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Arquivos Mensais: novembro 2014

Julião Amin é trabalho, sim senhor!

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Julião

O governador do Maranhão, eleito em 2014, Flávio Dino, fez mais uma grande escolha na composição de seu secretariado para comandar o Estado a partir de janeiro de 2015. O presidente estadual do Partido Democrático Trabalhista (PDT), Julião Amin, assumirá a Secretaria de Trabalho e Economia Solidária a partir de 1º de janeiro. O anúncio foi feito no fim desta quarta-feira (5) nas redes sociais.

A geração de emprego, renda e oportunidade para a população maranhense foi uma das principais bandeiras da campanha de Flávio Dino (PCdoB), eleito governador do Maranhão em primeiro turno. Julião Amin tem história quando o assunto é trabalho e geração de emprego. Sua experiência como homem do bem, lhe credencia para ser um grande gestor.

A Secretaria terá o importante papel de qualificar os trabalhadores e ampliar as oportunidades de emprego como caminhos para reduzir a desigualdade social. E isso, Julião Amin, sabe fazer como ninguém. Outro objetivo será o de ampliar a atuação do SINE e estimular a economia solidária no Estado. Mais uma tarefa que Dr. Julião conhece muito bem.

PERFIL DO NOVO SECRETÁRIO:

Julião Amin é presidente estadual do PDT e possui vasta experiência na área em que irá atuar. É militante social e sindical. Presidiu o Sindicato dos Bancários, foi diretor administrativo-financeiro do Banco do Estado do Maranhão (Antigo BEM), superintendente do Ministério do Trabalho no Estado e advogado de trabalhadores rurais. Além de contribuir com o crescimento e fortalecimento da pesca no Maranhão.

Além disso, Dr. Julião Amin foi também deputado estadual e federal, tendo sido atuante em todos os cargos por onde passou. Sério e competente, Julião está no caminho certo. Se for trabalho, é com Dr. Julião Amin.

 

Polícia cumpre mandados de prisão em Bequimão

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O direito do companheiro começa quando o meu termina.

Uma ação conjunta das Polícias Civil e Militar da cidade de Bequimão, coordenada pelo delegado Vilamar Alves e o sargento Pedro Alcântara Paixão, resultou na prisão de duas pessoas, nesta terça-feira (4).

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Odair José Gusmão, conhecido como “Tabaco”, 32 anos, foi preso em decorrência de um mandado de prisão expedido pelo juiz Márcio Aurélio, da comarca de Bequimão, qualificado pelo crime de estupro à vulnerável. Na época, Tabaco foi indiciado por ter estuprado uma criança de 12 anos com deficiência mental. “Tabaco” foi localizado em sua residência no Povoado Boa Vista, onde também praticou o crime.

Em cumprimento a outra ordem judicial, a polícia prendeu Ducivaldo do Espírito Santo Pereira, indiciado pelo crime de homicídio. Segundo informações policiais, o homem assassinou a facadas João dos Anjos Leitão, em fevereiro deste ano. A causa do crime, foi motivado por traição.

Ducivaldo e Odair foram encaminhados para a 5º Delegacia Regional de Pinheiro, onde foram realizados os procedimentos legais. Ambos permanecem na delegacia à disposição da Justiça.

Ecopontos: Um mar de lixos

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Rose

A problemática do lixo em São Luís voltou ao debate em uma audiência pública, realizada na última quarta-feira (29) na Câmara Municipal, solicitada pela vereadora Rose Sales (PCdoB), que também é presidente da Comissão de Meio Ambiente e de Regularização Fundiária da Casa.

A temática principal das discussões girou em torno dos Ecopontos, locais que a prefeitura de São Luís tem disponibilizado para receber resíduos de pequenos volumes, mas segundo denúncia da vereadora Rose Sales, tem se configurado em verdadeiros lixões a céu aberto, e consequentemente levado graves problemas a população nos arredores, afetando a saúde pública e a segurança.

