo ele, prioriza o pagamento a pastores e diáconos e deixa de lado os jornalistas “que ajudaram o prefeito a se eleger” foi mais que um desabafo ou cobrança: foi uma confissão, tanto que o post foi prontamente retirado (mas pode ser encontrado no blog do Ed Wilson) e a Prefeitura imediatamente negou o fato.

Não é porque a política local é bipolarizada que o jornalismo praticado por aqui tenha que ser. Aliás, a própria imprensa ajuda a construir a bipolaridade dessa cena política. Por que é tão difícil uma terceira via na imprensa, o desenvolvimento de um jornalismo que olhe para os dois lados com a mesma distância, o mesmo senso crítico e a mesma responsabilidade? Nada impede que isso ocorra, a não ser o comportamento dos próprios jornalistas.

Um país democrático precisa de uma imprensa vigilante. Assim, imprensa e governo não podem andar juntos. Nem imprensa e oposição. Aliás, imprensa e ninguém. A ideia de uma imprensa governista serve ao discurso único ou à divinização do governante. Porque governo não é povo, governo presta serviço ao povo. Então, serviços mal prestados são pauta para a imprensa. Serviços bem prestados devem ser rotina, e rotina não é pauta em jornalismo. O que vemos nas capas dos jornais locais como notícias muitas vezes são a personificação na presidente, no governador ou no prefeito de ações rotineiras, fenômeno aliás semelhante ao que ocorre em alguns países europeus, como França, Portugal e Itália, que praticam também um jornalismo estatal, que transforma o ato de governar em pauta.

*Paulo Pellegrini – Jornalista formado pela Universidade Federal do Maranhão, Mestre em Cultura e Sociedade, especialista em Ciência da Informação e em Jornalismo Cultural pela mesma universidade, paulistano, palmeirense, apaixonado por futebol, automobilismo e música. Professor de jornalismo da Faculdade Estácio de São Luís. Coordenador da Rádio Universidade FM (São Luís-MA). Vocalista, guitarrista e compositor da banda de rock Mr. Simple.

 

Do Blog do Abimael Costa

 

 

SINFUSP vai realizar eleições nesta segunda e terça-feira

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O Sindicato dos Funcionários e Servidores Públicos de São Luís (SINFUSP), deu início ao processo eleitoral desde o dia 25 de setembro, com a divulgação do Edital de Convocação da eleição, e posteriormente com a escolha da Comissão Eleitoral, que tem a responsabilidade de conduzir o pleito de 2015 da entidade que vai acontecer nesta Segunda Feira (26) e Terça Feira (27).

A chapa 12 será encabeçada pela servidora municipal, Lúcia Barbosa, de 52 anos, Técnica em Laboratório e Pedagoga. A chapa 12 será composta por 60 membros, que segundo a futura Presidente, tem funcionário de vários setores da gestão municipal. De acordo com a candidata Lúcia 12, o SINFUSP tem quase 3 mil associados e se tornou um dos sindicatos mais fortes do Estado.

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“É um desafio enorme compor essa chapa, que contem o maior número de membros, entre as concorrentes. Além disso, vou ter a oportunidade de brigar por melhorias para a classe, que não é valorizada como deveria. Entre os associados, grande maioria é da saúde e isso nos motiva ainda mais concorrer a esse pleito. Será uma eleição difícil, haja vista que são 4 chapas”, destacou Lúcia 12.

Nesta terça feira (20), os membros da chapa 12 se reuniram no auditório da CUT para discutirem ações para o dia do pleito. Durante reunião, várias ideias e no final todos saíram satisfeitos.

Após semanas de ininterruptos de trabalhos, a Comissão Eleitoral apresenta um balanço de todas as atividades desempenhadas por ela até o presente momento. De acordo com os membros da Comissão o processo está ocorrendo de forma democrática e sem nenhum percalço jurídico até o presente momento. Foram inscritas no processo eleitoral 4 (quatro) chapas.

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Segundo a Comissão Eleitoral, já foi publicado Edital de Convocação chamando os associados para fazerem-se presentes ao pleito. Ainda nessa mesma linha, foram publicadas resoluções regulamentando os possíveis recursos a serem impetrados pelas chapas; resoluções sobre as urnas fixas, das quais, 4 (quatro) são eletrônicas. A Comissão Eleitoral também informou todas as secretarias municipais sobre a eleição, para que as urnas itinerantes possam estar à disposição, no dia e local programado, aos servidores aptos a votarem.

Serão disponibilizadas 6 (seis) urnas em locais fixos, sendo dessas, 4 (quatro) eletrônicas, que ficarão disponibilizadas no Socorrão I, SINFUSP/SL, Terminais da Praia Grande e Cohab; no Socorrão II e Área Itaqui-Bacanga (ainda com local a ser definido) ficarão as urnas de lona.

O roteiro das urnas itinerantes ainda será definido pela Comissão Eleitoral, que irá divulgar com antecedência para que todos os servidores aptos a votarem possam participar do pleito.