“Eu fiz vitorias em dois Ecopontos desses, um na Cidade Operária e outro na avenida dos Africanos, nas proximidades do Bairro de Fátima, e o que eu pude perceber é que lá estão resíduos de todo natureza, muitas vezes até orgânicos, sendo lançados. A população tem reclamado porque é algo que “enfeiúra” a cidade. Além disso afeta o fator saúde pública porque aumenta a proliferação de ratos e baratas e também a questão da segurança, já que nesses locais é comum a presença de usuários de drogas e assim, favorece o aumento do tráfico de entorpecentes nesses locais”, aponta Rose Sales.

Baseada nas visitas realizadas nesses locais, juntamente com entidades representativas, a vereadora Rose também criticou a forma como a prefeitura municipal vem mantendo os Ecopontos fora dos padrões ambientais.

“Eu percebi que existe até uma intencionalidade positiva por parte da Superintendência da limpeza urbana de estabelecer os ecopontos, mas há um distanciamento muito grande porque os Ecopontos ainda não foram assumidos pela gestão municipal com trato de seriedade, rigor e proatividade de fazê-lo acontecer como deve ser dentro dos padrões. Não tem uma previsão dentro da lei ambiental do que deveria ser feito, estão ambientalmente incorretos e falta educação ambiental na cidade e para as comunidades no entorno”, critica a parlamentar.

Durante a Audiência houve denúncias muito graves contra a gestão municipal com relação aos serviços de limpeza pública, onde foi afirmado que a população de São Luís paga altos valores por inúmeros serviços e ações que não acontecem, como: coleta seletiva; construção de galpões e compra de equipamento para reciclagem; construção de Ecopontos; e vários outros agravantes. A empresa SLEA prestou esclarecimentos mais de caráter jurídico, se colocando à disposição para clarificar as questões operacionais, declarando que a Prefeitura como delegatária do contrato fez repactuações dos valores e que a empresa faz a execução dos serviços determinados.

INTEGRARAM A MESA DO DEBATE:

O juiz Douglas de Melo Martins, da Vara de Interesses Difusos e Coletivos; Eurico Fernandes da Silva, chefe da Assessoria técnica do Instituto Municipal da Paisagem Urbana (Impur); Rosirene Martins Lima, Superintendente de Planejamento da Secretaria de Meio Ambiente; Cláudio Pontual Filho, jurídico da São Luís Engenharia Ambiental (SLEA); Claudio Calzavara de Araújo, representante do SINDUSCON-MA; Ronaldo Maia Garcêz, representante da Associação brasileira de Engenharia Sanitária (ABES); Luis Cruvel, presidntre da Associação de Condutores de veículos a tração animal e Maria Célia Lopes Dias, presidente da Associação de catadores de materiais recicláveis. Além de representantes de comunidades afetadas e pessoas interessadas em discutir o assunto.

“O que eu quero, junto com todas as instituições apresentadas, que participaram dessa audiência pública, é que o município revise os equívocos destes espaços que se configuram como verdadeiros lixões instituídos pela Prefeitura em diversos terrenos baldios e não como espaços para captação de resíduos, de forma seletiva, obedecendo a critérios técnicos, dentro de padrões ambientais, paisagísticos e que garantam a saúde pública às comunidades do seu entorno, numa perspectiva sustentável que integre os catadores/recicladores de resíduos, como também, retomar a discussão pública sobre a PPP (Parceria Público-Privada) dos Resíduos Sólidos, que tem como executora a Empresa São Luís Engenharia Ambiental – SLEA, responsável pela limpeza pública da capital”, enfatiza Rose Sales, que garantiu ainda uma apuração às denúncias apresentadas na Audiência.

Ao final da audiência pública foram feitos os seguintes encaminhamentos:

1- Solicitação à Prefeitura Municipal de São Luís do contrato com a SLEA e dos dois termos aditivos que se configuraram em repactuações financeiras e de serviços;

2- Reunião de trabalho dia 20.11.14, às 14h30, no Plenário da Câmara para análise sobre as informações solicitadas ao Executivo Municipal;

3- Traçar estratégias e estabelecer parcerias para revisão da implantação e garantir a estruturação dos ECOPONTOS;

4- Alicerçar o Projeto Piloto de um Ecoponto, com envolvimento de todos os setores pertinentes ( público, privado e da sociedade), a fim de balizar a estruturação dos demais;

5- Apresentação pela SEMMAM do Plano Municipal de Resíduos Sólidos;

6- Apresentação pelo IMPUR do Programa Cidades Jardins;

7- Criar mecanismos de apoio aos recicladores e aos carroceiros, dentre outros.

NOTA DE ASSESSORIA

A hora do Adeus, ou até 2017?

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FATIMA

Os suplentes de vereadores que conseguiram ficar no exercício do mandato durante o período eleitoral começam a deixar a Câmara Municipal de São Luís. Dos sete que estavam no cargo, quatro já saíram, um sai esta semana e outros dois ficam até dezembro.

A vereadora Fátima Araújo (PRP) chegou a chorar por conta da falta de quórum e ter seus projetos não aprovados pela Casa. Nesta segunda-feira (3), com quórum, ela teve seus projetos aprovados em seu último dia no mandato. Nesta terça-feira (4), o titular, Nato (PRP), retorna a casa legislativa.

Ela agradeceu pela oportunidade em sua despedida. “Agradeço a oportunidade e a experiência adquirida. Muitas vezes eu fui prejudicada pela falta de quórum. Porque eu sabia que tinha um tempo determinado aqui e cada sessão era importante. Fico feliz pelo que pude fazer e desejo que os que ficam façam o que eu não tive tempo” – disse Fátima Araújo.

Já deixaram o parlamento os suplentes Alencar Gomes (PDT) e Anderson Martins (PRB). Retornaram Ivaldo Rodrigues (PDT) e Bispo Paulo Luiz (PRB). Os dois titulares eram candidatos e não conseguiram a eleição.

Eidimar Gomes (PSDB) também já deixou o mandato. Porém, ela retornará em definitivo a partir de 2015. O titular Sérgio Frota voltou nesta segunda-feira (3), mas foi eleito deputado estadual e deixará a vaga para a suplente.

Rômulo Franco (PRB) deixa o mandato nesta terça-feira (4). Na quarta-feira (5), Marquinhos (PRB) volta a casa legislativa municipal.

Batista Matos (PPS) e Dr. Damasceno (PSL) permanecem por mais tempo. Batista fica até 10 de dezembro no lugar de Estevão Aragão (SD). Dr. Damasceno fica no mandato até 31 de dezembro caso não haja nenhuma mudança nesse período. O titular, Chico Carvalho (PSL), está em tratamento de saúde.

Esta matéria foi excluída por ordem Judicial

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PROCESSO400-07.2016.8.10.0064 (4032016)

Eleições 2014 é previsão bíblica

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Por Leonardo Boff

DILMA

Nestas eleições presidenciais, os brasileiros se confrontaram com uma cena bíblica, testemunhada no salmo número um: tinha que escolher entre dois caminhos: um que representa o acerto e a felicidade possível e outro, o desacerto e infelicidade evitável.

Criaram-se todas as condições para uma tempestade perfeita com distorções e difamações, difundidas na grande imprensa e nas redes sociais, especialmente uma revista que ofendeu gravemente a ética jornalística, social e pessoal publicando falsidades para prejudicar a candidata Dilma Rousseff (PT). Atrás dela se albergam as elites mais atrasadas que se empenham antes em defender seus privilégios que universalizar os direitos pessoais e sociais.

Face à estas adversidades, a Presidenta Dilma ao ter passado pelas torturas nos porões dos órgãos de repressão da ditadura militar, fortaleceu sua identidade, cresceu em determinação e acumulou energias para enfrentar qualquer embate. Mostrou-se como é: uma mulher corajosa e valente. Ela transmite confiança, virtude fundamental para um político. Mostra inteireza e não tolera malfeitos. Isso gera no eleitor ou eleitora o sentimento de “sentir firmeza”. Sua vitória se deve em grande parte à militância que saiu às ruas e organizou grandes manifestações. O povo mostrou que amadureceu na sua consciência política e soube, biblicamente, escolher o caminho que lhe parecia mais acertado votando em Dilma. Ela saiu vitoriosa com mais de 51% dos votos.

Ele já conhecia os dois caminhos. Um, ensaiado por oito anos, fez crescer economicamente o Brasil, mas transferiu a maior parte dos benefícios aos já beneficiados à custa do arrocho salarial, do desemprego e da pobreza da grande maioria. Fazia políticas ricas para os ricos e pobres para os pobres. O Brasil fez-se um sócio menor e subalterno ao grande projeto global, hegemonizado pelos países opulentos e militaristas. Esse não era o projeto de um país soberano, ciente de suas riquezas humanas, culturais, ecológicas e digno de um povo que se orgulha de sua mestiçagem e que se enriquece com todas as diferenças.

O povo percorreu também o outro caminho, o do acerto e da felicidade possível. Neste ele teve centralidade. Um de seus filhos, sobrevivente da grande tribulação, Luiz Inácio Lula da Silva, conseguiu com políticas públicas, voltadas aos humilhados e ofendidos de nossa história, que uma Argentina inteira fosse incluída na sociedade moderna. Dilma Rousseff levou avante, aprofundou e expandiu estas políticas com medidas democratizantes como o Pronatec, o Pro-Uni, as cotas nas universidades para os estudantes vindos da escola pública e não dos colégios particulares; as cotas para aqueles cujos avós vieram dos porões da escravidão assim como todos os programas sociais do Bolsa Família, o Luz para Todos, a Minha Casa, minha Vida, o Mais Médicos entre outros.

A questão de fundo de nosso país está sendo equacionada: garantir a todos, mas principalmente aos pobres, o acesso aos bens da vida, superar a espantosa desigualdade e criar mediante a educação oportunidades aos pequenos para que possam crescer, se desenvolver e se humanizar como cidadãos ativos. Esse projeto despertou o senso de soberania do Brasil, projetou-o no cenário mundial como uma posição independente, cobrando uma nova ordem mundial, na qual a humanidade se descobrisse como humanidade, habitando a mesma Casa Comum.

O desafio para a Presidenta Dilma não é só consolidar o que já deu certo e corrigir defeitos mas inaugurar um novo ciclo de exercício do poder que signifique um salto de qualidade em todas as esferas da vida social. Pouco se conseguirá se não houver uma reforma política que elimine de vez as bases da corrupção e que permita um avanço da democracia representativa com a incorporação da democracia participativa, com conselhos, audiências públicas, com a consulta aos movimentos sociais e outras instituições da sociedade civil.

É urgente uma reforma tributária para que tenha mais equidade e ajude a suplantar a abissal desigualdade social. Fundamentalmente a educação e a saúde estarão no centro das preocupações desse novo ciclo. Um povo ignorante e doente não pode dar nunca um salto rumo a um patamar mais alto de vida. A questão do saneamento básico, da mobilidade urbana (85% de população vive nas cidades) com transporte minimamente digno, a segurança e o combate à criminalidade são imperativos impostos pela sociedade e que a Presidenta se obrigará a atender.

Ela, nos debates, apresentou um leque significativo de transformações a que se propôs. Pela seriedade e sentido de eficácia que sempre mostrou, podemos confiar que acontecerão. Há questões que mal foram acenadas nos debates: a importância da reforma agrária moderna que fixa o camponês no campo com todas as vantagens que a ciência propiciou. Importa ainda demarcar e homologar as terras indígenas, muitas ameaçadas pelo avanço do agro-negócio.

Por último e talvez o maior dos desafios nos vem do campo da ecologia. Severas ameaças pairam sobre o futuro da vida e de nossa civilização, seja pela máquina de morte já criada que pode eliminar por várias vezes toda a vida e as consequências desastrosas do aquecimento global. Se chegar o aquecimento abrupto, como inteiras sociedades científicas alertam, a vida que conhecemos talvez não possa subsistir e grande parte da humanidade será letalmente afetada. O Brasil por sua riqueza ecológica é fundamental para o equilíbrio do planeta crucificado. Um novo governo Dilma não poderá obviar esta questão que é de vida ou morte para a nossa espécie humana.

Que o Espírito de sabedoria e de cuidado oriente as decisões difíceis que a Presidenta Dilma Rousseff deverá tomar.

*Leonardo Boff é teólogo e filósofo, e também escritor. É dele o livro “Proteger a Terra e cuidar da vida: Como escapar do fim do mundo” (Record, 2010)

Brasil 2×2 Londrina termina com briga e prisão

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O jogo entre Brasil de Pelotas X Londrina do Paraná, válido pelas semifinais da série D, foi marcado por muita briga e discussão. Vários cartões foram distribuídos e o policiamento teve que intervir. A confusão foi tamanha, que Ximbica, um membro da comissão técnica do Londrina, desmaiou após receber um chute do goleiro do Brasil, Eduardo Martini, e saiu de campo imobilizado. O goleiro foi retirado de campo pela Polícia Militar.

COM A BOLA ROLANDO…

Buscando reverter o resultado negativo da primeira partida, o Londrina começou pressionando o Brasil. Trocando passes no campo ofensivo, não demorou para o Tubarão chegar com perigo ao gol de Eduardo Martini. Aos 10 minutos de jogo, após lançamento para área do Brasil, a zaga afastou mal e, no rebote, Paulinho soltou a bomba. A bola passou muito perto da meta gaúcha. Dois minutos mais tarde, Celsinho tabelou com Bruno Batata e cruzou para dentro da área, mas ninguém chegou para completar.

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Os paranaenses pressionavam insistentemente e perdiam boas chances. Aos 26 minutos, Bruno Batata chutou de fora da área, a bola desviou na zaga, enganou o goleiro, mas foi para fora. Na cobrança do escanteio, Silvio subiu livre e cabeceou, mas a zaga tirou em cima da linha. Aos 35 minutos, Paulinho cobrou falta rapidamente e Bruno Batata chutou forte, mas a bola foi para fora. Dois minutos mais tarde, Alan Vieira cruzou e Bruno Batata antecipou bem a zaga e cabeceou. A bola passou muito perto.

Na saída de campo, os jogadores dos dois times, exaltados, iniciaram uma confusão e a polícia teve que intervir e fazer um cordão de isolamento para que os jogadores rubro-negros pudessem caminhar ao vestiário. Revoltada, torcida mandante arremessava objetos dentro do gramado.

CONFUSÃO GENERALIZADA 

O ditado mais certo do futebol é “quem não faz toma.”. O Brasil, na primeira chance que teve, abriu o placar, para desespero do Tubarão. Aos 37 minutos, David Ceará saiu jogando errado, o time gaúcho recuperou a bola e armou contra-ataque. No cruzamento, Nena completou e não deu chances ao goleiro Vitor. Após o gol sofrido, o time do Londrina se perdeu em campo e não conseguiu manter a pressão que vinha fazendo em cima do Brasil.

Na volta do intervalo, mais um erro da zaga do Tubarão permitiu que o Brasil marcasse gol. De forma bizarra, o zagueiro Sílvio tentou chapelar o atacante Nena e sair jogando, mas perdeu a bola para Alex Amado que tocou para Nena, que só completou para o gol e fechou o caixão do Londrina.

Durante o segundo tempo, o Londrina até tentou pressionar para conseguir diminuir a desvantagem e conseguiu o empate. Aos 20 minutos, Celsinho cobrou escanteio, Alexandre Oliveira tentou a finalização e, no rebote, Diego Roque completou, sem chances para Eduardo Martini. Empolgado, o Tubarão chegou ao empate quatro minutos mais tarde. Novamente na bola parada de Celsinho, a bola sobrou para Sílvio,que escorou para o gol. Após o empate, uma confusão generalizada começou entre jogadores e comissão técnica de ambos os times. Após a paralisação, o juiz decidiu recomeçar o jogo.

A bola voltou a rolar e o Brasil teve chance de ampliar após o goleiro Vitor derrubar Nena dentro da área. O próprio atacante bateu, mas o goleiro se redimiu e defendeu a cobrança.

Com o empate, o Brasil se classificou e agora espera o resultado entre Confiança e Tombense para ver qual será o adversário.

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